Histórico de versões

O que mudou em cada versão, escrito à mão. A base é acumulativa e as fontes revisam o passado; sem este registro, um número que muda de valor entre duas visitas parece erro de quem leu.
v2026.7

Legenda

Cada linha do histórico traz a família da mudança. A etiqueta existe para que quem volta à página encontre o que procura sem ler tudo: quem quer saber se um número mudou procura Dado; quem quer saber se um defeito foi corrigido procura Correção.

DadoFuncionalidadeCorreçãoCobertura

v2026.7 · 2026-08-20

versão vigente20 mudanças

A projeção climática oficial do Brasil entrou na base, e ela quase a dobrou: 328 mil observações do modelo regional Eta do INPE, de 1961 a 2099, em quinze séries e quarenta e sete recortes que descem ao estado, ao bioma e à bacia. Antes disto a única projeção climática brasileira desta plataforma eram duas séries de três pontos, de agregador internacional e no recorte do país inteiro. O recorte por bioma é o que mais ensina, e é onde está o achado: a noite quente está quase saturada.

  • CorreçãoA PROSA DA PLATAFORMA PASSOU A SEGUIR UM REGISTRO DECLARADO, e ele foi extraído de um texto existente em vez de inventado. A referência é a tese de doutorado de Karen Silverwood-Cope sobre o processo decisório da Política Nacional sobre Mudança do Clima, lida para esta finalidade. Quatro traços dela governam agora a redação: sujeito explícito em ordem direta, com a finalidade no verbo, no molde `esta seção apresenta os resultados da pesquisa documental com objetivo de`; enumeração sinalizada em vez de lista corrida; conectivo explícito conduzindo o leitor de uma etapa à seguinte; e ausência de aforismo e de inversão retórica no fecho de parágrafo. A eles somam-se duas regras próprias desta base: a coisa vem antes do nome que a designa, e o termo consagrado entra apresentado em vez de contornado. As cinco páginas de entrada foram refeitas por inteiro nesse registro. Saíram da prosa visível `regras de ingestão`, `medida de apoio`, `cadência`, `defasagem`, `grafo de dependências`, `espinha` e `safras`, substituídos pela coisa que nomeiam; entraram apresentadas a sigla NDC, a palavra correlação, o termo ponto de inflexão e a palavra régua. Nenhuma afirmação da plataforma mudou.
  • CorreçãoAS CINCO PÁGINAS DE ENTRADA PASSARAM POR UMA REVISÃO DE REDAÇÃO, e o critério ficou escrito para valer nas demais. A prosa da plataforma vinha usando termo interno como se fosse português comum: `regras de ingestão`, `medida de apoio`, `cadência`, `defasagem`, `grafo de dependências`, `espinha`, e a sigla NDC sem nunca dizer o que ela é. Ao mesmo tempo evitava a palavra consagrada onde ela ajudaria, e escrevia `pares de séries que se movem juntas` no lugar de correlação. Cinco regras passam a governar essa prosa: a coisa vem antes do nome que a designa; uma ideia por frase; o termo consagrado entra apresentado em vez de contornado; uma âncora concreta por parágrafo quando existir; e a razão da regra vem junto da regra. O parágrafo mais longo da visão geral tinha 75 palavras numa frase só e virou quatro, sem que nenhuma afirmação mudasse. Revisadas: por onde começar, visão geral, sobre o projeto, método e vocabulário.
  • CorreçãoA ABERTURA DE POR ONDE COMEÇAR ANUNCIAVA VINTE E DUAS SEÇÕES, e o menu tem 43. O número estava escrito por extenso e à mão, e envelheceu em silêncio a cada rota nova. A auditoria não o apanhou porque a varredura de número na prosa compara algarismos, e número escrito por extenso passa por baixo dela. A contagem passou a ser lida do próprio cadastro de seções, de modo que ela acompanha o menu sem intervenção.
  • CorreçãoAS QUATRO RECUSAS DE MÉTODO, EM SOBRE O PROJETO, PASSARAM A DIZER A RAZÃO DE CADA UMA. Elas enunciavam a regra e paravam aí, e uma delas argumentava pela aparência do gráfico: dizia que interpolar produziria uma curva bonita e um dado que ninguém publicou. O termo `buraco` saiu do rótulo em favor de LACUNA, que é como a própria plataforma já chama a ausência na aba do que falta. As quatro agora dizem o que a recusa preserva: a média entre fontes apagaria a divergência entre observadores independentes, que é informação sobre o método de cada um; a projeção carrega o horizonte e a premissa que a fonte declarou; a lacuna viaja com a série, contada ano a ano na descrição, e interpolar inseriria um valor sem origem observacional, indistinguível dos medidos assim que a série fosse reutilizada fora daqui; e a correspondência entre dois critérios de classificação é registrada com grau de confiança para poder ser recusada em separado do dado que ela liga.
  • CorreçãoOS CINCO CAMINHOS DE LEITURA DESCREVIAM UM PERFIL DE LEITOR, e passaram a descrever o percurso. Cada um abria enunciando a pergunta que a pessoa supostamente traz, e o primeiro chegava a dizer que a dúvida de quem decide é o que dá para afirmar em público sem ser desmentido na semana seguinte: isso caracteriza o leitor em vez de explicar a sequência, e o tom é o de peça de divulgação comercial. As cinco descrições agora dizem por quais seções o caminho passa, em que ordem e por quê. O caminho de quem decide começa pela verificabilidade porque ela delimita quais compromissos têm medida independente; o de quem pesquisa descreve a construção da base antes do conteúdo; o de quem ensina reúne as quatro situações em que um número climático precisa de contexto; o da sociedade civil desce ao município e volta a subir; o de quem trabalha com o dado vai do arquivo ao catálogo e às regras de método. A abertura da página acompanhou.
  • CorreçãoA EXPORTAÇÃO PASSOU A SER REPRODUTÍVEL, e isso foi apanhado pela própria rotina de fechamento: rodar o exportador sem nada ter mudado no dado produzia um agregado diferente. Eram duas causas independentes. A LISTA DE RÉGUAS nasce de um conjunto, cuja ordem de percurso em Python muda a cada processo, e a ordenação era só por contagem de observações: as quatro réguas de cenário têm 144 cada e as oito de dossel têm 25, de modo que as empatadas trocavam de lugar entre execuções. O nome da métrica passou a desempatar. E OS CINCO ARQUIVOS COMPRIMIDOS guardam no cabeçalho do gzip o instante da compressão, o que fazia os mesmos dados saírem com bytes diferentes toda vez; o carimbo passou a ser zero. Duas exportações seguidas, com semente de hash diferente, agora dão arquivos idênticos byte a byte. Diff falso esconde diff verdadeiro, e quem baixa o CSV deixa de ver mudança onde não houve.
  • CorreçãoTRÊS GRÁFICOS DE BARRA TINHAM DUAS BARRAS COM A MESMA CHAVE, o que o React declara sem suporte porque pode duplicar ou omitir uma delas. A chave era o rótulo, e o rótulo se repete por razão legítima: na cadeia de governança, `2000 · FBMC` aparece duas vezes porque o Fórum foi criado e recriado com dois meses de intervalo, que é justamente a refundação que a página relata. O mesmo acontecia com duas metas do mesmo plano no mesmo ano e com duas edições da mesma série. A posição do item passou a entrar na chave, no componente de barras, e por isso o conserto vale para qualquer repetição futura em vez de valer para estas três. As barras estavam todas sendo desenhadas; o que a correção remove é a condição em que uma poderia sumir numa redesenhagem.
  • CorreçãoTRÊS FAMÍLIAS DE RÉGUA DIZIAM O NOME DA ESCOLHA E NÃO DIZIAM A COISA MEDIDA, e agora dizem, com o exemplo em que a própria fonte publica as duas contagens. A LINHA DE BASE DA ANOMALIA passou a explicar que anomalia é distância até um zero escolhido, e o Copernicus mostra o tamanho da escolha: em 2024 a mesma medida vale 1,6 grau contra 1850-1900, que é o zero do Acordo de Paris, e 0,7 grau contra 1991-2020. O CENÁRIO DE PROJEÇÃO passou a dizer que a projeção é de impacto físico no Brasil, quais são as quatro premissas de mundo, e por que as quatro barras têm a mesma altura: elas contam cobertura, e o que separa os futuros é o valor, que em 2100 vai de 30,2 dias de calor perigoso por ano sob 1,5 grau a 129,3 sob as políticas correntes. A CONTAGEM DE CRÉDITO passou a dizer o que é um crédito de carbono, quem o compila, e por que as duas datas importam: são os mesmos créditos repartidos por dois calendários, e no Brasil o pico por safra é de 14 milhões de toneladas em 2015 enquanto o pico por emissão é de 32 milhões em 2021. Os números das três explicações são lidos do agregado, e não escritos à mão.
  • CorreçãoA PROSA DEIXOU DE ATRIBUIR INTENÇÃO AO DADO. Em sete lugares a plataforma escrevia que um número engana quem o lê, que a comparação errada produz resultado que parece certo, ou que somar réguas diferentes é o erro que a base mais teme. Nenhum dado desta base tem intenção, e a formulação transferia para ele uma responsabilidade que é de quem compara. Cada um desses trechos passou a dizer, em chave afirmativa, o que a medida mede e o que é preciso saber para lê-la; a régua continua viajando com o valor, e a recusa de somar réguas diferentes continua valendo, agora descrita pelo que ela garante em vez de pelo erro que ela evita.
  • CorreçãoA CONFERÊNCIA DE ATALHOS APANHOU DOIS BOTÕES IDÊNTICOS que levavam a lugares diferentes. Na aba do que falta, as seções `Impossibilidade` e `Impossibilidade com o dado tabular` saíam na barra do alto como a mesma pílula, porque o encurtador de rótulo corta pelo tamanho e é CEGO AOS VIZINHOS: ele não sabe que a pílula ao lado ficou igual. Quem colide passa a voltar para o título inteiro, que é longo e distingue, e o conserto vale para qualquer colisão futura em vez de valer para esta. Encurtar existe para caber, e não para confundir. A varredura foi feita no DOM das 34 rotas servidas, sobre 188 atalhos, porque âncora que não renderiza não acusa erro de compilação.
  • CoberturaNÃO HÁ MAIS O QUE COLHER NO PCLIMA, e isso foi conferido em vez de suposto. O menu do portal anuncia um conjunto CMIP6, com o modelo IPSL-CM6A-LR e os cenários SSP126, SSP370 e SSP585, e anuncia cenários de nível de aquecimento pelo modelo regional. Com token válido, o CMIP6 devolve 404 em todas as combinações e os cenários de nível devolvem 500: os dois estão desligados no menu, e o teste mostra que a desativação acompanha ausência no servidor, e não escolha de interface. O que resta fora da base é o que esta base recusou por escolha declarada, e está escrito com a razão de cada recusa.
  • DadoA COLETA DO PCLIMA FOI AO FIM DO ESCOPO QUE O MÉTODO SUSTENTA: 328.530 observações, 15 séries, 47 recortes, dois modelos globais, dois cenários e o histórico, de 1961 a 2099. As 9.870 chamadas voltaram todas. Os recortes novos são as 5 regiões, os 6 biomas e as 8 bacias hidrográficas, e eles levam prefixo explícito no caminho, `BR/bioma/Amazônia` e `BR/bacia/Amazonas`, porque `BR/Amazonas` já existe nesta base e é o ESTADO: bioma, bacia e estado são três coisas diferentes com nomes quase iguais, e sem o prefixo a projeção do bioma cairia em cima da emissão do estado sem ninguém notar. Onze séries novas entraram, todas de índice de extremo, que é o que o método desta base chama de sinal de perda de resiliência.
  • DadoO RECORTE POR BIOMA É O QUE MAIS ENSINA, e o número nacional esconde os dois achados. A NOITE QUENTE ESTÁ QUASE SATURADA: na Amazônia, a proporção de noites acima do percentil 90 da própria série histórica do modelo vai de 12,5% para 99% sob o cenário mais quente, quer dizer, quase toda noite do fim do século seria, pela régua do modelo, uma noite excepcional do século vinte. Nos seis biomas o índice sobe, e em cinco passa de 80%. É o índice que a literatura de saúde liga à mortalidade em onda de calor, porque a noite quente impede o corpo de se recuperar do dia. E A CHUVA VAI PARA DOIS LADOS: a chuva máxima de um dia sobe em quatro biomas e cai em dois, enquanto a seca se alonga em todos, com a Caatinga passando de 106 para 138 dias na maior sequência sem chuva. Uma cifra nacional de precipitação não mostraria nada disso, porque as duas direções se cancelam na média.
  • FuncionalidadeA COLETA CRIOU UM PROBLEMA DE PESO E ELE FOI RESOLVIDO NA MESMA PASSADA. A curva fina da projeção são milhares de séries de 139 anos, e levá-las inteiras no pacote do site subia o agregado de 940 KB para 2,2 MB comprimidos, cobrados de toda visita, inclusive das páginas que nunca abrem um corte. O painel de corte desenha no máximo doze curvas por vez, e o que a página precisa da projeção fina é RESUMO. O exportador passa a calcular a mudança de cada recorte entre a rodada histórica do modelo e o fim do século, e a página lê esse resumo em vez de fazer a conta no navegador, que era violação da regra da casa de que nenhum componente calcula o que o exportador já calculou. O pacote voltou a 940 KB e a observação inteira continua na base e continua saindo para download. Se algum dia um painel precisar da curva fina, o caminho está escrito: buscar o arquivo sob demanda, como a ficha de município já faz.
  • DadoA PROJEÇÃO CLIMÁTICA OFICIAL DO BRASIL ENTROU NA BASE. Com a chave que o usuário obteve no cadastro do INPE, a coleta trouxe 52.192 observações do modelo regional Eta, de 1961 a 2099, em quatro séries, dois modelos globais, dois cenários e o histórico, no Brasil e nos 27 estados. Duas séries já existiam e ganharam segunda fonte; duas são novas, e a de dias secos consecutivos projetados pareia com a série observada homônima que a base já tinha. Antes disso a única projeção climática brasileira da base eram duas séries de três pontos, de agregador internacional e no recorte do país inteiro.
  • DadoO MODELO GLOBAL ENTROU NA MÉTRICA, junto com o cenário, e essa decisão é o que a leitura mostra por quê. A métrica é o portão de comparação desta base, e a distância entre as duas realizações do MESMO cenário é maior que a distância entre os dois cenários dentro do mesmo modelo: sob o cenário mais quente, a temperatura máxima do Brasil termina o século em 36,6 graus num modelo e 31,6 no outro. Mediar as duas curvas apagaria justamente isso, que é incerteza de modelo e não desacordo entre fontes. Quem quiser um número só para citar não encontra, e a ausência dele é o resultado. O RECORTE POR ESTADO mostra o que a média nacional esconde: no cenário mais quente, Mato Grosso aquece 8,6 graus até o fim do século e o Rio Grande do Norte aquece 4,35, com o interior do continente subindo quase o dobro da costa nordestina.
  • CorreçãoA CONFERÊNCIA DA BASE APANHOU UM ERRO DE MÉTODO MEU, e ela estava certa. Eu havia marcado as 52 mil observações como projeção, e a conferência recusou 680 linhas com a mensagem de que projeção não se publica depois do ano projetado. O modelo simula de 1961 a 2025, e isso é SIMULAÇÃO DE PASSADO: dizer que ele prevê 1980 seria falso. A fronteira entre as duas coisas passou a ser o presente, e o qualificador é decidido pelo ano, e não pela rodada. Três outras armadilhas da API ficaram escritas na ficha da fonte, e as três só se descobrem tentando: a rota de área não aceita JSON e responde em CSV; o período histórico só responde com o tipo Climatologia e devolve erro com o tipo Média que os períodos futuros usam; e a janela de cada período não é a que o menu anuncia.
  • CoberturaA plataforma de Projeções Climáticas no Brasil, do INPE, foi analisada inteira, e o resultado é uma lacuna MEDIDA em vez de uma lacuna dita por atacado. O portal publica o catálogo do que oferece, no menu da própria API, e a base passa a guardar esse catálogo: 155 opções em quatro conjuntos, das quais o Modelo Regional, que é a redução de escala do modelo Eta sobre a grade brasileira, admite 2 modelos globais, 3 cenários, 3 períodos até 2100, 25 variáveis e 47 recortes prontos, entre Brasil, região, 27 estados, 6 biomas e 8 bacias. Multiplicadas, são 63.450 séries possíveis, e a base tem zero delas. É a única lacuna desta base cujo tamanho se sabe.
  • CoberturaSÃO DUAS PORTAS, e elas são de naturezas diferentes, o que muda o que cada uma exige para abrir. A primeira é o TOKEN: toda a API responde sem credencial com o código que diz que a credencial falta, conferido na rota de ponto e na de área predefinida, e a credencial sai de cadastro que esta base não cria por regra própria. Essa porta abre no dia em que a conta existir, e por isso o endereço exato da chamada ficou escrito nas pendências, com uma consulta de exemplo pronta e as duas armadilhas que só se descobrem tentando: a rota de área predefinida não aceita JSON e responde em CSV, e o último segmento da chamada é a sigla do modelo, de um vocabulário diferente do código da variável. A segunda porta é a LICENÇA, e ela não abre com cadastro: o rodapé do portal declara que os dados não podem ser usados para propósitos comerciais, restrição do mesmo tipo da do Berkeley Earth, e que exige enquadramento declarado antes de uma plataforma pública servir dado derivado.
  • CorreçãoO QUE O CRUZAMENTO REVELOU, e que não estava à vista antes de contar. A única projeção climática brasileira que esta base tem hoje são duas séries de três pontos cada, de uma fonte internacional, no recorte do país inteiro; a do INPE cobre de 1961 a 2100 e desce ao estado, ao bioma e à bacia. E a infraestrutura do PCLIMA é a da Quarta Comunicação Nacional, cujo servidor de dados ainda se chama 4cn: as tendências que esta base já guarda do capítulo de impactos daquele documento são a prosa, e o que está atrás da porta são os números de onde ela saiu. Ficou registrada também a ressalva de método para o dia em que o dado entrar: a projeção do INPE vem em cenário RCP e a que a base tem vem em cenário de trajetória de política, e as duas premissas são de famílias diferentes, de modo que as curvas não vão no mesmo painel. NO CAMINHO, a varredura de números aprendeu que código de resposta de servidor não é dado, pela mesma razão que número de lei não é.

