Distância até as metas

Cada compromisso registrado aparece com o enunciado como foi escrito, o ano de horizonte, a régua em que o alvo foi declarado e a série que serviria para conferi-lo. Quando não há série ou não há observação, isso aparece no lugar do número.

De 51 compromissos, 10 têm alguma medida ligada. Os outros 41 não têm número a conferir hoje, e a razão de cada um está escrita adiante.

A trajetória declarada

O Plano Clima escreve quatro horizontes para a mesma série. Separados, eles são quatro compromissos; juntos, são o caminho que o país escreveu para si, e é contra ele que a medida se lê.

Emissões líquidas de gases de efeito estufa do Brasil · medida e caminho declarado (GtCO2e)

O caminho junta 4 compromissos que falam da mesma série, na mesma régua, em horizontes diferentes: 2025 com 1,32, 2030 com 1,2, 2035 com 1,05, 2050 com 0. Ele anda pontilhado porque o plano não declara os anos entre um horizonte e o seguinte: ligar os pontos já é mais do que a fonte diz. A última medida, de 2024, está 0,169 acima do primeiro alvo do caminho.

Compromissos com medida ligada

NDC 2035

2035 · MMA

Reduzir as emissões líquidas de gases de efeito estufa entre 59 e 67 por cento em relação a 2005

verificável por terceirogwp100_ar5base 2005 · 2,56indicador: definidorastreabilidade: coberta

distância até o alvo

  • Climate Watch+9%entre 2005 e 2023 na medida desta fonte (1,95 2,126 GtCO2e), contra o alvo de 59% em 2035
  • BTR20,4%entre 2005 e 2022 na medida desta fonte (2,561 2,039 GtCO2e), contra o alvo de 59% em 2035
  • Comunicação Nacional à UNFCCC38,5%entre 2005 e 2016 na medida desta fonte (2,562 1,577 GtCO2e), contra o alvo de 59% em 2035
  • SEEG38,7%entre 2005 e 2024 na medida desta fonte (2,43 1,489 GtCO2e), contra o alvo de 59% em 2035
  • SIRENE30,4%entre 2005 e 2020 na medida desta fonte (2,567 1,786 GtCO2e), contra o alvo de 59% em 2035

Emissões líquidas de gases de efeito estufa do Brasil (GtCO2e)

Faixa de 59 a 67 por cento. Ano-base 2005, com 2,56 Gt CO2e. Apresentada na COP29 (2024). Registrado o piso da faixa; o teto é 67.

Plano Clima ENM

2025 · MMA

Limitar as emissões líquidas nacionais de GEE em 2025 a 1,32 Gt CO2e

verificável por terceirogwp100_ar5base 2005 · 2,56indicador: definidorastreabilidade: coberta

distância até o alvo

  • Climate Watch2,126 GtCO2eem 2023, contra o alvo de 1,32 GtCO2e em 2025
  • BTR2,039 GtCO2eem 2022, contra o alvo de 1,32 GtCO2e em 2025
  • BUR1,825 GtCO2eem 2020, contra o alvo de 1,32 GtCO2e em 2025
  • Comunicação Nacional à UNFCCC1,577 GtCO2eem 2016, contra o alvo de 1,32 GtCO2e em 2025
  • SEEG1,489 GtCO2eem 2024, contra o alvo de 1,32 GtCO2e em 2025
  • SIRENE1,786 GtCO2eem 2020, contra o alvo de 1,32 GtCO2e em 2025

Emissões líquidas de gases de efeito estufa do Brasil (GtCO2e)

Plano Clima ENM

2030 · MMA

Limitar as emissões líquidas nacionais de GEE em 2030 a 1,2 Gt CO2e

verificável por terceirogwp100_ar5base 2005 · 2,56indicador: definidorastreabilidade: coberta

distância até o alvo

  • Climate Watch2,126 GtCO2eem 2023, contra o alvo de 1,2 GtCO2e em 2030
  • BTR2,039 GtCO2eem 2022, contra o alvo de 1,2 GtCO2e em 2030
  • BUR1,825 GtCO2eem 2020, contra o alvo de 1,2 GtCO2e em 2030
  • Comunicação Nacional à UNFCCC1,577 GtCO2eem 2016, contra o alvo de 1,2 GtCO2e em 2030
  • SEEG1,489 GtCO2eem 2024, contra o alvo de 1,2 GtCO2e em 2030
  • SIRENE1,786 GtCO2eem 2020, contra o alvo de 1,2 GtCO2e em 2030

Emissões líquidas de gases de efeito estufa do Brasil (GtCO2e)

Plano Clima ENM

2035 · MMA

Limitar as emissões líquidas nacionais de GEE em 2035 à faixa entre 0,85 e 1,05 Gt CO2e

verificável por terceirogwp100_ar5base 2005 · 2,56indicador: definidorastreabilidade: coberta

distância até o alvo

  • Climate Watch2,126 GtCO2eem 2023, contra o alvo de 1,05 GtCO2e em 2035
  • BTR2,039 GtCO2eem 2022, contra o alvo de 1,05 GtCO2e em 2035
  • BUR1,825 GtCO2eem 2020, contra o alvo de 1,05 GtCO2e em 2035
  • Comunicação Nacional à UNFCCC1,577 GtCO2eem 2016, contra o alvo de 1,05 GtCO2e em 2035
  • SEEG1,489 GtCO2eem 2024, contra o alvo de 1,05 GtCO2e em 2035
  • SIRENE1,786 GtCO2eem 2020, contra o alvo de 1,05 GtCO2e em 2035

Emissões líquidas de gases de efeito estufa do Brasil (GtCO2e)

Registrado o teto da faixa; o piso é 0,85.

Plano Clima ENM

2050 · MMA

Emissões líquidas de GEE zeradas

verificável por terceirogwp100_ar5base 2005 · 2,56indicador: definidorastreabilidade: coberta

distância até o alvo

  • Climate Watch2,126 GtCO2eem 2023, contra o alvo de 0 GtCO2e em 2050
  • BTR2,039 GtCO2eem 2022, contra o alvo de 0 GtCO2e em 2050
  • BUR1,825 GtCO2eem 2020, contra o alvo de 0 GtCO2e em 2050
  • Comunicação Nacional à UNFCCC1,577 GtCO2eem 2016, contra o alvo de 0 GtCO2e em 2050
  • SEEG1,489 GtCO2eem 2024, contra o alvo de 0 GtCO2e em 2050
  • SIRENE1,786 GtCO2eem 2020, contra o alvo de 0 GtCO2e em 2050

Emissões líquidas de gases de efeito estufa do Brasil (GtCO2e)

Plano Clima ENA

2035 · MMA

Até 2035, reduzir para 7,5 por cento o número total de municípios com nível mínimo de segurança hídrica

só pelo proponentenao_se_aplicabase 2025 · 13indicador: definidorastreabilidade: parcial

Linha de base 13% em 2025, publicada em nota de rodape do Quadro 3 da Estrategia Nacional de Adaptacao. A meta e REDUZIR para 7,5%, de modo que a serie melhora quando cai. O unico valor de partida que a Estrategia publica com ano.

Plano Clima ENA

2030 · MMA

Até 2030, ampliar para 30 por cento a extensão das Áreas Marinhas Protegidas, com estratégias específicas para a mudança do clima em seus planos de manejo

só por quem redistribui o reporte nacionalnao_se_aplicabase 2025 · 26,39indicador: definidorastreabilidade: parcial

Duas fontes acompanham esta meta e medem denominadores diferentes: a Estrategia Nacional de Adaptacao da 26,39% sobre a ZONA ECONOMICA EXCLUSIVA, e o Banco Mundial, que redistribui o Protected Planet, da 26,6% em 2025 sobre AGUAS TERRITORIAIS. A proximidade e coincidencia de grandeza, e nao confirmacao de metodo. A serie que acompanha esta meta vem do Protected Planet (UNEP-WCMC) pelo Banco Mundial, e NAO do Cadastro Nacional de Unidades de Conservacao que o Plano Clima cita. Falta confirmar se o percentual do Plano usa a mesma base de area marinha sob jurisdicao nacional; enquanto isso o confronto e indicativo, e nao oficial. A base conta area DESIGNADA, e a meta fala tambem em estrategia climatica no plano de manejo, que nenhuma das duas bases mede.

Plano Clima ENA

2035 · MMA

Até 2035, erradicar a insegurança alimentar e nutricional grave

só por quem redistribui o reporte nacionalnao_se_aplicaBRAindicador: definidorastreabilidade: parcial

distância até o alvo

  • WDI3,4 percentualem 2023, contra o alvo de 0 percentual em 2035

População em insegurança alimentar e nutricional grave · BRA (percentual)

WDIem percentual

A serie que acompanha esta meta vem da escala FIES da FAO pelo Banco Mundial, e NAO da EBIA do IBGE nem da Rede PENSSAN, que o Plano Clima pressupoe; os tres instrumentos tem questionario e desenho amostral distintos e seus numeros nao se substituem. O IBGE bloqueia agente automatizado (403). O confronto e indicativo, e nao oficial.

