Acessibilidade

O que foi feito para esta plataforma ser lida por quem não enxerga a tela, por quem não distingue cores e por quem navega sem apontador. E o que ainda não está resolvido, escrito com o mesmo cuidado.

Decisões tomadas

  • Todo gráfico tem tabela

    Cada painel traz, no pé, um controle que abre a mesma informação em tabela semântica, com cabeçalho de coluna e de linha marcados. A tabela é gerada das mesmas variáveis que desenham o gráfico, e por isso não pode divergir dele.
  • Nada depende só da cor

    Toda curva tem o nome da fonte escrito na legenda e repetido no ponteiro. A projeção se distingue por traço interrompido, e não por tom. As barras trazem o rótulo à esquerda e o valor à direita, e a cor é reforço do que já está em texto.
  • Barra em marcação comum

    As barras horizontais não usam biblioteca de gráfico: são lista e elementos de bloco. A biblioteca desenha bem e não entrega o conteúdo à leitura de tela em barra horizontal, e aqui o desenho é o mesmo com a leitura funcionando.
  • Foco visível e navegação por teclado

    Todo controle mostra onde está o foco, com contorno de dois pixels afastado da borda. As linhas dos gráficos entram na navegação por teclado. Ao trocar de página, o foco vai para o começo do conteúdo, e não fica preso no menu.
  • Três idiomas, sem recarregar

    Português, inglês e espanhol, com o atributo de idioma do documento trocando junto, para que o sintetizador de voz mude de pronúncia.
  • Claro e escuro

    Os dois temas seguem o contraste mínimo de 4,5 para texto. A cor de dado foi escolhida em espaço perceptual, com distância mínima entre tons vizinhos, para que séries lado a lado não se confundam.

O que ainda não está resolvido

Declarar a exceção vale mais do que afirmar conformidade completa.

  • Tabelas longas

    Algumas tabelas de dados passam de centenas de linhas e rolam dentro do próprio painel. A leitura de tela funciona, e percorrer tudo é trabalhoso. Para esses casos, o arquivo completo em CSV na página de dados abertos é o caminho mais curto.
  • Nomes de série em uma língua só

    O que troca de idioma é a interface. O nome da série, a nota de método e a observação transcrita da fonte ficam na língua em que foram escritos, porque são registro de pesquisa e traduzi-los mudaria o que foi lido.
  • Sem teste com pessoas usuárias

    As decisões acima foram verificadas por leitura de código e por navegação com teclado e leitor de tela. Nenhuma delas passou por teste com pessoas que dependem dessas tecnologias no dia a dia, e isso é o que falta.