Histórico de versões
Legenda
Cada item traz o tipo de mudança. Dado: a base mudou. Funcionalidade: a plataforma passou a oferecer algo novo. Correção: algo estava errado. Cobertura: mudou até onde a base chega, ou o que ela declara não alcançar.
v2026.17 · 2026-10-01
Todo o texto da plataforma foi reescrito em linguagem direta, nas três línguas, e as notas das séries e das fontes também.
- FuncionalidadeOs números da base não mudaram. Os textos e as 671 notas da plataforma passam a dizer quem fez cada coisa, o que foi feito e o que isso significa para quem lê. Leis, metas e planos oficiais ficaram como estão nas fontes, e as siglas são explicadas na primeira vez em que aparecem.
- FuncionalidadeCatorze títulos de seção em Metas, Marco legal e Agenda passaram a descrever o conteúdo, e os links antigos para essas seções levam ao alto da página. O histórico de versões foi resumido, e todas as versões continuam na lista.
- CorreçãoOs textos passam a dizer quando um modelo de IA (Claude) fez o trabalho, e não os pesquisadores responsáveis: ligar metas, indicadores e faltas de dado, copiar tabelas e escrever descrições. A página de Acessibilidade deixa de citar um teste com leitor de tela, que não tem registro.
- CorreçãoO Decreto 11.075/2022, que institui um registro de emissões, deixou de contar como ato que cria o comitê do clima, e a conta do Marco legal passou de 9 para 7 atos. O SEEG deixou de ser chamado de oficial, a página de lacunas passou a dizer que a projeção do INPE já está na base, e Sobre e Contato passaram a dizer que a base classifica o gasto tributário e os subsídios.
v2026.16 · 2026-09-16
Cada painel passa a dizer de quando é o número que mostra, e as fontes foram conferidas de novo no endereço de origem.
- FuncionalidadeA data do dado aparece no pé de todos os 96 painéis. Cada painel informa a edição da fonte de onde o número saiu e o dia em que a base leu essa edição.
- CorreçãoA data mostrada passa a ser a do item desenhado, e não a da fonte inteira. Antes, um painel podia mostrar a leitura mais recente da fonte mesmo quando a curva vinha de uma edição mais antiga; isso acontecia em seis fontes, e no SIRENE, o sistema oficial de registro das emissões do Brasil, a diferença chegava a dois anos e meio.
- DadoUm programa voltou ao endereço de origem de cada fonte e comparou o que encontrou com o que a base guarda. Das 108 fontes do catálogo, 17 publicaram versão nova, 7 endereços deixaram de existir, 43 estavam iguais e 14 não podem ser conferidas por programa; o resultado está numa seção nova do bloco De onde vem o número.
- FuncionalidadeA planilha e a imagem que se baixam de cada painel levam a data do dado. Assim, uma figura copiada para uma apresentação ou um artigo continua dizendo de quando é o número.
v2026.15 · 2026-09-15
A série de gastos tributários da Receita Federal passa a cobrir de 2014 a 2026, com oito edições do relatório lado a lado.
- DadoEntraram as oito edições do Demonstrativo de Gastos Tributários, o relatório em que a Receita Federal estima quanto deixa de arrecadar com isenções e reduções de imposto. A Receita refaz a série inteira a cada edição: o valor de 2024, por exemplo, era R$ 512,3 bilhões na edição de 2024 e passou a R$ 546,8 bilhões na edição mais recente, 6,7% a mais.
- DadoUm painel novo mostra as oito edições lado a lado. O valor de um ano já apurado quase não muda nas edições seguintes, e a estimativa muda muito: 2021 foi estimado seis vezes, com valores de R$ 276,8 a R$ 420,8 bilhões.
- DadoQuatro programas entraram na correspondência entre os itens do Demonstrativo e a classificação climática: Inovar-Auto, Álcool, REPENEC e MOVER. Cada um recebeu a classe de um programa parecido que já estava classificado, e um quinto programa antigo ficou de fora, com a razão escrita.
