Exposição e risco

Esta página reúne dados sobre quem está exposto aos riscos do clima, a quais riscos e com que capacidade de responder a eles. É o tema com mais séries na base. Ele tem dois tipos de dado, que são lidos de formas diferentes: índices, montados por uma instituição a partir de vários dados, e medidas, como uma contagem de dias ou de pessoas.
63 séries352.286 observações44 são índices construídos

O AdaptaBrasil, a plataforma do governo federal sobre os impactos da mudança do clima no país, dá a cada um dos 5.570 municípios brasileiros um índice de risco climático entre 0 e 1. Esta base tem 44 desses índices. Exposição e risco é o tema com mais dados da plataforma, com 63 séries com dado e 352.286 observações. As outras séries são medidas, como dias de calor e população exposta.

O AdaptaBrasil monta cada índice com três partes: a ameaça climática, a exposição da população e a vulnerabilidade do município, que inclui a capacidade dele de se adaptar. O modelo segue o Quinto Relatório do IPCC, o painel de cientistas da ONU sobre o clima. O resultado é um número entre 0 e 1, que depende das variáveis escolhidas e do peso dado a cada uma. Dois índices da mesma fonte para o mesmo município são montados de formas diferentes. Por isso, não podem ser comparados entre si como quantidades. O índice põe os municípios em ordem. Ele não diz qual é a probabilidade de algo acontecer.

A maior parte da população exposta está em duas regiões. Em 2025, o Nordeste tinha 61% das pessoas expostas, e o Sul tinha 25%. O total era de 13,4 milhões de pessoas em 2.069 municípios. O maior valor de um município na série é o de Caruaru (PE), com 314.951 pessoas.

Cada índice cobre um único ano, e a fonte publica cada um numa data diferente. Por isso, os índices não formam uma série de anos seguidos. A população exposta tem anos seguidos. Ela passou de 132.896 pessoas em 113 municípios em 2000 para 13.359.313 pessoas em 2.069 municípios em 2025. No mesmo período, aumentou o número de municípios que registram dados, e isso explica parte da diferença.

Dos índices desta página, 18 se referem a um ano futuro. Esse ano é um cenário calculado por modelo, e não uma observação. A base guarda esses índices separados dos índices medidos, e o ano projetado não entra na contagem de observações. Cada painel informa a fonte e o ano do índice que mostra, porque a forma de montar o índice é decidida por quem o produziu. A população exposta aumenta junto com o número de municípios que registram dados. Por isso, essa série mostra também a capacidade de registro das prefeituras, e não só o fenômeno.

Os 44 índices municipais

Cada índice cobre os 5.570 municípios num único ano. Eles não formam série no tempo: cada um mostra a situação de um momento, publicada pela fonte numa data diferente. O mapa de cada índice está na página Território. A comparação dos índices com os desastres registrados está na página de correlações.

  • Ameaça climática para arboviroses

    2020 · 5.569 municípios

    índice construído
  • Ameaça climática para arboviroses projetada

    2030 · 5.569 municípios

    índice construído
  • Ameaça climática para leishmaniose tegumentar

    2020 · 5.570 municípios

    índice construído
  • Ameaça climática para leishmaniose tegumentar projetada

    2030 · 5.570 municípios

    índice construído
  • Ameaça climática para leishmaniose visceral

    2020 · 5.570 municípios

    índice construído
  • Ameaça climática para leishmaniose visceral projetada

    2030 · 5.570 municípios

    índice construído
  • Ameaça climática para malária

    2020 · 5.570 municípios

    índice construído
  • Ameaça climática para malária projetada

    2030 · 5.570 municípios

    índice construído
  • Ameaça climática sobre a disponibilidade de alimentos

    2017 · 5.570 municípios

    índice construído
  • Ameaça climática sobre a disponibilidade de alimentos projetada

    2030 · 5.570 municípios

    índice construído
  • Ameaça climática sobre o acesso e o consumo de alimentos

    2017 · 5.570 municípios

    índice construído
  • Ameaça climática sobre o acesso e o consumo de alimentos projetada

    2030 · 5.570 municípios

    índice construído
  • Ameaça de deslizamento de terra

    2015 · 5.569 municípios

    índice construído
  • Ameaça de deslizamento de terra projetada

    2030 · 5.569 municípios

    índice construído
  • Ameaça de escassez hídrica

    2020 · 5.570 municípios

    índice construído
  • Ameaça de escassez hídrica projetada

    2030 · 5.570 municípios

    índice construído
  • Ameaça de inundação, enxurrada e alagamento

    2015 · 5.569 municípios

    índice construído
  • Ameaça de inundação, enxurrada e alagamento projetada

    2030 · 5.569 municípios

    índice construído
  • Índice de risco à disponibilidade de energia elétrica

    2019 · 5.570 municípios

    índice construídocom desastres -0,028
  • Índice de risco à integridade do bioma

    2017 · 5.562 municípios

    índice construídocom desastres -0,202
  • Índice de risco climático ao acesso à energia elétrica

    2019 · 5.570 municípios

    índice construídocom desastres 0,034
  • Índice de risco de impacto do estresse hídrico

    2020 · 5.570 municípios

    índice construídocom desastres 0,143
  • Índice de risco para deslizamento de terra

    2015 · 5.569 municípios

    índice construídocom desastres 0,014
  • Índice de risco para inundações, enxurradas e alagamentos

    2015 · 5.569 municípios

    índice construídocom desastres -0,029
  • Índice de risco para ocorrência das arboviroses dengue, zika e chikungunya

    2020 · 5.569 municípios

    índice construídocom desastres -0,066
  • Índice de risco para ocorrência de leishmaniose tegumentar americana

    2020 · 5.570 municípios

    índice construídocom desastres -0
  • Índice de risco para ocorrência de leishmaniose visceral

    2020 · 5.570 municípios

    índice construídocom desastres 0,109
  • Índice de risco para ocorrência de malária

    2020 · 5.570 municípios

    índice construídocom desastres 0,022
  • Índice ND-GAIN de adaptação

    1995 · 8 municípios

    índice construído
  • Prontidão para adaptação ND-GAIN

    1995 · 8 municípios

    índice construído
  • Risco de arboviroses projetado

    2030 · 5.569 municípios

    índice construído
  • Risco de deslizamento de terra projetado

    2030 · 5.569 municípios

    índice construído
  • Risco de estresse hídrico projetado

    2030 · 5.570 municípios

    índice construído
  • Risco de impacto na disponibilidade de alimentos

    2017 · 5.570 municípios

    índice construídocom desastres 0,05
  • Risco de impacto na disponibilidade de alimentos projetado

    2030 · 5.570 municípios

    índice construído
  • Risco de impacto no acesso e no consumo de alimentos

    2017 · 5.570 municípios

    índice construídocom desastres 0,106
  • Risco de impacto no acesso e no consumo de alimentos projetado

    2030 · 5.570 municípios

    índice construído
  • Risco de inundação, enxurrada e alagamento projetado

    2030 · 5.569 municípios

    índice construído
  • Risco de leishmaniose tegumentar projetado

    2030 · 5.570 municípios

    índice construído
  • Risco de leishmaniose visceral projetado

    2030 · 5.570 municípios

    índice construído
  • Risco de ocorrência de malária projetado

    2030 · 5.570 municípios

    índice construído
  • Risco portuário de impacto por tempestade

    2020 · 21 municípios

    índice construído
  • Risco portuário de impacto por vendaval

    2020 · 21 municípios

    índice construído
  • Vulnerabilidade climática ND-GAIN

    1995 · 8 municípios

    índice construído

Exposição medida ao calor

Aqui não há índice. Os dados são contagens de dias. As duas primeiras séries são observadas e vão até 2023. As duas seguintes são projeções, e por isso aparecem com linha tracejada.

