Estado do sistema
O que esta aba mede é o BRASIL, e o planeta entra como referência. Em 2026 a temperatura média global estava 1,45 grau acima do período 1850-1900, que é a linha de base do Acordo de Paris; é contra esse pano de fundo que a temperatura, a chuva, o desmatamento e o fogo daqui se leem. A série global tem 6 fontes na base, e elas publicam em 6 linhas de base diferentes.
O clima no Brasil
▸ Temperatura media do ar no Brasil (graus C)
Reanalise ERA5 recortada pela fronteira do Brasil, e nao medida direta: onde a rede de estacoes e rala o valor vem mais do modelo do que do termometro. Último valor disponível: 25,55 graus C em 2023.
▸ Precipitacao anual acumulada no Brasil (mm/ano)
Reanalise ERA5 recortada pela fronteira do Brasil, e nao medida direta: onde a rede de estacoes e rala o valor vem mais do modelo do que do termometro. Último valor disponível: 1.428,39 mm/ano em 2023.
▸ Dias com maxima acima de 35 graus (dias)
Reanalise ERA5 recortada pela fronteira do Brasil, e nao medida direta: onde a rede de estacoes e rala o valor vem mais do modelo do que do termometro. Último valor disponível: 50,94 dias em 2023.
▸ Noites com minima acima de 20 graus (dias)
Reanalise ERA5 recortada pela fronteira do Brasil, e nao medida direta: onde a rede de estacoes e rala o valor vem mais do modelo do que do termometro. Último valor disponível: 280,41 dias em 2023.
A terra
▸ Cobertura de vegetação nativa remanescente (ha)
. Último valor disponível: 506.709.993,3 ha em 2024.
▸ Taxa anual de desmatamento (km2/ano)
PRODES mede taxa consolidada; DETER emite alerta e não é taxa; Global Forest Watch mede perda de cobertura arbórea com outra definição.. Último valor disponível: 25.734,42 km2/ano em 2024.
▸ Área queimada (ha/ano)
Distinta de foco de calor.. Último valor disponível: 16.215.172,1 ha/ano em 2023.
▸ Focos de calor detectados por satélite (contagem)
Contagem depende do satélite de referência adotado.. Último valor disponível: 27.198 contagem em 2026.
O pano de fundo planetário
As séries acima são do Brasil, que é o recorte desta plataforma. As de baixo são do planeta, e estão aqui porque sem elas o número brasileiro não se interpreta: uma seca no Nordeste se lê de um jeito num ano de temperatura global recorde e de outro num ano normal. TRÊS DELAS NÃO TÊM RECORTE NACIONAL POSSÍVEL, e isso é da natureza da grandeza: gás de efeito estufa se mistura na atmosfera inteira em poucos meses, de modo que a concentração medida no Havaí é a mesma que a medida em qualquer lugar; nível do mar e calor oceânico se medem em bacia; e geleira de montanha o Brasil não tem.
▸ Anomalia da temperatura média global · anomalia_1951_1980 (graus C)
Cada fonte usa uma referência diferente, e ela vai no campo metrica: GISTEMP e Berkeley usam 1951-1980, HadCRUT usa 1961-1990, NOAA usa 1901-2000, e o Acordo de Paris usa 1850-1900. Último valor disponível: 1,311 graus C em 2024.
▸ Anomalia da temperatura média global · anomalia_1961_1990 (graus C)
Cada fonte usa uma referência diferente, e ela vai no campo metrica: GISTEMP e Berkeley usam 1951-1980, HadCRUT usa 1961-1990, NOAA usa 1901-2000, e o Acordo de Paris usa 1850-1900. Último valor disponível: 1,19 graus C em 2025.
▸ Anomalia da temperatura média global · anomalia_1901_2000 (graus C)
Cada fonte usa uma referência diferente, e ela vai no campo metrica: GISTEMP e Berkeley usam 1951-1980, HadCRUT usa 1961-1990, NOAA usa 1901-2000, e o Acordo de Paris usa 1850-1900. Último valor disponível: 1,13 graus C em 2025.
▸ Anomalia da temperatura média global · nao_se_aplica (graus C)
Cada fonte usa uma referência diferente, e ela vai no campo metrica: GISTEMP e Berkeley usam 1951-1980, HadCRUT usa 1961-1990, NOAA usa 1901-2000, e o Acordo de Paris usa 1850-1900. Último valor disponível: 1,19 graus C em 2025.
▸ Anomalia da temperatura média global · anomalia_1850_1900 (graus C)
Cada fonte usa uma referência diferente, e ela vai no campo metrica: GISTEMP e Berkeley usam 1951-1980, HadCRUT usa 1961-1990, NOAA usa 1901-2000, e o Acordo de Paris usa 1850-1900. Último valor disponível: 1,451 graus C em 2026.
▸ Anomalia da temperatura média global · anomalia_1991_2020 (graus C)
Cada fonte usa uma referência diferente, e ela vai no campo metrica: GISTEMP e Berkeley usam 1951-1980, HadCRUT usa 1961-1990, NOAA usa 1901-2000, e o Acordo de Paris usa 1850-1900. Último valor disponível: 0,554 graus C em 2026.
▸ Concentração atmosférica de metano (ppb)
Média global marinha da NOAA, distinta da medição de ponto único do CO2 em Mauna Loa.. Último valor disponível: 1.935,94 ppb em 2025.