v2026.6 · 2026-08-16

17 mudanças

Cinco abas refeitas em torno do que cada dado permite afirmar. A plataforma passa a ter uma aba por setor com o que cada um emite antes de qualquer confronto; a aba de desacordo passa a explicar POR QUE duas fontes divergem, com o método declarado de cada uma, antes de mostrar a distância; e a aba de emissão contra risco deixa de comparar o decreto de desastre com o perfil de emissão, porque um é ato administrativo e o outro é medida de território, e passa a explicar como um desastre é classificado, onde cada tipo é registrado e o quanto o índice de risco acerta o que já aconteceu.

  • CorreçãoProcurar um município na busca geral e clicar no achado levava à ficha VAZIA, com o campo de busca em branco e a obrigação de digitar o nome outra vez. A causa estava longe do sintoma, e é de encaixe entre duas peças: um elo com parâmetro entrega a busca ao roteador, que a serializa em JSON, de modo que o código de município ia para o endereço COM ASPAS; a leitura do outro lado é por URLSearchParams, que devolve o texto cru, e a ficha então procurava a chave `"4201406"` num dicionário cujas chaves são `4201406`. O conserto está no leitor, que é o ponto único por onde toda a plataforma lê estado de endereço, e desfaz a embalagem só quando ela for literal de texto JSON, para que um endereço escrito à mão continue valendo. Os três elos com parâmetro que existem hoje passam a chegar filtrados: o do município na busca, o do município na aba de emissão e o do plano setorial no marco legal. NO CAMINHO APARECEU OUTRA COISA: a abertura da ficha dizia quinze séries e a base tem dezoito, e afirmava que nenhum município tem todas quando a ficha de Araranguá mostra dezoito de dezoito na tela.
  • DadoA pergunta que a aba de desastre fazia ao índice do AdaptaBrasil estava certa e a conta estava larga demais. O coeficiente sobre 5.570 municípios mede a relação ao longo de toda a distribuição, e quem lê quer saber de política pública, que age sobre a ponta. A base ganhou a conta da ponta: nos cem municípios que cada índice aponta como os de MAIOR risco, quantos decretos daquele grupo de desastre foram de fato emitidos, contra a mediana nacional. A RESPOSTA É SIM ONDE O ÍNDICE FALA DE SECA: nos cem de maior risco de segurança alimentar a mediana é de 20 decretos climatológicos contra 3 no país, 6,67 vezes mais, e só 3 dos 100 nunca decretaram. O risco de estresse hídrico dá 4 vezes, o de deslizamento 2,5, o de inundação 1,17, e o de integridade de bioma INVERTE, com 0,67. Os municípios saem nomeados, com o valor do índice e a contagem ao lado, porque uma tabela de coeficientes não deixa ninguém conferir e um nome deixa.
  • FuncionalidadeTrês mudanças de arrumação, todas para pôr o assunto onde o leitor o procura. AS TRÊS SEÇÕES DE DESASTRE saíram da aba de emissão contra risco e foram para a de desastres: a classificação COBRADE, a distribuição de cada grupo pelo território, e o confronto com o índice de risco. A aba que as abrigava ficou só com a concentração municipal da emissão, e mudou de nome para dizer isso, porque rótulo que promete o que a página não tem é pior que rótulo genérico. E A SEÇÃO QUE CONFRONTAVA EMISSÃO COM ÍNDICE DE EXPOSIÇÃO saiu: ela media a distância entre duas listas de municípios sem que a proximidade entre elas fosse pergunta de política pública.
  • DadoA aba de réguas ganhou uma seção sobre o limiar de dossel, que é a família com mais réguas e a única em que a mesma fonte publica o mesmo ano em todas elas ao mesmo tempo. Isso permite medir o efeito da escolha sem comparar fontes: a mesma perda de árvore no Brasil, em 2025, vai de 2,3 a 3,8 milhões de hectares conforme a densidade de copa a partir da qual uma área conta como floresta, uma diferença de 63%. O QUE ISSO FAZ COM A CONTA DE EMISSÃO é o achado: a série de emissão bruta de floresta existe num limiar só, o de 30%, e a fonte não publica os outros sete. A escolha de definição de floresta já está dentro do número de tonelada quando ele chega, e não há como refazê-la. A seção também diz qual relatório usa qual definição, e por que eles não convergem: o inventário nacional parte de classes de transição de uso da terra, o SEEG parte do MapBiomas, o PRODES mede corte raso na Amazônia Legal, e nenhum dos três usa limiar de dossel. A família monetária saiu da mesma aba.
  • DadoA aba de marco legal listava as duas leis-base e três decretos, escritos à mão dentro da página, e isso responde o que a lei manda sem responder QUEM MANDA. Ela ganhou duas seções e a base ganhou a cadeia: 17 atos federais de governança climática, lidos do texto oficial de cada um no Planalto, de 1998 a 2024. A LISTA NÃO É A QUE ALGUÉM LEMBROU. Cada página do Planalto traz, acima do texto, as marcas que a Casa Civil mantém, e a colheita SEGUE cada ato citado nelas até a cadeia fechar; o campo de origem separa o que entrou por semente do que entrou por citação, e nenhum ato citado ficou por buscar. O que a cadeia mostra é REFUNDAÇÃO: o Fórum Brasileiro foi criado em junho de 2000 e recriado em agosto do mesmo ano por um decreto que revogou o primeiro, e instituído de novo em 2017; o Comitê Interministerial foi criado em 2007, apagado em 2019, recriado em novembro do mesmo ano, teve o decreto original revogado em 2020, foi renomeado em 2021, reformulado em 2023 e alterado em 2024. Nenhuma dessas mudanças veio de lei: todas vieram de decreto.
  • CoberturaA camada abaixo do decreto entrou pela metade, e a metade que falta está medida. O Planalto guarda decreto e lei, e não guarda portaria: ela só existe no Diário Oficial, e o Diário não tem repositório temático. A base guarda agora 554 atos dos ministérios do meio ambiente e da ciência que trazem a frase exata, já com os nomes que cada órgão teve ao longo do tempo, E A COBERTURA NÃO É HISTÓRICA: 461 deles são do ano corrente, e o período de 2009 a 2015, em que o país regulamentou a Política Nacional sobre Mudança do Clima, devolve zero. Um ministério que executou uma política nacional durante seis anos não deixou de publicar portaria nesse tempo: falta indexação, e não norma. O conjunto é publicado como CANDIDATO, com o critério de recorte em cada linha, e a página diz o tamanho da lacuna em vez de apresentar a busca como se fosse o acervo. Registrou-se também que as duas vias de busca de texto integral na legislação federal, o repositório da Presidência e o LexML, recusam coleta automatizada.
  • DadoA plataforma ganhou a aba MEDIR A ADAPTAÇÃO, que põe lado a lado as três listas de indicadores que dizem medir adaptação climática no Brasil e nasceram em lugares diferentes. Duas delas entraram na base agora. OS 59 INDICADORES DE BELÉM, lidos do anexo da decisão 12/CMA.7 adotada na COP30, em onze metas do Quadro dos Emirados: sete temáticas, que dizem sobre que parte do mundo o indicador fala, e quatro de ciclo, que dizem em que etapa da política pública ele mede. OS INDICADORES DOS ODS QUE O IBGE MONITORA, 330 linhas em dezoito objetivos, cada uma com o estado de produção que o próprio instituto declara: produzido, em construção, sem dado, ou não se aplica ao Brasil. A terceira lista, as 312 metas dos dezesseis planos setoriais de adaptação, já estava guardada desde a versão anterior.
  • DadoA comparação entre os três conjuntos devolveu três respostas. COMPATIBILIDADE: dos 59 indicadores acordados, 8 teriam um número no Brasil hoje sem obra nova, porque um indicador dos ODS já produzido mede a mesma grandeza; 17 têm indicador sobre o mesmo objeto e sem o atributo que o acordo pede; e 34 não têm nada. O que os 17 parciais têm em comum é uma coisa só, o ATRIBUTO CLIMÁTICO: o indicador 6.1.1 mede quem usa água potável gerida de forma segura, e o de Belém pergunta quem usa água potável gerida de forma segura que seja resiliente ao clima. QUALIDADE: no acordo de Belém 42% dos indicadores contam estado do mundo, que é o que uma fonte de fora do governo pode conferir; nos planos setoriais brasileiros essa fatia cai para 18%, e 63% das metas contam entrega do plano, medida pelo registro do próprio governo. COMPARABILIDADE: nenhum dos 59 tem metodologia, linha de base ou valor, porque a decisão adotou os enunciados e mandou os órgãos subsidiários trabalharem o método até a conferência seguinte.
  • DadoTrês achados da comparação não estavam à vista em nenhum dos documentos. TRÊS METAS DO ACORDO NÃO TÊM DONO NO BRASIL: os dezesseis planos setoriais cobrem as sete metas temáticas e a de avaliação de risco, e as três restantes, que são planejamento, implementação e monitoramento com avaliação e aprendizado, somam 14 indicadores e não pertencem a setor nenhum, por serem transversais por natureza. A COBERTURA É PIOR NO CICLO QUE NO TEMA: entre as sete metas temáticas 18 dos 38 indicadores têm algum par com o que o IBGE monitora, e entre as quatro de ciclo são 7 de 21, porque estatística nacional foi construída para medir o estado do país e não para medir se o país planeja, executa e avalia. E O BRASIL MONITORA UM DÉCIMO OITAVO OBJETIVO que o quadro global não tem, de igualdade étnico-racial, com 65 indicadores próprios.
  • DadoA base ganhou a classificação COBRADE lida do próprio Atlas Digital de Desastres, que é a camada de cima da contagem de decretos que a plataforma já publicava. São 18 tipologias em quatro grupos, cada uma com os códigos que o Atlas lhe dá, quantos decretos caíram nela, em quantos municípios e quanto disso a União homologou. TRÊS COISAS QUE A CONTAGEM POR GRUPO NÃO DIZIA. A homologação é filtro desigual: a estiagem e a seca chegam a 61,4% de decretos homologados, e o movimento de massa fica em 10,8%, o que faz do registro um trâmite com peneira própria antes de ser medida de ocorrência. A classificação tem costuras: onda de frio aparece no grupo climatológico e no meteorológico sob códigos diferentes, e onda de calor aparece no climatológico e no grupo Outros, de modo que o mesmo perigo cai em grupos distintos conforme o código usado. E o grupo Outros, que a base recusa, junta 5 tipologias e 2.248 decretos que a própria fonte não classifica como climáticos. A colheita confere ano a ano contra a série já guardada, em 105 pares, sem divergência.