▸ Dias com máxima acima de 35 °C (dias)

O gráfico mostra 12 dos 27 recortes: os que têm os maiores valores no último ano. Os outros 15 estão na tabela de dados: Roraima, Acre, Pernambuco, Paraiba, Goias, Sao Paulo….

PiauiTocantinsMato GrossoMaranhaoMato Grosso do SulCearaRio Grande do NorteRondoniaAmapaAmazonasBahiaParaem dias
CCKP27 recortes neste nível
edição de 2025 · coletada em 2026-08-07

▸ Noites com mínima acima de 20 °C (dias)

A série vem da reanálise ERA5, recortada pela fronteira do Brasil, e não de medida direta

CCKPem dias
1950–2023fonte únicadefasagem 2 anos
edição de 2025 · coletada em 2026-08-07

▸ Dias por ano com risco de calor perigoso (dias)

Esta é uma série de projeção, e não de observação

2015–2100fonte únicadefasagem 5 anos
edição de 2025 · coletada em 2026-08-07

▸ Perda de produtividade do trabalho por calor (percentual)

Esta é uma série de projeção, e não de observação

2015–2100fonte únicadefasagem 5 anos
edição de 2025 · coletada em 2026-08-07

Alimento

▸ Insegurança alimentar moderada ou grave (percentual)

O gráfico mostra 3 dos 3 recortes: os que têm os maiores valores no último ano.

USAIDNDEUem percentual
WDI3 recortes neste nível
edição de 2024 · coletada em 2026-08-07

▸ População em insegurança alimentar e nutricional grave (percentual)

O gráfico mostra 3 dos 3 recortes: os que têm os maiores valores no último ano.

DEUUSAIDNem percentual
WDI3 recortes neste nível
edição de 2024 · coletada em 2026-08-07

▸ Quantidade produzida da lavoura (t/ano)

O gráfico mostra 6 dos 6 recortes: os que têm os maiores valores no último ano.

Cana-de-açúcarSoja (em grão)Milho (em grão)Arroz (em casca)Trigo (em grão)Feijão (em grão)em t/ano
PAM6 recortes neste nível
edição de 2025 · coletada em 2026-08-07

▸ Rendimento médio da lavoura (kg/ha)

O gráfico mostra 6 dos 6 recortes: os que têm os maiores valores no último ano.

Cana-de-açúcarArroz (em casca)Milho (em grão)Soja (em grão)Trigo (em grão)Feijão (em grão)em kg/ha
PAM6 recortes neste nível
edição de 2025 · coletada em 2026-08-07

Os números projetados pela Quarta Comunicação Nacional

A Quarta Comunicação Nacional é o relatório que o Brasil entrega à Convenção do Clima da ONU. O capítulo dela sobre impactos tem 240 páginas, quase todas de texto e mapas. Só três tabelas trazem números, e são estas. Duas delas usam NÍVEL DE AQUECIMENTO, e não ano: um mundo dois graus mais quente do que antes da industrialização e outro quatro graus mais quente. Essa escolha é da própria Comunicação. Assim, a pergunta deixa de ser quando, e passa a ser com quanto aquecimento.

▸ área de baixo risco climático perdida num mundo quatro graus mais quente

A PRIMEIRA BARRA ESTÁ EM HECTARES e mostra o tamanho da perda. A soja sozinha tem dois terços da área que deixa de ser de baixo risco, e as culturas menores, somadas, ficam longe disso. A SEGUNDA BARRA ESTÁ EM PORCENTAGEM e mostra algo que a primeira não mostra: em proporção, a cultura que quase desaparece é o milho de segunda safra. As duas barras juntas evitam olhar só para o tamanho ou só para a porcentagem. A porcentagem é a parte da área de baixo risco de 2012 que deixa de ser de baixo risco no cenário de quatro graus, segundo o Zoneamento Agrícola de Risco Climático citado pela Comunicação. Ela NÃO diz que a lavoura desaparece. Diz que aquela área passa a precisar de irrigação, de outra variedade ou de outro calendário de plantio para continuar produzindo.

resta a quatro grausperdido entre dois e quatroperdido até dois graus
  • milho (segunda safra)7,5 milhões ha
  • soja25 milhões ha
  • feijão (segunda safra)1 milhões ha
  • feijão (primeira safra)2 milhões ha
  • trigo1,9 milhões ha
  • milho (primeira safra)7,6 milhões ha
  • arroz2,4 milhões ha
  • milho (segunda safra)97,3%
  • soja81,2%
  • feijão (segunda safra)71,9%
  • feijão (primeira safra)57,1%
  • trigo23,8%
  • milho (primeira safra)22,2%
  • arroz13,9%
edição de 2021 · coletada em 2026-08-08

SOMANDO AS SETE CULTURAS, a área de baixo risco climático cai de 47,4 para 15,5 milhões de hectares no cenário de quatro graus. Essa soma foi feita por esta plataforma, porque a tabela traz cada cultura separada e não traz o total. A maior perda é a de milho (segunda safra), com 97,3% da área, e a menor é a de arroz, com 13,9%. No feijão e no milho, a segunda safra perde mais área do que a primeira.

A SEGUNDA TABELA MEDE PRODUTIVIDADE, em toneladas por hectare. Ela compara a produtividade atual com a projetada para 2050 em 11 produtos: 10 caem e 1 sobe. A maior queda é a de soja, com 79,6%. Na linha dos bovinos, a própria fonte faz uma ressalva: a projeção é para 2030, e não para 2050 como no resto da tabela. A ressalva aparece junto do dado.

A TERCEIRA TABELA É DE SAÚDE. Ela mostra a TEMPERATURA DE RISCO MÍNIMO de cada região, isto é, a temperatura em que há menos internações e menos mortes por doenças respiratórias e circulatórias. São 24 valores, um por região e por desfecho, ou seja, internação ou morte. Os valores mudam de uma região para outra: a mesma temperatura pode estar perto do risco mínimo numa região e longe dele em outra. Por isso, uma onda de calor não pode ser medida só pelo termômetro. UM VALOR DESTA TABELA É MUITO DIFERENTE DE TODOS OS OUTROS: Sul, circulatório, internação aparece com 13,8 graus, e o resto da tabela fica entre 23,4 e 28,2. A plataforma publica o número como ele está impresso e informa a diferença ao lado. Para conferir, estão disponíveis o arquivo, a página e o resumo criptográfico, um código que confirma que o arquivo não foi alterado.

