Emissão por setor
O Brasil emitiu 1.489 milhões de toneladas de gás carbônico equivalente (CO2e) em 2024, segundo o SEEG, a estimativa independente feita pelo Observatório do Clima. O CO2e é a medida que soma os diferentes gases de efeito estufa pelo efeito de cada um no aquecimento. Neste número, a conversão dos gases usa a escala do quinto relatório do IPCC, o painel de cientistas da ONU sobre o clima, que considera o efeito de aquecimento ao longo de cem anos. Esse é um dos números possíveis. Nesta plataforma, 10 fontes dividem a emissão brasileira por setor, em 4 escalas de conversão de gases, e cada uma chega a um número próprio. Esta página reúne 9.044 observações de emissão por setor e mostra uma fonte de cada vez.
O inventário calcula a emissão por estimativa, e não por medição com aparelhos. Cada fonte informa o próprio método, e esta plataforma registra de cada uma a escala em que ela publica. Essa escala converte cada gás em equivalente de gás carbônico, e o resultado muda conforme a escala. O metano, por exemplo, pesa mais numa escala e menos em outra, conforme o relatório do IPCC usado e o período de tempo escolhido. Por isso, duas fontes podem chegar a números diferentes para o mesmo ano e o mesmo setor.
A emissão brasileira se concentra em dois setores. Nos números do SEEG para 2024, a agropecuária responde por 42,1% do total, e a energia por 28,5%. A mudança de uso da terra e floresta responde por 16,7%, os resíduos por 6,4% e os processos industriais por 6,3%.
Os setores crescem em ritmos diferentes na série do SEEG, que começa em 1970. Os resíduos multiplicaram a emissão por 9,6 nesse período, o maior crescimento relativo entre os cinco setores. A agropecuária passou de 211 para 626 milhões de toneladas, e a energia de 106 para 424.
As fontes discordam mais em alguns setores do que em outros. Em 2020, 4 fontes publicaram na mesma escala. Para processos industriais, os valores vão de 87 a 102 milhões de toneladas, uma diferença de 14,6%. Essa diferença vem do método de cada fonte. Por isso, a plataforma publica todas as fontes e não calcula média entre elas. Cada painel desta página informa a fonte e a escala do número que mostra, e a escolha da fonte é feita dentro do painel.
Emissão por setor
O inventário nacional divide a emissão de 2022 em cinco setores. Dois deles respondem por 70% do total: uso da terra e floresta, com 805,7 MtCO2e, e agropecuária, com 622 MtCO2e. Esse perfil é diferente do de um país industrializado, em que a energia é o setor que mais emite. No Brasil, a energia é o terceiro setor.
▸ o que cada setor emitiu em 2022, pelo inventário nacional (MtCO2e)
As cinco partes somam a emissão LÍQUIDA do país, 2.039,2 MtCO2e, isto é, milhões de toneladas de CO2 equivalente. Emissão líquida é a emissão menos o carbono que a vegetação remove da atmosfera, e essa remoção já está descontada dentro do setor de uso da terra. O ano é o mais recente que o inventário fecha. O inventário sai com dois anos de atraso porque passa por uma revisão internacional antes de ser publicado.
- Uso da terra e floresta805,7 MtCO2e
- Agropecuária622 MtCO2e
- Energia418,5 MtCO2e
- Processos industriais102,3 MtCO2e
- Resíduos90,8 MtCO2e
▸ Emissões de gases de efeito estufa do Brasil por setor (MtCO2e/ano)
A mudança de uso da terra é a maior parte da emissão brasileira e a que mais varia de um ano para o outro. É também a que mais depende do mapeamento de desmatamento que cada fonte usa. O gráfico mostra 6 dos 6 recortes: os que têm os maiores valores no último ano.
Quem declara a própria emissão e qual é a cobertura dos registros
Além do inventário nacional, existe o inventário CORPORATIVO, feito por cada organização sobre a própria emissão. O Brasil tem dois registros desse tipo, e eles são opostos em quase tudo. O Registro Público de Emissões, do Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV (FGVces), é VOLUNTÁRIO e publica estatísticas agregadas. O inventário da CETESB, a agência ambiental do Estado de São Paulo, é OBRIGATÓRIO por decisão da diretoria da agência e não publica nem a lista de organizações nem os totais.
▸ Emissão registrada no inventário corporativo voluntário (MtCO2e/ano)
OS TRÊS ESCOPOS NÃO PODEM SER SOMADOS. O escopo 1 é a emissão da própria organização. O escopo 2 é a emissão da energia que ela compra. O escopo 3 é a emissão da cadeia de valor, isto é, a emissão de OUTRAS organizações contada no inventário de quem informa. Somar os três conta a mesma tonelada várias vezes, e o escopo 3 ainda inclui emissão que aconteceu fora do Brasil. O gráfico mostra 3 dos 3 recortes: os que têm os maiores valores no último ano.
▸ Organizações no registro corporativo voluntário (organizacoes)
A série acima precisa ser lida junto com esta. O registro é voluntário, e a emissão que ele soma cresce quando mais organizações entram, mesmo que nenhuma emissão tenha aumentado. Entre 2008 e 2024, os participantes passaram de 23 para 669.
SÃO PAULO REÚNE QUASE METADE DO REGISTRO VOLUNTÁRIO: 394 das 889 organizações, contra 115 do Rio de Janeiro e 91 de Minas Gerais. É o mesmo estado em que o inventário corporativo é OBRIGATÓRIO e em que a agência ambiental recebe a declaração de todo estabelecimento licenciado acima do limite de emissão. Os dois registros existem ao mesmo tempo. As empresas paulistas declaram voluntariamente à FGV, que publica os totais, e obrigatoriamente à CETESB, que não publica nada.
NENHUM DOS DOIS SISTEMAS DE CONSULTA INFORMA A EMISSÃO DE CADA ORGANIZAÇÃO, e essa conclusão vale só para o que foi consultado. O sistema da FGV publica os totais por escopo, a lista de participantes com setor, estado e qualificação, e a localização no mapa. Nenhum desses recursos informa quanto uma empresa identificada pelo nome declarou. O sistema da CETESB exige cadastro e o número da licença de um estabelecimento específico para mostrar alguma informação. O registro voluntário publica 3.596 inventários corporativos. É possível saber quantos são e de quais organizações, mas não a emissão que cada uma declarou.
