O território
203.575 das 663.649 observações da base, 31% delas, estão em recorte municipal. São 18 séries, e 6 delas admitem soma por unidade federativa.
Escolha a série
▸ Emissao liquida municipal de GEE · 2024 (MtCO2e/ano)
Soma dos municípios de cada unidade federativa em 2024. A soma é exata: nada foi estimado para município sem dado, e o número de municípios que entraram em cada unidade está no ponteiro e na tabela.
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- MT171,72
- MG144,482
- SP123,525
- PA110,276
- MA103,465
- RS88,913
- BA87,393
- GO84,353
- MS63,27
- PR58,144
- RO55,546
- TO52,086
- RJ44,271
- PI40,446
- SC34,805
- CE32,149
- AC30,419
- ES23,997
- PE21,606
- PB11,407
- RR11,168
- RN9,551
- AL8,289
- SE8,24
- DF6,102
- AP-15,315
- AM-66,8
▸ os quinze maiores
- São Paulo · SP14,635
- Rio de Janeiro · RJ13,866
- São Félix do Xingu · PA13,807
- Serra · ES12,021
- Nova Maringá · MT11,885
- Porto Velho · RO10,265
- Portel · PA8,219
- Vila Bela da Santíssima Trindade · MT8,177
- Colniza · MT7,799
- Pacajá · PA7,428
- Novo Repartimento · PA7,404
- Novo Aripuanã · AM7,24
- Corumbá · MS7,133
- Manaus · AM6,615
- Brasília · DF6,102
▸ os quinze menores
- São Gabriel da Cachoeira · AM-17,268
- Oriximiná · PA-16,145
- Atalaia do Norte · AM-11,257
- Santa Isabel do Rio Negro · AM-10,766
- Barcelos · AM-10,129
- Altamira · PA-9,986
- Jutaí · AM-7,587
- Almeirim · PA-6,941
- Tapauá · AM-5,467
- Novo Airão · AM-5,393
- Laranjal do Jari · AP-5,01
- Japurá · AM-3,607
- Oiapoque · AP-3,572
- Carauari · AM-2,841
- Urucará · AM-2,712
As duas listas usam a MESMA escala, e é por isso que a segunda parece vazia: os menores valores são pequenos diante do maior, e encolher a régua para preencher a barra faria diferença de nada parecer diferença de muito. Ordenamento de 5.570 municípios em 2024.
O clima por unidade federativa
Quatro séries climáticas com um recorte para cada estado, 2.072 observações em cada uma, cobrindo de 1950 a 2023. Aqui não há soma nem média: o mapa mostra o valor que a fonte publicou para cada unidade.
▸ Temperatura media do ar no Brasil · 2023 (graus C)
Valor de cada unidade federativa no último ano em que todas publicam. A escala parte de zero, e por isso diferenças pequenas entre estados aparecem pequenas: é assim que elas são.
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As regiões ao longo do tempo
A soma do país em cada ano esconde de qual região ela veio, e as somas municipais desta base agora se repartem por região do IBGE ano a ano. É onde a discordância de calendário entre os grupos de desastre deixa de ser nacional: seca no Nordeste e enchente no Sul entram no mesmo total do país e se anulam.
▸ Emissao liquida municipal de GEE · por região (MtCO2e/ano)
Cinco curvas, uma por região do IBGE, somando os municípios de cada uma em cada ano. A tabela traz o mesmo por unidade federativa, com quantos municípios entraram em cada soma: sem esse denominador, uma unidade com metade dos municípios ausentes pareceria simplesmente menor.
O decreto de desastre climatológico, que é sobretudo seca, foi do Nordeste durante trinta anos: 69,3% dos decretos entre 1991 e 1999, e 73,5% entre 2010 e 2019. Entre 2020 e 2025 a participação do Nordeste cai para 40%, e a do Norte mais Centro-Oeste sobe de 3,8% para 25,3%. O total do país quase não muda entre as duas últimas décadas, de 12.120 para 11.701, e por isso a mudança de lugar não aparece em nenhum número nacional.
Os outros dois grupos têm assinatura regional estável. O hidrológico é do Sul e do Sudeste, que somam 65,4% dos decretos no último período. O meteorológico é do Sul de forma quase exclusiva: 88,5% na década de 1990 e ainda 68,4% entre 2020 e 2025, o que é coerente com vendaval, ciclone e granizo.