▸ temperatura de risco mínimo por região · respiratório, internação

A FONTE MEDIU CINCO REGIÕES. O mapa mostra os estados só para indicar onde fica cada região. Todos os estados de uma região têm a mesma cor, porque recebem o mesmo número, que é o da região. O mapa usa a divisão adotada pela Quarta Comunicação. Por isso, estados vizinhos da mesma região têm a mesma cor: é o que o dado informa. A ESCALA DE COR COMEÇA EM 23 GRAUS. Na temperatura de risco mínimo, o zero não tem significado, e uma escala que começasse no zero deixaria o país inteiro com quase a mesma cor.

carregando o mapa

Brasil 26,4 °C · menor Nordeste 24 · maior Centro-Oeste 27,3

edição de 2021 · coletada em 2026-08-08
  • arroz

    agricultura · 4,9 → 4,2 t/ha · p. 255

    -15,2%projeção para 2050
  • café

    agricultura · 1,4 → 1,1 t/ha · p. 255

    -21,5%projeção para 2050
  • feijão

    agricultura · 0,9 → 0,7 t/ha · p. 255

    -23,1%projeção para 2050
  • mandioca

    agricultura · 14 → 14,7 t/ha · p. 255

    +4,8%projeção para 2050
  • milho

    agricultura · 4,7 → 2,3 t/ha · p. 255

    -51%projeção para 2050
  • soja

    agricultura · 2,9 → 0,6 t/ha · p. 255

    -79,6%projeção para 2050
  • trigo

    agricultura · 2,5 → 1,3 t/ha · p. 255

    -46,2%projeção para 2050
  • bovinos

    pecuária · 9.360.800 → 8.705.544 toneladas · p. 255

    -7%projeção para 2030
    A tabela marca esta linha com três asteriscos, que a própria nota de rodapé explica: o valor projetado é para 2030, e não para 2050 como no resto da tabela.
  • leite

    pecuária · 32.292.367.500 → 26.273.381.450 toneladas · p. 255

    -18,8%projeção para 2050
  • ovos

    pecuária · 3.553.769.000 → 3.433.668.734 toneladas · p. 255

    -3,4%projeção para 2050
  • peixes

    pesca e aquicultura · 95.077 → 84.609 toneladas · p. 255

    -11%projeção para 2050

Capacidade de responder

O ND-GAIN, índice da Universidade de Notre Dame que mede a vulnerabilidade e a preparação de cada país, também é um índice construído, e vale para ele a mesma ressalva. A contagem de estudos de atribuição mede outra coisa: a capacidade de dizer, depois de um evento, quanto do que aconteceu se deve à mudança do clima.

▸ Índice ND-GAIN de adaptação (indice)

O gráfico mostra 7 dos 7 recortes: os que têm os maiores valores no último ano.

NORDEUUSACHNIDNINDSOMem indice
ND-GAIN Country Index7 recortes neste nível
edição de 2026 · coletada em 2026-08-06

▸ Vulnerabilidade climática ND-GAIN (indice)

O gráfico mostra 7 dos 7 recortes: os que têm os maiores valores no último ano.

SOMINDIDNCHNUSADEUNORem indice
ND-GAIN Country Index7 recortes neste nível
edição de 2026 · coletada em 2026-08-06

▸ Prontidão para adaptação ND-GAIN (indice)

O gráfico mostra 7 dos 7 recortes: os que têm os maiores valores no último ano.

NORDEUUSACHNIDNINDSOMem indice
ND-GAIN Country Index7 recortes neste nível
edição de 2026 · coletada em 2026-08-06

▸ Estudos de atribuição de evento extremo publicados (contagem)

A série conta estudos que calculam quanto o aquecimento influenciou um evento extremo

WWAem contagem
2014–2026fonte única
edição de 2026 · coletada em 2026-08-06

O índice comparado com os casos de dengue

Só aqui, nesta base, um índice de risco pode ser comparado com um resultado de saúde medido de forma independente do registro administrativo. O decreto de desastre depende de o município formalizá-lo. O caso de dengue notificado depende de alguém adoecer e procurar atendimento. As duas dependências existem, e a segunda está mais perto do fenômeno. O InfoDengue publica dados de 12 capitais, e a comparação usa todas elas.

▸ índice de arbovirose e incidência média de dengue, por capital

A barra mostra o índice, de 0 a 1. A incidência média, em casos por cem mil habitantes, aparece na tabela e ao passar o cursor sobre a barra. Um número não pode ser convertido no outro. Por isso, o que se compara é a ORDEM das capitais: se as duas medidas pusessem as capitais na mesma ordem, a barra maior estaria na capital com maior incidência.

  • Belo Horizonte · MG0.55
  • Campo Grande · MS0.03
  • Brasília · DF0.87
  • São Paulo · SP0.74
  • Fortaleza · CE0.85
  • Recife · PE0.92
  • Rio de Janeiro · RJ0.81
  • Porto Alegre · RS0.71
  • Manaus · AM0.81
  • Curitiba · PR0.44
  • Salvador · BA0.89
  • Belém · PA0.82
correlação de postos -0,27612 capitaisinfodengue · adaptabrasil
edição de 2026-09 · coletada em 2026-09-07

As duas ordens não coincidem, e a discordância vai no sentido contrário. A correlação de postos, que compara a ordem das capitais nas duas medidas, é de −0,276. Isso significa que o índice tende a pôr as capitais na ordem inversa da incidência observada. Campo Grande tem o menor índice das doze, 0,03, e a segunda maior incidência média. Salvador tem o segundo maior índice, 0,89, e a segunda menor incidência. Belo Horizonte tem a maior incidência de todas, com pico de 14.328 casos por cem mil habitantes em 2024, e tem o terceiro menor índice, 0,55.

Doze casos são poucos. Além disso, são capitais, que diferem da média do país em densidade, saneamento e capacidade de notificar doenças. O coeficiente descreve estas doze cidades e não permite afirmar nada sobre os 5.570 municípios que o índice cobre. Ele permite registrar uma pergunta, com data: nas capitais em que existe medida do resultado, o índice não antecipa a ordem desse resultado.

As duas medidas também não descrevem a mesma coisa, e isso ajuda a explicar a diferença. O índice trata do risco futuro e combina exposição, sensibilidade e capacidade de adaptação. A incidência trata do que já aconteceu e conta os casos notificados, o que depende de o sistema de saúde registrá-los. Uma capital com boa vigilância notifica mais casos da mesma doença. E essa mesma capacidade entra no índice como capacidade de adaptação, o que faz o índice diminuir. Os dois efeitos vão na mesma direção da correlação negativa encontrada, e a base não consegue separá-los.

População exposta

A série tem 28.765 dados sobre a população exposta em 2.069 municípios, de 2000 a 2025. A soma por unidade da federação está na página Território.

Todas as séries do domínio

Cada série mostra o período coberto, o número de fontes e o caminho até os dados. A lista vai da série com mais observações para a série com menos. Ela inclui as séries que não têm gráfico nesta página, para que os dados delas também possam ser consultados.