O escopo 1 do registro voluntário, que é a emissão própria das organizações participantes, chega a 201 milhões de toneladas em 2024. O inventário nacional sem uso da terra passa de 1.200 milhões de toneladas. A comparação dá uma ideia do alcance do registro: as organizações participantes declaram voluntariamente uma fração do que o país emite. Essa fração cresceu junto com a entrada de novas organizações no registro. Por isso, o crescimento observado mostra primeiro o aumento da participação, e só depois o da emissão.
O escopo 3 é maior do que todo o inventário nacional sem uso da terra, e as duas medidas são compatíveis. O escopo 3 conta a emissão da cadeia de valor de cada organização. Assim, a mesma tonelada aparece no inventário de quem a emitiu e no de quem comprou o produto, e boa parte dela acontece fora do país. A série também varia de um modo que pode ser explicado pela mudança no grupo de quem informa: passa de menos de 3 milhões de toneladas em 2009 para 367 milhões em 2010 e 785 milhões em 2011, e cai para 282 milhões em 2012.
OS DADOS DA CETESB NÃO PODEM SER MOSTRADOS AQUI. O inventário corporativo do Estado de São Paulo é obrigatório para estabelecimentos licenciados. A regra em vigor é a Decisão de Diretoria 083 de 2024, com entrega até 31 de outubro de cada ano e limite declarado de 20 mil toneladas de CO2 equivalente por ano no escopo 1. O sistema da CETESB responde sem senha e informa que existem treze ciclos de inventário, de 2012 a 2024. Ele também devolve a lista completa de 39 setores. Mas não devolve dados: não há lista de organizações nem totais, e a busca por empreendimento exige cadastro e o número da licença de um estabelecimento específico.
Esta seção compara a transparência dos dois registros. O registro VOLUNTÁRIO publica estatísticas agregadas de dezessete anos, e qualquer pessoa pode consultá-las. A norma obriga todo estabelecimento licenciado acima do limite a enviar dados ao registro OBRIGATÓRIO, mas esse registro não publica as toneladas declaradas nem o número de organizações que declararam. A cópia da resposta do sistema da CETESB foi guardada nesta plataforma como PROVA de que o dado existe, do período que ele cobre e do recorte adotado. Nenhum valor foi tirado dela.
Os dois relatórios oficiais, e o que cada um responde
O Brasil entrega dois documentos à Convenção do Clima da ONU que costumam ser citados como se fossem a mesma coisa, mas eles cumprem obrigações diferentes. O Relatório Bienal de Transparência informa QUANTO O PAÍS EMITE. A Comunicação Nacional informa O QUE ACONTECE COM O PAÍS por causa da mudança do clima. Os dois estão guardados na plataforma, e o texto abaixo resume o que cada um afirma.
O PRIMEIRO RELATÓRIO BIENAL DE TRANSPARÊNCIA foi entregue em dezembro de 2024, com ano de referência 2022. Ele substituiu os antigos Relatórios de Atualização Bienal. O relatório traz o Relatório de Inventário Nacional, que é a fonte do número de emissão desta página, e informa a métrica que usa: o potencial de aquecimento global (GWP) em cem anos, do quinto relatório do IPCC, isto é, a escala que compara o efeito de cada gás no aquecimento ao longo de cem anos. Além do inventário, o relatório tem um capítulo sobre o apoio financeiro recebido, de onde vem o número do dinheiro internacional que chega ao Brasil.
A QUARTA COMUNICAÇÃO NACIONAL responde a outra pergunta. O capítulo sobre impactos, vulnerabilidades e adaptação organiza a análise em quatro seguranças: hídrica, energética, alimentar e socioambiental. Cada uma é avaliada por NÍVEL DE AQUECIMENTO: um mundo meio grau mais quente, dois graus mais quente, quatro graus mais quente. A avaliação usa o aquecimento acumulado, e não um ano do calendário. Essa escolha de método muda a pergunta: em vez de perguntar quando algo vai acontecer, ela pergunta com quanto aquecimento vai acontecer.
O QUE A COMUNICAÇÃO REGISTRA COMO JÁ OBSERVADO. A temperatura aumentou em todas as regiões brasileiras nas últimas décadas, cerca de meio grau por década nas médias das mínimas e das máximas. Em certas regiões, no inverno e na primavera, o aumento chegou a um grau. Em quase todo o país, o número de dias com temperatura máxima extrema aumentou mais de trinta por cento. Na chuva, a mudança varia por região e vai nos dois sentidos. O total anual diminuiu no sudoeste da região Norte, no leste do Centro-Oeste e nas regiões Nordeste e Sudeste. Ele aumentou no extremo norte da região Norte e na região Sul.
Cada documento tem uma função, e falta uma terceira. O relatório bienal informa o que o país emite. A comunicação nacional informa o que acontece com o país. NENHUM DOS DOIS INFORMA O QUE SERÁ FEITO. Essa é a função do Plano Clima, o plano do governo federal para a mudança do clima, cujas metas e indicadores estão em as promessas de adaptação . As medições físicas que a plataforma reúne de outras fontes estão em estado do sistema , e as diferenças entre essas fontes estão em onde as fontes discordam .
Três gases, três histórias
Todos os outros números desta página estão em CO2 equivalente. Essa equivalência depende de uma escolha: ela pesa cada gás por uma escala de conversão, e o IPCC revisa essa escala a cada relatório. Nesta seção, nenhuma escala é aplicada. As três séries estão em MASSA DE CADA GÁS, isto é, em toneladas do próprio gás, e vêm do Apêndice I do Quinto Relatório de Atualização Bienal. Por isso, elas não mudam quando o IPCC publica um relatório novo.
AS TRÊS SÉRIES VÃO EM DIREÇÕES DIFERENTES, e o total em CO2 equivalente esconde isso. Entre 1990 e 2020, a emissão brasileira de gás carbônico variou 0,5%, isto é, terminou perto de onde começou. No mesmo período, o metano subiu 38,1% e o óxido nitroso subiu 77,3%. O desmatamento altera a emissão de gás carbônico, e a queda do desmatamento compensou o crescimento da energia. Os outros dois gases vêm principalmente do rebanho e do solo agrícola, e terminaram o período acima do começo, com quedas em alguns anos.
O potencial de aquecimento em cem anos do metano passou de 21, no Segundo Relatório do IPCC, para 28 no Quinto. O do óxido nitroso caiu de 310 para 265. O potencial de aquecimento indica quantas toneladas de gás carbônico causariam o mesmo aquecimento que uma tonelada do gás. Um país que emite principalmente gás carbônico quase não sente a troca de escala. Um país cuja emissão cresce em metano e óxido nitroso sente. Por isso, o total brasileiro de 2020 sobe 6,4% quando se passa de uma escala para a outra, sem que nada a mais tenha sido emitido. As três séries acima mostram a emissão sem essa escolha.