  • CorreçãoA seção QUEM EMITE E QUEM DECRETA EMERGÊNCIA saiu, e o cálculo que a sustentava saiu junto. Ela comparava a mediana de decretos dos cem maiores emissores com a mediana da própria região, e a pergunta estava mal posta: o decreto é ato administrativo e depende de o município ter estrutura para emiti-lo, enquanto a emissão é medida de território, de modo que o resultado falava sobretudo de porte municipal, que é justamente a variável que a base não tem. NO LUGAR DELA ENTRARAM TRÊS SEÇÕES. Como um desastre entra no registro, com a classificação e os dois filtros que ela impõe. Onde cada tipo é registrado no território, onde os três grupos desenham três países: o climatológico tem 57,9% do registro nacional no Nordeste, o meteorológico tem 71,6% no Sul, e o hidrológico, que é o mais espalhado, ainda assim tem 65,8% entre Sul e Sudeste. E o registro contra o índice do AdaptaBrasil, pareado tipo a tipo, que é a comparação que restou de pé porque compara duas medidas do mesmo objeto.
  • DadoA aba de desacordo mostrava a distância entre fontes e calava sobre a causa dela, que é a única coisa que a distância ensina. Ela passa a abrir por seis razões pelas quais duas medidas do mesmo número se afastam, cada uma com o caso concreto que a base guarda: a régua do gás, a referência de onde a anomalia conta o zero, o método de estimar, o sensor e a resolução, o agregador que republica a medida de outro, e a edição que refaz o passado. A DEMONSTRAÇÃO ABRE A PÁGINA e usa uma fonte só: as três curvas de emissão líquida do registro oficial saem do mesmo inventário e da mesma tonelada, e em 2020 a régua GWP-100 do AR5 dá 1,786 GtCO2e onde a GTP do AR5 dá 1,297, uma diferença de 38% sem que uma única tonelada esteja em disputa. E cada confronto passa a trazer, ao pé, como cada fonte envolvida mede.
  • FuncionalidadeA mesma aba ganhou a seção que diz POR QUE ESTES NÚMEROS NÃO SE SOMAM NEM SE COMPARAM SOLTOS, com quatro operações que devolvem resultado aritmeticamente correto e sem sentido, cada uma acompanhada do número que ela daria nesta base. Somar duas fontes da mesma medida conta cada tonelada duas vezes, porque o inventário e o SEEG medem o país inteiro, e não metades dele. Somar níveis diferentes da mesma hierarquia: os cinco setores de 2022 somam 2.039,2 MtCO2e, que é a emissão líquida do país, e somar todas as linhas da tabela dá 4.474,1, ou seja, 2,2 vezes o mesmo país. Comparar números de perímetros diferentes, como os 80 MtCO2e que o plano setorial de energia declara onde o inventário mede 418,5 no setor inteiro. E comparar sem coincidir em série, recorte, régua e ano ao mesmo tempo, que é a chave que agrupa os confrontos da própria página.
  • DadoO catálogo de fontes ganhou um campo que responde COMO cada fonte chega ao número, separado da observação de coleta. A observação é caderno de trabalho, com licença, endereço quebrado e tentativa de navegador, e publicá-la ao pé de um confronto enterraria o método no meio do registro de trabalho. O campo está escrito para as 12 fontes que a aba de desacordo confronta, e falta em 88 das 100, o que ficou declarado nas pendências com a ordem de preenchimento. Onde ele está vazio a página não inventa: cai para o que a ficha declara em campo tipado, natureza, cadência e revisão de série, e diz que a nota não foi escrita.
  • FuncionalidadeA plataforma ganhou a aba SETOR A SETOR, que responde o que cada setor emite antes de qualquer confronto entre fontes. Cada setor traz a série própria, os subsetores em que ele se reparte, as metas que os planos setoriais lhe deram e o que ainda não se mede nele. A aba também diz onde a evidência falta mais: três dos cinco setores não têm medida independente nenhuma nesta base, e juntos eles respondem por 40% da emissão nacional.
  • CorreçãoA aba de estado do sistema abria pelas séries globais e deixava o Brasil no meio, quando o objeto desta plataforma é o país. Ela passa a abrir pelo clima brasileiro e pela terra, e o planeta vira pano de fundo declarado, com a razão escrita: a mistura de gases é do ar inteiro, o nível do mar e o calor do oceano se medem por bacia, e o Brasil não tem geleira de montanha, de modo que essas três grandezas não admitem recorte nacional por natureza, e não por falta de dado.
  • FuncionalidadeUma série que publica anos soltos passa a ser desenhada em PONTOS, e não em linha corrida. Uma edição do reporte publica cinco ou seis anos escolhidos por ela, e ligar 1994 a 2000 com um traço desenha uma trajetória que ninguém mediu; onde o ponto é o dado, a linha é invenção. A decisão é do dado, e não de quem chama o gráfico. A legenda de cada traço passa a levar à ficha da fonte de onde ele veio, e a unidade de medida passa a aparecer ao lado dela, além do eixo. NO CAMINHO APARECEU UM DEFEITO DA PRÓPRIA REGRA: a detecção de buraco pressupõe que o eixo horizontal conta anos, e numa curva cujo eixo conta municípios ela acusava 98% de buraco onde não havia nenhum, transformando a curva inteira numa nuvem. A regra passa a valer só onde o eixo é de ano, e quem desenha outra coisa a desliga.

v2026.5 · 2026-08-09

5 mudanças

Duas abas revistas pergunta a pergunta. A de emissão por setor obrigou a descer um degrau no dado: a base passa a guardar a emissão repartida por SUBSETOR, dos dois lados do confronto, e com ela responde por que o inventário e o SEEG discordam onde discordam. A de financiamento passa a dizer quanto do orçamento examinado trabalha a favor do clima, quanto trabalha contra, e como isso se reparte entre mitigação e adaptação.

  • DadoA aba de financiamento desenhava a classificação climática do orçamento dentro de um seletor de recortes, onde era preciso saber o que procurar para achar, e não respondia à pergunta que um orçamento climático existe para responder. Ela ganhou seção própria, com três respostas. QUANTO É DE FATO PELO CLIMA: em 2023, de R$ 52,9 bilhões examinados, apenas 0,7% têm o clima como finalidade principal, o que são R$ 0,4 bilhão. QUANTO TRABALHA A FAVOR E QUANTO CONTRA: 49,3% ajudam sem terem sido feitos para isso, 30,7% atrapalham, e somando o principal ao secundário positivo o orçamento põe R$ 1,63 a favor do clima para cada R$ 1,00 que põe contra. E A SEPARAÇÃO ENTRE MITIGAÇÃO E ADAPTAÇÃO, que faltava: adaptação e gestão de risco recebem 9,2 vezes o que a mitigação recebe, R$ 17,9 bilhões contra R$ 2,0 bilhões.
  • DadoA aba de emissão por setor mostrava que o inventário e o SEEG discordam 11% em processos industriais e não dizia por quê, porque naquele nível a resposta não existe. A base ganhou o degrau abaixo: a Tabela 3.1 do Relatório de Inventário Nacional, que reparte os cinco setores em subsetores com os códigos do IPCC, e a mesma repartição na nomenclatura do SEEG, somada da planilha nacional. A HIPÓTESE MAIS PROVÁVEL ESTÁ DESCARTADA: não é subsetor que falte num dos lados, nem gás fluorado que só um alcance, porque os dois cobrem os mesmos sete subsetores e os dois incluem HFC, PFC e SF6. A diferença mora na INDÚSTRIA QUÍMICA, onde o SEEG estima 35% do que o inventário registra, e sozinha ela responde por 40% da distância do setor; nos dois maiores subsetores, metalúrgica e mineral, as duas leituras ficam a menos de dez por cento uma da outra.
  • CorreçãoA aba de emissão por setor foi revista em seis pontos. A ressalva de abertura dizia que o SEEG separa cinco setores e o inventário seis; os cinco são os mesmos nos dois, e o que o inventário acrescenta é uma linha de total sem uso da terra, que não é setor. Ela também dizia que a Convenção separa por gás como se as outras não separassem; a diferença é o cruzamento de setor com gás, e não o gás. A distinção entre inventário e estimativa passou a explicar o método de cada um antes de confrontá-los: um é submissão de país signatário, com revisão internacional e dois anos de atraso; o outro é estimativa independente que parte da mesma convenção contábil e publica antes. Os três gases ganharam um gráfico que os compara na mesma escala de trajetória, indexados ao primeiro ano, porque em massa eles não se somam nem se convertem sem escolher régua. E ficou dito por que a curva do Climate Watch não coincide com a da Comunicação Nacional: ele é agregador, serve várias séries sob a mesma interface, e o que esta base coletou é a compilação própria dele, e não a submissão brasileira que ele também publica.
  • CorreçãoDois gráficos saíram daquela aba e um entrou. O de distância entre a maior e a menor edição media a amplitude entre documentos que calculam com diretrizes de versões diferentes do IPCC, e apresentava como intervalo o que é troca de método; a curva de cada edição fica, porque mostrar a diferença é o que a seção deve fazer, e a prosa passou a dizer por que não se compara. O de páginas guardadas por família media o volume do PDF, que não é pergunta que alguém faça ao reporte; no lugar dele entrou o que cada relatório bienal declarou em mitigação, com as fichas de ação, quantas trazem número de tonelada evitada e quantas vezes o capítulo cita tonelada fora de qualquer ficha.
  • CorreçãoTodo painel que desenha UMA FONTE POR VEZ abria a tabela de dados sem dizer de onde o número veio. A função que monta essa tabela descobria a fonte pela chave do traço, e naqueles painéis a chave é o recorte, de modo que procurar uma fonte com o nome do recorte não achava nada. A fonte passa a ser declarada pelo painel, e a tabela volta a citá-la com endereço para conferir na origem. O primeiro caso a aparecer foi o do Registro Público de Emissões, e a correção vale para a plataforma inteira.

v2026.4 · 2026-08-08

85 mudanças

Os documentos que estavam guardados e não lidos viraram dado: os dezesseis planos de adaptação, o Orçamento de Subsídios da União, o Plano Decenal de Energia e os fundos climáticos multilaterais. Quatro páginas foram refeitas em torno do critério que produz cada número.