  • População exposta a risco geo-hidrológico

    2000–2025 · 28.765 obs

    pessoasfonte única4.706 recortes
  • Ameaça climática sobre o acesso e o consumo de alimentos projetada

    2030–2030 · 11.140 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    Projeção, e não observação. Ameaça climática é o componente do índice do AdaptaBrasil que descreve o fenômeno do clima, separado da exposição e da vulnerabilidade. Ela está na base porque o índice completo inclui condições sociais do município, entre elas a renda apropriada pelos 20 por cento mais pobres e o índice Firjan de emprego e renda. Comparar o índice completo com desigualdade mede, em parte, a própria construção do índice, e comparar a ameaça não tem esse problema. Dentro do AdaptaBrasil, só a ameaça tem ano projetado. A exposição e a vulnerabilidade existem apenas no ano de base, e por isso a mudança do índice entre o ano de base e 2030 vem inteira do componente climático. O cenário fica no campo métrica, e o qualificador é projeção.
  • Ameaça climática sobre a disponibilidade de alimentos projetada

    2030–2030 · 11.140 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    Projeção, e não observação. Ameaça climática é o componente do índice do AdaptaBrasil que descreve o fenômeno do clima, separado da exposição e da vulnerabilidade. Ela está na base porque o índice completo inclui condições sociais do município, entre elas a renda apropriada pelos 20 por cento mais pobres e o índice Firjan de emprego e renda. Comparar o índice completo com desigualdade mede, em parte, a própria construção do índice, e comparar a ameaça não tem esse problema. Dentro do AdaptaBrasil, só a ameaça tem ano projetado. A exposição e a vulnerabilidade existem apenas no ano de base, e por isso a mudança do índice entre o ano de base e 2030 vem inteira do componente climático. O cenário fica no campo métrica, e o qualificador é projeção.
  • Ameaça de escassez hídrica projetada

    2030–2030 · 11.140 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    Projeção, e não observação. Ameaça climática é o componente do índice do AdaptaBrasil que descreve o fenômeno do clima, separado da exposição e da vulnerabilidade. Ela está na base porque o índice completo inclui condições sociais do município, entre elas a renda apropriada pelos 20 por cento mais pobres e o índice Firjan de emprego e renda. Comparar o índice completo com desigualdade mede, em parte, a própria construção do índice, e comparar a ameaça não tem esse problema. Dentro do AdaptaBrasil, só a ameaça tem ano projetado. A exposição e a vulnerabilidade existem apenas no ano de base, e por isso a mudança do índice entre o ano de base e 2030 vem inteira do componente climático. O cenário fica no campo métrica, e o qualificador é projeção.
  • Ameaça climática para leishmaniose tegumentar projetada

    2030–2030 · 11.140 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    Projeção, e não observação. Ameaça climática é o componente do índice do AdaptaBrasil que descreve o fenômeno do clima, separado da exposição e da vulnerabilidade. Ela está na base porque o índice completo inclui condições sociais do município, entre elas a renda apropriada pelos 20 por cento mais pobres e o índice Firjan de emprego e renda. Comparar o índice completo com desigualdade mede, em parte, a própria construção do índice, e comparar a ameaça não tem esse problema. Dentro do AdaptaBrasil, só a ameaça tem ano projetado. A exposição e a vulnerabilidade existem apenas no ano de base, e por isso a mudança do índice entre o ano de base e 2030 vem inteira do componente climático. O cenário fica no campo métrica, e o qualificador é projeção.
  • Ameaça climática para leishmaniose visceral projetada

    2030–2030 · 11.140 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    Projeção, e não observação. Ameaça climática é o componente do índice do AdaptaBrasil que descreve o fenômeno do clima, separado da exposição e da vulnerabilidade. Ela está na base porque o índice completo inclui condições sociais do município, entre elas a renda apropriada pelos 20 por cento mais pobres e o índice Firjan de emprego e renda. Comparar o índice completo com desigualdade mede, em parte, a própria construção do índice, e comparar a ameaça não tem esse problema. Dentro do AdaptaBrasil, só a ameaça tem ano projetado. A exposição e a vulnerabilidade existem apenas no ano de base, e por isso a mudança do índice entre o ano de base e 2030 vem inteira do componente climático. O cenário fica no campo métrica, e o qualificador é projeção.
  • Ameaça climática para malária projetada

    2030–2030 · 11.140 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    Projeção, e não observação. Ameaça climática é o componente do índice do AdaptaBrasil que descreve o fenômeno do clima, separado da exposição e da vulnerabilidade. Ela está na base porque o índice completo inclui condições sociais do município, entre elas a renda apropriada pelos 20 por cento mais pobres e o índice Firjan de emprego e renda. Comparar o índice completo com desigualdade mede, em parte, a própria construção do índice, e comparar a ameaça não tem esse problema. Dentro do AdaptaBrasil, só a ameaça tem ano projetado. A exposição e a vulnerabilidade existem apenas no ano de base, e por isso a mudança do índice entre o ano de base e 2030 vem inteira do componente climático. O cenário fica no campo métrica, e o qualificador é projeção.
  • Risco de impacto no acesso e no consumo de alimentos projetado

    2030–2030 · 11.140 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    Projeção, e não observação. O valor vem do mesmo índice composto do AdaptaBrasil, calculado sobre um clima simulado para o horizonte, e por isso descreve um cenário, e não uma medida. A base marca a projeção de três formas: o cenário fica no campo métrica, o qualificador da linha é projeção, e a série é separada da série do ano de base. As três marcas existem para que a projeção nunca entre numa comparação que suponha medição. O índice já inclui a capacidade de adaptação do município, e por isso responde tanto à ameaça climática quanto à estrutura administrativa e social do lugar.
  • Risco de impacto na disponibilidade de alimentos projetado

    2030–2030 · 11.140 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    Projeção, e não observação. O valor vem do mesmo índice composto do AdaptaBrasil, calculado sobre um clima simulado para o horizonte, e por isso descreve um cenário, e não uma medida. A base marca a projeção de três formas: o cenário fica no campo métrica, o qualificador da linha é projeção, e a série é separada da série do ano de base. As três marcas existem para que a projeção nunca entre numa comparação que suponha medição. O índice já inclui a capacidade de adaptação do município, e por isso responde tanto à ameaça climática quanto à estrutura administrativa e social do lugar.
  • Risco de estresse hídrico projetado

    2030–2030 · 11.140 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    Projeção, e não observação. O valor vem do mesmo índice composto do AdaptaBrasil, calculado sobre um clima simulado para o horizonte, e por isso descreve um cenário, e não uma medida. A base marca a projeção de três formas: o cenário fica no campo métrica, o qualificador da linha é projeção, e a série é separada da série do ano de base. As três marcas existem para que a projeção nunca entre numa comparação que suponha medição. O índice já inclui a capacidade de adaptação do município, e por isso responde tanto à ameaça climática quanto à estrutura administrativa e social do lugar.
  • Risco de leishmaniose tegumentar projetado

    2030–2030 · 11.140 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    Projeção, e não observação. O valor vem do mesmo índice composto do AdaptaBrasil, calculado sobre um clima simulado para o horizonte, e por isso descreve um cenário, e não uma medida. A base marca a projeção de três formas: o cenário fica no campo métrica, o qualificador da linha é projeção, e a série é separada da série do ano de base. As três marcas existem para que a projeção nunca entre numa comparação que suponha medição. O índice já inclui a capacidade de adaptação do município, e por isso responde tanto à ameaça climática quanto à estrutura administrativa e social do lugar.
  • Risco de leishmaniose visceral projetado

    2030–2030 · 11.140 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    Projeção, e não observação. O valor vem do mesmo índice composto do AdaptaBrasil, calculado sobre um clima simulado para o horizonte, e por isso descreve um cenário, e não uma medida. A base marca a projeção de três formas: o cenário fica no campo métrica, o qualificador da linha é projeção, e a série é separada da série do ano de base. As três marcas existem para que a projeção nunca entre numa comparação que suponha medição. O índice já inclui a capacidade de adaptação do município, e por isso responde tanto à ameaça climática quanto à estrutura administrativa e social do lugar.
  • Risco de ocorrência de malária projetado