Acordo de Paris

2100 · UNFCCC

Manter o aumento da temperatura média global bem abaixo de 2 graus, com esforços para limitar a 1,5 grau

verificável por terceiroanomalia_1850_1900globalbase 1850 · 0indicador: definidorastreabilidade: parcial

distância até o alvo

  • C3S1,451 graus Cem 2026, dentro do alvo de 1,5 graus C em 2100

Anomalia da temperatura média global · global (graus C)

C3Sem graus C

Ano-base pre-industrial, periodo 1850-1900. O limite do Acordo se refere a media de LONGO PRAZO, e nao a um ano: um ano isolado acima de 1,5 grau nao e o limite ultrapassado, e um ano abaixo nao e a meta cumprida. O veredicto por ano que este programa imprime serve para ver a distancia, e nao para declarar cumprimento.

COP30

2035 · UNFCCC

Triplicar o financiamento internacional para adaptação até 2035

verificável por terceiroglobal/de desenvolvidos para em desenvolvimentobase a confirmarindicador: em_construcaorastreabilidade: parcial

Recomendacao da COP30. Triplicar e fator, e nao valor: sem o ano-base declarado nao ha o que triplicar, e por isso o programa se recusa a confrontar. A UNEP mede a lacuna e a UNFCCC mede o fluxo rastreado, e os dois nao sao a mesma base.

Compromissos sem observação

A série existe no domínio e está declarada como o que conferiria o compromisso; o que falta é o dado. Cada série diz por escrito o motivo da ausência na página de lacunas.

  • Plano Clima ENA

    2035

    sem observaçãoUnidades da federação com Plano de Adaptação
    Até 2035, garantir que todos os estados brasileiros tenham Planos de Adaptação · Metade estadual da meta 1, que reúne duas condições no mesmo enunciado. Nenhum registro público consolidado de planos estaduais de adaptação. O próprio Plano Clima não indica o sistema que fará a contagem.
  • Plano Clima ENA

    2035

    sem observaçãoMunicípios com Plano de Adaptação
    Até 2035, garantir que 35 por cento dos municípios brasileiros tenham Planos de Adaptação · Metade municipal da meta 1. Idem para os municípios. Sem cadastro nacional, a meta de 35 por cento não tem denominador verificável fora do governo.
  • Plano Clima ENA

    2035

    sem observaçãoPessoas atendidas por trabalho de prevenção de risco de desastres
    Até 2035, oferecer trabalho de prevenção de risco de desastres a pelo menos 4 milhões de pessoas expostas ao risco de desastres geo-hidrológicos · Cemaden e Defesa Civil publicam alerta e ocorrência, não pessoas atendidas por trabalho de prevenção.
  • Plano Clima ENA

    2035

    sem observaçãoAcréscimo de cobertura vegetal em área urbana desde a linha de base
    Até 2035, aumentar a cobertura vegetal em áreas urbanas em 180 mil hectares, priorizando os municípios de maior risco climático · Mede acréscimo acumulado, não estoque. Não é derivável da estatística do MapBiomas: as classes são mutuamente exclusivas, e um pixel é 4.2. Urban Area ou vegetação, nunca os dois. Separar vegetação dentro da mancha urbana exigiria cruzar máscara urbana com o raster, e não a tabela de estatística. Avaliado e descartado em 06/08/2026.
  • Plano Clima ENA

    2035

    sem observaçãoPlanos e projetos de obra federal que consideram risco climático
    Até 2035, garantir que 100 por cento dos planos e projetos de obras de infraestrutura contratados pelo Governo Federal considerem os riscos climáticos · Depende de registro interno de contratação federal; não há série pública.
  • Plano Clima ENA

    2035

    sem observaçãoInterrupções operacionais por evento climático na infraestrutura de transporte federal
    Até 2035, reduzir em pelo menos 30 por cento as interrupções operacionais causadas por eventos climáticos na infraestrutura de transporte federal · Redução relativa. Ano e valor da linha de base não constam do material fornecido. Interrupção operacional por evento climático não é publicada em série pelos órgãos de transporte.
  • Plano Clima ENA

    2035

    sem observaçãoTerritório conectado por corredores ecológicos
    Até 2035, conectar 30 por cento do território nacional por meio de corredores ecológicos · Ligando áreas protegidas e OECMs, com prioridade a territórios de maior risco e a refúgios climáticos. Corredor ecológico não tem cadastro nacional com extensão conectada.
  • Plano Clima ENA

    2030

    sem observaçãoÁrea com sistemas de produção agropecuária diversificados e resilientes
    Até 2030, ampliar a adoção de sistemas de produção agropecuária diversificados, sustentáveis e resilientes em 72,68 milhões de hectares · O programa ABC+ reporta área adotada, com definição de sistema resiliente que precisa ser confrontada com a do Plano Clima. A página do Plano ABC no gov.br/agricultura devolvia 404 em 06/08/2026.
  • Plano Clima ENA

    2035

    sem observaçãoSecretarias de saúde mobilizadas para adaptação do SUS
    Até 2035, garantir que 100 por cento das secretarias de saúde dos estados e dos municípios prioritários para emergências climáticas estejam mobilizadas para a adaptação do SUS à mudança do clima · Não há registro público de mobilização das secretarias de saúde para adaptação.
  • Plano Clima ENA

    2035

    sem observaçãoPlanejamento de expansão de energia elétrica que considera risco climático
    Até 2035, garantir que 100 por cento do planejamento de expansão de energia elétrica considere os riscos climáticos e a resiliência · O Plano Decenal da EPE incorpora risco climático; falta critério para dizer quando o planejamento "considera" risco, que a meta não define.
  • NCQG COP29

    2035

    sem observaçãoFinanciamento climático mobilizado para países em desenvolvimento
    Mobilizar ao menos 300 bilhões de dólares por ano até 2035 para países em desenvolvimento · Meta negociada, não medição. Regras de contabilização em disputa. Sem submeta de adaptação. A CPI mede fluxo realizado, que não é a mesma coisa que a obrigação negociada da NCQG.
  • Roteiro de Baku a Belém

    2035

    sem observaçãoFinanciamento climático mobilizado para países em desenvolvimento
    Chamado a 1,3 trilhão de dólares por ano até 2035, de todas as fontes · Meta aspiracional. Não se soma nem se compara ao fluxo medido pela CPI. Meta aspiracional sem indicador definido e sem regra de contabilização acordada.
  • Meta Global de Adaptação

    2028

    sem observaçãoIndicadores adotados para a Meta Global de Adaptação
    Conjunto de 59 indicadores para a Meta Global de Adaptação · Adotado na COP30, contestado por parte dos países, com revisão prevista até 2028 na Visão Belém-Addis. Os 59 indicadores foram adotados, e as séries que os alimentam ainda não existem; revisão prevista até 2028.

Por que a meta setorial não pode ser conferida

As dezesseis metas dos Planos Setoriais de Mitigação não apontam para série, e a razão é medível. O Plano declara, para cada setor, quanto ele emitia em 2022; o inventário publica, no recorte de nome parecido, outro número no mesmo ano. Onde os dois não batem, os perímetros não são o mesmo, e a reconciliação entre eles não é publicada pelo Plano.

emissão de 2022 do setor: o que o Plano declara e o que o inventário mede

A barra é a razão entre o que o Plano declara e a MENOR das medidas do inventário, que é a que faz o descompasso parecer menor. Um valor perto de 1 quer dizer que os dois recortes medem quase a mesma coisa; longe de 1, que não medem. A tabela traz os números dos dois lados, por fonte.

  • Indústria1.97×
  • Energia0.19×
  • Resíduos Sólidos e Efluentes Domésticos0.94×
  • Agricultura e Pecuária1.04×

A Energia do Plano é um quinto da Energia do inventário: 80 MtCO2e contra 416. A diferença é de recorte, e as duas fontes do inventário concordam entre si em 0,7%. O Plano reparte a energia entre quatro planos setoriais, Energia, Transportes, Cidades e Indústria, enquanto o inventário lança tudo num setor só. A Indústria do Plano é quase o dobro de Processos Industriais pela outra ponta do mesmo arranjo: ela inclui a queima de combustível da indústria, que o inventário contabiliza em Energia.

Agropecuária e resíduos ficam a 4% e 6% de distância, que é pouco para um perímetro trocado e muito para uma medida da mesma coisa. Mesmo neles a ligação foi recusada: uma meta que se confere com margem de 4% num setor que promete variar 1% até 2030 devolveria veredicto decidido pelo descompasso, e não pelo desempenho.

O que faltaria para conferir estas dezesseis metas é uma tabela de correspondência publicada pelo próprio Plano, dizendo o que entra em cada plano setorial na régua do inventário. Enquanto ela não existe, a meta fica registrada com o alvo, o ano-base e o órgão responsável, e sem número a conferir.

Compromissos sem série ligada

O enunciado não se traduz numa quantidade que alguma fonte publique. Não é falha de coleta: é o compromisso que foi escrito sem indicador, ou com indicador que ninguém mede.