▸ os três gases na mesma escala de trajetória, 1990 = 100
Cada curva é a série dividida pelo valor do seu primeiro ano, em massa do gás. Esse índice não mede o peso de cada gás no aquecimento e não substitui a escala. Se a emissão de metano cresce mais do que a de gás carbônico, isso significa que o metano cresceu mais em relação a si mesmo. Não diz nada sobre o peso dele no total. O peso de cada gás depende do potencial de aquecimento, tratado na seção seguinte.
▸ Emissões líquidas de CO2 do Brasil, em massa do gás (MtCO2/ano)
A curva está em massa do gás. Por isso, ela NÃO PODE SER SOMADA às curvas dos outros dois gases: somar a massa de gases diferentes é somar coisas que aquecem em proporções diferentes.
▸ Emissões de metano do Brasil, em massa do gás (ktCH4/ano)
A curva está em massa do gás. Por isso, ela NÃO PODE SER SOMADA às curvas dos outros dois gases: somar a massa de gases diferentes é somar coisas que aquecem em proporções diferentes.
▸ Emissões de óxido nitroso do Brasil, em massa do gás (ktN2O/ano)
A curva está em massa do gás. Por isso, ela NÃO PODE SER SOMADA às curvas dos outros dois gases: somar a massa de gases diferentes é somar coisas que aquecem em proporções diferentes.
Quanto o Brasil revisou os próprios números
A emissão de um ano que já terminou não é um número fixo. Cada relatório que o Brasil entrega à Convenção do Clima recalcula a série inteira, e o mesmo ano aparece com valores diferentes em edições diferentes. Esta seção mostra lado a lado o que cada edição publicou, na mesma escala, e calcula a diferença entre elas.
▸ a emissão de cada ano segundo cada edição do reporte
CADA PONTO É UMA EDIÇÃO informando quanto o Brasil emitiu naquele ano. Onde há pontos empilhados na mesma linha vertical, há edições que discordam sobre o mesmo ano. Os pontos NÃO ESTÃO LIGADOS por linha, de propósito. Cada edição publica cinco ou seis anos escolhidos por ela, e ligar 1994 a 2000 desenharia uma trajetória que nenhuma edição calculou. A linha contínua é a única série anual do conjunto, o inventário de 2024, e aparece como base de comparação.
ATÉ AGORA, A PLATAFORMA LEU 13 EDIÇÕES DO MESMO RELATÓRIO, e a curva de cada uma está no gráfico acima. ESSAS EDIÇÕES NÃO PODEM SER COMPARADAS COMO SE MEDISSEM A MESMA COISA, e esta seção existe para fazer essa ressalva. A Comunicação Nacional e o Relatório Bienal de Transparência cumprem obrigações diferentes e fazem as contas com diretrizes de versões diferentes do IPCC. Além disso, entre 2016 e 2024, o inventário oficial trocou de escala por decisão da própria Convenção. Tratar a distância entre a maior e a menor edição como margem de incerteza juntaria essas três mudanças num único número e chamaria de erro uma troca de método. O gráfico mostra que o mesmo ano aparece com valores diferentes conforme quem o publica e quando. O ano de 2000 é o que aparece em mais edições: 8. Um inventário é refeito quando melhoram os dados de atividade, como o tamanho do rebanho ou o combustível consumido, e quando mudam os fatores de emissão, isto é, quanto gás cada atividade libera. O desmatamento antigo, por exemplo, é estimado de novo com satélites melhores do que os da época.
DOIS DOCUMENTOS DÃO VALORES DIFERENTES PARA 2016. Os dois são documentos oficiais do mesmo ministério, publicados no MESMO ANO, 2020. A Quarta Comunicação Nacional publica 1,577 e o Quarto Relatório de Atualização Bienal publica 1,401, os dois em bilhões de toneladas, e a diferença entre eles é de 11,1%. Os dois documentos explicam o motivo: o relatório bienal ainda usa o Terceiro Inventário, e a comunicação nacional já usa o Quarto. Por isso, quem citar o número precisa identificar o documento, para que o valor possa ser conferido.
A ESCALA ANTIGA PRODUZ OUTROS VALORES PARA O MESMO ANO. As edições anteriores a 2016 usam o potencial de aquecimento do Segundo Relatório do IPCC. Nessa escala, o ano de 2005 aparece como 2,032 numa edição e como 2,738 bilhões de toneladas em outra. O salto acontece entre a segunda e a terceira edição das Estimativas Anuais e tem causa conhecida: o Terceiro Inventário recalculou as estimativas de desmatamento da década anterior. Esses números ficam no texto, e não no gráfico, de propósito e pelo mesmo motivo de antes. Mostrar as duas escalas juntas faria a troca de relatório do IPCC aparecer no meio da série como se fosse uma revisão, quando é uma mudança na unidade de conta.
A REVISÃO É PARCIAL, e isso também aparece nos dados. Entre o terceiro e o quarto relatório bienal, 36 pontos ficaram idênticos. Os valores de energia e agropecuária dos anos antigos não mudaram em nenhum algarismo, e o uso da terra foi recalculado. Vale a regra que a plataforma aplica em todas as páginas: para comparar edições, a escala precisa ser a mesma dos dois lados. O mesmo relatório publica a mesma emissão em três escalas, e a diferença entre elas pode ser maior do que a diferença entre edições.