  • FuncionalidadeToda lista longa da plataforma passa a abrir com a fila de rótulos que já existia nas abas de séries e de fontes. O filtro NASCE DOS PRÓPRIOS ITENS: cada linha declara a que grupo pertence, e a lista recolhe os grupos, conta quantos há em cada um e desenha a fila. Assim o rótulo não pode divergir do conteúdo, porque não existem duas listas para manter iguais. A escolha vai para o endereço, e por isso uma lista filtrada pode ser copiada e citada. A peça também recusa filtro que não filtra: lista curta, rótulo único, ou rótulo que divide a lista quase item a item ficam sem a fila, porque trinta rótulos de contagem um são mais longos de ler que a lista que deveriam encurtar.
  • CorreçãoAs duas tabelas de Comunicações e BTR passam a ser lidas da base, e deixam de ser digitadas na página. O que forçou a mudança foi a auditoria: a nota do painel citava 252 Tg para o menor ano do uso da terra, o número estava certo, e não havia como conferi-lo sem abrir o PDF. A base guarda estas mesmas duas leituras, cada uma transcrita do seu documento por extrator, com a edição e a régua na chave da observação. As 66 células foram comparadas uma a uma com o que estava digitado antes e nenhuma divergiu, o que confere ao mesmo tempo a transcrição à mão e a leitura do extrator. O pico, o vale e a subida recente do inventário também passam a sair da série anual inteira, e não de números escritos ao lado dela.
  • FuncionalidadeA varredura de elos conferia a rota do destino e parava ali, e por isso um elo podia apontar para uma seção que não existe: a página certa abria no alto e quem clicou não via o que foi buscar. Ela passa a conferir também a âncora, recalculando o identificador que cada seção gera a partir do próprio título. Parte das âncoras nasce em execução, como a de cada fonte e de cada série, e para essas a conferência é pelo prefixo declarado na página de destino, porque exigir o identificador inteiro acusaria trinta e três elos que funcionam. Na primeira execução ela apanhou três elos quebrados que estavam publicados havia semanas, todos com o prefixo `secao-` onde a seção gera `sec-`.
  • CorreçãoClicar num filtro numa página alta deixava a rolagem no lugar errado. A causa não era a altura: a folha de estilo pede rolagem suave, que serve aos atalhos de seção, e o reposicionamento do filtro a herdava. A lista já encolheu quando a animação começa, e enquanto ela corre os gráficos da página se remedem e deslocam o alvo que o navegador calculou no início; numa página de vinte e cinco mil pixels isso termina longe do filtro que pediu o movimento. Filtrar não é navegar, e a âncora existe para manter a lista onde o olho já estava: ela passa a ser instantânea. Conferido em doze filas de filtro, em quatro páginas, e todas param no mesmo ponto.
  • CorreçãoO título de cada página corria a coluna inteira enquanto o parágrafo de abertura, logo abaixo, parava antes: as duas bordas não coincidiam. A medida do texto passa a viver num lugar só e a valer para o título, para a abertura e para a prosa corrida, que agora quebram na mesma borda. Ela é dada em unidade de raiz, e não em contagem de caracteres, porque a contagem depende do tamanho da fonte do próprio elemento e o título é quase três vezes maior que o texto, o que daria duas bordas diferentes. No caminho apareceu que a classe usada nos parágrafos de prosa não tinha definição nenhuma, e por isso eles também corriam a coluna inteira.
  • CorreçãoComo citar e Contato passam para o fim do menu, depois das páginas que descrevem a base. O endereço de contato passa a ser o institucional da universidade, que é o vínculo que sustenta a pesquisa e o que sobrevive a troca de provedor.
  • DadoA quinta edição das Estimativas Anuais estava guardada dentro de um zip que nenhum extrator abria, e ela traz duas coisas. A primeira é a tabela de emissão por setor de 1990 a 2016, nas três réguas, que entra na comparação entre edições. A segunda é uma ERRATA, publicada em 20 de novembro de 2020 num arquivo à parte do mesmo pacote: a tabela de metano da agropecuária saiu com a linha do total repetida, imprimindo 11.666,8 Gg treze vezes seguidas, de 2004 a 2016, como se o rebanho tivesse parado de crescer. O valor repetido é o de 2003, copiado para a frente. A errata devolve valores que sobem até 13.087,1 Gg, e em 2016 a distância entre o impresso e o corrigido é de 12,2%. Os dois números estão publicados lado a lado, porque a distância entre eles é o que o registro tem de mostrar.
  • CorreçãoAo entrar, a quinta edição mostrou que a conta da revisão estava inflada. Duas edições podem coincidir em TODOS os pontos que têm em comum, e nesse caso a segunda não recalculou nada: republicou a mesma submissão com outro nome, às vezes por outro órgão. A plataforma passa a medir isso, e encontra dois pares. A quinta edição das Estimativas, de 2019, e o quarto Relatório Bienal, de 2020, coincidem em 108 pontos sem exceção; a terceira edição e a Terceira Comunicação Nacional coincidem em 30. O segundo par já era conhecido à mão e serve de conferência da própria medida.
  • FuncionalidadeA página de continuação daquela tabela não repete rótulo nenhum, nem de setor nem de régua: são só números. Lê-la exige atribuir por ordem de linha, o que é inferência e não transcrição, e por isso a leitura passou a carregar uma conferência própria. Ela mede o degrau entre o último ano rotulado e o primeiro ano atribuído por ordem, em cada régua, e derruba a leitura se algum setor saltar mais de 25% de um ano para o outro. A conferência apanhou dois erros antes de qualquer número ser publicado. A prova final veio de fora: os 108 pontos que a quinta edição tem em comum com o quarto Relatório Bienal, lido de outro arquivo por outro extrator, coincidem todos.
  • CorreçãoO inventário de lacunas varria só uma das duas famílias de ferramenta para saber que arquivo já tinha sido lido, e a outra é mais nova. Por isso ele acusava como parados 30 arquivos já lidos por inteiro, entre eles os dezesseis planos de adaptação e os oito de mitigação; a lista cai de 55 arquivos e 227 MB para 25 e 90 MB. Ao declarar o que cada ferramenta consome apareceu um defeito maior: a conferência entre o painel e o caderno do Plano Decenal de Energia comparava a planilha contra observações vindas dela mesma, e por isso não podia falhar. Ela passa a se chamar pelo que é, conferência de transcrição, e declara que aquela emissão projetada tem uma leitura só enquanto o caderno seguir sem extrator.
  • DadoOs planos transversais do Plano Clima foram abertos, e o de MULHERES E CLIMA é o décimo sétimo plano com metas próprias, que a base não tinha. Ele conta o tempo de outra forma: nos dezesseis planos temáticos cada meta traz um prazo escrito na frase, e aqui as 62 metas vêm agrupadas em ciclos de política declarados, com a mesma linha de trabalho reaparecendo em cada um, primeiro para elaborar, depois para replicar, depois para revisar. A meta do último ciclo depende de a do primeiro ter acontecido, e essa dependência não está escrita em nenhum outro plano. Seis das 62 trazem quantidade a atingir, e cinco declaram cooperação internacional como fonte do recurso, com data de término anterior ao fim do plano.
  • DadoO plano transversal de monitoramento consolida as metas de adaptação num quadro só, com coluna própria de prazo, e essas 498 páginas nunca tinham sido abertas. Ele alcança 162 das 312 metas que a base guarda, preenche 16 das 29 cujo enunciado não trazia ano nenhum, e deixa 13 ainda sem prazo declarado em lugar nenhum. Em SEIS metas os dois documentos do mesmo Plano dizem anos diferentes para a mesma promessa: o seguro rural vence em 2032 pela frase e em 2035 pelo quadro; a atenuação dos efeitos na distribuição de energia vence em 2035 pela frase e em 2030 pelo quadro. Nenhum dos dois foi apagado, e a comparação está publicada linha a linha.
  • CorreçãoO plano de mulheres e clima publica o mesmo quadro de metas duas vezes, e as duas versões não coincidem: a consolidada repete 7 códigos e deixa de fora 9 metas que a outra traz. A primeira leitura pegou a versão errada e produziu metas com código repetido; a transcrição passou a usar a versão da seção de ações, que numera até M64 sem repetir nenhum, e a ferramenta recusa a própria execução se encontrar código repetido, porque a única forma de isso acontecer é ter lido o quadro errado. A medida da divergência entre as duas versões está publicada, para que a escolha não fique apenas afirmada.
  • DadoA tabela mais consequente do Plano Clima foi lida: a Estratégia Nacional de Mitigação reparte a trajetória nacional entre os oito planos setoriais, com a emissão de 2022 ao lado. QUATRO DOS OITO têm meta de 2030 MAIOR que a emissão de 2022: agricultura e pecuária pode subir 1%, transportes 9%, indústria 11% e energia 33%, somando licença para crescer 61 milhões de toneladas. A queda nacional inteira vem da terra: o plano de áreas públicas sai de 448 para -181 milhões de toneladas, e meta negativa quer dizer remoção líquida maior que emissão. A emissão de 2022 da tabela, 2.039, confere com o inventário que a base já guarda, de outro arquivo e outro extrator.
  • DadoAs oito tabelas de desagregação do plano nacional de mitigação foram lidas, e uma delas desfaz o que a plataforma tinha acabado de publicar. Sob o rótulo de ESCOPO AMPLIADO, o plano soma tudo o que queima combustível em qualquer um dos oito planos setoriais, e o total dessa soma em 2022 é 418 milhões de toneladas, que é exatamente a emissão do setor Energia do inventário nacional naquele ano. Por essa linha, e só por ela, a meta do Plano Clima admite acompanhamento externo: 418 em 2022, 444 em 2030 e a faixa de 354 a 473 em 2035. A conferência foi feita contra a série que a base já guarda, de outro arquivo e outro extrator.
  • FuncionalidadeDuas armadilhas de leitura das tabelas de desagregação ficaram resolvidas por regra, e não por conserto de linha. A meta às vezes vem preenchida só na primeira linha de um grupo e vale para o grupo inteiro; repetir o número em cada categoria faria parecer que cada uma tem meta própria, e por isso o dado guarda de quem a meta é. E uma das tabelas é HIERÁRQUICA: as linhas filhas repartem o valor da mãe, e somar as duas contaria a mesma tonelada duas vezes. A mãe é reconhecida por soma exata das filhas seguintes, e não pela presença de meta, porque o PDF repete o valor da célula mesclada na primeira filha.
  • FuncionalidadeA tabela de metas setoriais NÃO PODE ser seguida pela série de emissão por setor desta base, e a razão está publicada ao lado dela: o inventário nacional divide o país em cinco setores do IPCC e o Plano Clima divide em oito planos, e transportes e cidades não são setores do inventário, estão dentro de energia, de processos industriais e de resíduos. Só a agropecuária e os resíduos têm correspondência quase direta. Acompanhar o resto exigiria que o governo publicasse a emissão na mesma repartição em que publicou a meta.
  • DadoO painel de dados abertos do Plano Decenal de Energia entrou, e com ele o INVESTIMENTO PREVISTO por setor da oferta: R$ 3.189 bilhões para o decênio, dos quais 78% vão para petróleo e gás natural, 18,8% para oferta de energia elétrica e 3,2% para biocombustíveis líquidos. A emissão que o painel traz foi conferida contra a que a base já lia do caderno de meio ambiente, que é outro arquivo lido por outro extrator, e as duas concordam nos onze anos em comum. Seção nova em energia.
  • DadoO capítulo 2 do Balanço Energético Nacional estava guardado e nenhum extrator o abria. Dele saiu a DEPENDÊNCIA EXTERNA de energia por fonte, de 1970 a 2025, e ela conta uma história em duas direções: no todo o país ficou menos dependente, de 28% para 8,6%, puxado pelo petróleo, que caiu de 68,8% para 11%; e no gás natural andou ao contrário, de 6,6% em 1999 para 50,6% em 2025. Metade do gás que o Brasil usa hoje atravessa a fronteira. A seção nova em energia liga isso ao que a mesma aba já dizia: a emissão do setor elétrico projetada pelo Plano Decenal sobe por causa das térmicas a gás contratadas por obrigação legal.