▸ Concentração atmosférica de óxido nitroso (ppb)
Média global marinha da NOAA.. Último valor disponível: 338,85 ppb em 2025.
▸ Conteudo de calor do oceano, 0 a 2000 m (10^22 J)
Anomalia ante a climatologia da propria fonte: o nivel absoluto nao se compara ao de outra instituicao, so a tendencia. Último valor disponível: 32,533 10^22 J em 2025.
▸ Elevação do nível do mar (mm)
Anomalia do nivel medio global do mar, e nao taxa de subida. Último valor disponível: 83,04 mm em 2025.
▸ Balanço de massa de geleiras de montanha (mm eq. água)
Balanço de massa específico, em milímetros de equivalente em água por ano; negativo indica perda.. Último valor disponível: -1.304,818 mm eq. água em 2024.
O gelo que derrete, medido pelo mesmo conjunto de geleiras
O acervo do World Glacier Monitoring Service tem 512 geleiras com balanço de massa anual, de 1885 a 2025, e elas ENTRAM E SAEM ao longo do tempo. Uma média sobre o conjunto de cada ano mede a rede de medição, e não o gelo. Aqui o painel é FIXO: entram só as geleiras que mediram em todos os anos da janela, e três janelas são publicadas juntas porque a mais longa tem menos geleiras e a mais curta tem mais.
▸ Balanco de massa de geleira, painel fixo (m w.e./ano)
Metro equivalente de água por ano: negativo é perda de gelo. As três curvas são três painéis fixos diferentes, e não três medidas de coisas diferentes; que elas coincidam no trecho recente é a conferência interna que este acervo admite. Desenho de 3 de 3 recortes, os de maior valor no último ano.
No painel mais longo, o de 36 geleiras medidas em todos os anos desde 1976, a perda média por década vai de 0,09 metro equivalente de água nos anos 1970 para 1,12 a partir de 2016. A taxa de derretimento multiplicou por mais de doze em cinco décadas, e o acumulado do período passa de 28 metros de água perdidos pela geleira média.
OS TRÊS PAINÉIS CONCORDAM ONDE PODEM CONCORDAR, e é isso que dá confiança no número. Na década que começa em 2016, o painel de 36 geleiras dá 1,12, o de 47 dá 1,15 e o de 69 dá 1,13. Triplicar o número de geleiras não muda o resultado recente, o que indica que o derretimento medido é do gelo e não da escolha do conjunto. Nas décadas antigas eles divergem mais, e a razão é a mesma: quanto mais para trás, menos geleiras cabem no painel.
ESTA SÉRIE NÃO SE SOMA NEM SE CONVERTE com a massa de geleiras em gigatonelada por ano, que está desenhada na seção do gelo acima. Aquela é massa perdida pelo conjunto do planeta, medida por satélite; esta é a espessura de água que uma geleira média perdeu, medida no campo. Passar de uma régua para a outra exige a área de cada geleira, que esta série não carrega. As duas descrevem o mesmo fenômeno e respondem a perguntas diferentes.
A tendência que o país declarou, contra a que a base mede
A Quarta Comunicação Nacional do Brasil à Convenção declara, no capítulo de impactos e vulnerabilidades, um conjunto de tendências que ela afirma como JÁ OBSERVADAS, e não como projeção. Ela nomeia de onde tirou a observação: CPC e NOAA para temperatura, CHIRPS para precipitação. A base mede as mesmas coisas por outra fonte, o World Bank Climate Change Knowledge Portal. Pôr os dois lado a lado é a única forma de saber se o que o país afirma em foro multilateral se sustenta fora dele.
▸ Tendencia de temperatura declarada pela 4CN (graus C/decada)
Tendencia que a Quarta Comunicacao Nacional do Brasil a UNFCCC declara como JA OBSERVADA, no capitulo de impactos, vulnerabilidades e adaptacao.
- minima e maxima media, aumento tipico0,5
- minima e maxima media, maximo regional no inverno e na primavera1
▸ Tendencia de precipitacao declarada pela 4CN (mm/ano)
Tendencia que a Quarta Comunicacao Nacional do Brasil a UNFCCC declara como JA OBSERVADA, no capitulo de impactos, vulnerabilidades e adaptacao.
- reducao no sudoeste do Norte, leste do Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste-20
- aumento no extremo norte do Norte40
- aumento no Sul20
▸ Aumento de dias de maxima extrema declarado pela 4CN (percentual)
Tendencia que a Quarta Comunicacao Nacional do Brasil a UNFCCC declara como JA OBSERVADA, no capitulo de impactos, vulnerabilidades e adaptacao.
- dias com temperatura maxima extrema30
AS DUAS FONTES CONCORDAM NA TEMPERATURA, e isso não era garantido. A Comunicação Nacional declara meio grau por década nas médias das mínimas e das máximas, a partir do CPC e da NOAA. A série que esta base guarda, do World Bank, dá 0,54 grau por década na máxima média e 0,63 na mínima média ao longo dos anos 2000, que é a década completa mais recente antes do salto de 2020. Duas medidas independentes, de bases observacionais diferentes, cercam o mesmo número.