1990
5 edições · 1,41 a 1,598 GtCO2e · 13,3%
dez por cento ou mais3ª Comunicação Nacional (2016), sumário executivo, Tabela III: 1,41 · Estimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,415 · 4ª Comunicação Nacional (2020), emissões por setor em CO2e: 1,594 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 1,598 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 1,5881991
3 edições · 1,302 a 1,437 GtCO2e · 10,4%
dez por cento ou maisEstimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,302 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 1,437 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 1,4281992
3 edições · 1,456 a 1,562 GtCO2e · 7,3%
abaixo de dez por centoEstimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,456 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 1,562 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 1,5531993
3 edições · 1,53 a 1,615 GtCO2e · 5,5%
abaixo de dez por centoEstimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,53 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 1,615 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 1,6041994
6 edições · 1,546 a 1,612 GtCO2e · 4,2%
abaixo de dez por centoBUR3 (2019), Tabela B.1: 1,546 · Estimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,549 · BUR4 (2020), Tabela XIV: 1,549 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 1,612 · BUR5 (2024), Tabela 2.12: 1,603 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 1,6031995
5 edições · 2,572 a 2,76 GtCO2e · 7,3%
abaixo de dez por cento3ª Comunicação Nacional (2016), sumário executivo, Tabela III: 2,652 · Estimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 2,572 · 4ª Comunicação Nacional (2020), emissões por setor em CO2e: 2,756 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 2,76 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 2,7491996
3 edições · 1,898 a 2,024 GtCO2e · 6,6%
abaixo de dez por centoEstimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,898 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 2,024 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 2,0141997
3 edições · 1,618 a 1,718 GtCO2e · 6,2%
abaixo de dez por centoEstimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,618 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 1,718 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 1,7131998
3 edições · 1,895 a 1,999 GtCO2e · 5,5%
abaixo de dez por centoEstimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,895 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 1,999 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 1,9981999
3 edições · 1,905 a 1,971 GtCO2e · 3,4%
abaixo de dez por centoEstimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,905 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 1,971 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 1,9682000
8 edições · 1,991 a 2,074 GtCO2e · 4,2%
abaixo de dez por cento3ª Comunicação Nacional (2016), sumário executivo, Tabela III: 2,074 · BUR3 (2019), Tabela B.1: 2,057 · Estimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,991 · 4ª Comunicação Nacional (2020), emissões por setor em CO2e: 2,047 · BUR4 (2020), Tabela XIV: 1,991 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 2,051 · BUR5 (2024), Tabela 2.12: 2,049 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 2,0492001
3 edições · 2,009 a 2,022 GtCO2e · 0,6%
abaixo de dez por centoEstimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 2,009 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 2,022 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 2,0192002
3 edições · 2,246 a 2,249 GtCO2e · 0,1%
abaixo de dez por centoEstimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 2,246 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 2,249 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 2,2462003
3 edições · 3,186 a 3,366 GtCO2e · 5,7%
abaixo de dez por centoEstimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 3,186 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 3,366 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 3,362004
3 edições · 3,425 a 3,602 GtCO2e · 5,2%
abaixo de dez por centoEstimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 3,425 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 3,602 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 3,5962005
5 edições · 2,449 a 2,838 GtCO2e · 15,9%
dez por cento ou mais3ª Comunicação Nacional (2016), sumário executivo, Tabela III: 2,838 · Estimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 2,449 · 4ª Comunicação Nacional (2020), emissões por setor em CO2e: 2,562 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 2,567 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 2,5612006
3 edições · 2,041 a 2,202 GtCO2e · 7,9%
abaixo de dez por centoEstimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 2,041 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 2,202 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 2,1962007
3 edições · 1,75 a 1,853 GtCO2e · 5,9%
abaixo de dez por centoEstimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,75 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 1,853 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 1,852008
3 edições · 1,885 a 1,991 GtCO2e · 5,6%
abaixo de dez por centoEstimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,885 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 1,991 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 1,992009
3 edições · 1,265 a 1,356 GtCO2e · 7,2%
abaixo de dez por centoEstimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,265 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 1,338 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 1,3562010
8 edições · 1,292 a 1,369 GtCO2e · 6%
abaixo de dez por cento3ª Comunicação Nacional (2016), sumário executivo, Tabela III: 1,364 · BUR3 (2019), Tabela B.1: 1,369 · Estimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,292 · 4ª Comunicação Nacional (2020), emissões por setor em CO2e: 1,336 · BUR4 (2020), Tabela XIV: 1,292 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 1,335 · BUR5 (2024), Tabela 2.12: 1,353 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 1,3532011
3 edições · 1,239 a 1,435 GtCO2e · 15,8%
dez por cento ou maisEstimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,239 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 1,435 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 1,4242012
6 edições · 1,137 a 1,318 GtCO2e · 15,9%
dez por cento ou maisBUR3 (2019), Tabela B.1: 1,301 · Estimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,137 · BUR4 (2020), Tabela XIV: 1,137 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 1,318 · BUR5 (2024), Tabela 2.12: 1,306 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 1,3062013
3 edições · 1,374 a 1,587 GtCO2e · 15,5%
dez por cento ou maisEstimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,374 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 1,57 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 1,5872014
3 edições · 1,274 a 1,466 GtCO2e · 15%
dez por cento ou maisEstimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,274 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 1,458 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 1,4662015
6 edições · 1,369 a 1,569 GtCO2e · 14,6%
dez por cento ou maisBUR3 (2019), Tabela B.1: 1,441 · Estimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,369 · BUR4 (2020), Tabela XIV: 1,369 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 1,569 · BUR5 (2024), Tabela 2.12: 1,563 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 1,5632016
6 edições · 1,401 a 1,604 GtCO2e · 14,5%
dez por cento ou maisEstimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II: 1,401 · 4ª Comunicação Nacional (2020), emissões por setor em CO2e: 1,577 · BUR4 (2020), Tabela XIV: 1,401 · Estimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 1,582 · BUR5 (2024), Tabela 2.12: 1,604 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 1,6042020
3 edições · 1,786 a 1,825 GtCO2e · 2,2%
abaixo de dez por centoEstimativas Anuais, 6ª edição (2022), Tabela I.II: 1,786 · BUR5 (2024), Tabela 2.12: 1,825 · BTR1 (dez/2024), ano de referência 2022: 1,825
Quando o erro não é revisão
A seção anterior mostra recálculos: o método mudou e deu outro número para o mesmo ano. Aqui o problema é outro, e ele afeta quem lê. Um número foi publicado errado e continuou impresso. Depois, foi corrigido num arquivo separado, que acompanha o pacote de arquivos, mas que quem baixa o documento pode nunca abrir.
A quinta edição das Estimativas Anuais publicou o metano da agropecuária com a linha do total do setor repetida. De 2004 a 2016, a tabela imprime 11.666,8 Gg 13 vezes seguidas, como se o rebanho brasileiro tivesse parado de crescer. Gg, ou gigagrama, equivale a mil toneladas. A errata de 20/11/2020 traz valores que sobem até 13.087,1 Gg. A maior diferença está em 2016, de +12,2%. O valor repetido é o do ano anterior ao primeiro ano corrigido, copiado para os anos seguintes.