  • FuncionalidadeO carvão vapor ficou de fora da série de dependência externa, e a razão é da fonte: o quadro dele publica exportação e importação somadas numa linha só, e linha líquida não responde à pergunta que a série faz. Inventar um sinal para o líquido seria decidir no lugar de quem publicou. A ausência está escrita no painel, e não apenas no código.
  • FuncionalidadeO nome do projeto ganhou o recorte no fim: Clima em Dados: acompanhamento da crise climática NO BRASIL. O nome e o endereço passaram a morar num lugar só, e o título da aba, o cabeçalho da visão geral, o rodapé de todo recorte baixado em CSV e as quatro formas de citação leem de lá; escritos à mão em cinco arquivos, mudariam em quatro na próxima vez. O endereço público de hoje é climaemdados.lovable.app e entrou na citação, com a ressalva de que ele é provisório: a referência carrega a versão e a data de exportação, e é por elas que se recupera o que estava publicado no dia da leitura.
  • DadoA planilha do Climate Funds Update estava guardada e só a fatia brasileira dela era lida. Agora a base tem o funil inteiro dos 31 fundos climáticos multilaterais, em quatro degraus do mesmo dinheiro: US$ 60,5 bilhões prometidos, 53,3 depositados, 42,4 aprovados e 17,2 desembolsados, acumulados desde a criação de cada fundo. De cada cem dólares anunciados, 28,4 chegaram a um projeto, e a maior perda não está onde se costuma olhar: 88,1% do prometido entrou na conta dos fundos, e o funil aperta entre aprovar e pagar. Seção nova em financiamento climático.
  • FuncionalidadeO bloco de declarações da base passou a receber ESTOQUE de edição única. O funil dos fundos tem um ponto por recorte, e ponto único não vira curva nem corte, que exigem dois anos; ele viaja no bloco que já existia para a afirmação de documento, com a ressalva de que somar dois anos dessa série contaria o mesmo dólar duas vezes. Onde o funil alarga em vez de estreitar, e em três fundos ele alarga porque o conselho compromete contra promessa que ainda não entrou, a leitura registra e não corrige.
  • CorreçãoUm arquivo guardado foi aberto, virou série, e a série foi DESFEITA no mesmo dia. O registro de inventários por organização da FGV tem 889 empresas com setor e emissão ano a ano, e somá-lo por setor responderia quem declara e quem não aparece. A conferência derrubou: 446 organizações trazem exatamente 2008 a 2015 e outras 443 trazem só 2024, sem nenhuma em comum, e a soma fica três vezes abaixo do total por escopo que a própria fonte publica. Registro voluntário não se comporta assim; a coleta é que está incompleta. As 535 observações que já tinham entrado foram removidas.
  • FuncionalidadeO extrator que recusou o arquivo FICOU, com as duas conferências dentro dele e o diagnóstico na saída. Ele pergunta se as organizações de anos antigos aparecem também nos recentes, e se a soma por setor chega perto do total que a fonte publica por escopo; falhando qualquer uma, ele morre em vez de gravar. As quatro séries que ele preencheria estão declaradas e vazias, e o catálogo diz por quê. Quando uma coleta nova trouxer pivô coerente, elas se preenchem sozinhas.
  • FuncionalidadeA ponte entre meta e série, que existia para a adaptação, foi montada também para a mitigação, e o resultado é o contraste mais duro entre os dois lados do Plano Clima. Ela cobre 22 das 65 ações, e em 15 delas existe nesta base uma série que fala do mesmo objeto; nas metas de adaptação, a mesma ponte encontrou série na base para quatro de trezentas e doze. O motivo é o tipo de indicador: área em recuperação, área queimada, taxa de desmatamento e geração elétrica por fonte são medidas por satélite e por operador de rede todo ano, independentemente de quem executa o plano. Cada linha da ponte declara onde a correspondência falha.
  • FuncionalidadeA aba do que anda junto ganhou três pares escolhidos pelo caminho inverso do da varredura: partem do que a plataforma se propõe a informar, que é risco físico, risco de transição e capacidade de resposta, e só então procuram a série. Prontidão para adaptar contra pressão sobre a água; área de usina solar contra intensidade energética; e o registro voluntário de emissões contra desmatamento acumulado, que está ali como aviso e não como achado. O teste é o mesmo nos três, e agora está escrito: a concordância sobrevive quando se tira a tendência? Onde só o coeficiente de nível é alto, o que se mede é que as duas curvas crescem.
  • DadoOs nove planos setoriais de MITIGAÇÃO do Plano Clima foram lidos, e com eles chegaram as metas da contribuição nacionalmente determinada vigente: 65 ações com meta para 2030, das quais 66 linhas declaram também a meta de 2035. O contraste com o outro lado do mesmo plano é o achado: 94,2% das metas de mitigação trazem número no enunciado, contra 49,7% das de adaptação. A diferença não é descuido, e a plataforma já dizia por quê; o que muda é que agora os dois lados estão na base com o mesmo tratamento e a distância entre eles pode ser medida.
  • CorreçãoA transcrição passou a desfazer o hífen de quebra de linha do PDF. Onde o documento parte uma palavra no fim da linha, o texto extraído trazia o hífen junto, e a base guardava «hec- tares» como se fosse palavra. Só o hífen entre duas minúsculas sai; «baixo-carbono» e «2030-2035» são hífen de verdade e ficam.
  • DadoA base ganhou a CAMADA ESTADUAL DO INVENTÁRIO OFICIAL, que não existia: emissão de energia por unidade federativa, de 1990 a 2022, do Primeiro Relatório Bienal de Transparência. Ao lado dela entrou o SEEG agregado por estado e por setor, que a base guardava em arquivo e nunca cruzava assim. As duas fontes ficam a dois por cento uma da outra no total do país e a 18,8% em média DENTRO dos estados: elas concordam sobre quanto o Brasil emite e discordam sobre em qual estado a emissão acontece. Seção nova em o território, com mapa e barra.
  • FuncionalidadeArquivo que chega pela mão agora tem caminho declarado. A planilha estadual do inventário não veio por download: os seis endereços que o painel do SIRENE oferece devolvem arquivo inexistente e o Internet Archive não preservou nenhum, e a cópia existe porque foi salva enquanto o endereço ainda respondia. Ela entra pelo mesmo acervo dos outros arquivos, com hash e tamanho, e com dois campos a mais no manifesto: a origem pela mão e a razão de não ter vindo por endereço. O hash confere a cópia, e não a origem, e isso fica escrito para quem auditar depois.
  • FuncionalidadeDois desenhos novos, feitos com a paleta da casa e não com paleta de gráfico genérica. A barra empilhada é de UM matiz em intensidades decrescentes, porque as partes dela têm ordem: a paleta categórica de oito matizes serve para séries sem ordem entre si, e usá-la aqui faria o olho procurar diferença de natureza onde só há diferença de grau. A área agrícola de baixo risco passou a aparecer duas vezes, em hectare e em fração, porque a leitura só de tamanho esconde o milho de segunda safra e a leitura só de porcentagem esconde a soja.
  • FuncionalidadeO gráfico de linha da casa aprendeu a desenhar MARCA SEM LINHA, e a revisão do inventário estreia nele: cada edição do reporte publica cinco ou seis anos escolhidos por ela, e ligar 1994 a 2000 com um traço desenharia uma trajetória que nenhuma delas mediu. As marcas empilhadas na mesma vertical são as edições discordando sobre o mesmo ano, e a única linha contínua do desenho é o inventário de 2024, que é a única edição do conjunto a publicar ano a ano.
  • FuncionalidadeO título de página cresceu um passo em toda a escala, do piso ao teto, em todas as abas.
  • FuncionalidadeA plataforma ganhou mapa por REGIÃO, e ele estreia com a temperatura de risco mínimo da Quarta Comunicação: a temperatura em que menos gente é internada e menos gente morre por doença respiratória e circulatória, com botão para trocar o desfecho e o recorte no endereço. O mapa é desenho próprio a partir do dado transcrito, e não figura recortada do PDF. O painel escreve as duas coisas que ele precisa dizer: que a fonte mediu cinco regiões e não vinte e sete estados, e que a escala de cor começa perto do menor valor e não em zero, porque temperatura de conforto não tem zero significativo.
  • CorreçãoUma célula da tabela de saúde da Quarta Comunicação destoa de todas as outras, e a plataforma a publica como está impressa, com a distância escrita ao lado: a temperatura de risco mínimo do Sul para internação por doença circulatória aparece com 13,8 graus, enquanto as outras 23 células da tabela ficam entre 23,4 e 28,2. A base não conserta número de fonte oficial e não o esconde; apagar valor estranho é a única coisa pior que não notá-lo.
  • DadoAs três tabelas numéricas do capítulo de impactos da Quarta Comunicação Nacional entraram na base, e com elas o que o documento projeta em número: a produtividade de 11 produtos agrícolas, pecuários e pesqueiros hoje e em 2050, dos quais 10 caem; a área de baixo risco climático de sete culturas em dois níveis de aquecimento; e a temperatura de risco mínimo de cada região para quatro desfechos de saúde. Somadas as sete culturas, a área de baixo risco cai de 47,4 para 15,5 milhões de hectares num mundo quatro graus mais quente, e a soma é da plataforma porque a tabela não totaliza. Seção nova em exposição e risco.
  • FuncionalidadeO NÍVEL DE AQUECIMENTO entrou na base como categoria própria, e não como ano. A Quarta Comunicação organiza o capítulo de impactos por mundos, um com dois graus a mais e outro com quatro, e diz que faz isso para deslocar a pergunta de quando para quanto; forçar essas linhas numa série no tempo atribuiria ao documento uma data que ele recusa a dar. Por isso as três tabelas moram em tabela de domínio, ao lado das metas de adaptação e das ações de mitigação, e não entram na tabela de observações.
  • DadoAs NAMAs entraram na base, e com elas a prestação de contas do compromisso brasileiro para 2020. Os cinco Relatórios de Atualização Bienal trazem ficha por ação de mitigação, e a partir do terceiro cada ficha declara quanto aquela ação deveria evitar: 11 promessas quantificadas que somam 1.051 milhões de toneladas até 2020, o equivalente a 57,6% do que o país emitiu naquele ano. A Tabela 3.2 do quinto relatório, publicada quatro anos depois do prazo, põe cada uma ao lado do que se estima que evitou: 6 das 11 têm número e somam 707 milhões de toneladas. Seção nova em distância até as metas.
  • DadoCinco das onze NAMAs aparecem na prestação de contas como NÃO ESTIMADO, e não são as menores: elas carregam 217 milhões de toneladas de promessa, 20,6% do total, e são as quatro do setor de energia mais a do ferro e aço. A nota da própria tabela diz por quê: falta parâmetro específico para relacionar a ação implementada à redução de emissão no período. A plataforma guarda NÃO ESTIMADO como categoria própria, e não como zero: a ação pode ter evitado emissão sem que exista régua para dizer quanto, e igualar as duas coisas transformaria falta de medida em fracasso medido.
  • FuncionalidadeUma tabela nova da base guarda a EDIÇÃO que não traz ficha de ação, e não só as que trazem. Duas das seis edições do reporte bienal não retomam o quadro das NAMAs, e uma tabela que só guardasse ficha as faria sumir do desenho: o zero é achado, e achado precisa de linha. Cada edição carrega também quantas vezes o capítulo de mitigação dela escreve a tonelada de CO2, que é a medida mais simples de o quanto aquele capítulo fala em número.
  • DadoO Apêndice I do Quinto Relatório de Atualização Bienal deu à base a primeira série brasileira em MASSA DO GÁS: gás carbônico, metano e óxido nitroso, ano a ano de 1990 a 2020, sem conversão para CO2 equivalente. É a única série do domínio que não muda quando o IPCC troca de relatório, e ela mostra o que o total esconde: no período, o gás carbônico variou 0,5% e terminou onde começou, enquanto o metano subiu 38,1% e o óxido nitroso subiu 77,3%. Seção nova em emissão por setor, com o aviso de que as três não se somam entre si.