    2030–2030 · 11.140 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    Projeção, e não observação. O valor vem do mesmo índice composto do AdaptaBrasil, calculado sobre um clima simulado para o horizonte, e por isso descreve um cenário, e não uma medida. A base marca a projeção de três formas: o cenário fica no campo métrica, o qualificador da linha é projeção, e a série é separada da série do ano de base. As três marcas existem para que a projeção nunca entre numa comparação que suponha medição. O índice já inclui a capacidade de adaptação do município, e por isso responde tanto à ameaça climática quanto à estrutura administrativa e social do lugar.
  • Ameaça climática para arboviroses projetada

    2030–2030 · 11.138 obs

    indicefonte única5.569 recortes
    Projeção, e não observação. Ameaça climática é o componente do índice do AdaptaBrasil que descreve o fenômeno do clima, separado da exposição e da vulnerabilidade. Ela está na base porque o índice completo inclui condições sociais do município, entre elas a renda apropriada pelos 20 por cento mais pobres e o índice Firjan de emprego e renda. Comparar o índice completo com desigualdade mede, em parte, a própria construção do índice, e comparar a ameaça não tem esse problema. Dentro do AdaptaBrasil, só a ameaça tem ano projetado. A exposição e a vulnerabilidade existem apenas no ano de base, e por isso a mudança do índice entre o ano de base e 2030 vem inteira do componente climático. O cenário fica no campo métrica, e o qualificador é projeção.
  • Ameaça de deslizamento de terra projetada

    2030–2030 · 11.138 obs

    indicefonte única5.569 recortes
    Projeção, e não observação. Ameaça climática é o componente do índice do AdaptaBrasil que descreve o fenômeno do clima, separado da exposição e da vulnerabilidade. Ela está na base porque o índice completo inclui condições sociais do município, entre elas a renda apropriada pelos 20 por cento mais pobres e o índice Firjan de emprego e renda. Comparar o índice completo com desigualdade mede, em parte, a própria construção do índice, e comparar a ameaça não tem esse problema. Dentro do AdaptaBrasil, só a ameaça tem ano projetado. A exposição e a vulnerabilidade existem apenas no ano de base, e por isso a mudança do índice entre o ano de base e 2030 vem inteira do componente climático. O cenário fica no campo métrica, e o qualificador é projeção.
  • Ameaça de inundação, enxurrada e alagamento projetada

    2030–2030 · 11.138 obs

    indicefonte única5.569 recortes
    Projeção, e não observação. Ameaça climática é o componente do índice do AdaptaBrasil que descreve o fenômeno do clima, separado da exposição e da vulnerabilidade. Ela está na base porque o índice completo inclui condições sociais do município, entre elas a renda apropriada pelos 20 por cento mais pobres e o índice Firjan de emprego e renda. Comparar o índice completo com desigualdade mede, em parte, a própria construção do índice, e comparar a ameaça não tem esse problema. Dentro do AdaptaBrasil, só a ameaça tem ano projetado. A exposição e a vulnerabilidade existem apenas no ano de base, e por isso a mudança do índice entre o ano de base e 2030 vem inteira do componente climático. O cenário fica no campo métrica, e o qualificador é projeção.
  • Risco de arboviroses projetado

    2030–2030 · 11.138 obs

    indicefonte única5.569 recortes
    Projeção, e não observação. O valor vem do mesmo índice composto do AdaptaBrasil, calculado sobre um clima simulado para o horizonte, e por isso descreve um cenário, e não uma medida. A base marca a projeção de três formas: o cenário fica no campo métrica, o qualificador da linha é projeção, e a série é separada da série do ano de base. As três marcas existem para que a projeção nunca entre numa comparação que suponha medição. O índice já inclui a capacidade de adaptação do município, e por isso responde tanto à ameaça climática quanto à estrutura administrativa e social do lugar.
  • Risco de deslizamento de terra projetado

    2030–2030 · 11.138 obs

    indicefonte única5.569 recortes
    Projeção, e não observação. O valor vem do mesmo índice composto do AdaptaBrasil, calculado sobre um clima simulado para o horizonte, e por isso descreve um cenário, e não uma medida. A base marca a projeção de três formas: o cenário fica no campo métrica, o qualificador da linha é projeção, e a série é separada da série do ano de base. As três marcas existem para que a projeção nunca entre numa comparação que suponha medição. O índice já inclui a capacidade de adaptação do município, e por isso responde tanto à ameaça climática quanto à estrutura administrativa e social do lugar.
  • Risco de inundação, enxurrada e alagamento projetado

    2030–2030 · 11.138 obs

    indicefonte única5.569 recortes
    Projeção, e não observação. O valor vem do mesmo índice composto do AdaptaBrasil, calculado sobre um clima simulado para o horizonte, e por isso descreve um cenário, e não uma medida. A base marca a projeção de três formas: o cenário fica no campo métrica, o qualificador da linha é projeção, e a série é separada da série do ano de base. As três marcas existem para que a projeção nunca entre numa comparação que suponha medição. O índice já inclui a capacidade de adaptação do município, e por isso responde tanto à ameaça climática quanto à estrutura administrativa e social do lugar.
  • Ameaça climática sobre o acesso e o consumo de alimentos

    2017–2017 · 5.570 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    Ameaça climática é o componente do índice do AdaptaBrasil que descreve o fenômeno do clima, separado da exposição e da vulnerabilidade. Ela está na base porque o índice completo inclui condições sociais do município, entre elas a renda apropriada pelos 20 por cento mais pobres e o índice Firjan de emprego e renda. Comparar o índice completo com desigualdade mede, em parte, a própria construção do índice, e comparar a ameaça não tem esse problema. Dentro do AdaptaBrasil, só a ameaça tem ano projetado. A exposição e a vulnerabilidade existem apenas no ano de base, e por isso a mudança do índice entre o ano de base e 2030 vem inteira do componente climático.
  • Ameaça climática sobre a disponibilidade de alimentos

    2017–2017 · 5.570 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    Ameaça climática é o componente do índice do AdaptaBrasil que descreve o fenômeno do clima, separado da exposição e da vulnerabilidade. Ela está na base porque o índice completo inclui condições sociais do município, entre elas a renda apropriada pelos 20 por cento mais pobres e o índice Firjan de emprego e renda. Comparar o índice completo com desigualdade mede, em parte, a própria construção do índice, e comparar a ameaça não tem esse problema. Dentro do AdaptaBrasil, só a ameaça tem ano projetado. A exposição e a vulnerabilidade existem apenas no ano de base, e por isso a mudança do índice entre o ano de base e 2030 vem inteira do componente climático.
  • Ameaça de escassez hídrica

    2020–2020 · 5.570 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    Ameaça climática é o componente do índice do AdaptaBrasil que descreve o fenômeno do clima, separado da exposição e da vulnerabilidade. Ela está na base porque o índice completo inclui condições sociais do município, entre elas a renda apropriada pelos 20 por cento mais pobres e o índice Firjan de emprego e renda. Comparar o índice completo com desigualdade mede, em parte, a própria construção do índice, e comparar a ameaça não tem esse problema. Dentro do AdaptaBrasil, só a ameaça tem ano projetado. A exposição e a vulnerabilidade existem apenas no ano de base, e por isso a mudança do índice entre o ano de base e 2030 vem inteira do componente climático.
  • Ameaça climática para leishmaniose tegumentar