▸ metano da agropecuária: o que a tabela imprimiu e o que a errata corrigiu
A linha reta mostra o erro: ela repete o mesmo número ano após ano. A outra linha é a série corrigida pela errata.
A mesma leitura das tabelas encontrou outro problema, e ele reduz a contagem de revisões: 2 pares de edições coincidem em TODOS os pontos que têm em comum. Nesses casos, a segunda edição não recalculou nada. Ela publicou de novo o mesmo relatório com outro nome, às vezes por outro órgão. Contar as duas como revisões diferentes faria parecer que o Brasil revisou seus números mais vezes do que de fato revisou.
BUR4 (2020), Tabela XIV · Estimativas Anuais, 5ª edição (2019), Tabela I.II
108 pontos idênticosBUR · SIRENE3ª Comunicação Nacional (2016), sumário executivo, Tabela III · Estimativas Anuais, 3ª edição (2016), Tabela II
30 pontos idênticosComunicação Nacional à UNFCCC · SIRENE
Trinta anos de reporte à Convenção, documento por documento
O mesmo endereço do MCTI, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, de onde vem o inventário, guarda os outros documentos que o Brasil entregou à Convenção do Clima. Esses documentos ajudam a entender o inventário. São 22 documentos, de 2004 a 2024, de quatro tipos. A plataforma guarda todos eles, cada um com um resumo criptográfico, isto é, um código calculado a partir do arquivo que permite conferir se uma cópia é idêntica. A lista abaixo traz o título oficial, o ano da capa, o número de páginas e o endereço de origem de cada documento.
▸ o que cada relatório bienal declarou em mitigação
A ficha de ação é a tabela em que o país descreve o que faz para reduzir emissões. Os dois primeiros relatórios trazem oito fichas e nenhum número de toneladas evitadas. O terceiro e o quarto trazem as mesmas oito fichas, com onze números. O quinto relatório e o Relatório de Transparência deixam de trazer a tabela e passam a falar de toneladas no texto do capítulo. A coluna de menções conta isso: quantas vezes o capítulo cita toneladas de CO2 fora de qualquer ficha.
- BUR1 (2014)8
- BUR2 (2017)8
- BUR3 (2019)8
- BUR4 (2020)8
- BUR5 (2024)0
- BTR1 (2024)0
SÃO TRÊS OBRIGAÇÕES DIFERENTES. Esta página as separa porque o site do governo mistura todas numa única lista. A COMUNICAÇÃO NACIONAL é a mais antiga e a mais ampla. Ela não tem prazo fixo. As do Brasil saíram em 2004, 2010, 2016 e 2020. Nela entram o inventário do período, os cenários climáticos, a vulnerabilidade de cada setor e o que o país diz estar fazendo. O RELATÓRIO DE ATUALIZAÇÃO BIENAL foi criado pela Decisão 2/CP.17, tomada na 17ª conferência do clima da ONU (COP 17). Ele valia para os países fora do Anexo I, isto é, fora da lista de países industrializados da Convenção. Saía a cada dois anos e era curto de propósito: atualizava o inventário e o apoio recebido entre uma Comunicação e a seguinte. O RELATÓRIO BIENAL DE TRANSPARÊNCIA foi criado pelo Acordo de Paris, vale para todos os países no mesmo formato e substituiu o relatório anterior.
A MUDANÇA DE REGIME ACONTECEU EM DEZEMBRO DE 2024, e os dois documentos saíram no mesmo mês. O quinto e último Relatório de Atualização Bienal fecha o regime antigo. O primeiro Relatório Bienal de Transparência abre o novo e traz junto o Relatório de Inventário Nacional, de 642 páginas, que é a fonte do número de emissão desta página. As ESTIMATIVAS ANUAIS são de outro tipo e, por isso, aparecem depois na lista. Elas não são uma obrigação da Convenção. São uma publicação do próprio MCTI, feita para cobrir o intervalo entre um inventário e o seguinte com a estimativa do ano corrente.
A PLATAFORMA USA NÚMEROS DE DOIS DESTES 22 DOCUMENTOS. O primeiro é o Relatório Bienal de Transparência, com o inventário que o acompanha, de onde vêm a emissão por setor e o apoio financeiro recebido. O segundo é o sumário executivo da Quarta Comunicação Nacional, de onde vêm as tendências físicas já observadas. Os outros 20 documentos estão guardados, e nenhum número foi tirado deles. Eles foram guardados com a intenção de serem lidos depois. O resumo criptográfico de cada arquivo está publicado para que quem ler esses documentos depois, aqui ou em outro lugar, possa conferir se usou o mesmo arquivo.
OS ARQUIVOS NÃO ESTÃO DISPONÍVEIS PARA BAIXAR AQUI, por causa da licença de uso. O MCTI publica sob uma licença que permite redistribuir a cópia inteira e proíbe criar obras derivadas. Oferecer 206 MB de PDF nesta plataforma acrescentaria uma cópia sem acrescentar nenhuma garantia. Por isso, a plataforma mostra o endereço oficial de cada documento e o resumo criptográfico do arquivo que baixou. Quem quiser conferir se a sua cópia é a mesma que a plataforma leu pode comparar os dois resumos, sem precisar confiar em nenhum dos dois lados. A COLETA ENCONTROU UM PROBLEMA NOS ENDEREÇOS. As cinco primeiras edições das Estimativas Anuais aparecem na página do SIRENE com um endereço que o servidor informa não existir. O endereço que funciona tem um trecho a mais no caminho. Os cinco arquivos existem, e esta lista publica o endereço que funcionou.