  • Plano Clima ENA

    2035

    sem série ligadaindicador: definido
    Estrutura da Estratégia Nacional de Adaptação · Não é meta: registro estrutural. 13 diretrizes, 9 metas nacionais, 12 metas com indicador, 16 planos setoriais e temáticos, 51 metas setoriais, 312 indicadores setoriais, 810 ações.
  • Plano Clima ENM

    2035

    sem série ligadaindicador: definido
    Estrutura da Estratégia Nacional de Mitigação · Não é meta: registro estrutural. 10 diretrizes, 12 metas nacionais, metas setoriais por plano em 7 setores.
  • Plano Clima ENM

    2030

    sem série ligadaindicador: definido
    Manter as emissões líquidas da agropecuária em 649 MtCO2e em 2030, o patamar de 2022 · PERIMETRO SETORIAL NAO BATE COM O DO INVENTARIO, e por isso nenhuma serie foi ligada a esta meta. O Plano implica agropecuaria em cerca de 643 MtCO2e em 2022 (649 em 2030 sendo aumento de 1%), enquanto o inventario oficial do MCTI da 622,0 e o SEEG da 617,4, ambos em GWP-100 AR5. E o teto de 198 MtCO2e para a industria em 2030 e quase o dobro dos 102,3 (MCTI) e 90,8 (SEEG) de Processos Industriais em 2022, o que indica que o Plano Setorial de Industria inclui a queima de combustivel da industria, que o inventario lanca em Energia. Confrontar sem reconciliar produziria diagnostico falso; a reconciliacao NAO E PUBLICADA pelo Plano.
  • Plano Clima ENM

    2035

    sem série ligadaindicador: definido
    Limitar as emissões líquidas da agropecuária ao intervalo de 599 a 653 MtCO2e em 2035 · Registrado o TETO da banda; o piso e 599 MtCO2e. PERIMETRO SETORIAL NAO BATE COM O DO INVENTARIO, e por isso nenhuma serie foi ligada a esta meta. O Plano implica agropecuaria em cerca de 643 MtCO2e em 2022 (649 em 2030 sendo aumento de 1%), enquanto o inventario oficial do MCTI da 622,0 e o SEEG da 617,4, ambos em GWP-100 AR5. E o teto de 198 MtCO2e para a industria em 2030 e quase o dobro dos 102,3 (MCTI) e 90,8 (SEEG) de Processos Industriais em 2022, o que indica que o Plano Setorial de Industria inclui a queima de combustivel da industria, que o inventario lanca em Energia. Confrontar sem reconciliar produziria diagnostico falso; a reconciliacao NAO E PUBLICADA pelo Plano.
  • Plano Clima ENM

    2030

    sem série ligadaindicador: definido
    Limitar as emissões líquidas da indústria a um teto de 198 MtCO2e em 2030 · PERIMETRO SETORIAL NAO BATE COM O DO INVENTARIO, e por isso nenhuma serie foi ligada a esta meta. O Plano implica agropecuaria em cerca de 643 MtCO2e em 2022 (649 em 2030 sendo aumento de 1%), enquanto o inventario oficial do MCTI da 622,0 e o SEEG da 617,4, ambos em GWP-100 AR5. E o teto de 198 MtCO2e para a industria em 2030 e quase o dobro dos 102,3 (MCTI) e 90,8 (SEEG) de Processos Industriais em 2022, o que indica que o Plano Setorial de Industria inclui a queima de combustivel da industria, que o inventario lanca em Energia. Confrontar sem reconciliar produziria diagnostico falso; a reconciliacao NAO E PUBLICADA pelo Plano.
  • Plano Clima ENM

    2035

    sem série ligadaindicador: definido
    Limitar as emissões líquidas da indústria ao intervalo de 203 a 240 MtCO2e em 2035 · Registrado o TETO da banda; o piso e 203 MtCO2e. PERIMETRO SETORIAL NAO BATE COM O DO INVENTARIO, e por isso nenhuma serie foi ligada a esta meta. O Plano implica agropecuaria em cerca de 643 MtCO2e em 2022 (649 em 2030 sendo aumento de 1%), enquanto o inventario oficial do MCTI da 622,0 e o SEEG da 617,4, ambos em GWP-100 AR5. E o teto de 198 MtCO2e para a industria em 2030 e quase o dobro dos 102,3 (MCTI) e 90,8 (SEEG) de Processos Industriais em 2022, o que indica que o Plano Setorial de Industria inclui a queima de combustivel da industria, que o inventario lanca em Energia. Confrontar sem reconciliar produziria diagnostico falso; a reconciliacao NAO E PUBLICADA pelo Plano.
  • Plano Clima ENM

    2035

    sem série ligadaindicador: definido
    Reduzir em 8 por cento as emissões líquidas do transporte logístico em 2035 ante 2022 · Meta relativa ao ano-base 2022, declarada em percentual e nao em MtCO2e. PERIMETRO SETORIAL NAO BATE COM O DO INVENTARIO, e por isso nenhuma serie foi ligada a esta meta. O Plano implica agropecuaria em cerca de 643 MtCO2e em 2022 (649 em 2030 sendo aumento de 1%), enquanto o inventario oficial do MCTI da 622,0 e o SEEG da 617,4, ambos em GWP-100 AR5. E o teto de 198 MtCO2e para a industria em 2030 e quase o dobro dos 102,3 (MCTI) e 90,8 (SEEG) de Processos Industriais em 2022, o que indica que o Plano Setorial de Industria inclui a queima de combustivel da industria, que o inventario lanca em Energia. Confrontar sem reconciliar produziria diagnostico falso; a reconciliacao NAO E PUBLICADA pelo Plano.
  • Plano Clima ENM

    2035

    sem série ligadaindicador: definido
    Reduzir entre 18 e 45 por cento as emissões líquidas de cidades em 2035 ante 2022 · Registrado o PISO da banda, que e a reducao menos ambiciosa; o teto e 45 por cento. PERIMETRO SETORIAL NAO BATE COM O DO INVENTARIO, e por isso nenhuma serie foi ligada a esta meta. O Plano implica agropecuaria em cerca de 643 MtCO2e em 2022 (649 em 2030 sendo aumento de 1%), enquanto o inventario oficial do MCTI da 622,0 e o SEEG da 617,4, ambos em GWP-100 AR5. E o teto de 198 MtCO2e para a industria em 2030 e quase o dobro dos 102,3 (MCTI) e 90,8 (SEEG) de Processos Industriais em 2022, o que indica que o Plano Setorial de Industria inclui a queima de combustivel da industria, que o inventario lanca em Energia. Confrontar sem reconciliar produziria diagnostico falso; a reconciliacao NAO E PUBLICADA pelo Plano.
  • Plano Clima ENA

    2035

    sem série ligadaindicador: definido
    Atingir ao menos 36% de participação do transporte público coletivo na matriz modal das 21 regiões metropolitanas · Linha de base 31%, media de 18 das 21 regioes metropolitanas do ENMU, conduzido pelo BNDES com o Ministerio das Cidades. Marco intermediario de 33,5% em 2030. Meta setorial do Plano Clima, com LINHA DE BASE DECLARADA na Estrategia Transversal de Monitoramento, Gestao, Avaliacao e Transparencia. Nenhuma serie foi ligada porque a base ainda nao acompanha este indicador; o proprio Plano diz que a COLETA DA LINHA DE BASE comeca em maio de 2026 e que o primeiro ciclo de monitoramento tem ano-base 2025.
  • Plano Clima ENA

    2035

    sem série ligadaindicador: definido
    Atingir ao menos 37% de participação dos modos ativos na matriz modal nacional · Linha de base 32%, pela mesma pesquisa do ENMU. MODOS ATIVOS sao a pe e bicicleta; a meta sobe cinco pontos em dez anos. Meta setorial do Plano Clima, com LINHA DE BASE DECLARADA na Estrategia Transversal de Monitoramento, Gestao, Avaliacao e Transparencia. Nenhuma serie foi ligada porque a base ainda nao acompanha este indicador; o proprio Plano diz que a COLETA DA LINHA DE BASE comeca em maio de 2026 e que o primeiro ciclo de monitoramento tem ano-base 2025.
  • Plano Clima ENA

    2035

    sem série ligadaindicador: definido
    Ter ao menos 35% da frota de transporte público coletivo movida a energias renováveis · Linha de base 1%, segundo o E-Bus Radar. E a meta de maior salto relativo do Plano: de 1% para 35% em dez anos, com marco de 5,8% em 2030. Meta setorial do Plano Clima, com LINHA DE BASE DECLARADA na Estrategia Transversal de Monitoramento, Gestao, Avaliacao e Transparencia. Nenhuma serie foi ligada porque a base ainda nao acompanha este indicador; o proprio Plano diz que a COLETA DA LINHA DE BASE comeca em maio de 2026 e que o primeiro ciclo de monitoramento tem ano-base 2025.
  • Plano Clima ENA

    2035

    sem série ligadaindicador: definido
    Incrementar em 10% ao ano o valor financiado em linhas de crédito que promovam resiliência dos sistemas agropecuários · Linha de base R$ 118 milhoes na safra 2021/22, pelas analises do DFIN/SPA/MAPA. A META E TAXA, e nao valor: 10% ao ano de incremento, e por isso o valor alvo esta em percentual e a linha de base em milhoes de reais, que sao unidades diferentes de proposito. Meta setorial do Plano Clima, com LINHA DE BASE DECLARADA na Estrategia Transversal de Monitoramento, Gestao, Avaliacao e Transparencia. Nenhuma serie foi ligada porque a base ainda nao acompanha este indicador; o proprio Plano diz que a COLETA DA LINHA DE BASE comeca em maio de 2026 e que o primeiro ciclo de monitoramento tem ano-base 2025.
  • Plano Setorial de Mitigação: Mudanças do Uso da Terra em Áreas Públicas e Territórios Coletivos