    2020–2020 · 5.570 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    Ameaça climática é o componente do índice do AdaptaBrasil que descreve o fenômeno do clima, separado da exposição e da vulnerabilidade. Ela está na base porque o índice completo inclui condições sociais do município, entre elas a renda apropriada pelos 20 por cento mais pobres e o índice Firjan de emprego e renda. Comparar o índice completo com desigualdade mede, em parte, a própria construção do índice, e comparar a ameaça não tem esse problema. Dentro do AdaptaBrasil, só a ameaça tem ano projetado. A exposição e a vulnerabilidade existem apenas no ano de base, e por isso a mudança do índice entre o ano de base e 2030 vem inteira do componente climático.
  • Ameaça climática para leishmaniose visceral

    2020–2020 · 5.570 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    Ameaça climática é o componente do índice do AdaptaBrasil que descreve o fenômeno do clima, separado da exposição e da vulnerabilidade. Ela está na base porque o índice completo inclui condições sociais do município, entre elas a renda apropriada pelos 20 por cento mais pobres e o índice Firjan de emprego e renda. Comparar o índice completo com desigualdade mede, em parte, a própria construção do índice, e comparar a ameaça não tem esse problema. Dentro do AdaptaBrasil, só a ameaça tem ano projetado. A exposição e a vulnerabilidade existem apenas no ano de base, e por isso a mudança do índice entre o ano de base e 2030 vem inteira do componente climático.
  • Ameaça climática para malária

    2020–2020 · 5.570 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    Ameaça climática é o componente do índice do AdaptaBrasil que descreve o fenômeno do clima, separado da exposição e da vulnerabilidade. Ela está na base porque o índice completo inclui condições sociais do município, entre elas a renda apropriada pelos 20 por cento mais pobres e o índice Firjan de emprego e renda. Comparar o índice completo com desigualdade mede, em parte, a própria construção do índice, e comparar a ameaça não tem esse problema. Dentro do AdaptaBrasil, só a ameaça tem ano projetado. A exposição e a vulnerabilidade existem apenas no ano de base, e por isso a mudança do índice entre o ano de base e 2030 vem inteira do componente climático.
  • Risco de impacto no acesso e no consumo de alimentos

    2017–2017 · 5.570 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    O AdaptaBrasil, plataforma de risco climático do governo federal, calcula este índice pelo modelo de risco do Quinto Relatório do IPCC, o painel científico do clima da ONU. O valor vai de 0 a 1, e a fonte o acompanha de uma faixa em categorias. O índice é uma construção a partir de vários componentes, e não uma medição direta. Em 07/09/2026, um modelo de IA (Claude) corrigiu uma troca: a base trazia este índice sob o identificador do outro. O indicador 5001 do AdaptaBrasil se chama Disponibilidade de alimentos e estava gravado como risco_seguranca_alimentar, que é o nome do setor. O indicador 5048 se chama Acesso e consumo de alimentos e estava gravado como risco_disponibilidade_alimentos. Os dois trocaram de lugar, e o valor de cada observação não mudou.
  • Índice de risco climático ao acesso à energia elétrica

    2019–2019 · 5.570 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    O AdaptaBrasil, plataforma de risco climático do governo federal, calcula este índice pelo modelo de risco do Quinto Relatório do IPCC, o painel científico do clima da ONU. O valor vai de 0 a 1, e a fonte o acompanha de uma faixa em categorias. O índice é uma construção a partir de vários componentes, e não uma medição direta.
  • Risco de impacto na disponibilidade de alimentos

    2017–2017 · 5.570 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    O AdaptaBrasil, plataforma de risco climático do governo federal, calcula este índice pelo modelo de risco do Quinto Relatório do IPCC, o painel científico do clima da ONU. O valor vai de 0 a 1, e a fonte o acompanha de uma faixa em categorias. O índice é uma construção a partir de vários componentes, e não uma medição direta. Em 07/09/2026, um modelo de IA (Claude) corrigiu uma troca: a base trazia este índice sob o identificador do outro. O indicador 5001 do AdaptaBrasil se chama Disponibilidade de alimentos e estava gravado como risco_seguranca_alimentar, que é o nome do setor. O indicador 5048 se chama Acesso e consumo de alimentos e estava gravado como risco_disponibilidade_alimentos. Os dois trocaram de lugar, e o valor de cada observação não mudou.
  • Índice de risco à disponibilidade de energia elétrica

    2019–2019 · 5.570 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    O AdaptaBrasil, plataforma de risco climático do governo federal, calcula este índice pelo modelo de risco do Quinto Relatório do IPCC, o painel científico do clima da ONU. O valor vai de 0 a 1, e a fonte o acompanha de uma faixa em categorias. O índice é uma construção a partir de vários componentes, e não uma medição direta.
  • Índice de risco de impacto do estresse hídrico

    2020–2020 · 5.570 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    O AdaptaBrasil, plataforma de risco climático do governo federal, calcula este índice pelo modelo de risco do Quinto Relatório do IPCC, o painel científico do clima da ONU. O valor vai de 0 a 1, e a fonte o acompanha de uma faixa em categorias. O índice é uma construção a partir de vários componentes, e não uma medição direta.
  • Índice de risco para ocorrência de leishmaniose tegumentar americana

    2020–2020 · 5.570 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    O AdaptaBrasil, plataforma de risco climático do governo federal, calcula este índice pelo modelo de risco do Quinto Relatório do IPCC, o painel científico do clima da ONU. O valor vai de 0 a 1, e a fonte o acompanha de uma faixa em categorias. O índice é uma construção a partir de vários componentes, e não uma medição direta.
  • Índice de risco para ocorrência de leishmaniose visceral

    2020–2020 · 5.570 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    O AdaptaBrasil, plataforma de risco climático do governo federal, calcula este índice pelo modelo de risco do Quinto Relatório do IPCC, o painel científico do clima da ONU. O valor vai de 0 a 1, e a fonte o acompanha de uma faixa em categorias. O índice é uma construção a partir de vários componentes, e não uma medição direta.
  • Índice de risco para ocorrência de malária

    2020–2020 · 5.570 obs

    indicefonte única5.570 recortes
    O AdaptaBrasil, plataforma de risco climático do governo federal, calcula este índice pelo modelo de risco do Quinto Relatório do IPCC, o painel científico do clima da ONU. O valor vai de 0 a 1, e a fonte o acompanha de uma faixa em categorias. O índice é uma construção a partir de vários componentes, e não uma medição direta.
  • Ameaça climática para arboviroses

    2020–2020 · 5.569 obs

    indicefonte única5.569 recortes
    Ameaça climática é o componente do índice do AdaptaBrasil que descreve o fenômeno do clima, separado da exposição e da vulnerabilidade. Ela está na base porque o índice completo inclui condições sociais do município, entre elas a renda apropriada pelos 20 por cento mais pobres e o índice Firjan de emprego e renda. Comparar o índice completo com desigualdade mede, em parte, a própria construção do índice, e comparar a ameaça não tem esse problema. Dentro do AdaptaBrasil, só a ameaça tem ano projetado. A exposição e a vulnerabilidade existem apenas no ano de base, e por isso a mudança do índice entre o ano de base e 2030 vem inteira do componente climático.
  • Ameaça de deslizamento de terra