Comunicação Nacional Inicial do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima
Comunicação Nacional · 2004 · 276 páginas · 20 MB
guardado com resumo criptográficoComunicação Nacional à UNFCCCo documento na fonte original sha256 2b047f5b227bfa30…Segunda Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, volume 1
Comunicação Nacional · 2010 · 280 páginas · 18 MB
guardado com resumo criptográficoComunicação Nacional à UNFCCCo documento na fonte original sha256 e9ed6911cb3d7c1c…Segunda Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, volume 2
Comunicação Nacional · 2010 · 240 páginas · 18 MB
guardado com resumo criptográficoComunicação Nacional à UNFCCCo documento na fonte original sha256 cd4bd6d8f6785f54…Terceira Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, sumário executivo
Comunicação Nacional · 2016 · 44 páginas · 3 MB
guardado com resumo criptográficoComunicação Nacional à UNFCCCo documento na fonte original sha256 cc392a9f6ec52089…Terceira Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, volume 1
Comunicação Nacional · 2016 · 148 páginas · 3 MB
guardado com resumo criptográficoComunicação Nacional à UNFCCCo documento na fonte original sha256 4f350c51902aed61…Terceira Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, volume 2
Comunicação Nacional · 2016 · 228 páginas · 11 MB
guardado com resumo criptográficoComunicação Nacional à UNFCCCo documento na fonte original sha256 99b7dc186891f576…Terceira Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, volume 3
Comunicação Nacional · 2016 · 336 páginas · 6 MB
guardado com resumo criptográficoComunicação Nacional à UNFCCCo documento na fonte original sha256 9bea3ecea72a6699…Quarta Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, documento completo
Comunicação Nacional · 2020 · 622 páginas · 57 MB
guardado com resumo criptográficoComunicação Nacional à UNFCCCo documento na fonte original sha256 6d13cc78dec709cd…Quarta Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, sumário executivo
Comunicação Nacional · 2020 · 33 páginas · 4 MB
guardado com resumo criptográficoComunicação Nacional à UNFCCCo documento na fonte original sha256 efa5125355cb17cf…Primeiro Relatório de Atualização Bienal do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima
Atualização Bienal · 2014 · 54 páginas · 2 MB
guardado com resumo criptográficoBURo documento na fonte original sha256 c94ca5b1d52fa5db…Segundo Relatório de Atualização Bienal do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima
Atualização Bienal · 2017 · 69 páginas · 2 MB
guardado com resumo criptográficoBURo documento na fonte original sha256 534c73a7e478768f…Terceiro Relatório de Atualização Bienal do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima
Atualização Bienal · 2019 · 137 páginas · 6 MB
guardado com resumo criptográficoBURo documento na fonte original sha256 5115602c730a3d99…Quarto Relatório de Atualização Bienal do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima
Atualização Bienal · 2020 · 112 páginas · 7 MB
guardado com resumo criptográficoBURo documento na fonte original sha256 5853a510f7abdbc5…Quinto Relatório de Atualização Bienal do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima
Atualização Bienal · 2024 · 126 páginas · 6 MB
guardado com resumo criptográficoBURo documento na fonte original sha256 094ba1680523905b…Primeiro Relatório Bienal de Transparência do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima
Transparência Bienal · 2024 · 214 páginas · 8 MB
guardado com resumo criptográficoBTRo documento na fonte original sha256 54d4920439db922a…Relatório do Inventário Nacional das Emissões Antrópicas por Fontes e das Remoções por Sumidouros de Gases de Efeito Estufa do Brasil
Transparência Bienal · 2024 · 642 páginas · 16 MB
guardado com resumo criptográficoBTRo documento na fonte original sha256 a33487c28f96ba75…Relatório das Estimativas Anuais de Emissões de Gases de Efeito Estufa no Brasil, 1ª edição
Estimativas Anuais · 2013 · 81 páginas · 4 MB
guardado com resumo criptográficoSIRENEo documento na fonte original sha256 159feb9d87a383c7…Relatório das Estimativas Anuais de Emissões de Gases de Efeito Estufa no Brasil, 2ª edição
Estimativas Anuais · 2014 · 190 páginas · 6 MB
guardado com resumo criptográficoSIRENEo documento na fonte original sha256 d1254bfdd08c4238…Relatório das Estimativas Anuais de Emissões de Gases de Efeito Estufa no Brasil, 3ª edição
Estimativas Anuais · 2016 · 85 páginas · 2 MB
guardado com resumo criptográficoSIRENEo documento na fonte original sha256 58c604ad7415f371…Relatório das Estimativas Anuais de Emissões de Gases de Efeito Estufa no Brasil, 4ª edição
Estimativas Anuais · 2017 · 91 páginas · 3 MB
guardado com resumo criptográficoSIRENEo documento na fonte original sha256 0137be3532e0a66e…Relatório das Estimativas Anuais de Emissões de Gases de Efeito Estufa no Brasil, 5ª edição
Estimativas Anuais · 2020 · 3 MB
guardado com resumo criptográficoSIRENEo documento na fonte original sha256 a13ba03bcf575dcc…Estimativas Anuais de Emissões de Gases de Efeito Estufa no Brasil, 6ª edição
Estimativas Anuais · 2022 · 137 páginas · 2 MB
guardado com resumo criptográficoSIRENEo documento na fonte original sha256 750427b5a183a20d…
O inventário oficial contra a estimativa independente
SÓ O INVENTÁRIO É OFICIAL, e essa diferença define como ler o gráfico. O INVENTÁRIO NACIONAL é o documento que o Brasil entrega à Convenção do Clima como país que assinou o acordo. Ele segue as regras de cálculo do IPCC e passa por revisão internacional. Por isso, é lento: sai a cada dois anos e cobre um ano que terminou dois anos antes. É o inventário que o SIRENE registra. A plataforma o lê no Relatório Bienal de Transparência porque o painel do SIRENE só funciona com os cookies não essenciais ativados. O SEEG, do Observatório do Clima, é uma ESTIMATIVA INDEPENDENTE. Ele usa a mesma convenção de contabilidade do IPCC e as mesmas fontes públicas de dados de atividade. Quando o dado oficial ainda não saiu, o SEEG estima com o que existe. Por isso, publica dois anos antes e revisa a série inteira a cada edição. O inventário informa o que o país declara oficialmente, e o SEEG informa antes. Por isso, a diferença entre os dois não é erro de nenhum deles.
▸ diferença do SEEG em relação ao inventário, por setor, em 2022 (%)
A comparação usa o ÚLTIMO ANO EM COMUM e a MESMA ESCALA, que aqui é gwp100_ar5. As duas exigências têm motivo. O SEEG vai dois anos além do inventário, e comparar anos diferentes mediria a passagem do tempo. O SEEG também publica a mesma emissão em duas escalas de potencial de aquecimento, e comparar escalas diferentes mediria a diferença entre dois relatórios do IPCC. Valor positivo significa que o SEEG estima mais do que o inventário. A linha sem uso da terra fica de fora porque é um total, e a comparação é feita setor a setor.