    2030

    sem série ligadaindicador: definido
    Limitar as emissões líquidas do setor em 2030 a -181 MtCO2e · SEM SERIE LIGADA: nao existe recorte correspondente na serie emissoes_por_setor_br. O uso da terra vem repartido em dois planos e a serie tem um setor so; transportes e cidades nao sao setor do inventario, e sim recortes de dentro de energia. Tabela 12 da Estrategia Nacional de Mitigacao do Plano Clima, pagina 83, transcrita a mao e conferida: a variacao percentual declarada na fonte foi recalculada a partir do valor de 2022 e da meta, e a soma dos oito planos foi conferida contra a linha de total.
  • Plano Setorial de Mitigação: Mudanças do Uso da Terra em Áreas Públicas e Territórios Coletivos

    2035

    sem série ligadaindicador: definido
    Limitar as emissões líquidas do setor em 2035 a -250 MtCO2e · SEM SERIE LIGADA: nao existe recorte correspondente na serie emissoes_por_setor_br. O uso da terra vem repartido em dois planos e a serie tem um setor so; transportes e cidades nao sao setor do inventario, e sim recortes de dentro de energia. Tabela 12 da Estrategia Nacional de Mitigacao do Plano Clima, pagina 83, transcrita a mao e conferida: a variacao percentual declarada na fonte foi recalculada a partir do valor de 2022 e da meta, e a soma dos oito planos foi conferida contra a linha de total. Banda de -250 a -248 MtCO2e; registrado o piso.
  • Plano Setorial de Mitigação: Mudanças do Uso da Terra em Áreas Rurais Privadas

    2030

    sem série ligadaindicador: definido
    Limitar as emissões líquidas do setor em 2030 a 106 MtCO2e · SEM SERIE LIGADA: nao existe recorte correspondente na serie emissoes_por_setor_br. O uso da terra vem repartido em dois planos e a serie tem um setor so; transportes e cidades nao sao setor do inventario, e sim recortes de dentro de energia. Tabela 12 da Estrategia Nacional de Mitigacao do Plano Clima, pagina 83, transcrita a mao e conferida: a variacao percentual declarada na fonte foi recalculada a partir do valor de 2022 e da meta, e a soma dos oito planos foi conferida contra a linha de total.
  • Plano Setorial de Mitigação: Mudanças do Uso da Terra em Áreas Rurais Privadas

    2035

    sem série ligadaindicador: definido
    Limitar as emissões líquidas do setor em 2035 a -34 MtCO2e · SEM SERIE LIGADA: nao existe recorte correspondente na serie emissoes_por_setor_br. O uso da terra vem repartido em dois planos e a serie tem um setor so; transportes e cidades nao sao setor do inventario, e sim recortes de dentro de energia. Tabela 12 da Estrategia Nacional de Mitigacao do Plano Clima, pagina 83, transcrita a mao e conferida: a variacao percentual declarada na fonte foi recalculada a partir do valor de 2022 e da meta, e a soma dos oito planos foi conferida contra a linha de total. Banda de -34 a -30 MtCO2e; registrado o piso.
  • Plano Setorial de Mitigação: Agricultura e Pecuária

    2030

    sem série ligadaindicador: definido
    Limitar as emissões líquidas do setor em 2030 a 649 MtCO2e · SEM SERIE LIGADA: o perimetro deste plano setorial NAO BATE com o do inventario. O Plano declara 643 MtCO2e em 2022; o recorte mais parecido da serie emissoes_por_setor_br, BR/Agropecuária, traz 617.4 pelo SEEG e 622.0 pelo inventario oficial, ambos em GWP-100 AR5. A reconciliacao entre os dois perimetros nao e publicada pelo Plano, e confrontar sem reconciliar devolveria distancia calculada sobre dois recortes diferentes. Tabela 12 da Estrategia Nacional de Mitigacao do Plano Clima, pagina 83, transcrita a mao e conferida: a variacao percentual declarada na fonte foi recalculada a partir do valor de 2022 e da meta, e a soma dos oito planos foi conferida contra a linha de total.
  • Plano Setorial de Mitigação: Agricultura e Pecuária

    2035

    sem série ligadaindicador: definido
    Limitar as emissões líquidas do setor em 2035 a 599 MtCO2e · SEM SERIE LIGADA: o perimetro deste plano setorial NAO BATE com o do inventario. O Plano declara 643 MtCO2e em 2022; o recorte mais parecido da serie emissoes_por_setor_br, BR/Agropecuária, traz 617.4 pelo SEEG e 622.0 pelo inventario oficial, ambos em GWP-100 AR5. A reconciliacao entre os dois perimetros nao e publicada pelo Plano, e confrontar sem reconciliar devolveria distancia calculada sobre dois recortes diferentes. Tabela 12 da Estrategia Nacional de Mitigacao do Plano Clima, pagina 83, transcrita a mao e conferida: a variacao percentual declarada na fonte foi recalculada a partir do valor de 2022 e da meta, e a soma dos oito planos foi conferida contra a linha de total. Banda de 599 a 653 MtCO2e; registrado o piso.
  • Plano Setorial de Mitigação: Indústria

    2030

    sem série ligadaindicador: definido
    Limitar as emissões líquidas do setor em 2030 a 198 MtCO2e · SEM SERIE LIGADA: o perimetro deste plano setorial NAO BATE com o do inventario. O Plano declara 179 MtCO2e em 2022; o recorte mais parecido da serie emissoes_por_setor_br, BR/Processos Industriais, traz 90.8 pelo SEEG e 102.3 pelo inventario oficial, ambos em GWP-100 AR5. A reconciliacao entre os dois perimetros nao e publicada pelo Plano, e confrontar sem reconciliar devolveria distancia calculada sobre dois recortes diferentes. Tabela 12 da Estrategia Nacional de Mitigacao do Plano Clima, pagina 83, transcrita a mao e conferida: a variacao percentual declarada na fonte foi recalculada a partir do valor de 2022 e da meta, e a soma dos oito planos foi conferida contra a linha de total.
  • Plano Setorial de Mitigação: Indústria

    2035

    sem série ligadaindicador: definido
    Limitar as emissões líquidas do setor em 2035 a 203 MtCO2e · SEM SERIE LIGADA: o perimetro deste plano setorial NAO BATE com o do inventario. O Plano declara 179 MtCO2e em 2022; o recorte mais parecido da serie emissoes_por_setor_br, BR/Processos Industriais, traz 90.8 pelo SEEG e 102.3 pelo inventario oficial, ambos em GWP-100 AR5. A reconciliacao entre os dois perimetros nao e publicada pelo Plano, e confrontar sem reconciliar devolveria distancia calculada sobre dois recortes diferentes. Tabela 12 da Estrategia Nacional de Mitigacao do Plano Clima, pagina 83, transcrita a mao e conferida: a variacao percentual declarada na fonte foi recalculada a partir do valor de 2022 e da meta, e a soma dos oito planos foi conferida contra a linha de total. Banda de 203 a 240 MtCO2e; registrado o piso.
  • Plano Setorial de Mitigação: Energia

    2030

    sem série ligadaindicador: definido
    Limitar as emissões líquidas do setor em 2030 a 106 MtCO2e · SEM SERIE LIGADA: o perimetro deste plano setorial NAO BATE com o do inventario. O Plano declara 80 MtCO2e em 2022; o recorte mais parecido da serie emissoes_por_setor_br, BR/Energia, traz 415.7 pelo SEEG e 418.5 pelo inventario oficial, ambos em GWP-100 AR5. A reconciliacao entre os dois perimetros nao e publicada pelo Plano, e confrontar sem reconciliar devolveria distancia calculada sobre dois recortes diferentes. Tabela 12 da Estrategia Nacional de Mitigacao do Plano Clima, pagina 83, transcrita a mao e conferida: a variacao percentual declarada na fonte foi recalculada a partir do valor de 2022 e da meta, e a soma dos oito planos foi conferida contra a linha de total.
  • Plano Setorial de Mitigação: Energia

    2035

    sem série ligadaindicador: definido
    Limitar as emissões líquidas do setor em 2035 a 81 MtCO2e · SEM SERIE LIGADA: o perimetro deste plano setorial NAO BATE com o do inventario. O Plano declara 80 MtCO2e em 2022; o recorte mais parecido da serie emissoes_por_setor_br, BR/Energia, traz 415.7 pelo SEEG e 418.5 pelo inventario oficial, ambos em GWP-100 AR5. A reconciliacao entre os dois perimetros nao e publicada pelo Plano, e confrontar sem reconciliar devolveria distancia calculada sobre dois recortes diferentes. Tabela 12 da Estrategia Nacional de Mitigacao do Plano Clima, pagina 83, transcrita a mao e conferida: a variacao percentual declarada na fonte foi recalculada a partir do valor de 2022 e da meta, e a soma dos oito planos foi conferida contra a linha de total. Banda de 81 a 115 MtCO2e; registrado o piso.
  • Plano Setorial de Mitigação: Transportes