NA CHUVA A CONCORDÂNCIA NÃO PODE SER TESTADA DO MESMO JEITO, e a razão está no formato do que a Comunicação declara. Ela não dá um número nacional: dá tetos regionais de sinal oposto, redução no sudoeste do Norte, no leste do Centro-Oeste, no Nordeste e no Sudeste, e aumento no extremo norte do Norte e no Sul. Somar isso num número só produziria quase zero e não descreveria região nenhuma, que é exatamente o que a seção sobre a régua da bacia mostra em outro contexto.
A Comunicação declara ainda um aumento superior a trinta por cento no número de dias com temperatura máxima extrema, em praticamente todo o país. A base guarda a série de dias acima de 35 graus, do World Bank, e ela está desenhada na seção do clima no Brasil, acima. O que o documento não data é a JANELA da tendência: ele diz nas últimas décadas e não diz quais, e por isso o ano de referência guardado é o da publicação, e não o do período que ele descreve. O que o mesmo documento diz sobre risco e adaptação está em emissão por setor .
A água que corre
A vazão média anual de cinco estações da ANA, que é a série hidrológica mais longa desta base: 219 anos-estação entre 1969 e 2025. Cada estação mede a água de uma bacia inteira rio acima, e não a água de um estado; por isso não há painel nacional aqui, e as cinco curvas não se somam nem se mediam.
▸ Óbidos · Amazonas (m3/s)
Média dos doze meses do ano na estação, com área de drenagem de 4.670.000 km2. Anos com mês faltando ficam de fora, porque faltar a cheia derruba a média e faltar a seca a levanta. Vazões de bacias distintas não se somam nem se mediam.
▸ Jatuarana · Amazonas (m3/s)
Média dos doze meses do ano na estação, com área de drenagem de 2.920.000 km2. Anos com mês faltando ficam de fora, porque faltar a cheia derruba a média e faltar a seca a levanta. Vazões de bacias distintas não se somam nem se mediam.
▸ Abunã · Madeira (m3/s)
Média dos doze meses do ano na estação, com área de drenagem de 921.000 km2. Anos com mês faltando ficam de fora, porque faltar a cheia derruba a média e faltar a seca a levanta. Vazões de bacias distintas não se somam nem se mediam.
▸ Paratinga · São Francisco (m3/s)
Média dos doze meses do ano na estação, com área de drenagem de 314.000 km2. Anos com mês faltando ficam de fora, porque faltar a cheia derruba a média e faltar a seca a levanta. Vazões de bacias distintas não se somam nem se mediam.
▸ Passagem BR-080 · Xingu (m3/s)
Média dos doze meses do ano na estação, com área de drenagem de 139.000 km2. Anos com mês faltando ficam de fora, porque faltar a cheia derruba a média e faltar a seca a levanta. Vazões de bacias distintas não se somam nem se mediam.
Dois episódios aparecem sem que nenhuma classificação os tenha marcado. No São Francisco em Paratinga, os anos de 2015 a 2019 ocupam as cinco posições mais baixas de quarenta e seis anos de série, e o pior deles, 2017, fica 66,6% abaixo da média do período. No Amazonas em Óbidos, 2024 é o segundo ano mais baixo de cinquenta e sete, atrás apenas de 1992 por menos de trezentos metros cúbicos por segundo.
O que essas curvas sustentam além da descrição está em correlações , onde a mesma vazão é confrontada com a chuva da bacia, com a chuva do país e com o decreto de seca dos estados que a bacia cobre.
O que o modelo brasileiro projeta para o Brasil
O modelo regional Eta, do INPE, reduz a escala de modelos globais para a grade brasileira. Cada curva abaixo é UMA realização: um modelo global, um cenário. A distância entre duas curvas do mesmo cenário é incerteza de modelo, e não desacordo entre fontes, e é por isso que elas não se juntam numa média.
▸ temperatura máxima do Brasil, do histórico do modelo a 2099
As quatro curvas de futuro partem da mesma rodada histórica de cada modelo, de 1961 a 2005. Até o ano corrente o traço descreve anos que já aconteceram, e isso é SIMULAÇÃO DE PASSADO, e não previsão: a base guarda essa parte como estimativa e só o que vem depois como projeção. Entre a rodada histórica e o fim do século, o cenário mais quente sobe 7,36 graus num modelo e 4,19 no outro.
A DISTÂNCIA ENTRE OS MODELOS É MAIOR QUE A DISTÂNCIA ENTRE OS CENÁRIOS, e essa é a primeira leitura. Sob o cenário mais quente, um modelo leva a máxima brasileira a 36,6 graus no fim do século e o outro a 31,6; a diferença entre os dois passa da diferença entre o cenário quente e o moderado dentro do mesmo modelo. Quem quiser um número só para citar não vai encontrá-lo aqui, e a ausência dele é o resultado: escolher uma das curvas seria escolher um modelo sem dizer por quê.
O QUE O RECORTE POR ESTADO MOSTRA, e o número nacional esconde. O aquecimento projetado não é uniforme: no cenário mais quente, MT sobe 8,6 graus até o fim do século, e RN sobe 4,35. Os que mais aquecem estão no interior do continente, e os que menos aquecem estão na costa nordestina, onde o oceano ao lado modera. A média do Brasil fica entre as duas coisas e não descreve nenhuma delas.