- Processos Industriais-11,2%
- Mudança de Uso da Terra e Floresta6,8%
- Resíduos1,6%
- Agropecuária-0,7%
- Energia-0,6%
▸ processos industriais abertos por subsetor, em 2022 (MtCO2e)
A DIFERENÇA NÃO VEM DA COBERTURA. Não há subsetor que falte num dos lados, nem gás fluorado que só uma das fontes inclua. As duas cobrem os mesmos sete subsetores, e as duas incluem HFC, PFC e SF6, os gases fluorados usados na indústria. A diferença está na INDÚSTRIA QUÍMICA, onde o SEEG estima 35% do que o inventário registra. Sozinha, ela responde por 40% da diferença do setor. Nos dois maiores subsetores, metalúrgica e mineral, as duas fontes ficam a menos de dez por cento uma da outra.
- Indústria metalúrgica-3,7 MtCO2e
- Indústria mineral-3,1 MtCO2e
- Substitutos de gás que destrói a camada de ozônio-0,2 MtCO2e
- Indústria química-4,6 MtCO2e
- Fabricação e uso de outros produtos0 MtCO2e
- Indústria eletrônica-0 MtCO2e
As duas fontes concordam nos setores em que a conta parte de quantidades conhecidas e discordam onde ela depende de interpretar o território. Agropecuária, energia e resíduos ficam a menos de dois por cento uma da outra. Nesses setores, a emissão é calculada a partir do rebanho, do combustível vendido e do resíduo coletado, e esses três números vêm de registros administrativos que as duas fontes usam.
A DISCORDÂNCIA SE CONCENTRA EM DOIS SETORES, e cada um é o maior numa medida diferente. MUDANÇA DE USO DA TERRA E FLORESTA tem a maior diferença em TONELADAS, 55 MtCO2e. Nesse setor, a medida depende de decidir o que conta como desmatamento, o que conta como vegetação secundária e a partir de que ano. As duas fontes usam mapeamentos e períodos de referência diferentes, e nenhuma publica a comparação com a outra. PROCESSOS INDUSTRIAIS tem a maior diferença em PERCENTUAL, -11,2%. O gráfico acima mostra percentuais, e por isso faz processos industriais parecer a maior diferença. O segundo painel desta seção divide esse setor em subsetores e mostra que a diferença não vem da cobertura.
OS DADOS NÃO PERMITEM DIZER QUAL DAS DUAS MEDIDAS ESTÁ CERTA. O inventário é a medida que tem valor jurídico e sustenta a posição do Brasil nas negociações internacionais. O SEEG é publicado dois anos antes e é a estimativa que a plataforma tem para o ano passado. As duas medidas continuam publicadas lado a lado, porque a diferença entre elas informa sobre o método de cada uma.
O que a repartição não diz
Setor não é o mesmo que responsabilidade. A emissão de energia inclui o combustível queimado para produzir o que a agropecuária exporta. A emissão de uso da terra inclui o desmatamento que abre área para essa mesma agropecuária. A divisão segue a convenção de contabilidade do IPCC, que atribui a emissão ao setor que a libera. A responsabilidade de quem compra ou demanda o produto fica fora dessa divisão.
Todas as séries do domínio
Cada série mostra o período coberto, o número de fontes e o caminho até os dados. A lista vai da série com mais observações para a série com menos. Ela inclui as séries que não têm gráfico nesta página, para que os dados delas também possam ser consultados.
Emissão líquida municipal de GEE
2015–2024 · 55.980 obs
MtCO2e/anofonte única5.598 recortesEmissão líquida por município, do SEEG. É uma série própria, e não o recorte municipal da série "Emissões líquidas de gases de efeito estufa do Brasil", que é nacional, em GtCO2e, e é a série que a NDC mede. A unidade aqui é MtCO2e, porque na escala de um município a gigatonelada não faz sentido. Essa confusão de unidade produziu 55.700 observações mil vezes maiores, corrigidas em 07/08/2026. A soma dos 5.570 municípios fecha com o total nacional da mesma fonte, com razão de 1,00 em todos os dez anos. Foi essa igualdade, conferida pela base, que encontrou o erro de unidade.Emissões de gases de efeito estufa do Brasil por setor
1750–2024 · 9.044 obs
MtCO2e/ano10 fontes169 recortesOs setores seguem a divisão do IPCC, o painel científico do clima da ONU: energia, processos industriais e uso de produtos (IPPU), agropecuária, uso da terra e florestas (LULUCF) e resíduos.Emissões por mudança de uso da terra e florestas
1970–2024 · 1.400 obs
MtCO2e/ano6 fontes32 recortesderivadaEsta é a maior parcela das emissões brasileiras. O SIRENE, sistema oficial do governo federal, e o SEEG, estimativa do Observatório do Clima, chegam a valores diferentes porque usam métodos diferentes.Emissões nacionais reportadas à UNFCCC
1990–2020 · 1.364 obs
MtCO2e/anofonte única44 recortesEsta é a única série da base com valor jurídico no regime do clima: é o que cada país reportou formalmente à UNFCCC, a convenção do clima da ONU. Ela não é uma estimativa independente. A métrica de conversão entre gases varia entre os relatórios e fica a confirmar até ser lida na documentação de cada um.Emissões líquidas de gases de efeito estufa do Brasil
1970–2024 · 764 obs
GtCO2e7 fontes30 recortesA NDC, meta que o Brasil apresenta ao Acordo de Paris, e a trajetória da Estratégia Nacional de Mitigação são medidas por esta série. As emissões são líquidas: as remoções de gases da atmosfera já foram descontadas.Emissão líquida por habitante
1970–2024 · 393 obs
tCO2e/pessoa7 fontesderivadaA série é derivada da emissão líquida e da população. Nesta leitura a comparação entre países muda de sentido: em emissão total o Brasil aparece entre os maiores emissores, e por habitante a posição é outra. A série herda a métrica de conversão da emissão de origem.CO2 por habitante, sem uso da terra
1970–2024 · 385 obs
tCO2/pessoafonte única7 recortesA série inclui só combustível fóssil e processo industrial, sem uso da terra. Para o Brasil isso muda muito: a maior parte da emissão brasileira vem do uso da terra, e por isso este número é bem menor do que o da série emissao_por_habitante.Emissões globais de gases de efeito estufa
1750–2024 · 341 obs
GtCO2e4 fontesEmissões brutas de gases de efeito estufa do Brasil
1970–2024 · 110 obs
GtCO2efonte únicaAs emissões brutas não descontam as remoções de gases da atmosfera. Por isso esta série não se compara com a série de emissões líquidas.Emissão de GEE da produção e do uso de energia, por setor
2024–2034 · 99 obs