    2030

    sem série ligadaindicador: definido
    Limitar as emissões líquidas do setor em 2030 a 126 MtCO2e · SEM SERIE LIGADA: nao existe recorte correspondente na serie emissoes_por_setor_br. O uso da terra vem repartido em dois planos e a serie tem um setor so; transportes e cidades nao sao setor do inventario, e sim recortes de dentro de energia. Tabela 12 da Estrategia Nacional de Mitigacao do Plano Clima, pagina 83, transcrita a mao e conferida: a variacao percentual declarada na fonte foi recalculada a partir do valor de 2022 e da meta, e a soma dos oito planos foi conferida contra a linha de total.
  • Plano Setorial de Mitigação: Transportes

    2035

    sem série ligadaindicador: definido
    Limitar as emissões líquidas do setor em 2035 a 107 MtCO2e · SEM SERIE LIGADA: nao existe recorte correspondente na serie emissoes_por_setor_br. O uso da terra vem repartido em dois planos e a serie tem um setor so; transportes e cidades nao sao setor do inventario, e sim recortes de dentro de energia. Tabela 12 da Estrategia Nacional de Mitigacao do Plano Clima, pagina 83, transcrita a mao e conferida: a variacao percentual declarada na fonte foi recalculada a partir do valor de 2022 e da meta, e a soma dos oito planos foi conferida contra a linha de total. Banda de 107 a 134 MtCO2e; registrado o piso.
  • Plano Setorial de Mitigação: Cidades

    2030

    sem série ligadaindicador: definido
    Limitar as emissões líquidas do setor em 2030 a 121 MtCO2e · SEM SERIE LIGADA: nao existe recorte correspondente na serie emissoes_por_setor_br. O uso da terra vem repartido em dois planos e a serie tem um setor so; transportes e cidades nao sao setor do inventario, e sim recortes de dentro de energia. Tabela 12 da Estrategia Nacional de Mitigacao do Plano Clima, pagina 83, transcrita a mao e conferida: a variacao percentual declarada na fonte foi recalculada a partir do valor de 2022 e da meta, e a soma dos oito planos foi conferida contra a linha de total.
  • Plano Setorial de Mitigação: Cidades

    2035

    sem série ligadaindicador: definido
    Limitar as emissões líquidas do setor em 2035 a 75 MtCO2e · SEM SERIE LIGADA: nao existe recorte correspondente na serie emissoes_por_setor_br. O uso da terra vem repartido em dois planos e a serie tem um setor so; transportes e cidades nao sao setor do inventario, e sim recortes de dentro de energia. Tabela 12 da Estrategia Nacional de Mitigacao do Plano Clima, pagina 83, transcrita a mao e conferida: a variacao percentual declarada na fonte foi recalculada a partir do valor de 2022 e da meta, e a soma dos oito planos foi conferida contra a linha de total. Banda de 75 a 111 MtCO2e; registrado o piso.
  • Plano Setorial de Mitigação: Resíduos Sólidos e Efluentes Domésticos

    2030

    sem série ligadaindicador: definido
    Limitar as emissões líquidas do setor em 2030 a 75 MtCO2e · SEM SERIE LIGADA: o perimetro deste plano setorial NAO BATE com o do inventario. O Plano declara 85 MtCO2e em 2022; o recorte mais parecido da serie emissoes_por_setor_br, BR/Resíduos, traz 92.2 pelo SEEG e 90.8 pelo inventario oficial, ambos em GWP-100 AR5. A reconciliacao entre os dois perimetros nao e publicada pelo Plano, e confrontar sem reconciliar devolveria distancia calculada sobre dois recortes diferentes. Tabela 12 da Estrategia Nacional de Mitigacao do Plano Clima, pagina 83, transcrita a mao e conferida: a variacao percentual declarada na fonte foi recalculada a partir do valor de 2022 e da meta, e a soma dos oito planos foi conferida contra a linha de total.
  • Plano Setorial de Mitigação: Resíduos Sólidos e Efluentes Domésticos

    2035

    sem série ligadaindicador: definido
    Limitar as emissões líquidas do setor em 2035 a 69 MtCO2e · SEM SERIE LIGADA: o perimetro deste plano setorial NAO BATE com o do inventario. O Plano declara 85 MtCO2e em 2022; o recorte mais parecido da serie emissoes_por_setor_br, BR/Resíduos, traz 92.2 pelo SEEG e 90.8 pelo inventario oficial, ambos em GWP-100 AR5. A reconciliacao entre os dois perimetros nao e publicada pelo Plano, e confrontar sem reconciliar devolveria distancia calculada sobre dois recortes diferentes. Tabela 12 da Estrategia Nacional de Mitigacao do Plano Clima, pagina 83, transcrita a mao e conferida: a variacao percentual declarada na fonte foi recalculada a partir do valor de 2022 e da meta, e a soma dos oito planos foi conferida contra a linha de total. Banda de 69 a 75 MtCO2e; registrado o piso.

Quem precisa cair, e quem pode crescer

A trajetória nacional é um número só: das 2.039 milhões de toneladas de 2022 para 1.200 em 2030. A Estratégia Nacional de Mitigação reparte esse número entre os oito planos setoriais, e a repartição é a informação: ela diz de quem se espera a queda.

emissão de 2022 e meta de 2030, por plano setorial

A barra é a VARIAÇÃO que a meta de 2030 pede em relação à emissão de 2022, e ela sai para os dois lados: à esquerda, o plano precisa cair; à direita, ele pode crescer e continuar cumprindo. Meta NEGATIVA, no uso da terra em áreas públicas, quer dizer remoção líquida maior que emissão, e é por isso que a variação dela passa de cem por cento.

  • Agricultura e Pecuária1%
  • Mudanças do Uso da Terra em Áreas Públicas e Territórios Coletivos-140%
  • Mudanças do Uso da Terra em Áreas Rurais Privadas-70%
  • Indústria11%
  • Cidades-11%
  • Transportes9%
  • Resíduos Sólidos e Efluentes Domésticos-12%
  • Energia33%

QUATRO DOS OITO PLANOS TÊM META DE 2030 MAIOR QUE A EMISSÃO DE 2022. Agricultura e pecuária pode subir 1%, transportes 9%, indústria 11% e energia 33%, e os quatro continuam cumprindo o que lhes foi pedido. Somados, eles têm licença para crescer 61 milhões de toneladas até 2030.

A QUEDA NACIONAL INTEIRA VEM DA TERRA. O plano de mudanças do uso da terra em áreas públicas e territórios coletivos sai de 448 milhões de toneladas para -181, e meta negativa quer dizer remoção líquida: espera-se que o setor absorva mais do que emite. O plano de áreas rurais privadas cai 70%. Sem esses dois, a conta nacional não fecha, e é neles que a meta brasileira está apostada.

ESTA TABELA, SOZINHA, NÃO PODE SER SEGUIDA PELA SÉRIE DE EMISSÃO POR SETOR DESTA BASE. O inventário nacional divide o país em cinco setores do IPCC; o Plano Clima divide em oito planos, e transportes e cidades não são setores do inventário: eles estão dentro de energia, de processos industriais e de resíduos. HÁ UMA EXCEÇÃO, e ela é a tabela seguinte do mesmo documento: sob o rótulo de ESCOPO AMPLIADO, o plano soma tudo o que queima combustível em qualquer um dos oito planos, e o total dessa soma em 2022 é 418 milhões de toneladas, que é a emissão do setor Energia do inventário naquele ano. Por essa linha, e só por ela, a meta admite acompanhamento externo.

As metas setoriais de mitigação, e quantas trazem número

Os nove planos setoriais de mitigação do Plano Clima fecham cada um com um quadro-síntese: por ação impactante, o que se espera em 2030 e em 2035, com o indicador declarado ao lado. São as metas da contribuição nacionalmente determinada vigente, transcritas com arquivo e página.

metas de mitigação por setor do código da ação

A contagem é pelo PREFIXO DO CÓDIGO da ação, e não pelo plano em que ela aparece: o plano de cidades cita ação de energia, de transportes e de resíduos, porque a cidade é onde elas acontecem, e contar por plano somaria a mesma ação duas vezes.

  • agropecuária20
  • energia9
  • áreas públicas e territórios coletivos9
  • cidades8
  • transportes8
  • indústria5
  • áreas rurais privadas5
  • resíduos5

SÃO 65 AÇÕES COM META, e 65 das 69 linhas trazem número no enunciado da meta de 2030, isto é 94,2%. 66 delas declaram também a meta de 2035, o que é raro num plano de governo: quase toda meta aqui tem dois horizontes e não um. A comparação que isso permite é com o outro lado do mesmo Plano Clima: nas metas de adaptação, só 49,7% trazem número.

A DIFERENÇA ENTRE OS DOIS LADOS NÃO É DESCUIDO, e a plataforma já tinha dito por quê: reduzir tonelada se mede com inventário, e preparar um território para a seca se faz com instrumento, com capacitação e com obra. O que muda aqui é que agora os dois lados estão na base com o mesmo tratamento, e a distância entre eles pode ser medida em vez de suposta. Quatro ações aparecem em dois planos ao mesmo tempo, porque recuperar pastagem é ação da agropecuária e é também mudança de uso da terra em área privada; as duas linhas ficam, e a marca no dado permite contá-las uma vez só.