- CorreçãoNo painel de recortes, os anos projetados pela Receita apareciam como se fossem medidos. Agora o traço é contínuo até o último ano medido e tracejado depois, e a tabela separa as duas partes.
v2026.14 · 2026-09-14
As curvas passaram a separar o que foi medido do que é projeção, e a plataforma ganhou uma capa e uma seção que explica como navegar.
- CorreçãoEm 92 curvas de 21 séries, a parte projetada aparecia como se fosse medida. A curva que começava com dado medido e terminava em cenário saía em traço contínuo até 2100; agora o traço é contínuo até o último ano medido e tracejado depois.
- FuncionalidadeA plataforma ganhou uma capa, a seção Como navegar, que apresenta os doze recursos da plataforma, e um botão para relatar um problema. O relato leva junto a página, a seção, o painel, a língua e a versão, sem pedir nenhum dado de quem envia.
- CorreçãoTreze painéis mostravam tabela sem dizer de onde vinham os números. Agora cada um cita a fonte, também no arquivo que se baixa.
- CorreçãoA página de proteção de dados dizia que nenhum campo envia informação a um servidor, o que deixou de valer quando o assistente entrou, em 3 de setembro; agora ela descreve o que sai em cada caso. Dois números do texto também foram corrigidos pelo dado: são 5.571 municípios, e não 5.570, e a base inteira tem mais de 800 MB, e não 92 MB.
v2026.13 · 2026-09-07
A base ganhou dados municipais de desigualdade no emprego formal, e uma aba nova os compara com o risco climático.
- DadoEntrou o Painel das Desigualdades do Cedeplar, centro de pesquisa da UFMG, com seis séries municipais e 334.062 observações: dispersão salarial, salário mediano e número de vínculos de 2006 a 2024, e razões salariais por sexo e por cor ou raça em 2024. Os dados vêm da RAIS, o registro anual dos empregos com carteira, e por isso descrevem só o emprego formal.
- DadoEntrou o risco projetado para 2030 pelo AdaptaBrasil, o sistema federal de índices de risco climático por município, em nove índices e nos dois cenários de cada setor. Ele fica separado das observações e marcado como projeção.
- FuncionalidadeAba nova, Desigualdade e risco, que compara as duas camadas nos 5.570 municípios. Ela mostra que a relação bruta entre desigualdade e risco mede sobretudo o tamanho do município, e compara a diferença salarial por mês e por hora: entre mulheres e homens, a razão mediana passa de 1,01 no mês para 1,08 na hora.
- CorreçãoDois índices de segurança alimentar estavam com os nomes trocados: o de disponibilidade de alimentos aparecia com o nome do setor, e o de acesso e consumo, com o nome do primeiro. Os valores não mudaram, só o nome com que aparecem na base e na aba de desastres.
v2026.12 · 2026-09-07
As páginas Perguntar e Procurar passaram a dizer para que serve cada uma.
- FuncionalidadeO item Perguntar do menu traz a marca IA, de inteligência artificial, nas três línguas. É a única página em que a resposta é gerada por um modelo, e não escrita pela plataforma.
- FuncionalidadeAs aberturas de Perguntar e Procurar explicam a diferença entre as duas: a busca encontra o item do catálogo cujo nome já se conhece, e o assistente escreve uma resposta a cada pergunta. Perguntar também passou a dizer o que sai da página quando a pergunta é enviada.
v2026.11 · 2026-09-06
No telefone, abrir o menu passou a levar a página até ele.
- CorreçãoNuma página longa, o menu abria fora da tela e nada mudava à vista. Agora a página rola até o menu, e quem o fecha sem escolher seção volta ao ponto em que estava.
v2026.10 · 2026-09-04
A busca ganhou operadores e passou a entender uma pergunta escrita por inteiro.
- FuncionalidadeA busca passou a procurar a palavra inteira: antes, procurar «mar» trazia também «marinho», «Maranhão» e «março», e agora quem quer as palavras que começam por «mar» escreve «mar*». Também passaram a valer a expressão entre aspas, a alternativa com OU e a exclusão com hífen, explicadas numa tabela abaixo dos resultados.