MtCO2e/anofonte única9 recortesEmissão de gases de efeito estufa da produção e do uso de energia em nove setores, no cenário de referência do PDE 2034, o Plano Decenal de Energia. Todos os anos são projeção, inclusive o primeiro: o PDE é um plano, e o ponto de partida já é estimativa dele. A série não é o inventário, que vem do SIRENE e do SEEG e mede o que foi emitido. O setor elétrico reúne autoprodução, Sistema Interligado Nacional (SIN) e sistemas isolados. O caderno de meio ambiente do mesmo PDE informa que o SIN sozinho varia 84% no decênio. Informa também que, sem a entrada obrigatória das térmicas a gás ainda não contratadas, a emissão do SIN em 2034 seria 46% menor.Emissão de gases de efeito estufa da aviação civil
2005–2018 · 82 obs
GgCO2e/anofonte única3 recortesA aviação internacional não entra no total nacional reportado à UNFCCC. Ela é reportada à parte, como combustível de bunker, e por isso o recorte separa o voo doméstico do internacional em vez de somar. A métrica registra duas escolhas: o horizonte do GWP, o potencial de aquecimento, e o método. O Tier 1 estima pelo combustível vendido e o Tier 3A pelo movimento de aeronaves. São duas estimativas do mesmo ano, publicadas pela mesma fonte na mesma edição, e somar as duas conta o mesmo voo duas vezes.Emissão registrada no inventário corporativo voluntário
2008–2024 · 51 obs
MtCO2e/anofonte única3 recortesSoma das emissões dos inventários corporativos publicados no Registro Público de Emissões, por escopo do GHG Protocol. Os três escopos não se somam. O escopo 1 é a emissão própria, o escopo 2 é a da energia comprada, e o escopo 3 é a da cadeia de valor, isto é, emissão de outras organizações contada no inventário de quem relata. Somar os três conta a mesma tonelada várias vezes, e o escopo 3 ainda inclui emissão fora do Brasil. A série também não se compara com o inventário nacional, porque ela cresce quando mais organizações aderem. A nota da fonte declara que a contabilização do escopo 2 pela abordagem de escolha de compra só foi adotada a partir do ciclo 2018.Organizações no registro corporativo, por recorte
2026–2026 · 46 obs
organizacoesfonte única46 recortesOrganizações que publicaram inventário no Registro Público de Emissões, divididas por unidade da federação e por setor de atividade. O número descreve a lista na data da leitura, e não uma série no tempo: o registro publica a lista atual, e não a composição dela ano a ano. O recorte traz a divisão, e as duas divisões não se somam entre si, porque descrevem as mesmas 889 organizações por dois critérios. Não há emissão por organização: a interface publica o total por escopo, a lista e a localização, e não o inventário de cada uma.Emissões de metano do Brasil, em massa do gás
1990–2020 · 31 obs
ktCH4/anofonte únicaMassa do gás. Esta é a série que mais desloca o total brasileiro quando o IPCC troca a conversão entre gases: o potencial de aquecimento em cem anos do metano passou de 21, no Segundo Relatório, para 28, no Quinto. Ela não se soma com as séries dos outros gases.Emissões líquidas de CO2 do Brasil, em massa do gás
1990–2020 · 31 obs
MtCO2/anofonte únicaMassa do gás, e não CO2 equivalente. Aqui não há conversão entre gases, e por isso esta série é a única do domínio que não muda quando o IPCC troca de relatório. Ela não se soma com as séries de metano e de óxido nitroso: somar massas de gases diferentes é somar coisas que aquecem em escalas diferentes. As emissões são líquidas, já descontadas as remoções por sumidouro.Emissões de óxido nitroso do Brasil, em massa do gás
1990–2020 · 31 obs
ktN2O/anofonte únicaMassa do gás. O potencial de aquecimento em cem anos do óxido nitroso caiu do Segundo para o Quinto Relatório do IPCC, de 310 para 265. Por isso a troca de relatório não move o total brasileiro na mesma direção em todos os setores. A série não se soma com as séries dos outros gases.Emissão bruta de GEE de floresta
2001–2025 · 25 obs
MgCO2e/anofonte únicaEmissão bruta das perturbações que substituem o povoamento florestal. Ela não inclui a degradação florestal e não desconta a rebrota. É resultado de modelo, e não medida. A fonte insiste que emissão e remoção sejam lidas juntas. A remoção e o fluxo líquido não são série temporal: são a média anual do período 2001-2025, e por isso não entram como série anual. A própria fonte diz que a perda de cobertura arbórea não é desmatamento. Cobertura arbórea é toda vegetação acima de 5 metros, inclusive plantação, e a perda inclui corte comercial, fogo, doença e tempestade. O limiar de dossel, a parcela do solo coberta pelas copas, fica no campo métrica. A fonte publica o mesmo ano em oito limiares (0, 10, 15, 20, 25, 30, 50 e 75%), e somar dois limiares conta a mesma área duas vezes. A fonte adverte que melhorias de detecção entre 2011 e 2015 podem inflar os anos recentes em relação aos antigos. Por isso não se recomenda ler tendência de longo prazo nesta série.Organizações no registro corporativo voluntário
2008–2024 · 17 obs
organizacoesfonte únicaNúmero de organizações que publicaram inventário no Registro Público de Emissões do Programa Brasileiro GHG Protocol, mantido pelo FGVces. A adesão é voluntária: a série mede quantas organizações escolheram publicar, e não quantas emitem. Um ano com mais participantes tem mais emissão contabilizada sem que nenhuma emissão tenha aumentado. Por isso a emissão do registro não se lê sem esta série ao lado.Emissões de CO2 estimadas em quase tempo real
2019–2026 · 16 obs
MtCO2fonte única2 recortesA fonte estima as emissões a partir de indicadores de atividade, com revisões frequentes e grande variação. A série não substitui o inventário. Ela serve para ver mudanças de direção dentro do ano, e não para informar o total anual.Carbono acumulado ao ano em manguezal
2025–2025 · 1 obs
MtC/anofonte únicaA série mede quanto carbono o manguezal acumula a cada ano, e não o estoque total de carbono guardado nele. Os dois números diferem em ordens de grandeza. O nome antigo da série sugeria o estoque total.Inventários corporativos publicados no registro
2026–2026 · 1 obs
inventariosfonte únicaNúmero acumulado de inventários corporativos publicados no Registro Público de Emissões. A série conta documentos, e não organizações: a mesma organização publica um inventário por ciclo, e as 889 participantes somam 3.596 inventários. O número é o acumulado na data da leitura.