▸ aquecimento projetado até o fim do século, por estado
A barra é a diferença entre a média de 2071-2099 e a média da rodada histórica de 1961-2005, no MESMO modelo, sob o cenário mais quente. Comparar o futuro de um modelo com o histórico de outro mediria a diferença entre modelos e não o aquecimento.
- MT+8,6
- RO+8,54
- GO+8,37
- MS+8,36
- AC+8,34
- SP+8,25
- PA+7,92
- TO+7,79
- DF+7,73
- RR+7,57
- PR+7,56
- AM+7,5
- MG+7,48
- MA+6,76
- AP+6,61
- RJ+6,6
- PI+5,93
- ES+5,9
- SC+5,72
- BA+5,62
- RS+5,1
- PE+4,84
- CE+4,79
- PB+4,65
- SE+4,48
- AL+4,4
- RN+4,35
▸ o extremo por bioma, do histórico do modelo ao fim do século
A barra é a mudança em pontos percentuais na proporção de NOITES QUENTES, quer dizer, noites acima do percentil 90 da própria série histórica do modelo. É o índice que a literatura de saúde liga à mortalidade em onda de calor, porque a noite quente impede o corpo de se recuperar do dia. A tabela traz, ao lado, a mudança em dias secos consecutivos e em chuva máxima de um dia no mesmo bioma.
- Amazônia+86,5 p.p.
- Caatinga+81,5 p.p.
- Cerrado+79,7 p.p.
- Pantanal+77,6 p.p.
- Mata Atlântica+69,6 p.p.
- Pampa+46 p.p.
A NOITE QUENTE É O SINAL MAIS FORTE DESTA COLETA, e ele é quase saturado. Na Amazônia, a proporção de noites acima do percentil 90 histórico vai de 12,5% para 99% sob o cenário mais quente: quase toda noite do fim do século seria, pela régua do próprio modelo, uma noite excepcional do século vinte. Nos seis biomas o índice sobe, e em cinco deles passa de 80%.
A CHUVA VAI PARA DOIS LADOS, e é aí que o recorte por bioma paga o que custa. A chuva máxima de um dia sobe em 4 dos 6 biomas e cai nos outros, de modo que o mesmo país ganha enxurrada mais forte numa parte e a perde na outra. Ao mesmo tempo, a seca se alonga em todos: na Caatinga, a maior sequência de dias sem chuva passa de 106 para 138 dias. Um número nacional de precipitação não mostraria nada disso, porque as duas direções se cancelam na média.
Todas as séries destes domínios
Com o período que cada uma cobre, quantas fontes a sustentam e por onde chegar nela. A ordem é pelo número de observações. Séries sem painel próprio nesta página aparecem aqui, porque não ter gráfico é diferente de não existir.
Temperatura media do ar projetada
1961–2100 · 21.974 obs
graus C2 fontes47 recortesSERIE DE PROJECAO, e nao de observacao: e resultado de modelo sob premissa, e a premissa e escolha politica. O cenario esta no campo metrica e o qualificador e projecao. A diferenca entre cenarios e decisao, e nao incerteza; a faixa entre modelos esta na nota de cada observacao. Nunca deve ser plotada na mesma serie de uma medida.Precipitacao anual total projetada
1961–2100 · 21.974 obs
mm2 fontes47 recortesSERIE DE PROJECAO, e nao de observacao: e resultado de modelo sob premissa, e a premissa e escolha politica. O cenario esta no campo metrica e o qualificador e projecao. A diferenca entre cenarios e decisao, e nao incerteza; a faixa entre modelos esta na nota de cada observacao. Nunca deve ser plotada na mesma serie de uma medida.Chuva acima percentil95 projetada
1961–2099 · 21.902 obs
mmfonte única47 recortesChuva total dos dias que ultrapassam o percentil 95 da propria serie. E medida de CAUDA: a media pode nao mudar enquanto esta sobe. PROJECAO DO MODELO REGIONAL Eta do INPE, e nao observacao. O MODELO GLOBAL ESTA NA METRICA junto com o cenario: duas realizacoes do mesmo RCP nao sao a mesma medida, e a distancia entre elas e incerteza de modelo.Chuva acima percentil99 projetada
1961–2099 · 21.902 obs
mmfonte única47 recortesA mesma medida do percentil 95, num limiar mais raro; nao se somam, pelo mesmo motivo dos limiares de chuva diaria. PROJECAO DO MODELO REGIONAL Eta do INPE, e nao observacao. O MODELO GLOBAL ESTA NA METRICA junto com o cenario: duas realizacoes do mesmo RCP nao sao a mesma medida, e a distancia entre elas e incerteza de modelo.Chuva maxima 1 dia projetada
1961–2099 · 21.902 obs
mmfonte única47 recortesO maior acumulado de um dia no ano. E o indice que fala de enxurrada. PROJECAO DO MODELO REGIONAL Eta do INPE, e nao observacao. O MODELO GLOBAL ESTA NA METRICA junto com o cenario: duas realizacoes do mesmo RCP nao sao a mesma medida, e a distancia entre elas e incerteza de modelo.Chuva maxima 5 dias projetada
1961–2099 · 21.902 obs
mmfonte única47 recortesPareia com chuva_maxima_5_dias, que e o mesmo indice observado por reanalise. E o indice que fala de inundacao, porque cinco dias de chuva enchem bacia. PROJECAO DO MODELO REGIONAL Eta do INPE, e nao observacao. O MODELO GLOBAL ESTA NA METRICA junto com o cenario: duas realizacoes do mesmo RCP nao sao a mesma medida, e a distancia entre elas e incerteza de modelo.Dias chuva acima 10mm projetado