  • AGR.I.01 - Ampliar a adoção do Plantio Direto (SPDH e SPDG) em áreas agrícolas – Plano ABC+

    agropecuária · 1. Recuperação e conversão de áreas degradadas e manejo conservacionista do solo · p. 46

    com númeroAGR.I.01em dois planos
    2030 Ampliar em 12,5 milhões de hectares, sendo 4,5 milhões de hectares a área em SPD e 8 milhões de hectares em PD (ano base: 2019).2035 Ampliar em 12,63 milhões de hectares, sendo 4,63 milhões de hectares a área em SPD e 8 Mha em PD (ano base: 2019).Área com adoção da tecnologia SPD (Mha); Área com adoção de PD (Mha);
  • AGR.I.02 - Recuperar pastagens degradadas em áreas rurais privadas – Plano ABC+

    agropecuária · p. 46

    com númeroAGR.I.02em dois planos
    2030 Aumentar em 30 milhões de hectares a área de pastagens recuperadas (ano base: 2019).2035 Aumentar em 30 milhões de hectares a área de pastagens recuperadas (ano base: 2019).Área de pastagens, com algum grau de degradação, que foram recuperadas ou renovadas (Mha).
  • AGR.I.05 - Ampliar uso de bioinsumos – Plano ABC+

    agropecuária · p. 46

    com númeroAGR.I.05
    2030 Aumentar o uso de bioinsumos em 13 milhões de hectares (ano base: 2019).2035 Aumentar o uso de bioinsumos em 15 milhões de hectares (ano base: 2019).Área com uso de bioinsumos (Mha)
  • AGR.I.09 - Ampliar a adoção de práticas de mitigação de emissões de GEEs nos cultivos de arroz irrigado

    agropecuária · p. 46

    com númeroAGR.I.09
    2030 Ampliar em 20% a área com adoção de práticas de mitigação (ano base: 2019).2035 Ampliar em 30% a área com adoção de práticas de mitigação (ano base: 2019).Área de arroz irrigado com práticas de mitigação (Mha)
  • AGR.I.11 - Ampliar a produção e o uso de bioinsumos na agricultura familiar

    agropecuária · p. 46

    com númeroAGR.I.11
    2030 Implantar 270 unidades de produção de bioinsumos por agricultores familiares e suas organizações.2035 Capacitar 10.000 agricultores familiares e 2.000 agentes de ATER, para o manejo, produção e uso de bioinsumos com foco na fixação biológica de nitrogênio.Número de unidades de produção de bioinsumos implantadas Número de agricultores familiares capacitados Número de agentes de ATER capacitados
  • AGR.I.03 - Ampliar a implementação de sistemas integrados (ILP, ILPF e SAF) – Plano ABC+

    agropecuária · 2. Sistemas Integrados de produção · p. 47

    com númeroAGR.I.03em dois planos
    2030 Ampliar em 10,1 milhões de hectares a área com sistemas integrados (ano base: 2019).2035 Ampliar em 20,3 milhões de hectares a área com sistemas integrados (ano base: 2019)Área com adoção de ILPF (Mha)
  • AGR.I.04 - Ampliar a adoção da terminação intensiva – Plano ABC+

    agropecuária · 3. Incremento da produtividade e eficiência na agricultura e pecuária · p. 47

    com númeroAGR.I.04
    2030 Aumentar a terminação intensiva em 5 milhões de animais abatidos com até 36 meses (em unidades) (ano base: 2019).2035 Aumentar a terminação intensiva em 29,1 milhões de animais abatidos com até 36 meses (em unidades) (ano base: 2019).Número de bovinos abatidos com até 36 meses
  • AGR.I.08 - Aumentar a produtividade na pecuária (melhoramento genético, sanidade, nutrição e manejo)

    agropecuária · p. 47

    com númeroAGR.I.08
    2030 Aumentar a produção de leite de 2.141 litros (2019) para 2.650 litros por vaca ordenhada/ano (ano base: 2019).2035 Aumentar a produção de leite de 2.141 litros (2019) para 3.000 litros por vaca ordenhada/ ano (ano base: 2019).Produtividade de leite (litros de leite produzido por vaca ordenhada/ano)
  • AGR.I.06 - Otimizar e expandir o uso de sistemas irrigados de forma sustentável – Plano ABC+

    agropecuária · 4. Ampliação sustentável da irrigação · p. 47

    com númeroAGR.I.06
    2030 Aumentar as áreas irrigadas em 3 milhões de hectares (ano base: 2019).2035 Aumentar as áreas irrigadas em 4 milhões de hectares (ano base: 2019).Área com sistemas irrigados (Mha)
  • AGR.I.13 – Fomentar a produção de arroz agroecológico e de baixo carbono na agricultura familiar

    agropecuária · p. 47

    com númeroAGR.I.13
    2030 Ampliar em 300 hectares a área de cultivo de arroz agroecológico certificado em assentamentos da reforma agrária e territórios da agricultura familiar.2035 Ampliar em 500 hectares a área de cultivo de arroz agroecológico certificado em assentamentos da reforma agrária e territórios da agricultura familiar.Área de arroz agroecológico certificado implantada (Mha)
  • AGR.I.07 - Manejar resíduos da produção animal para produção de biogás – Plano ABC+

    agropecuária · 5. Aproveitamento de resíduos e redução de perdas na agropecuária · p. 48

    com númeroAGR.I.07
    2030 Ampliar o tratamento de dejetos animais em 208,4 milhões de m3 (5.000 propriedades) (ano base: 2019).2035 Ampliar o tratamento de dejetos animais em 228 milhões de m3 (5.300 propriedades) (ano base: 2019).Volume de resíduos da produção animal tratados (m3)
  • AGR.I.10 – Ampliar sistemas produtivos agroecológicos e tradicionais de baixo carbono na agricultura familiar

    agropecuária · 6. Sistemas agroecológicos, produção orgânica e de baixa emissão de carbono na agricultura familiar, urbana e periurbana · p. 48

    com númeroAGR.I.10em dois planos
    2030 Implantar 180 projetos para recuperação e restauração de vegetação nativa, inclusive no âmbito do Programa Nacional de Florestas Produtivas. Apoiar 1.680 unidades familiares com sistemas agroecológicos de recuperação produtiva.2035 Implantar 200 unidades demonstrativas de manejo e conservação de solos.Número de projetos de restauração florestal financiados Número de unidades familiares beneficiadas com recuperação produtiva agroecológica Número de unidades de manejo e conservação de solos implementadas.
  • AGR.I.12 – Implantar corredores agroecológicos em regiões metropolitanas com base na agricultura familiar

    agropecuária · p. 48

    com númeroAGR.I.12
    2030 Implantar 50 hectares de corredores agroecológicos produtivos em regiões metropolitanas prioritárias.2035 Implantar 100 hectares de corredores agroecológicos produtivos em regiões metropolitanas prioritárias.Corredores implantados com sistemas agroecológicos urbanos (ha).
  • AGR.I.14 - Ampliar a adoção de modelos de baixa emissão de GEE – Aquicultura Multitrófica Integrada – AMTI e Aquaponia

    agropecuária · 8. Aquicultura sustentável e de baixo carbono (sistemas amti, bioflocos, ras) e interiorização da aquicultura · p. 49

    com númeroAGR.I.14
    2030 Alcançar uma área total de 23 mil hectares em sistema AMTI e Aquaponia.2035 Alcançar uma área total de 46 mil hectares em Sistema AMTI e Aquaponia.Área de produção instaladas (kha).
  • AGR.I.15 - Ampliar utilização de bioinsumos oriundos da aquicultura para promover a produção sustentável

    agropecuária · p. 49

    com númeroAGR.I.15
    2030 Alcançar uma área de cultivo de macroalgas 125.000 ha até 2030.2035 Alcançar uma área total de 250.000 ha até 2035.Área de cultivo de macroalgas (kha).
  • AGR.I.16 - Ampliar a adoção de sistemas de recirculação - RAS e Bioflocos e incentivar a interiorização da carcinicultura

    agropecuária · p. 49

    com númeroAGR.I.16
    2030 Ampliar 15 mil ha a área de produção em sistema RAS e Bioflocos e interiorizar 40% dos novos projetos de carcinicultura até 2030.2035 Ampliar para 40 mil ha a área de produção de Sistema RAS e Bioflocos e interiorizar 80% dos novos projetos de carcinicultura até 2035.Área de cultivo em sistema RAS (kha). Percentual de aumento da carcinicultura em interiores (%).
  • CID.I.01 ADOTAR PRINCÍPIOS URBANÍSTICOS QUE CONTRIBUAM PARA OTIMIZAR DESLOCAMENTOS URBANOS COMPULSÓRIOS E REDUZIR A DEPENDÊNCIA DOS MODOS INDIVIDUAIS MOTORIZADOS DE TRANSPORTE

    cidades · Em parceria com os municípios, estabelecer novos paradigmas para o crescimento urbano, com foco no reaproveitamento dos espaços degradados e subutilizados, no adensamento e na multifuncionalidade da cidade existente · p. 62