  • DadoA leitura dos documentos foi até o fim, e o que sobrou dela está declarado. A Comunicação Nacional Inicial e os dois primeiros Relatórios de Atualização Bienal NÃO PUBLICAM emissão por setor em CO2 equivalente: a inicial relata só massa de cada gás, e os dois bienais mostram a série apenas em figura. A Segunda Comunicação publica CO2 equivalente num quadro à parte e para 2005 apenas, e dele entra só a coluna do potencial de aquecimento, porque a de temperatura vem de um artigo de 2005 e não de relatório do IPCC. Entraram também as seis edições das Estimativas Anuais e o Apêndice IX do Relatório de Inventário Nacional, que traz a série ANUAL de 1990 a 2022 e substituiu por 33 anos os 5 anos-marco que a base lia do relatório bienal.
  • DadoOs documentos do reporte à Convenção deixaram de ser só acervo e viraram série: a emissão brasileira por setor SEGUNDO CADA EDIÇÃO, lida das tabelas da 3ª e da 4ª Comunicação Nacional, do terceiro, do quarto e do quinto Relatório de Atualização Bienal e da 6ª edição das Estimativas Anuais. São 1.080 observações novas, cada uma com a régua que a tabela declara, porque o mesmo relatório publica a mesma emissão em GWP-SAR, GWP-AR5 e GTP-AR5. O que isso permite ver não existe montado em lugar nenhum: dez anos de referência têm três ou mais edições publicando valores diferentes, e a distância entre a maior e a menor chega a 15,9% em 2012.
  • DadoO caso mais duro da revisão ganhou seção própria em emissão por setor. Dois documentos oficiais do mesmo ministério, publicados no mesmo ano de 2020, discordam sobre 2016 em doze por cento: a Quarta Comunicação Nacional já carrega o Quarto Inventário e o Quarto Relatório de Atualização Bienal ainda trabalha sobre o Terceiro, e os dois dizem isso por escrito. A revisão também é parcial: entre o terceiro e o quarto relatório bienal, trinta e seis pontos ficaram idênticos, porque energia e agropecuária dos anos antigos não mudaram e o que foi recalculado foi o uso da terra.
  • CorreçãoA leitura das tabelas confere, em cada ano e em cada régua, se os cinco setores somam o total que a própria tabela publica, e três somas do Quinto Relatório de Atualização Bienal não fecham. O total de 2015 na régua do Segundo Relatório do IPCC repete o de 2016; a agropecuária de 2012 na régua do Quinto sai dez vezes menor que as vizinhas; e o total de 2010 no potencial de temperatura sai dez vezes menor que a soma dos setores. A plataforma guarda os três como estão impressos, sem consertar, com a ressalva viajando na linha: apagar o erro apagaria o achado.
  • CorreçãoDuas guardas da base mudaram por causa do que o reporte mostrou. A conferência de integridade acusava PONTO idêntico entre edições como assinatura de leitura duplicada, e uma revisão parcial legítima a fazia disparar; a regra passou a exigir que as duas edições coincidam em TUDO o que publicam em comum. E a exportação, que guarda um valor por ano na curva principal, passou a escolher a EDIÇÃO MAIS RECENTE em vez da última linha lida do arquivo, que era ordem de gravação e não critério.
  • DadoO endereço do MCTI de onde sai o inventário guarda o resto do reporte brasileiro à Convenção, e nenhuma página o apresentava. Entram 22 documentos entre 2004 e 2024, de quatro famílias: as quatro Comunicações Nacionais com os volumes de cada uma, os cinco Relatórios de Atualização Bienal, o primeiro Relatório Bienal de Transparência com o Relatório de Inventário Nacional que o acompanha, e as seis edições das Estimativas Anuais. São 4.145 páginas e 206 MB, todos guardados com resumo criptográfico por arquivo, e cada linha traz título oficial, ano de capa, páginas, tamanho e endereço de origem. Seção nova em emissão por setor, e fonte nova no catálogo para a Atualização Bienal.
  • CorreçãoA coleta da biblioteca encontrou defeito no portal que a publica: as cinco primeiras edições das Estimativas Anuais estão listadas na página do SIRENE com endereço que o servidor responde como inexistente, e o endereço vivo tem um trecho a mais no caminho. Os cinco arquivos existem, foram guardados pelo caminho que responde, e a plataforma publica esse caminho, com o achado escrito ao lado para que ninguém o tome por escolha de estilo.
  • FuncionalidadeA lista das 312 metas ganhou campo de busca e dois filtros que se combinam: o plano temático e o que o indicador conta. A busca varre o enunciado, o indicador, a fórmula e o código, e ignora acento e caixa, porque quem procura por indigena procura a mesma coisa que quem procura por indígena. A contagem escrita em cada botão respeita os OUTROS filtros e não a si mesma: com a busca escrita, o botão de um plano diz quantas metas dele sobrevivem à busca, e botão que diz zero não esconde resultado atrás de si. O recorte inteiro fica no endereço, e o endereço pode ser mandado para outra pessoa.
  • CorreçãoClicar num filtro saltava a página para o alto, e a causa estava longe do sintoma. O gancho que guarda o recorte no endereço trocava o estado da entrada do histórico por vazio, e é ali que o roteador guarda a chave com que restaura a rolagem: sem chave, toda troca de filtro virava chegada a uma página nova. O estado passou a ser preservado, e a lista, que encolhe de 312 linhas para vinte quando se escolhe um plano, agora recoloca o bloco de controles no topo da janela depois que a lista nova entra no documento, e não antes.
  • CorreçãoAs duas regras da coluna de navegação viraram varredura de auditoria, e a varredura achou defeito no dia em que nasceu: quatro ícones estavam repetidos em oito abas, e quatro rótulos passavam da largura da coluna. O item aberto é escrito em peso médio, que é mais largo que o comum, e por isso a conferência é feita nele: com peso comum o rótulo da aba de adaptação cabia, e ao ser aberta quebrava em duas linhas. Município, emissão contra risco, onde as fontes discordam e acessibilidade ganharam ícone próprio, e quatro rótulos encurtaram.
  • DadoOs dezesseis planos temáticos de adaptação do Plano Clima foram lidos: 312 metas com o indicador que cada plano declara, e 316 ações com o programa do Plano Plurianual de onde sai o dinheiro. Cada linha carrega arquivo, página e resumo criptográfico. Só 155 das 312 metas trazem número no enunciado, e três planos inteiros não têm nenhuma; uma meta sem número não pode ser descumprida nem cumprida pela metade, só declarada feita. Aba nova, Promessas de adaptação.
  • CorreçãoA transcrição dos planos apanhou três defeitos próprios antes de publicar. O extrator de tabela devolvia caracteres fora de ordem quando a fonte traz ligadura, e beneficiadas saía benefci iadas em 143 linhas; exigir o cabeçalho no plural perdia cinco planos; e exigir o cabeçalho na primeira linha perdia o plano de transportes inteiro, porque ele põe o nome do modal acima. Os três eram silenciosos e sobreviveriam a qualquer conferência que comparasse a tabela com ela mesma.
  • DadoO Orçamento de Subsídios da União entrou, e com ele o terceiro tipo de subsídio que faltava: o BENEFÍCIO CREDITÍCIO, que é a diferença entre a taxa que a União cobra num fundo e o custo de captação do Tesouro, e que não aparece como despesa em peça nenhuma do orçamento. São cerca de 150 itens nomeados, de 2003 a 2024. Aplicada a mesma classificação climática do Ministério do Planejamento, o subsídio de propósito negativo é quase o triplo do de propósito positivo, e o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, único item de propósito principal, tem benefício creditício negativo desde 2021.
  • FuncionalidadeO critério que produz o número do gasto climático passou a estar escrito na página. O que é a COFOG, o que a COFOG Ampliada do Banco Interamericano acrescenta, e os quatro valores de propósito, incluindo o Secundário Negativo, que é o gasto que financia atividade listada pelo IPCC como emissora. A mesma explicação foi aplicada à ponte com o gasto tributário, deixando claro que as duas fontes usam eixos diferentes e que a correspondência entre elas é desta base.
  • DadoO fluxo internacional foi repartido em mitigação, adaptação e duplo benefício, e os três somam o total. A desproporção é de vinte e sete para um, e a adaptação foi o único componente que caiu no último ano. Entraram também o apoio externo que o Brasil declara ter recebido no triênio, com as cinco recusas que a própria fonte declara e que fazem dele um piso, e os projetos de catorze fundos climáticos multilaterais no país: de 190 projetos aprovados entre 2007 e 2025, três são de adaptação, e o desembolsado fica em torno da metade do aprovado.
  • CorreçãoUm número publicado estava errado e saiu. O financiamento climático global de 2018 constava como 0,757 trilhão de dólares, que é o número da MITIGAÇÃO daquele ano; o total é 0,812. A troca vinha de ler uma figura do relatório como se fosse outra. A série mudou de trilhão para bilhão na mesma passagem, porque a adaptação escrita em trilhão vira 0,065 e some ao lado da mitigação.
  • FuncionalidadeA pergunta que faltava sobre as metas de adaptação foi respondida por número: QUEM PODERÁ DIZER QUE ELAS FORAM CUMPRIDAS. O indicador de cada meta conta uma de três coisas, e a regra é mecânica, decidida pelo particípio que o encerra. 198 das 312 contam ENTREGA DO PLANO, isto é programa implementado e diretriz publicada, e outras 57 contam ALCANCE, isto é quantas famílias o programa registrou como atendidas: nas duas famílias, 255 metas, o número sai do registro de quem executou. Sobram 57 que contam ESTADO DO MUNDO, e só nelas uma fonte de fora pode dizer o mesmo número.
  • DadoAs 57 metas que contam estado do mundo foram revisadas uma a uma, e o resultado virou ponte publicada em dados abertos, com o critério de cada linha escrito. Quatro apontam para série que esta base já guarda, entre elas a extensão de áreas marinhas protegidas e a área de vegetação secundária; oito apontam para série que existe fora dela, sobretudo mortalidade infantil indígena e cobertura da atenção primária, que são do sistema de saúde; e quatro não têm medida que corresponda, porque nomeiam sigla de programa ou unidade sem grandeza. Quem quiser conferir este plano por fora encontrará série para menos de vinte das trezentas e doze metas.
  • FuncionalidadeO ponto de partida do Plano Decenal foi confrontado com a estimativa independente do mesmo ano, e ele começa acima. Em 2024, único ano em que as duas séries se encontram, o plano parte de 458,4 megatoneladas somando os nove setores de energia e o SEEG mede 423,7, uma diferença de 8,2%. Os dois são estimativa e não medida, porque o inventário oficial vai só até 2022; o que a comparação mostra é que a trajetória projetada herda a sua origem, e a origem está acima da outra fonte disponível.
  • FuncionalidadeA aba de energia passou a girar em torno do gás de efeito estufa, e não do consumo. Entrou a projeção do Plano Decenal de Expansão de Energia por setor de produção e uso, de 2024 a 2034, e a matriz por fonte com 32 energéticos. O plano projeta a emissão da energia subindo 19% no decênio, e o setor elétrico é o que mais cresce, 53%, pela entrada compulsória de térmicas a gás; o próprio plano publica o contrafactual, e sem essa entrada a emissão do sistema interligado em 2034 seria 46% menor.
  • FuncionalidadeO inventário nacional e o SEEG passaram a ser confrontados setor a setor, no último ano em comum e NA MESMA RÉGUA de potencial de aquecimento. A exigência de régua não é detalhe: o SEEG publica a mesma emissão em duas, e sem o filtro a comparação media a distância entre dois relatórios do IPCC em vez da diferença de método. As duas fontes ficam dentro de dois por cento em agropecuária, energia e resíduos, e discordam em uso da terra e em processos industriais.
  • DadoA Quarta Comunicação Nacional passou a ser confrontada com o que a base mede. Ela declara como JÁ OBSERVADO, e não como projeção, um aumento de meio grau por década nas temperaturas mínima e máxima médias em todas as regiões, chegando a um grau em algumas no inverno e na primavera, mais de trinta por cento a mais de dias com máxima extrema, e mudanças de chuva de sinal oposto por região. A série que a base guarda, de outra fonte, dá 0,54 e 0,63 grau por década nos anos 2000: duas medidas independentes cercam o mesmo número.