1961–2099 · 21.902 obs
diasfonte única47 recortesPareia com dias_chuva_forte, que e o mesmo tipo de contagem observada por reanalise. PROJECAO DO MODELO REGIONAL Eta do INPE, e nao observacao. O MODELO GLOBAL ESTA NA METRICA junto com o cenario: duas realizacoes do mesmo RCP nao sao a mesma medida, e a distancia entre elas e incerteza de modelo.Dias chuva acima 20mm projetado
1961–2099 · 21.902 obs
diasfonte única47 recortesLimiar mais alto que o de 10 mm, e por isso conta um evento mais raro; os dois nao se somam, porque todo dia acima de 20 mm ja esta contado no de 10. PROJECAO DO MODELO REGIONAL Eta do INPE, e nao observacao. O MODELO GLOBAL ESTA NA METRICA junto com o cenario: duas realizacoes do mesmo RCP nao sao a mesma medida, e a distancia entre elas e incerteza de modelo.Dias chuvosos consecutivos projetado
1961–2099 · 21.902 obs
diasfonte única47 recortesMaior sequencia de dias com chuva no ano. E o espelho do indice de dias secos: os dois descrevem a mesma distribuicao pelas duas caudas. PROJECAO DO MODELO REGIONAL Eta do INPE, e nao observacao. O MODELO GLOBAL ESTA NA METRICA junto com o cenario: duas realizacoes do mesmo RCP nao sao a mesma medida, e a distancia entre elas e incerteza de modelo.Dias quentes projetados
1961–2099 · 21.902 obs
percentualfonte única47 recortesPercentual de dias acima do percentil 90 da maxima. PROJECAO DO MODELO REGIONAL Eta do INPE, e nao observacao. O MODELO GLOBAL ESTA NA METRICA junto com o cenario: duas realizacoes do mesmo RCP nao sao a mesma medida, e a distancia entre elas e incerteza de modelo.Dias secos consecutivos projetados
1961–2099 · 21.902 obs
diasfonte única47 recortesIndice CDD do modelo regional Eta: maior sequencia de dias sem chuva no ano, PROJETADA. Pareia com dias_secos_consecutivos_observado, que e o mesmo indice medido por reanalise, e as duas nao se juntam numa curva: uma e modelo sob premissa e a outra e observacao.Intensidade chuva dia umido projetada
1961–2099 · 21.902 obs
mm/diafonte única47 recortesChuva media dos dias em que chove. Separa a pergunta de QUANTO chove da pergunta de EM QUANTOS DIAS, que a precipitacao anual funde num numero so. PROJECAO DO MODELO REGIONAL Eta do INPE, e nao observacao. O MODELO GLOBAL ESTA NA METRICA junto com o cenario: duas realizacoes do mesmo RCP nao sao a mesma medida, e a distancia entre elas e incerteza de modelo.Noites quentes projetadas
1961–2099 · 21.902 obs
percentualfonte única47 recortesPercentual de noites acima do percentil 90 da minima. A noite quente e o indice que a literatura de saude liga a mortalidade em onda de calor, porque impede o corpo de se recuperar do dia. PROJECAO DO MODELO REGIONAL Eta do INPE, e nao observacao. O MODELO GLOBAL ESTA NA METRICA junto com o cenario: duas realizacoes do mesmo RCP nao sao a mesma medida, e a distancia entre elas e incerteza de modelo.Temperatura maxima projetada
1961–2099 · 21.902 obs
graus Cfonte única47 recortesPROJECAO DO MODELO REGIONAL Eta do INPE, e nao observacao. O MODELO GLOBAL ESTA NA METRICA junto com o cenario: duas realizacoes do mesmo RCP nao sao a mesma medida, e a distancia entre elas e incerteza de modelo. Pareia com temperatura_maxima_media_br, que e a mesma grandeza observada por reanalise.Temperatura minima projetada
1961–2099 · 21.902 obs
graus Cfonte única47 recortesPareia com temperatura_minima_media_br, que e a mesma grandeza observada por reanalise. PROJECAO DO MODELO REGIONAL Eta do INPE, e nao observacao. O MODELO GLOBAL ESTA NA METRICA junto com o cenario: duas realizacoes do mesmo RCP nao sao a mesma medida, e a distancia entre elas e incerteza de modelo.Precipitação anual acumulada
2000–2026 · 8.506 obs
mmfonte única628 recortesChuva acumulada no ano por estacao automatica do INMET. A DECISAO DE RECORTE QUE FALTAVA FOI TOMADA: entram TODAS as estacoes, e nao um conjunto de referencia curado, porque escolher estacoes seria escolher o resultado. A COBERTURA HORARIA VIAJA NA NOTA DE CADA OBSERVACAO e decide o qualificador: uma estacao que registrou 40% das horas devolve um total falsamente baixo e nada no numero acusa. E rede METEOROLOGICA, e nao de risco; nao substitui os pluviometros do Cemaden.Temperatura media do ar no Brasil
1950–2023 · 2.072 obs
graus Cfonte única28 recortesReanalise ERA5 recortada pela fronteira do Brasil, e nao medida direta: onde a rede de estacoes e rala o valor vem mais do modelo do que do termometro. A media nacional mistura o semiarido com a Amazonia, e serve para tendencia e confronto com a media global, nao para pergunta regional.Maior sequencia de dias secos do ano
1950–2023 · 2.072 obs