    2015–2015 · 5.569 obs

    indicefonte única5.569 recortes
    Ameaça climática é o componente do índice do AdaptaBrasil que descreve o fenômeno do clima, separado da exposição e da vulnerabilidade. Ela está na base porque o índice completo inclui condições sociais do município, entre elas a renda apropriada pelos 20 por cento mais pobres e o índice Firjan de emprego e renda. Comparar o índice completo com desigualdade mede, em parte, a própria construção do índice, e comparar a ameaça não tem esse problema. Dentro do AdaptaBrasil, só a ameaça tem ano projetado. A exposição e a vulnerabilidade existem apenas no ano de base, e por isso a mudança do índice entre o ano de base e 2030 vem inteira do componente climático.
  • Ameaça de inundação, enxurrada e alagamento

    2015–2015 · 5.569 obs

    indicefonte única5.569 recortes
    Ameaça climática é o componente do índice do AdaptaBrasil que descreve o fenômeno do clima, separado da exposição e da vulnerabilidade. Ela está na base porque o índice completo inclui condições sociais do município, entre elas a renda apropriada pelos 20 por cento mais pobres e o índice Firjan de emprego e renda. Comparar o índice completo com desigualdade mede, em parte, a própria construção do índice, e comparar a ameaça não tem esse problema. Dentro do AdaptaBrasil, só a ameaça tem ano projetado. A exposição e a vulnerabilidade existem apenas no ano de base, e por isso a mudança do índice entre o ano de base e 2030 vem inteira do componente climático.
  • Índice de risco para ocorrência das arboviroses dengue, zika e chikungunya

    2020–2020 · 5.569 obs

    indicefonte única5.569 recortes
    O AdaptaBrasil, plataforma de risco climático do governo federal, calcula este índice pelo modelo de risco do Quinto Relatório do IPCC, o painel científico do clima da ONU. O valor vai de 0 a 1, e a fonte o acompanha de uma faixa em categorias. O índice é uma construção a partir de vários componentes, e não uma medição direta.
  • Índice de risco para deslizamento de terra

    2015–2015 · 5.569 obs

    indicefonte única5.569 recortes
    O AdaptaBrasil, plataforma de risco climático do governo federal, calcula este índice pelo modelo de risco do Quinto Relatório do IPCC, o painel científico do clima da ONU. O valor vai de 0 a 1, e a fonte o acompanha de uma faixa em categorias. O índice é uma construção a partir de vários componentes, e não uma medição direta.
  • Índice de risco para inundações, enxurradas e alagamentos

    2015–2015 · 5.569 obs

    indicefonte única5.569 recortes
    O AdaptaBrasil, plataforma de risco climático do governo federal, calcula este índice pelo modelo de risco do Quinto Relatório do IPCC, o painel científico do clima da ONU. O valor vai de 0 a 1, e a fonte o acompanha de uma faixa em categorias. O índice é uma construção a partir de vários componentes, e não uma medição direta.
  • Índice de risco à integridade do bioma

    2017–2017 · 5.562 obs

    indicefonte única5.562 recortes
    O AdaptaBrasil, plataforma de risco climático do governo federal, calcula este índice pelo modelo de risco do Quinto Relatório do IPCC, o painel científico do clima da ONU. O valor vai de 0 a 1, e a fonte o acompanha de uma faixa em categorias. O índice é uma construção a partir de vários componentes, e não uma medição direta.
  • Dias com máxima acima de 35 °C

    1950–2023 · 2.072 obs

    diasfonte única28 recortes
    A série vem da reanálise ERA5, recortada pela fronteira do Brasil, e não de medida direta. Reanálise é a combinação de observações com um modelo do tempo, e onde há poucas estações o valor vem mais do modelo do que do termômetro. A média nacional mistura o semiárido com a Amazônia. Ela serve para ver tendência e para comparar com a média global, e não para responder a perguntas regionais.
  • População total

    1960–2025 · 462 obs

    milhoes de pessoasfonte única7 recortes
    Este não é um dado climático. É um denominador, o número usado como base para ler o dado climático. Sem ele não existem a emissão por habitante nem a intensidade de carbono, que são as medidas em que a comparação entre países muda de sentido.
  • População urbana

    1960–2025 · 462 obs

    percentualfonte única7 recortes
    Este não é um dado climático. É um denominador, o número usado como base para ler o dado climático. Sem ele não existem a emissão por habitante nem a intensidade de carbono, que são as medidas em que a comparação entre países muda de sentido. A definição de urbano muda de um país para outro.
  • Área colhida da lavoura

    1974–2024 · 306 obs

    hafonte única6 recortes
    A diferença entre a área colhida e a área plantada é perda, e parte dela pode ter causa climática. O rendimento sobe com a melhoria das variedades e do manejo, e isso torna a leitura assimétrica. Numa série com tendência de alta, a queda é um sinal climático mais forte do que a alta é sinal de bom tempo, porque para cair o clima teve de superar o ganho tecnológico do ano. A cana-de-açúcar tem ordem de grandeza própria, porque dela se colhe o colmo, e não o grão.
  • Quantidade produzida da lavoura

    1974–2024 · 306 obs

    t/anofonte única6 recortes
    A produção é a área vezes o rendimento, e cresce tanto pela expansão da área quanto pela produtividade. O rendimento sobe com a melhoria das variedades e do manejo, e isso torna a leitura assimétrica. Numa série com tendência de alta, a queda é um sinal climático mais forte do que a alta é sinal de bom tempo, porque para cair o clima teve de superar o ganho tecnológico do ano. A cana-de-açúcar tem ordem de grandeza própria, porque dela se colhe o colmo, e não o grão.
  • Rendimento médio da lavoura

    1974–2024 · 306 obs

    kg/hafonte única6 recortes
    O rendimento sobe com a melhoria das variedades e do manejo, e isso torna a leitura assimétrica. Numa série com tendência de alta, a queda é um sinal climático mais forte do que a alta é sinal de bom tempo, porque para cair o clima teve de superar o ganho tecnológico do ano. A cana-de-açúcar tem ordem de grandeza própria, porque dela se colhe o colmo, e não o grão. O rendimento é a variável em que o clima aparece: a área responde a preço e a crédito, e o rendimento responde a chuva, seca e calor.
  • Índice ND-GAIN de adaptação

    1995–2024 · 240 obs

    indicefonte única8 recortes
    O ND-GAIN, índice da Universidade de Notre Dame, é composto, e não uma observação. Ele combina componentes com pesos do próprio método e muda quando o método muda. A posição no ranking não entra na base, porque ela muda quando outro país melhora sem que nada mude aqui. O índice combina vulnerabilidade e prontidão e não substitui as duas. Uma piora pode vir de mais vulnerabilidade ou de menos prontidão, e cada caso pede políticas opostas.
  • Prontidão para adaptação ND-GAIN

    1995–2024 · 240 obs

    indicefonte única8 recortes
    O ND-GAIN, índice da Universidade de Notre Dame, é composto, e não uma observação. Ele combina componentes com pesos do próprio método e muda quando o método muda. A posição no ranking não entra na base, porque ela muda quando outro país melhora sem que nada mude aqui. Este componente mede se o investimento chegaria, e não se deveria chegar. Um país pobre e bem governado pontua abaixo de um país rico e mal governado. Ler esse resultado como mérito inverte a leitura de responsabilidade.
  • Vulnerabilidade climática ND-GAIN