- CorreçãoUma pergunta escrita por inteiro no campo de busca não encontrava nada: «Quantos créditos de carbono foram medidos pelo Brasil?» não chegava às quatro séries de crédito de carbono da base. A busca exigia palavras como «quantos» e o ponto de interrogação; agora ela as ignora e, quando nenhum item traz todas as palavras, repete a busca aceitando qualquer uma delas e avisa que repetiu.
- CorreçãoO assistente dizia que a base não tem dados de crédito de carbono, e ela tem quatro séries, com 916, 477, 429 e 376 observações. A busca que escolhe o que o assistente lê não ligava «créditos» a «crédito» e procurava essas séries no assunto errado; as duas falhas foram corrigidas.
v2026.9 · 2026-09-03
Aba nova, Perguntar, com um assistente que responde em linguagem corrente a partir do que está na base.
- FuncionalidadeO assistente responde só com o que a base guarda, com a fonte e o ano de referência ao lado de cada número, e recusa perguntas sobre assuntos que a base não cobre. A resposta é gerada por um modelo de inteligência artificial, pode ter erros e traz o convite a conferir o número na seção que o publica.
- FuncionalidadeA busca do trecho da base que responde à pergunta acontece no navegador de quem pergunta. Só esse trecho, a pergunta e o histórico curto da conversa são enviados ao modelo.
- FuncionalidadeO assistente recebe o índice das cinquenta seções da plataforma. Com ele, indica em que seção cada número é publicado.
v2026.8 · 2026-09-02
A plataforma ganhou endereço definitivo, www.climaemdados.org, e duas fontes oficiais sobre o dinheiro público ligado ao clima.
- CorreçãoO endereço da plataforma passou a ser www.climaemdados.org, também na forma de citar e no rodapé dos arquivos baixados. O anterior era provisório; quem o citou mantém a referência com a versão e a data de acesso.
- DadoA agenda ambiental do Plano Plurianual 2024-2027 entrou na aba de financiamento. Em 2024 ela reuniu 269 ações orçamentárias e R$ 92,9 bilhões empenhados, 1,4% deles no Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima; em 2025 passou a 403 ações, e 106 das novas foram incluídas por busca de palavra-chave, segundo o relatório do Ministério do Planejamento e Orçamento.
- DadoA renúncia tributária ganhou a leitura do Ministério da Fazenda, que compara as empresas beneficiadas com a Taxonomia Sustentável Brasileira, a lista oficial de atividades consideradas sustentáveis. Em 2024, cerca de 20% das desonerações analisadas estavam em setores que a taxonomia considera elegíveis; como a comparação usa a atividade principal da empresa, o número mede um alinhamento possível, e não o destino de cada benefício.
- CorreçãoA palavra «régua», nome interno para a escala em que uma medida foi feita, aparecia sem explicação em 24 páginas. Agora o texto diz «escala», e a palavra ficou só na aba que a define.
v2026.7 · 2026-08-20
A projeção climática oficial do Brasil, feita pelo INPE, entrou na base e quase dobrou o número de observações.
- DadoEntraram 328.530 observações do modelo regional Eta, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), de 1961 a 2099, em 15 séries e 47 recortes: Brasil, regiões, estados, biomas e bacias hidrográficas. Antes, a única projeção climática brasileira da base eram duas séries de três pontos cada, de uma fonte internacional, para o país inteiro.
- DadoOs dois modelos globais que alimentam a projeção aparecem separados, e a plataforma não faz média entre eles: no cenário mais quente, a temperatura máxima do Brasil termina o século em 36,6 graus num modelo e 31,6 no outro. Os anos de 1961 a 2025 são marcados como simulação do passado, e não como projeção.
- DadoOs 59 indicadores de adaptação adotados em Belém, na COP30, a conferência do clima da ONU de 2025, ganharam uma segunda leitura, feita pela GIZ, a agência alemã de cooperação. Ela considera que o Brasil tem capacidade avançada de relatar 18 deles, onde a plataforma encontrava 8, porque a plataforma procurou indicador estatístico do IBGE e a GIZ aceitou qualquer fonte pública, como um painel de governo.