diasfonte única28 recortesReanalise ERA5 recortada pela fronteira do Brasil, e nao medida direta: onde a rede de estacoes e rala o valor vem mais do modelo do que do termometro. A media nacional mistura o semiarido com a Amazonia, e serve para tendencia e confronto com a media global, nao para pergunta regional. Observada, distinta de dias_secos_consecutivos, que e projetada.Precipitacao anual acumulada no Brasil
1950–2023 · 2.072 obs
mm/anofonte única28 recortesReanalise ERA5 recortada pela fronteira do Brasil, e nao medida direta: onde a rede de estacoes e rala o valor vem mais do modelo do que do termometro. A media nacional mistura o semiarido com a Amazonia, e serve para tendencia e confronto com a media global, nao para pergunta regional.Anomalia da temperatura média global
1850–2026 · 994 obs
graus C6 fontesCada fonte usa uma referência diferente, e ela vai no campo metrica: GISTEMP e Berkeley usam 1951-1980, HadCRUT usa 1961-1990, NOAA usa 1901-2000, e o Acordo de Paris usa 1850-1900. Comparar sem converter erra por mais de meio grau, mais do que a divergência real entre as fontes.Produtividade pesqueira
1950–2023 · 444 obs
t/anofonte única6 recortesO recorte separa captura de aquicultura, porque sao o oposto uma da outra na leitura climatica. Producao desembarcada nao e estado do estoque.Estresse térmico acumulado em recife
1985–2026 · 294 obs
graus-semanafonte única7 recortesMétrica degree heating weeks do Coral Reef Watch.Frequência de ondas de calor marinhas
1985–2026 · 294 obs
eventos/anofonte única7 recortesderivadaTemperatura da superfície do mar
1985–2026 · 294 obs
graus Cfonte única7 recortesRetirada de agua doce
1975–2022 · 244 obs
percentualfonte única7 recortesParcela do recurso interno renovavel retirada ao ano. E o NUMERADOR do estresse hidrico, e nao o estresse: o Aqueduct combina essa razao com variabilidade e sazonalidade.Vazão média de curso d'água
1969–2025 · 219 obs
m3/sfonte única5 recortesExtensão do gelo marinho
1979–2026 · 190 obs
milhoes km2fonte única4 recortesBalanco de massa de geleira, painel fixo
1976–2024 · 117 obs
m w.e./anofonte única3 recortesBalanco de massa anual medio de um PAINEL FIXO de geleiras de referencia, em metro equivalente de agua; negativo e perda. O painel e fixo porque a media de um conjunto que muda mede a rede de medicao e nao o gelo: o acervo do WGMS tem 512 geleiras que entram e saem ao longo do tempo. Entram so as que mediram em TODOS os anos da janela, e o recorte carrega o ano de inicio. AS TRES JANELAS SAO PUBLICADAS JUNTAS de proposito, porque a mais longa tem menos geleiras e a mais curta tem mais, e que as tres concordem no valor recente e a conferencia interna que este acervo admite. NAO SE SOMA nem se converte com massa_geleiras, que e massa do conjunto do planeta em gigatonelada por ano: passar de uma regua para a outra exige a area de cada geleira.Energia armazenada nos reservatorios
2000–2026 · 108 obs
percentual da capacidadefonte única4 recortesE o estoque, e a energia natural afluente e o fluxo: um ano de afluencia baixa pode terminar com reservatorio cheio se o anterior encheu. As duas so se leem juntas. A capacidade maxima muda quando se constroi ou descomissiona usina.Energia natural afluente
2000–2026 · 108 obs
percentual da MLTfonte única4 recortesVazao de rio traduzida em energia: pesa cada rio pela capacidade instalada e cobre so as bacias com usina. Guardada em percentual da media de longo termo, porque o valor em megawatt medio cresce com a expansao do parque gerador. A MLT e revisada pelo ONS, de modo que o mesmo ano pode aparecer diferente em edicoes futuras.Maxima diaria mais alta do ano no Brasil
1950–2023 · 74 obs
graus Cfonte únicaReanalise ERA5 recortada pela fronteira do Brasil, e nao medida direta: onde a rede de estacoes e rala o valor vem mais do modelo do que do termometro. A media nacional mistura o semiarido com a Amazonia, e serve para tendencia e confronto com a media global, nao para pergunta regional. Mede EXTREMO, e nao clima medio.Media anual da maxima diaria no Brasil
1950–2023 · 74 obs
graus Cfonte únicaReanalise ERA5 recortada pela fronteira do Brasil, e nao medida direta: onde a rede de estacoes e rala o valor vem mais do modelo do que do termometro. A media nacional mistura o semiarido com a Amazonia, e serve para tendencia e confronto com a media global, nao para pergunta regional.Media anual da minima diaria no Brasil
1950–2023 · 74 obs
graus Cfonte únicaReanalise ERA5 recortada pela fronteira do Brasil, e nao medida direta: onde a rede de estacoes e rala o valor vem mais do modelo do que do termometro. A media nacional mistura o semiarido com a Amazonia, e serve para tendencia e confronto com a media global, nao para pergunta regional.Maior acumulado de chuva em cinco dias