    1995–2024 · 240 obs

    indicefonte única8 recortes
    O ND-GAIN, índice da Universidade de Notre Dame, é composto, e não uma observação. Ele combina componentes com pesos do próprio método e muda quando o método muda. A posição no ranking não entra na base, porque ela muda quando outro país melhora sem que nada mude aqui. Este componente sobe quando a situação piora, ao contrário do índice geral.
  • Casos notificados de chikungunya

    2011–2025 · 180 obs

    casos/anofonte única12 recortes
    A série conta casos notificados, e não casos ocorridos. As três arboviroses ficam em séries separadas, e somá-las seria errado por dois motivos. A notificação de zika começa em 2015 e a de chikungunya em 2014, quando as doenças chegaram ao país, e a soma cresceria pela chegada das doenças, e não por piora. Além disso, as três doenças se confundem no diagnóstico clínico, e isso produz reclassificação sem que o total mude.
  • Casos notificados de dengue

    2011–2025 · 180 obs

    casos/anofonte única12 recortes
    A série conta casos notificados, e não casos ocorridos. A notificação sobe quando a vigilância melhora, e um município que passa a notificar melhor aparece como se tivesse uma epidemia. A série superestima onde a vigilância é boa e subestima onde ela é fraca. O caso estimado, que corrige o atraso por modelo e muda nas semanas seguintes, não entra na base.
  • Incidência de chikungunya

    2011–2025 · 180 obs

    casos/100 mil habfonte única12 recortes
    A série conta casos notificados, e não casos ocorridos. As três arboviroses ficam em séries separadas, e somá-las seria errado por dois motivos. A notificação de zika começa em 2015 e a de chikungunya em 2014, quando as doenças chegaram ao país, e a soma cresceria pela chegada das doenças, e não por piora. Além disso, as três doenças se confundem no diagnóstico clínico, e isso produz reclassificação sem que o total mude.
  • Incidência de dengue

    2011–2025 · 180 obs

    casos/100 mil habfonte única12 recortes
    A série conta casos notificados, e não casos ocorridos. A notificação sobe quando a vigilância melhora, e um município que passa a notificar melhor aparece como se tivesse uma epidemia. A série superestima onde a vigilância é boa e subestima onde ela é fraca. O caso estimado, que corrige o atraso por modelo e muda nas semanas seguintes, não entra na base.
  • Casos notificados de zika

    2011–2024 · 168 obs

    casos/anofonte única12 recortes
    A série conta casos notificados, e não casos ocorridos. As três arboviroses ficam em séries separadas, e somá-las seria errado por dois motivos. A notificação de zika começa em 2015 e a de chikungunya em 2014, quando as doenças chegaram ao país, e a soma cresceria pela chegada das doenças, e não por piora. Além disso, as três doenças se confundem no diagnóstico clínico, e isso produz reclassificação sem que o total mude.
  • Incidência de zika

    2011–2024 · 168 obs

    casos/100 mil habfonte única12 recortes
    A série conta casos notificados, e não casos ocorridos. As três arboviroses ficam em séries separadas, e somá-las seria errado por dois motivos. A notificação de zika começa em 2015 e a de chikungunya em 2014, quando as doenças chegaram ao país, e a soma cresceria pela chegada das doenças, e não por piora. Além disso, as três doenças se confundem no diagnóstico clínico, e isso produz reclassificação sem que o total mude.
  • Noites com mínima acima de 20 °C

    1950–2023 · 74 obs

    diasfonte única
    A série vem da reanálise ERA5, recortada pela fronteira do Brasil, e não de medida direta. Reanálise é a combinação de observações com um modelo do tempo, e onde há poucas estações o valor vem mais do modelo do que do termômetro. A média nacional mistura o semiárido com a Amazônia. Ela serve para ver tendência e para comparar com a média global, e não para responder a perguntas regionais. A noite quente impede o corpo de se recuperar depois do dia quente, e por isso ela é, sozinha, um indicador de risco de calor.
  • Dias por ano com risco de calor perigoso

    2015–2100 · 72 obs

    diasfonte única
    Esta é uma série de projeção, e não de observação. Ela é resultado de modelo sob uma premissa, e a premissa é uma escolha política. O cenário fica no campo métrica, e o qualificador é projeção. A diferença entre cenários depende de decisão, e não de incerteza. A faixa entre modelos fica na nota de cada observação. A série nunca deve ser desenhada na mesma curva de uma medida.
  • Perda de produtividade do trabalho por calor

    2015–2100 · 72 obs

    percentualfonte única
    Esta é uma série de projeção, e não de observação. Ela é resultado de modelo sob uma premissa, e a premissa é uma escolha política. O cenário fica no campo métrica, e o qualificador é projeção. A diferença entre cenários depende de decisão, e não de incerteza. A faixa entre modelos fica na nota de cada observação. A série nunca deve ser desenhada na mesma curva de uma medida.
  • População em insegurança alimentar e nutricional grave

    2014–2024 · 47 obs

    percentualfonte única5 recortes
    Esta série é a meta 10 da Estratégia Nacional de Adaptação. Ela vem da Escala de Experiência de Insegurança Alimentar (FIES) da FAO, redistribuída pelo Banco Mundial. A FIES não é a EBIA, a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar. A FIES é um instrumento internacional de oito perguntas, aplicado por amostra telefônica. A EBIA da POF, pesquisa do IBGE, tem outro questionário e outro desenho de amostra. Os dois números não se comparam, e um não substitui o outro.
  • Insegurança alimentar moderada ou grave

    2014–2024 · 47 obs

    percentualfonte única5 recortes
    Este é o número que costuma ser citado como 'fome', e ele não é o mesmo que a insegurança grave: no Brasil de 2023, são 13,5% contra 3,4%. A medida usa a escala FIES da FAO, e não a EBIA brasileira. As duas séries ficam separadas porque somar uma com a outra, ou trocar uma pela outra, multiplica o número por quatro.
  • Risco portuário de impacto por tempestade

    2020–2020 · 21 obs

    indicefonte única21 recortes
    Índice composto do AdaptaBrasil, com recorte por porto, e não por município. O catálogo da fonte declara a geometria como MultiPoint, um conjunto de pontos, e a consulta por município devolve lista vazia. Índice de risco não é observação de dano. Ele combina ameaça, exposição e vulnerabilidade com pesos do próprio método, e muda quando o método muda.
  • Risco portuário de impacto por vendaval

    2020–2020 · 21 obs

    indicefonte única21 recortes
    Índice composto do AdaptaBrasil, com recorte por porto, e não por município. O catálogo da fonte declara a geometria como MultiPoint, um conjunto de pontos, e a consulta por município devolve lista vazia. Índice de risco não é observação de dano. Ele combina ameaça, exposição e vulnerabilidade com pesos do próprio método, e muda quando o método muda.
  • Estudos de atribuição de evento extremo publicados

    2014–2026 · 13 obs

    contagemfonte única
    A série conta estudos que calculam quanto o aquecimento influenciou um evento extremo. Ela conta estudos publicados, e não eventos ocorridos. O crescimento mostra a capacidade da ciência de fazer essa atribuição, e não a frequência de extremos. Confundir os dois inverte a leitura.