- FuncionalidadeSeções novas: uma página para cada um dos cinco setores do inventário de emissões e a aba Quem produz o dado, com 41 produtos de 23 órgãos públicos, o que cada um mede e o que o governo faz com ele. A página de energia passou a se chamar Sistema energético, porque trata da matriz e do consumo de energia, e não do setor de energia do inventário.
v2026.6 · 2026-08-16
Duas abas novas, Setor a setor e Medir a adaptação, e três abas refeitas, entre elas a de desacordo entre fontes, que passou a explicar por que duas medidas do mesmo número se afastam.
- FuncionalidadeSetor a setor mostra o que cada setor emite e o que ainda não se mede nele: três dos cinco setores, que somam 40% da emissão nacional, não têm medida independente na base. Medir a adaptação põe lado a lado três listas de indicadores: os 59 de Belém, os dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que o IBGE acompanha e as 312 metas dos planos setoriais de adaptação.
- DadoDos 59 indicadores de Belém, 8 teriam número no Brasil hoje, porque um indicador dos ODS já produzido mede a mesma coisa. Outros 17 têm indicador sobre o mesmo assunto, mas sem a parte climática que o acordo pede, e 34 não têm nenhum.
- CorreçãoSaiu a seção que comparava os municípios que mais emitem com os que mais decretam emergência, porque o decreto depende da estrutura da prefeitura e o resultado media sobretudo o tamanho do município. No lugar entraram três seções sobre desastres: como cada desastre é classificado na COBRADE, a classificação oficial de desastres, onde cada tipo é registrado e quanto o índice de risco do AdaptaBrasil acerta o que já aconteceu.
- DadoA aba Marco legal ganhou 17 atos federais de governança do clima, de 1998 a 2024, lidos no texto oficial de cada um. Eles mostram que o Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas e o Comitê Interministerial foram criados, extintos e recriados várias vezes, sempre por decreto.
v2026.5 · 2026-08-09
As abas de emissão por setor e de financiamento foram revistas, e a base passou a guardar a emissão por subsetor.
- DadoA aba de financiamento ganhou uma seção para a classificação climática do orçamento federal. Em 2023, de R$ 52,9 bilhões examinados, 0,7% tinham o clima como finalidade principal e 30,7% trabalhavam contra ele, e a adaptação e a gestão de risco recebiam 9,2 vezes o que recebia a mitigação.
- DadoA base ganhou a emissão por subsetor do inventário oficial e do SEEG, a estimativa independente do Observatório do Clima. Com ela, a diferença de 11% entre as duas fontes em processos industriais foi localizada: vem sobretudo da indústria química, onde o SEEG estima 35% do que o inventário registra.
- CorreçãoO texto da aba de emissão por setor foi corrigido em seis pontos. Ele dizia, por exemplo, que o SEEG separa cinco setores e o inventário seis; os cinco setores são os mesmos, e a linha a mais do inventário é um total sem uso da terra.
- CorreçãoOs painéis que mostram uma fonte por vez abriam a tabela de dados sem dizer de onde vinha o número. Agora a tabela cita a fonte, com o endereço para conferir na origem.
v2026.4 · 2026-08-08
Documentos que estavam guardados sem leitura viraram dado, entre eles os planos do Plano Clima, os relatórios do Brasil à Convenção do Clima, o Orçamento de Subsídios da União, o Plano Decenal de Energia e os fundos climáticos multilaterais.
- DadoOs dezesseis planos de adaptação do Plano Clima entraram na base, com 312 metas, e a aba nova Promessas de adaptação as apresenta. Só 57 das 312 metas medem uma mudança no mundo que uma fonte externa pode conferir; as outras 255 medem entregas do próprio plano, registradas por quem o executa.
- DadoOs planos de mitigação do Plano Clima entraram, com 65 ações e as metas da NDC, a meta que o Brasil apresenta ao Acordo de Paris. Quatro dos oito planos setoriais têm meta para 2030 maior que a emissão de 2022, e a queda prevista para o país vem toda do uso da terra.
- DadoOs relatórios do Brasil à Convenção do Clima da ONU, 22 documentos de 2004 a 2024, viraram série, com 1.080 observações de emissão por setor segundo cada edição. Dez anos têm três ou mais edições com valores diferentes, e a distância entre a maior e a menor chega a 15,9% em 2012.