  • FuncionalidadeO relatório de clima, extremos e desastres do Cemaden entrou, e com ele a distinção entre TRÊS instrumentos que a página de desastres tratava como um. O decreto depende de o município formalizar; o alerta depende de o município ser monitorado, e o Cemaden passou de 958 municípios monitorados em 2020 para 1.133 em 2025; a ocorrência depende de a rede registrar, e foram 1.493 eventos em 2025. Ler qualquer um deles sem os outros dois confunde cobertura com evento.
  • FuncionalidadeO agregado ganhou um bloco para a DECLARAÇÃO DE UM PONTO SÓ. Afirmação de documento sobre uma tendência ou um total não desenha curva e não cabe no corte fino, que exige dois anos por recorte; sem lugar próprio, ela teria de ser escrita à mão na página, que é exatamente o que a auditoria de prosa contra base recusa. Agora ela viaja com origem, ressalva da fonte e nota, e a página a lê como lê qualquer outro número.
  • CorreçãoO título do projeto por extenso passou da aba Sobre o projeto para a Visão geral, que é a porta de entrada. Quem chega precisa ler o nome do projeto, e quem vai a Sobre o projeto quer ler sobre o projeto; duas páginas com o mesmo título faziam a segunda parecer a primeira.
  • DadoO State of Climate Action, do World Resources Institute com o Systems Change Lab, foi lido: 45 indicadores de transição com o valor mais recente e as metas para 2030, 2035 e 2050 alinhadas a 1,5 grau, e o fator de aceleração exigido para chegar à meta de 2030, publicado lado a lado nas edições de 2023 e de 2025. O relatório declara que NENHUM dos 45 está na trajetória necessária. Quatro indicadores do setor elétrico exigem mais de dez vezes a velocidade atual, e três deles pioraram entre as duas edições. A seção nova em Distância até as metas é o espelho global do que a página já faz para o Brasil.
  • FuncionalidadeA base ganhou uma quarta espécie de número, e o conferidor passou a exigi-la declarada. Havia medida, estimativa e projeção; entrou META, que é valor que alguém declarou querer alcançar num ano futuro. Ela existe ao lado dos compromissos, e não dentro deles, porque compromissos guarda o que o BRASIL assumiu e é auditado linha a linha, enquanto a meta de um relatório de terceiro sobre o mundo é outra coisa: misturar as duas faria a página de metas afirmar que o país prometeu o que não prometeu.
  • CorreçãoO painel de emissões por unidade federativa do SIRENE foi reaberto e ele CARREGA, ao contrário do que a coleta anterior registrou. Ele oferece seis planilhas para download, uma por setor mais o total do país, e OS SEIS ELOS ESTÃO QUEBRADOS: devolvem 404 tanto por programa quanto pelo navegador na mesma origem, o caminho inteiro dos arquivos sumiu do servidor, e o Internet Archive não preservou nenhum. O inventário nacional desagregado por estado, de 1990 a 2022, existe, é oficial e está publicado, e não há hoje caminho para obtê-lo como arquivo. Isso é falha de publicação, e não de acesso, e a prova está guardada com hash.
  • CoberturaA comparação entre os dois registros corporativos foi ao nível da empresa, e o resultado é que ele não existe em nenhum dos dois. A interface da FGV publica o agregado por escopo, a lista das 889 organizações com setor, estado e qualificação, e a geolocalização; não há caminho público que devolva quanto uma empresa nomeada declarou, e são 3.596 inventários publicados. A da CETESB exige cadastro e número de licença de um estabelecimento específico. São Paulo concentra 394 das 889 organizações do registro voluntário, e é o mesmo estado onde a declaração é obrigatória e nada é publicado.
  • DadoO registro corporativo voluntário do Programa Brasileiro GHG Protocol entrou com dezessete anos: participantes por ano, de 23 em 2008 para 669 em 2024, e emissão por escopo. Ele fica ao lado do inventário obrigatório da CETESB, que é o contrário em tudo: compulsório por norma, treze ciclos declarados, e nenhum agregado publicado. O confronto entre os dois é sobre transparência, e não sobre emissão.
  • FuncionalidadeA mesma seca foi confrontada com duas réguas físicas, e elas discordam. A chuva anual responde com o sinal esperado em 15 dos 16 estados; os dias secos consecutivos, que parecem a medida mais apropriada para seca, respondem com o sinal esperado em apenas 10. A escolha da régua decide o resultado antes de qualquer conta, e quem publica só uma das duas publica uma escolha.
  • CorreçãoA análise do gasto com desastre deixou de confundir dois instrumentos. O decreto contado é o MUNICIPAL de situação de emergência ou calamidade, reconhecido pelo governo federal, e não decreto de crédito extraordinário. O gasto passou a ser lido pelas duas classificações oficiais que falam de desastre, e nelas compreender e governar o risco somam cerca de vinte milhões de reais em 2023 enquanto reduzir o risco fica na casa dos bilhões. O que a base não consegue separar, e diz por escrito, é o crédito ordinário do extraordinário.
  • DadoO acervo de geleiras do World Glacier Monitoring Service saiu de a confirmar e entrou como série, com o painel fixo que a própria nota do catálogo dizia ser necessário. São 512 geleiras que entram e saem do acervo ao longo do tempo, e uma média sobre o conjunto de cada ano mediria a rede de medição, e não o gelo. Com painel fixo, a perda média por década vai de 0,09 metro equivalente de água nos anos 1970 para 1,12 a partir de 2016, e o acumulado de cinco décadas passa de 28 metros de água pela geleira média. Os três painéis publicados coincidem no trecho recente, o que indica que o derretimento medido é do gelo e não da escolha do conjunto.
  • CoberturaA recusa das seis fontes pendentes foi posta à prova de novo, mais fundo, e uma delas mudou de conclusão. O dado de chuva da rede de pluviômetros do Cemaden ESTÁ DISPONÍVEL por interface e exige TOKEN, obtido por cadastro: não é falha de acesso nem de publicação, é credencial a pedir, e pedir é correspondência que depende de quem assina o projeto. Seria a terceira medida de chuva desta base, independente do INMET e da reanálise em grade.
  • CoberturaAs outras três recusas ficaram de pé, e agora com razão melhor. O Climate Change Laws distribui em aberto no Hugging Face sob licença livre, e o conjunto foi baixado e examinado: 1.584 das 2.610 linhas são NEGATIVAS, porque é conjunto de treino de classificador e não catálogo de metas, com Costa Rica em 214 linhas e Brasil em 28 conforme quais documentos foram anotados. O produto de emissões do IEMA é o relatório analítico do SEEG, cujo dado primário a base já tem da própria fonte. E o MapBiomas Água foi procurado em quatro canais, entre eles as 18 planilhas de estatística e as onze pastas do armazenamento público do projeto, e não há tabela: a coleção é imagem.
  • CoberturaAs seis fontes que estavam catalogadas e nunca colhidas passaram a dizer POR QUÊ, com a data e o que a origem devolveu. O Climate Change Laws migrou de motor e não tem mais caminho público de listagem; o endereço de dados abertos do IEMA devolve 404; a Sala de Situação da ANA é painel de instante e não série, e a base já guarda a vazão longa da mesma agência; a interface da Agência Internacional de Energia exige credencial paga; a documentação da interface do Cemaden foi instalada sem especificação, apontando para o exemplo de demonstração da ferramenta; e o MapBiomas Água distribui imagem, e não tabela. Nenhuma delas era descuido de catalogação, e agora cada uma diz o seu motivo.
  • CoberturaA conferência de licenças continuou e a lista de não conferidas caiu de 43 para 18. Entraram como declaradas o IPCC, as duas edições dos relatórios de lacuna do PNUMA e o Carbon Monitor; entraram como PROCURADAS E NÃO ENCONTRADAS o INMET, o Fundo Amazônia, o banco de imagens do INPE, o ITS_LIVE da NASA, a rede de acidificação oceânica, o AdaptaBrasil e o Atlas Digital de Desastres, isto é, sete fontes onde alguém foi à origem e a página não fala do dado. A distinção entre não conferida e procurada e não encontrada é o que permite a terceiro saber o que já foi feito.
  • CorreçãoA conferência trouxe um SEGUNDO ponto jurídico em aberto, e ele está registrado ao lado do primeiro na página de proteção de dados. Os termos do IPCC e do PNUMA autorizam uso pessoal e não comercial, sem direito de redistribuição, e autorizam à parte a reprodução de número limitado de figuras ou trechos curtos com citação completa. A base guarda poucos números dessas duas fontes, cada um com origem e instantâneo, o que corresponde à segunda autorização; publicá-los no arquivo aberto para baixar, por outro lado, é redistribuição. Quinze das fontes com dado têm licença que restringe uso comercial ou obra derivada.
  • CoberturaCatorze licenças foram conferidas na origem, e a lista de não conferidas caiu de 43 para 29. A conferência trouxe um ponto em aberto que ficou registrado na página de proteção de dados: o rodapé dos sítios do governo federal declara Creative Commons Atribuição-SemDerivações, e esta base publica três séries que são derivação declarada de dado dessas fontes. Se isso configura obra derivada no sentido da licença é questão jurídica que a página não decide, e que fica escrita em vez de silenciada.
  • CorreçãoA visão geral passou a dizer o que a plataforma é: uma base aberta de dados sobre emissões de gases de efeito estufa e risco climático para o Brasil, montada para oferecer evidências e informar, com o objetivo de melhorar as medidas de combate ao aquecimento global e a gestão dos riscos físicos, de transição e distributivos sobre a economia. A leitura automática de painel deixou de afirmar que subir e descer são as duas afastamento do desejado quando a série é marcada como estável: a frase transformava qualquer movimento em notícia ruim sem informar nada.
  • FuncionalidadeSeção nova, Comunicações e BTR, com o que só ela tem: a comparação de régua entre a 4ª Comunicação Nacional e o primeiro Relatório Bienal de Transparência. O catálogo dos documentos NÃO mora aqui, e mora num lugar só, na aba de emissão por setor, onde os 22 documentos do reporte vêm do exportador com resumo criptográfico e a lista cresce sozinha quando um documento novo entra na guarda; a primeira versão desta seção repetia quatro deles digitados à mão, e a repetição saiu. Os números não vêm do exportador, e sim de um documento nomeado a cada tabela, no mesmo padrão do `perimetro` em metas. O destaque é a régua: entre a 4ª Comunicação e o BTR1 o IPCC mudou de GWP-SAR para GWP-AR5, e o mesmo ano de 2016 sai com 1.467,3 Tg CO2e num documento e 1.604,0 Tg no outro, uma diferença de 9,3% que é inteira da métrica. A seção de adaptação soma a isso quatro fatores estruturais de vulnerabilidade e a caracterização do Capítulo 4 do BTR1 (saneamento, envelhecimento, pobreza por raça e por gênero), com elo para os 16 planos setoriais já publicados.
  • CorreçãoA junção do trabalho local com o que chegou por outra via duplicou dois itens do menu, Como citar e Contato, e o React passou a avisar sobre chave repetida. A causa era estrutural, e não um dado errado: as duas listas reordenaram a seção de projeto de jeitos diferentes, e a junção manteve os dois lados em vez de escolher um.
  • FuncionalidadeSeção nova, Marco legal do Plano Clima: nenhum dos 8 planos setoriais de mitigação nem dos 16 de adaptação tem lei própria; todos citam a mesma delegação, o art. 11, parágrafo único, da Lei nº 12.187/2009 (PNMC), exercida só em 2023 pelo Decreto nº 11.550, que relançou o CIM. A página traz as duas leis-base (PNMC e Lei nº 12.114/2009, do Fundo Clima) com a cadeia de emendas de cada uma, uma linha do tempo institucional de 2009 a 24/03/2026 (data da Resolução CIM/CC/PR nº 9, que formalizou o Plano Clima aprovado em dezembro de 2025), e o mapa por setor com elo direto para onde cada plano já vive nesta plataforma.