    com númeroCID.I.01
    2030 Reduzir em pelo menos 5% o tempo médio gasto em deslocamentos nas grandes cidades brasileiras.2035 Reduzir em pelo menos 20% o tempo médio gasto em deslocamentos nas grandes cidades brasileiras.Percentual de redução do tempo médio gasto em deslocamentos nas 21 RMs que atualmente são objeto do ENMU.
  • CID.I.02 AUMENTAR A PARTICIPAÇÃO DOS MO- DOS ATIVOS NA MATRIZ MODAL DAS GRANDES CIDADES BRASILEIRAS

    cidades · Aumentar a participação dos modos ativos de transporte nas matrizes de divisão modal das cidades brasileiras · p. 62

    com númeroCID.I.02
    2030 Atingir, no mínimo, 34,5% de participação dos modos ativos na matriz modal nacional.2035 Atingir, no mínimo, 37% de participação dos modos ativos na matriz modal nacional.Percentual de participação dos modos ativos na matriz modal das 21 RMs que atualmente são objeto do ENMU.
  • CID.I.03 AUMENTAR A PARTICIPAÇÃO DO TRANSPORTE PÚBLICO COLETIVO NA MATRIZ MODAL DAS GRANDES CIDADES BRASILEIRAS

    cidades · Aumentar a participação do transporte público coletivo no conjunto de deslocamentos da população, visando a um ciclo virtuoso, com reequilíbrio da demanda · p. 62

    com númeroCID.I.03
    2030 Atingir, no mínimo, 33,5% de participação do transporte público na matriz modal.2035 Atingir, no mínimo, 36% de participação do transporte público na matriz modal.Percentual de participação do transporte público coletivo na matriz modal das 21 RMs que são objeto do ENMU.
  • CID.I.04 DESCARBONIZAR O SISTEMA DE TRANSPORTE PÚBLICO COLETIVO URBANO, SEMIURBANO E METROPOLITANO

    cidades · Descarbonizar veículos tipicamente utilizados em áreas urbanas · p. 63

    com númeroCID.I.04
    2030 Participação na frota alocada para o TPC de, no mínimo, 5,8% dos veículos movidos a energias renováveis.2035 Participação na frota alocada para o TPC de, no mínimo, 35% dos veículos movidos a energias renováveis.Percentual de participação na frota alocada para o TPC dos veículos movidos a energias renováveis.
  • CID.I.05 DESCARBONIZAR O TRANSPORTE URBANO DE CARGA, A FROTA PÚBLICA E OS VEÍCULOS DE SERVIÇOS ESSENCIAIS

    cidades · Descarbonizar veículos tipicamente utilizados em áreas urbanas · p. 63

    com númeroCID.I.05
    2030 19% da frota desses três tipos de veículos (VUCs, frota pública e de veículos de serviços essenciais) movida por alternativas de baixa ou zero emissão.2035 38% da frota desses três tipos de veículos (VUCs, frota pública e de veículos de serviços essenciais) movida por alternativas de baixa ou zero emissão.1. Percentual da frota licenciada de VUCs movida a energias renováveis sobre a frota total de VUCs. 2. Percentual de veículos movidos a energias renováveis em relação à frota total de veículos usados em serviços públicos essenciais (utilitários e veículos leves). 3. Percentual de veículos movidos a energias renováveis em relação à frota pública oficial total.
  • CID.I.06 ESTIMULAR A DESCARBONIZAÇÃO DO TRANSPORTE INDIVIDUAL MOTORIZADO

    cidades · Descarbonizar veículos tipicamente utilizados em áreas urbanas · p. 63

    com númeroCID.I.06
    2030 Reduzir em 25% a participação da gasolina no abastecimento de veículos leves.2035 Reduzir em 50% a participação da gasolina no abastecimento de veículos leves.Percentual de participação da gasolina nas fontes de energia dos veículos leves.
  • CID.I.07 AMPLIAR, CONSERVAR E RECUPERAR A COBERTURA VEGETAL URBANA

    cidades · Conservar e recuperar os remanescentes de vegetação nativa e incrementar a arborização urbana · p. 63

    com númeroCID.I.07
    2030 Aumento de 90 mil hectares de cobertura vegetal urbana, de forma equitativa, até 2030.2035 Aumento de 180 mil hectares de cobertura vegetal urbana, de forma equitativa, até 2035.Área de cobertura vegetal urbana (em hectares).
  • CID.I.09 REDUZIR A EXPANSÃO URBANA E CONSEQUENTE SUPRES- SÃO DE VEGETAÇÃO E AUMENTAR A REUTILIZA- ÇÃO DE ESPAÇOS SUBU- TILIZADOS NAS CIDADES

    cidades · Em parceria com os municípios, estabelecer novos paradigmas para o crescimento urbano, com foco no reaproveitamento dos espaços degradados e subutilizados, no adensamento e na multifuncionalidade da cidade existente · p. 64

    com númeroCID.I.09
    2030 Reduzir em 40% a área convertida para assentamentos. Reduzir em 30% a quantidade de domicílios vagos no país.2035 Reduzir em 50% a área convertida para assentamentos. Reduzir em 40% a quantidade de domicílios vagos no país.1. Área convertida para assentamentos (ha). 2. Percentual de domicílios vagos (Censo).
  • ENR.I.01 - Suprir o aumento de demanda com manutenção ou aumento percentual da renovabilidade da matriz elétrica

    energia · Ampliação da matriz elétrica compatível com a eletrificação dos setores produtivos, com foco em energias limpas, renováveis e/ou de baixo carbono e tecnologias de armazenamento de energia · p. 43

    com númeroENR.I.01
    2030 82,7%2035 82,7% a 86,1%8% renováveis na matriz elétrica (sistema interligado nacional, autoprodução e sistemas isolados)
  • ENR.I.02 - Fortalecer a produção e o uso sustentável de biocombustíveis

    energia · Aumento sustentável da produção e do uso de bioenergia · p. 43

    com númeroENR.I.02
    2030 Biodiesel: 20%; Etanol: 30%2035 Biodiesel: 25%; Etanol: 35%Porcentagem de biocombustível na mistura (%)9
  • ENR.I.03 - Aumentar a produção e o uso de combustíveis sintéticos a partir de fontes com baixa emissão de carbono

    energia · Aumento sustentável da produção e do uso de bioenergia · p. 43

    com númeroENR.I.03
    2030 SAF: 1,6 bilhão de litros; Diesel Verde: 1,6 bilhão de litros2035 SAF: 2,6 a 4,5 bilhões de litros; Diesel Verde: 2,6 a 4,5 bilhões de litrosVolume de produção nacional de combustíveis sintéticos (bilhões de litros)
  • ENR.I.04 - Expandir a produção e o uso de biometano

    energia · Aumento sustentável da produção e do uso de bioenergia · p. 43

    com númeroENR.I.04
    2030 Redução de até 5% em emissões de GEE no consumo de combustível gasoso2035 Redução de até 10% em emissões de GEE no consumo de combustível gasoso% de redução de emissão de GEE por meio da participação do biometano no consumo de gás natural
  • ENR.I.05 – Manter ou reduzir a intensidade de emissões do segmento de Exploração e Produção (E&P) de petróleo e gás natural

    energia · Redução das emissões na exploração e na produção de petróleo e gás natural · p. 43

    com númeroENR.I.05
    2030 Manter a intensidade de emissões do setor de Exploração e Produção (E&P) em 15 kgCO2e/ boe, em relação a 20222035 Manter a intensidade de emissões do setor de Exploração e Produção (E&P) em 15 kgCO2e/ boe, em relação a 2022Intensidade de emissões do E&P (kgCO2e/boe )
  • ENR.I.06 - Reduzir a intensidade de emissões do segmento refino de petróleo

    energia · Redução das emissões na exploração e na produção de petróleo e gás natural · p. 44

    com númeroENR.I.06
    2030 30kgCO2e/CWT2035 30kgCO2e/CWTIntensidade de emissões (kgCO2e/CWT)
  • ENR.I.07 - Reduzir emissões no transporte de petróleo, gás natural e derivados

    energia · Redução das emissões na exploração e na produção de petróleo e gás natural · p. 44

    com númeroENR.I.07
    2030 Evitar o consumo de até 125 mil m³ de diesel na movimentação de petróleo, gás natural e derivados2035 Evitar o consumo de até 156 mil m³ de diesel na movimentação de petróleo, gás natural e derivadosVolume de diesel evitado na movimentação (m³)
  • ENR.I.08 - Aumentar a eficiência energética e a descarbonização em edificações

    energia · Eficiência energética e eletrificação · p. 44

    com númeroENR.I.08
    2030 3% de ganho de eficiência relativo a 20242035 5% a 6,3% de ganho de eficiência relativo a 2024Aumento na eficiência energética (%)
  • ENR.I.09 - Aumentar a eficiência energética e a descarbonização da indústria

    energia · Eficiência energética e eletrificação · p. 44

    com númeroENR.I.09
    2030 2% de ganho de eficiência relativo a 20242035 4% a 8% de ganho de eficiência relativo a 2024Aumento na eficiência energética (%)
  • IND.I.01 - Ampliar a cogeração e o uso de energia elétrica renovável nas instalações industriais.