- CorreçãoO financiamento climático global de 2018 aparecia como US$ 0,757 trilhão, que é só a parte de mitigação daquele ano; o total é US$ 0,812 trilhão. A série passou a ser escrita em bilhões, para que a adaptação, bem menor, apareça ao lado da mitigação.
v2026.3 · 2026-08-08
A plataforma passou a ser conferida por programa contra a própria base, e três comparações novas entraram: chuva contra decreto de desastre, índice de arbovirose contra doença notificada e vazão dos rios contra chuva.
- FuncionalidadeUma auditoria automática passou a comparar a plataforma com a base: os números escritos no texto, os links, as somas de grandezas que não se somam e as diferenças entre as três línguas. Todo painel com tabela também passou a citar a fonte, com endereço para conferir na origem.
- FuncionalidadeA comparação entre chuva e decreto de enchente foi repetida com a chuva das estações do INMET, o Instituto Nacional de Meteorologia, e se confirmou em 10 de 10 estados. A comparação com a seca não se confirmou: 5 estados deram resultado positivo e 5 negativo.
- FuncionalidadeO índice de risco de arbovirose, doença transmitida por mosquito como a dengue, foi comparado com a doença notificada em 12 capitais, e ordena as cidades quase ao contrário: a correlação é de -0,276, numa escala de -1 a 1. A página registra uma explicação possível: a cidade que vigia melhor notifica mais casos e também recebe índice mais baixo.
- CorreçãoCampo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, estava ligada a um município do Rio Grande do Norte com o mesmo nome. A ligação passou a usar o código do IBGE, e o erro mudava o resultado da comparação.
v2026.2 · 2026-08-07
A plataforma passou a mostrar a base inteira, com sete seções novas, e os decretos de desastre passaram a ser separados por tipo.
- CoberturaAntes desta versão, a plataforma mostrava em gráfico 2,3% do que a base guarda, só Brasil e mundo. Sete seções novas mostram o resto, entre elas o território, a ficha de cada município, emissão por setor, energia e financiamento climático, e todo painel com tabela ganhou um botão para baixar os dados em CSV.
- DadoOs decretos do Atlas Digital de Desastres foram separados em três tipos pela COBRADE: climatológico, hidrológico e meteorológico, com 63.255 observações novas de 1991 a 2025. Por região, a seca deixou de ser só do Nordeste: o Nordeste tinha 73,5% dos decretos de seca de 2010 a 2019 e 40,0% de 2020 a 2025.
- CorreçãoAs metas para 2030 e 2035 dos oito planos setoriais de mitigação entraram na base, mas não são comparadas com a série de emissão por setor, porque os setores do plano e os do inventário não coincidem. A energia do plano soma 80 MtCO2e em 2022, isto é, 80 milhões de toneladas de CO2 equivalente, a medida que converte os gases de efeito estufa no efeito do gás carbônico; a do inventário soma 416.
- CorreçãoA seção que diz quando cada meta poderá ser conferida passou a medir o atraso do ano mais recente, e não o atraso mediano de todos os anos. Pelo critério antigo, a NDC de 2035 só poderia ser conferida em 2042; pelo novo, em 2036.
v2026.1 · 2026-08-07
Primeira versão pública, com o catálogo de séries e de fontes, o apoio de cada número, a distância até os compromissos e o registro do que falta.
- FuncionalidadeQuinze seções, entre elas o catálogo de séries e de fontes, o apoio de cada número, a distância até os compromissos, o desacordo entre fontes, o estado do sistema físico, os subsistemas que podem chegar a um ponto de inflexão e o registro do que falta.
- CoberturaA base tem 256.382 observações de 71 fontes, de 1750 a 2100, em 7.083 recortes do território.
- CorreçãoCinco séries calculadas a partir de outras séries da base apareciam como sem dado no catálogo. Passaram a aparecer com dado e com a marca de derivadas, que indica que elas não contam como apoio independente.
- FuncionalidadeOs dados abertos trazem a base inteira comprimida, arquivos por assunto e os quatro catálogos, com o tamanho e o número de linhas de cada arquivo.