1950–2023 · 74 obs
mmfonte únicaReanalise ERA5 recortada pela fronteira do Brasil, e nao medida direta: onde a rede de estacoes e rala o valor vem mais do modelo do que do termometro. A media nacional mistura o semiarido com a Amazonia, e serve para tendencia e confronto com a media global, nao para pergunta regional. Mede EXTREMO de chuva, que se liga a enxurrada e a deslizamento.Dias com chuva acima de 20 mm
1950–2023 · 74 obs
diasfonte únicaReanalise ERA5 recortada pela fronteira do Brasil, e nao medida direta: onde a rede de estacoes e rala o valor vem mais do modelo do que do termometro. A media nacional mistura o semiarido com a Amazonia, e serve para tendencia e confronto com a media global, nao para pergunta regional.Dias secos no ano
1950–2023 · 74 obs
diasfonte únicaReanalise ERA5 recortada pela fronteira do Brasil, e nao medida direta: onde a rede de estacoes e rala o valor vem mais do modelo do que do termometro. A media nacional mistura o semiarido com a Amazonia, e serve para tendencia e confronto com a media global, nao para pergunta regional.Area sob seca severa
2015–2100 · 72 obs
percentualfonte únicaSERIE DE PROJECAO, e nao de observacao: e resultado de modelo sob premissa, e a premissa e escolha politica. O cenario esta no campo metrica e o qualificador e projecao. A diferenca entre cenarios e decisao, e nao incerteza; a faixa entre modelos esta na nota de cada observacao. Nunca deve ser plotada na mesma serie de uma medida.Dias secos consecutivos
2015–2100 · 72 obs
diasfonte únicaSERIE DE PROJECAO, e nao de observacao: e resultado de modelo sob premissa, e a premissa e escolha politica. O cenario esta no campo metrica e o qualificador e projecao. A diferenca entre cenarios e decisao, e nao incerteza; a faixa entre modelos esta na nota de cada observacao. Nunca deve ser plotada na mesma serie de uma medida.Vazao de rio projetada
2015–2100 · 72 obs
m3/sfonte únicaSERIE DE PROJECAO, e nao de observacao: e resultado de modelo sob premissa, e a premissa e escolha politica. O cenario esta no campo metrica e o qualificador e projecao. A diferenca entre cenarios e decisao, e nao incerteza; a faixa entre modelos esta na nota de cada observacao. Nunca deve ser plotada na mesma serie de uma medida.Concentração atmosférica de CO2
1959–2025 · 68 obs
ppm2 fontes2 recortesBalanço de massa de manto de gelo
1992–2020 · 58 obs
Gt/anofonte única2 recortesBalanço de massa de geleiras de montanha
1976–2024 · 49 obs
mm eq. águafonte únicaBalanço de massa específico, em milímetros de equivalente em água por ano; negativo indica perda.Concentração atmosférica de metano
1984–2025 · 43 obs
ppb2 fontesMédia global marinha da NOAA, distinta da medição de ponto único do CO2 em Mauna Loa.Temperatura do solo em permafrost
1980–2021 · 41 obs
graus Cfonte únicaGuardada como anomalia ante a media de cada sensor, e nao valor absoluto: a rede cresceu de poucas estacoes nos anos 1980 para centenas depois de 2000, e a media simples mediria a mudanca de quem foi medido. So entram medidas a dez metros ou mais, profundidade em que aparece a tendencia de decadas; medidas rasas seguem o ar do ano.pH médio do oceano
1988–2024 · 37 obs
unidade de pHfonte únicaQueda de pH é acidificação. Sentido desejado é interromper a queda.Espessura da camada ativa do permafrost
1990–2024 · 35 obs
cmfonte únicaCamada ativa e a parte do solo que descongela todo verao. Engrossar significa permafrost recuando, e nao avancando; por isso o sentido desejado e descer. Guardada como anomalia ante a media de cada sitio, porque a rede de medida mudou de tamanho ao longo da serie.Elevação do nível do mar
1992–2025 · 34 obs
mmfonte únicaAnomalia do nivel medio global do mar, e nao taxa de subida. O valor e sempre relativo a referencia da propria fonte, de modo que niveis de fontes diferentes nao se comparam diretamente; so as tendencias se comparam, e ainda assim apenas entre series com a mesma decisao sobre correcao de ajuste isostatico glacial.Estresse hidrico de linha de base
2023–2023 · 33 obs
escala 0 a 5fonte única33 recortesEscore ordinal de 0 a 5, e nao quantidade: media entre recortes nao significa nada. E LINHA DE BASE, e nao serie temporal: um retrato do periodo de referencia. O peso adotado e o total; a fonte publica tambem pesos por uso domestico, irrigacao e industria, e o escore de um pais agricola muda conforme o peso. Razao entre retirada e disponibilidade. NAO e escassez: pais com muita agua e muita retirada tem estresse alto, e pais seco que nao usa tem estresse baixo.Risco de cheia de rio