v2026.3 · 2026-08-08

10 mudanças

A plataforma passa a ser conferida por programa contra a própria base, e três achados novos entram: a chuva de estação põe um resultado à prova, o índice de arbovirose é confrontado com a doença notificada, e a vazão dos grandes rios mostra que a régua importa mais que o dado.

  • FuncionalidadeBarreira de auditoria nova, que varre a plataforma inteira contra a base em sete passagens: número escrito na prosa contra número guardado, linha de base de compromisso contra observação, soma de grandeza que não se soma, número que muda entre as três línguas, destino de elo que não existe, arquivo e resumo criptográfico de cada instantâneo da guarda, e texto declarado que nenhuma página publica. A barreira roda com onze defeitos plantados de propósito, e recusa a própria execução se deixar de apanhar qualquer um deles.
  • CorreçãoA primeira coisa que a auditoria apanhou foi ela mesma. Ela lia só os textos entre aspas e passava ao largo dos escritos com crase, e nove textos da plataforma ficavam invisíveis para ela; um erro plantado de propósito passou em silêncio antes da correção. No mesmo passo apareceu que dois textos vizinhos em JavaScript não se juntam como em Python: um resumo de currículo de 2.680 caracteres chegava à página com 108, e nem a checagem de tipos nem o formatador de código reclamavam.
  • CorreçãoA contagem da guarda acumulativa estava inflada: ela somava o arquivo de leitura e o arquivo oculto que o sistema operacional deixa em cada pasta. A guarda hoje declara 501 arquivos e confirma 500, com 1 deduplicado por conteúdo idêntico e nenhum ausente. O ponteiro de conteúdo repetido passou a guardar também o NOME do arquivo anterior, porque guardar só a data deixava o arquivo parecendo perdido quando ele estava salvo com outro nome.
  • FuncionalidadeUm resultado da plataforma foi posto à prova por outra fonte, e a réplica é a única que esta base admite: 91,6% das séries com dado têm fonte única. Repetido com a chuva das estações do INMET, o confronto entre chuva e decreto de enchente replica em 10 de 10 estados, com o mesmo sinal nos 9 comparáveis; o de seca não replica, com 5 positivos, 5 negativos e 3 de 7 sinais mantidos. O custo do critério está declarado: exigir estação contínua em todos os anos derruba a cobertura de 26 estados para 10, e o Ceará, o caso mais forte do confronto original, não sobrevive.
  • FuncionalidadeO índice de arbovirose foi confrontado com a doença que ele deveria antecipar, nas 12 capitais em que os dois lados existem, e ordena as cidades quase ao contrário da incidência observada: o coeficiente de posto é -0,276. Campo Grande tem o menor índice e a segunda maior incidência. A ressalva está escrita ao lado: a capacidade de vigilância que faz uma cidade notificar melhor entra no índice como capacidade adaptativa, empurrando o índice para baixo, e a base não separa esse efeito do outro.
  • CorreçãoCasar capital com município pelo NOME punha Campo Grande do Mato Grosso do Sul numa cidade do Rio Grande do Norte. Há três municípios chamados Campo Grande no país, e três chamados Belém. A correspondência passou a ser declarada por código do IBGE, e o erro mudava o resultado.
  • FuncionalidadeA série hidrológica mais longa da base entrou em uso: 219 anos-estação de vazão média anual em cinco estações da ANA, entre 1969 e 2025. Ela demonstra que a régua importa mais que o dado. Confrontada com a chuva do país, a vazão devolve mediana de 0,284; confrontada com a chuva dos estados que cobrem a bacia rio acima, 0,565, e as 5 estações melhoram. Contra o decreto de seca dos estados da bacia o sinal é negativo nas 3 estações que admitem o confronto. A exceção confirma o mecanismo: o Madeira em Abunã, cuja bacia está em maior parte fora do Brasil, não responde a nenhuma chuva brasileira.
  • CoberturaSessenta e seis séries que a base guarda não eram nomeadas por nenhuma página de assunto: elas existiam no catálogo geral e em nenhum outro lugar. A lista completa das séries do domínio, que três páginas já tinham, passou a existir nas outras sete, e cobre também hidrologia e oceano, que não têm página própria. Nem toda série merece painel, e toda série merece ficha; a lista traz o período, o número de fontes, a nota inteira e o caminho até o catálogo e até cada fonte.
  • DadoO inventário corporativo obrigatório do Estado de São Paulo entra no catálogo como referência, e nenhuma série foi escrita dele. A razão fica registrada: a consulta pública está desligada. A interface responde sem credencial e devolve treze ciclos de inventário, de 2012 a 2024, e a taxonomia inteira com 39 setores e o limiar declarado de 20 mil toneladas anuais de CO2 equivalente no Escopo 1; a busca por empreendimento exige cadastro e número de licença de um estabelecimento específico, e não há listagem nem agregado. O instantâneo foi guardado como prova de que o dado existe, quantos anos cobre e em que recorte.
  • FuncionalidadeTodo painel com "ver os dados" passa a citar a fonte de onde os números vieram, com endereço para conferir na origem. Nos painéis de curva a citação sai sozinha da mesma fonte que já colore a linha, sem lista escrita à mão; nas tabelas de catálogo, que somam sobre a base inteira, a citação lista todas as fontes que entram naquela contagem. Fonte sem endereço publicado fica de fora: citar sem elo prometeria uma conferência que a página não entrega.

v2026.2 · 2026-08-07

16 mudanças

A plataforma passa a desenhar a base inteira, o desastre municipal se abre por tipo, e o confronto entre registro e fenômeno ganha as duas metades que faltavam: por tipo e por estado.

  • CorreçãoAs dezesseis metas dos Planos Setoriais de Mitigação foram DESLIGADAS da série que as media. O perímetro setorial do Plano não bate com o do inventário, e a diferença foi medida: a Energia do Plano é 80 MtCO2e em 2022 contra 416 do inventário, um quinto, porque o Plano reparte a energia entre quatro planos setoriais; a Indústria do Plano é quase o dobro de Processos Industriais, porque inclui a queima de combustível que o inventário lança em Energia. A reconciliação entre os dois não é publicada, e confrontar sem reconciliar devolvia distância calculada sobre dois recortes diferentes. O descompasso medido virou painel.
  • DadoSérie derivada nova: a fração fóssil da energia consumida no transporte, de 98,5% em 1970 para 73,9% em 2025. É a medida indireta das duas metas de transporte do Plano Clima, que não apontam para série; quase toda a queda aconteceu antes de 2010, e a eletricidade, que é o que as metas de frota limpa prometem, responde por 0,2% do consumo do setor.
  • FuncionalidadeO gasto federal em desastre responde, e não antecipa. O gasto do ano acompanha o decreto do mesmo ano com +0,69, e o coeficiente sobrevive à retirada da tendência; contra o decreto do ano seguinte ele cai para +0,35. Um orçamento que antecipasse apareceria alto no segundo e baixo no primeiro.
  • CorreçãoA defasagem mediana do catálogo não media espera, e a plataforma passou a medir a certa. Uma fonte que publica de 1970 a 2024 numa edição só devolve mediana de sete anos, porque a observação de 1970 saiu 55 anos depois do ano que descreve. Pela mediana, a NDC de 2035 só poderia ser conferida em 2042; pela espera do ano mais recente, em 2036. Uma seção nova diz em que ano cada meta poderá ser conferida.
  • FuncionalidadeSete seções novas. O território, com mapa por unidade federativa e ordenamento de municípios; a ficha de um município; emissão por setor; energia; o financiamento climático; o ritmo das séries; e o que anda junto, com 2.389 pares de correlação.
  • CoberturaAntes desta versão a plataforma desenhava 2,3% do que a base guarda: só Brasil e mundo. As outras 250 mil observações existiam como arquivo para baixar, e 203 mil delas eram municipais.
  • DadoDezesseis compromissos novos: as metas setoriais para 2030 e 2035 dos oito Planos Setoriais de Mitigação, da Tabela 12 da Estratégia Nacional. A transcrição se confere sozinha, recalculando as 24 variações percentuais declaradas e somando as colunas contra a linha de total. Oito deles apontam para a série setorial e viram verificáveis; os outros oito entram sem série ligada, porque o plano reparte o uso da terra em dois e o inventário tem um setor só.
  • DadoO registro de desastre municipal foi reaberto por tipo. Os decretos do Atlas Digital de Desastres, que vinham num número só, viram três séries pela classificação COBRADE da própria fonte: climatológico, hidrológico e meteorológico, com 63.255 observações novas em 1991-2025. A separação mostra que os três não sobem juntos, e a soma anterior apagava essa discordância de calendário.
  • DadoO confronto entre índice de risco e desastre passa a ser pareado por tipo. Casar deslizamento com decreto hidrológico, em vez de com decreto de qualquer natureza, leva o coeficiente de +0,01 para +0,13; segurança alimentar contra decreto climatológico vai de +0,05 para +0,24. Parte do descolamento medido antes vinha do instrumento de comparação.
  • DadoO confronto ganhou a metade que faltava, no tempo: a soma nacional de decretos, ano a ano, contra a medida física do fenômeno que o decreto registra, do World Bank Climate Change Knowledge Portal. Mais dias de chuva forte que no ano anterior andam com mais decreto hidrológico, com +0,48 na variação; menos chuva anda com mais decreto climatológico, com -0,39. O decreto responde ao que aconteceu no ano, e isso desloca para o índice de risco a distância medida no corte transversal.
  • CorreçãoA régua vira controle nos painéis de corte, ao lado da fonte e do nível. Uma mesma série podia repartir o mesmo recorte por duas réguas, e as duas eram desenhadas no mesmo eixo com nomes iguais; agora se escolhe uma por vez, como o portão de comparação da base já exigia.
  • FuncionalidadeAba nova, Emissão contra risco. Ela responde a pergunta que a base sustentava desde o começo e que nenhuma página fazia: os municípios que mais emitem são os mesmos que estão mais expostos? Entre os cem que mais emitem e os cem mais expostos, a sobreposição vai de 1 a 16 municípios conforme o índice, e nenhum coeficiente passa de 0,13. Os cem maiores emissores respondem por 28,7% da emissão positiva do país, e 176 municípios têm emissão líquida negativa.
  • DadoAs somas municipais passaram a se repartir por região e por unidade federativa, ano a ano, e a repartição mudou uma leitura. O decreto de seca foi do Nordeste por trinta anos, com 73,5% dos decretos entre 2010 e 2019; entre 2020 e 2025 o Nordeste cai para 40,0% e Norte mais Centro-Oeste sobe de 3,8% para 25,3%. O total do país quase não se move entre as duas décadas, e por isso o deslocamento não aparecia em nenhum número nacional.
  • CorreçãoA ficha de município passou a viver no endereço, e com isso todo elo que aponta para um município chega na ficha dele em vez da busca vazia. Um endereço de ficha pode ser mandado para outra pessoa.
  • CorreçãoOs doze índices do AdaptaBrasil têm nomes que começam iguais, e nos gráficos de barra chegavam todos cortados no mesmo ponto, doze linhas lendo a mesma coisa. Passaram a aparecer com o nome curto; o nome inteiro fica na tabela de dados de cada painel.
  • FuncionalidadeTodo painel com tabela ganha um botão que baixa aquele recorte em CSV, com a origem e a data no cabeçalho. E toda página que nomeia fonte, documento ou recorte oferece por onde chegar nele, por dentro e por fora.

v2026.1 · 2026-08-07

lançamento inicial4 mudanças

Primeira versão pública: o catálogo, o estado de apoio de cada número, a distância até os compromissos e o registro das ausências.

  • FuncionalidadePrimeira versão pública. Quinze seções, com o catálogo de séries e de fontes, o estado de apoio de cada número, a distância até os compromissos, o desacordo entre fontes, o estado do sistema físico, os subsistemas de inflexão e o registro das ausências.
  • CoberturaBase com 256.382 observações de 71 fontes com dado, cobrindo de 1750 a 2100 em 7.083 recortes espaciais.
  • CorreçãoCorreção anterior à publicação: cinco séries calculadas de outras séries da base apareciam como sem dado no catálogo e com curva desenhada no gráfico. Passaram a aparecer com dado e com a marca de derivada, que registra que elas não acrescentam apoio.
  • FuncionalidadeDados abertos com a base inteira comprimida, as fatias por domínio e os quatro catálogos, com o tamanho e o número de linhas de cada arquivo escritos pela mesma passagem que os grava.