Duas coisas que esta repartição não resolve. Ela continua contando decreto, e a capacidade de formalizar é desigual entre regiões, de modo que parte da subida do Norte pode ser registro que passou a existir. E a região é agregação do IBGE, e não do fenômeno: o semiárido não coincide com o Nordeste, e o Cerrado atravessa quatro regiões.
O que existe por município
Todas as séries municipais da base, com quantos municípios cada uma alcança e em que anos. Cobertura menor que 5.571 não é erro: um município sem desastre registrado não aparece na série de desastres, e um sem dado de risco não foi avaliado pela fonte.
▸ cobertura municipal por série
- Emissao liquida municipal de GEE5.570
- Índice de risco climático ao acesso à energia elétrica5.570
- Índice de risco de impacto da instabilidade na disponibilidade de alimentos5.570
- Índice de risco à disponibilidade de energia elétrica5.570
- Índice de risco de impacto do estresse hídrico5.570
- Índice de risco para ocorrência de leishmaniose tegumentar americana5.570
- Índice de risco para ocorrência de leishmaniose visceral5.570
- Índice de risco para ocorrência de malária5.570
- Índice de risco de impacto para segurança alimentar5.570
- Índice de risco para ocorrência das arboviroses dengue, zika e chikungunya5.569
- Índice de risco para deslizamento de terra5.569
- Índice de risco para inundações, enxurradas e alagamentos5.569
- Índice de risco à integridade do bioma5.562
- Desastres registrados2.497
- População exposta a risco geo-hidrológico2.069
- Desastre climatologico registrado por municipio1.604
- Desastre hidrologico registrado por municipio1.115
- Desastre meteorologico registrado por municipio420
O mesmo estado, duas contagens
No total do país, o inventário oficial e a estimativa independente do SEEG ficam a dois por cento um do outro no setor de energia. Dentro dos estados, não: as duas fontes repartem o mesmo total de maneiras diferentes, e é essa diferença que esta seção mede.
▸ distância entre as duas contagens no setor de energia, por estado
A barra é a diferença MÉDIA entre a estimativa do SEEG e o inventário oficial, ao longo dos 33 anos em que os dois existem. Barra à esquerda é o SEEG contando MENOS que o inventário, à direita é contando mais. O mapa e a barra dizem a mesma coisa, e nenhum deles diz qual das duas fontes está certa: dizem onde elas discordam.
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- Amazonas-51%
- Rio de Janeiro-40,1%
- Acre-37,7%
- Alagoas-36,5%
- Espírito Santo-33,9%
- Rondônia-28,6%
- Pernambuco-25,3%
- Maranhão-23,5%
- Mato Grosso22,3%
- Roraima-22,1%
- Sergipe-22,1%
- Bahia-20,3%
- Pará-19,4%
- Distrito Federal-17,4%
- Amapá-16,4%
- São Paulo-12,3%
- Piauí-12,1%
- Rio Grande do Norte-11,7%
- Paraíba-10,8%
- Mato Grosso do Sul-10,5%
- Ceará-10,1%
- Tocantins-8,8%
- Paraná-7,6%
- Goiás-4,3%
- Santa Catarina1,4%
- Minas Gerais-0,2%
- Rio Grande do Sul0,1%
A DISTÂNCIA MÉDIA ENTRE AS DUAS CONTAGENS É DE 18,8% dentro dos estados, contra cerca de dois por cento no total do país. Não é contradição: as duas fontes chegam perto no Brasil somado e discordam sobre em qual estado a emissão acontece. Em 24 dos 27 estados o SEEG conta menos que o inventário, e a maior distância está em Amazonas, com -51%; a menor está em Rio Grande do Sul, com 0,1%.
ONDE ELAS DISCORDAM MAIS TEM PADRÃO, e ele merece ser dito com cuidado. As maiores distâncias aparecem em estados de produção de petróleo e gás, e atribuir a um estado a emissão de uma plataforma no mar é escolha metodológica antes de ser medida: a plataforma fica na costa de um estado, o terminal em outro, e a empresa tem sede num terceiro. A plataforma NÃO afirma que essa é a causa; afirma que a discordância se concentra ali, e que quem for usar emissão estadual para desenhar política precisa saber de qual das duas contagens está falando.