2023–2023 · 33 obs
escala 0 a 5fonte única33 recortesEscore ordinal de 0 a 5, e nao quantidade: media entre recortes nao significa nada. E LINHA DE BASE, e nao serie temporal: um retrato do periodo de referencia. O peso adotado e o total; a fonte publica tambem pesos por uso domestico, irrigacao e industria, e o escore de um pais agricola muda conforme o peso. Probabilidade de inundacao combinada com o que esta exposto a ela.Risco de seca
2023–2023 · 33 obs
escala 0 a 5fonte única33 recortesEscore ordinal de 0 a 5, e nao quantidade: media entre recortes nao significa nada. E LINHA DE BASE, e nao serie temporal: um retrato do periodo de referencia. O peso adotado e o total; a fonte publica tambem pesos por uso domestico, irrigacao e industria, e o escore de um pais agricola muda conforme o peso. Combina probabilidade de evento com exposicao e vulnerabilidade. E o indicador que mede seca; o estresse hidrico mede pressao de uso.Concentração atmosférica de hexafluoreto de enxofre
1998–2025 · 28 obs
pptfonte únicaGás de vida praticamente irreversível: GWP-100 de 25.200 e permanência de mil anos.Concentração atmosférica de óxido nitroso
2001–2025 · 25 obs
ppbfonte únicaMédia global marinha da NOAA.Conteudo de calor do oceano, 0 a 2000 m
2005–2025 · 21 obs
10^22 Jfonte únicaAnomalia ante a climatologia da propria fonte: o nivel absoluto nao se compara ao de outra instituicao, so a tendencia. Mais de noventa por cento do calor retido pelo planeta fica no oceano, o que faz desta a leitura mais direta do desequilibrio energetico.Intensidade da circulação meridional do Atlântico
2004–2024 · 21 obs
Svfonte únicaÁrea do território sob seca, por severidade acumulada
2023–2026 · 20 obs
percentualfonte única5 recortesEscala do Monitor de Secas: S0 anormalmente seco, S1 moderada, S2 grave, S3 extrema, S4 excepcional. Acumulada significa S1-S4 incluir tudo de S1 para cima. Classificação por consenso de operadores estaduais, com componente de julgamento declarado pela própria fonte.Tendencia de precipitacao declarada pela 4CN
2021–2021 · 3 obs
mm/anofonte única3 recortesTendencia que a Quarta Comunicacao Nacional do Brasil a UNFCCC declara como JA OBSERVADA, no capitulo de impactos, vulnerabilidades e adaptacao. NAO E MEDIDA DESTA BASE: e o que o documento oficial afirma, e entra para poder ser confrontada com o que a base mede por conta propria, de outra fonte. A propria 4CN declara de onde tirou a observacao: CPC/NOAA para temperatura e CHIRPS para precipitacao. UMA SERIE POR UNIDADE, porque grau por decada, percentual e milimetro por ano nao se comparam nem se somam.Tendencia de temperatura declarada pela 4CN
2021–2021 · 2 obs
graus C/decadafonte única2 recortesTendencia que a Quarta Comunicacao Nacional do Brasil a UNFCCC declara como JA OBSERVADA, no capitulo de impactos, vulnerabilidades e adaptacao. NAO E MEDIDA DESTA BASE: e o que o documento oficial afirma, e entra para poder ser confrontada com o que a base mede por conta propria, de outra fonte. A propria 4CN declara de onde tirou a observacao: CPC/NOAA para temperatura e CHIRPS para precipitacao. UMA SERIE POR UNIDADE, porque grau por decada, percentual e milimetro por ano nao se comparam nem se somam.Extensão do branqueamento coralíneo
2017–2025 · 2 obs
percentualfonte únicaAquecimento projetado sob politicas atuais
2025–2025 · 1 obs
graus Cfonte únicaPROJECAO, e nao medida: aquecimento esperado em 2100 se as politicas atuais forem mantidas. Caiu de pouco abaixo de 4 graus a epoca do Acordo de Paris para pouco abaixo de 3 hoje: e a medida do que a politica ja conseguiu, e nao do que basta.Aumento de dias de maxima extrema declarado pela 4CN
2021–2021 · 1 obs
percentualfonte únicaTendencia que a Quarta Comunicacao Nacional do Brasil a UNFCCC declara como JA OBSERVADA, no capitulo de impactos, vulnerabilidades e adaptacao. NAO E MEDIDA DESTA BASE: e o que o documento oficial afirma, e entra para poder ser confrontada com o que a base mede por conta propria, de outra fonte. A propria 4CN declara de onde tirou a observacao: CPC/NOAA para temperatura e CHIRPS para precipitacao. UMA SERIE POR UNIDADE, porque grau por decada, percentual e milimetro por ano nao se comparam nem se somam.Municípios em nível mínimo de segurança hídrica
2025–2025 · 1 obs
percentualfonte únicaE meta 4 da ENA, e a serie MELHORA QUANDO CAI: a meta e reduzir para 7,5% ate 2035, partindo de 13% em 2025. Percentual de municipios cujo nivel de seguranca hidrica e o minimo da escala do Plano Nacional de Seguranca Hidrica. So ha o valor de partida; a Estrategia Nacional de Adaptacao publica esse numero em nota de rodape e nao publica serie.