    indústria · Substituição gradual de combustíveis fósseis por fontes renováveis · p. 19

    com númeroIND.I.01
    2030 Ampliar o consumo de energia elétrica renovável na indústria, contribuindo para garantir a renovabilidade da matriz elétrica brasileira acima de 82,7% até 2030.2035 Ampliar o consumo de energia elétrica renovável na indústria, contribuindo para garantir a renovabilidade da matriz elétrica brasileira entre 82,7% e 86,1% até 2035.Consumo total (TWh); Fração renovável da matriz elétrica brasileira (%); Eletricidade renovável adquirida (%); Capacidade instalada de geração distribuída (MW); Emissões de GEE (tCO2eq/ ano).
  • IND.I.02 - Eletrificar processos industriais.

    indústria · Eletrificação e eficiência energética em processos industriais · p. 19

    com númeroIND.I.02
    2030 Ampliar a participação da eletricidade no consumo energético da indústria para, no mínimo, 21,8% até 2030 (PDE 2034).2035 Ampliar a participação da eletricidade no consumo energético da indústria para, no mínimo, 24% até 2035 (PDE 2034).Participação da eletricidade no consumo energético da indústria (%); Emissões de CO2 dos processos industriais; Consumo de eletricidade por tonelada de produto (kWh/t).
  • IND.I.03 - Ampliar o uso de combustíveis renováveis em substituição aos combustíveis fósseis.

    indústria · Substituição gradual de combustíveis fósseis por fontes renováveis · p. 19

    com númeroIND.I.03
    2030 Aumentar o consumo de combustíveis renováveis e garantir a participação de fontes energéticas renováveis no consumo da indústria acima de 65% (PDE 2034 e BEN 2024).2035 Aumentar o consumo de combustíveis renováveis e garantir a participação de fontes energéticas renováveis no consumo da indústria acima de 65% (PDE 2034 e BEN 2024).Participação dos combustíveis renováveis na matriz energética industrial (%); Emissões de GEE (tCO2eq/ ano).
  • IND.I.04 - Implementar ações para aumento da eficientização na indústria.

    indústria · Eletrificação e aumento da eficiência energética nos processos industriais · p. 20

    com númeroIND.I.04
    2030 Obter 2% de ganhos em eficiência energética até 2030 em relação aos níveis de 2023.2035 Obter entre 4% e 8% de ganhos em eficiência energética até 2035 em relação aos níveis de 2023 (PDE 2034).Redução do consumo elétrico (TWh); Redução do consumo térmico (Tep); Economia em reais por ano (R$/ano); Redução nas emissões de CO2 dos processos industriais.
  • IND.I.05 - Reduzir gradualmente o consumo de HFCs de alto GWP no Brasil.

    indústria · Redução de HFCs de alto GWP e fortalecimento da gestão de resíduos industriais · p. 20

    com númeroIND.I.05
    2030 Reduzir o consumo dos HFCs em 10% em 2029 em relação à linha de base (Emenda Kigali).2035 Reduzir o consumo dos HFCs em 30% em 2035 em relação à linha de base (Emenda Kigali).Percentual de redução do consumo de HFCs em relação à linha de base (média do consumo de HFCs nos anos 2020, 2021 e 2022 somada a 65% da linha de base de HCFCs).
  • APC.I.01 Eliminar o desmatamento ilegal em todos os biomas brasileiros

    áreas públicas e territórios coletivos · Controle do desmatamento, extração madeireira e incêndios em vegetação · p. 59

    sem númeroAPC.I.01
    2030 Zerar a taxa de desmatamento em todos os biomas brasileiros até 2030.2035 Manter a taxa de desmatamento zero.Taxa de desmatamento (hectares/ano)
  • APC.I.02 Evitar, reduzir e compensar o desmatamento decorrente de grandes empreendimentos e projetos de infraestrutura, com recuperação de vegetação nativa

    áreas públicas e territórios coletivos · p. 59

    sem númeroAPC.I.02
    2030 Área de desmatamento compensada com recuperação de vegetação nativa em áreas públicas e territórios coletivos até 2030.2035 Área de desmatamento compensada com recuperação de vegetação nativa em áreas públicas e territórios coletivos até 2035.Áreas em recuperação com vegetação nativa (Mha)
  • APC.I.03 Reduzir a extração ilegal de madeira em áreas públicas da Amazônia

    áreas públicas e territórios coletivos · p. 59

    com númeroAPC.I.03
    2030 Reduzir em 80% a área de extração ilegal de madeira em áreas públicas da Amazônia até 2030.2035 Reduzir em 100% a área de extração ilegal de madeira em áreas públicas da Amazônia até 2035.Área de extração ilegal de madeira em áreas públicas na Amazônia (Mha)
  • APC.I.04 Prevenir e reduzir os incêndios em vegetação nativa em áreas públicas, assentamentos da reforma agrária e territórios coletivos, incorporando e valorizando o manejo tradicional do fogo

    áreas públicas e territórios coletivos · Controle do desmatamento, extração madeireira e incêndios em vegetação · p. 60

    com númeroAPC.I.04
    2030 Reduzir em 60% a área de vegetação nativa incendiada até 2030 em áreas públicas. Reduzir em 30% a área de vegetação nativa incendiada até 2030 em assentamentos da reforma agrária e territórios quilombolas.2035 Reduzir em 80% a área de vegetação nativa incendiada até 2035 em áreas públicas. Reduzir em 60% a área de vegetação nativa incendiada até 2035 em assentamentos da reforma agrária e territórios quilombolas.Área atingida por incêndios na vegetação (Mha)
  • APC.I.05 Criar e implementar unidades de conservação continentais e marinhas, de acordo com o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), e reconhecer e implementar outras estratégias de conservação, de acordo com a Meta 03 da EPANB

    áreas públicas e territórios coletivos · Ampliação de áreas protegidas e fortalecimento da gestão territorial · p. 60

    com númeroAPC.I.05
    2030 4,3 milhões de hectares de unidades de conservação criadas entre 2023 e 2027. Pelo menos 80% do bioma amazônico e 30% de cada bioma e do Sistema Costeiro-Marinho conservados e efetivamente manejados até 2030.Área de unidades de conservação criadas (Mha)
  • APC.I.06 Identificar, demarcar e regularizar terras indígenas

    áreas públicas e territórios coletivos · p. 60

    com númeroAPC.I.06
    2030 4,5 milhões de hectares de territórios indígenas delimitados até 2027.Área de terras indígenas delimitadas (Mha)
  • APC.I.07 Destinar áreas públicas para proteção e uso sustentável, especialmente para povos indígenas e povos e comunidades tradicionais (PIPCTs)

    áreas públicas e territórios coletivos · p. 60

    com númeroAPC.I.07
    2030 21 milhões de hectares de áreas públicas destinadas até 2027.2035 19 milhões de hectares de áreas públicas destinadas entre 2030 e 2035.Área de áreas públicas federais destinadas (Mha)
  • APC.I.08 Recuperar a vegetação nativa em áreas públicas, assentamentos da reforma agrária e territórios coletivos

    áreas públicas e territórios coletivos · Recuperação da vegetação nativa · p. 61

    com númeroAPC.I.08
    2030 2,5 milhões de hectares de vegetação nativa em recuperação até 2030.2035 830.095 hectares de vegetação nativa em recuperação entre 2030 e 2035.Área em recuperação com vegetação nativa (Mha)
  • APC.I.09 Reduzir a supressão legal da vegetação nativa em assentamentos da reforma agrária e territórios coletivos

    áreas públicas e territórios coletivos · Redução da supressão de vegetação nativa, valorização, preservação e recomposição de passivos ambientais · p. 61

    com númeroAPC.I.09
    2030 Reduzir a taxa de supressão legal da vegetação nativa em 50% até 2030 em relação a 2022.2035 Reduzir a taxa de supressão legal da vegetação nativa em 75% até 2035 em relação a 2022.Taxa de supressão legal da vegetação nativa (%)
  • ARP.I.01 - Garantir que toda supressão de vegetação nativa em áreas rurais privadas ocorra somente mediante autorização ambiental válida

    áreas rurais privadas · Controle da supressão de vegetação nativa não autorizada e dos incêndios e fortalecimento da regularização ambiental · p. 46

    sem númeroARP.I.01
    2030 Zerar a taxa de supressão de vegetação nativa não autorizada em áreas rurais privadas2035 Zerar a taxa de supressão de vegetação nativa não autorizada em áreas rurais privadasTaxa de supressão de vegetação nativa sem ASV em hectares/ano
  • ARP.I.02 - Prevenir e reduzir os incêndios em vegetação nativa em áreas rurais privadas

    áreas rurais privadas · p. 46

    com númeroARP.I.02
    2030 Reduzir em 50% a área incendiada, em relação à média histórica2035 Reduzir em 75% a área incendiada, em relação à média históricaÁrea atingida por incêndios em vegetação nativa (ha).
  • ARP.I.03 - Reduzir a supressão de vegetação nativa autorizada em áreas rurais privadas

    áreas rurais privadas · Redução da supressão de vegetação nativa, por meio da valorização da conservação e da recuperação · p. 47

    com númeroARP.I.03
    2030 Reduzir a taxa de supressão de vegetação nativa autorizada em 50% em 2030, em relação a 20222035 Reduzir a taxa de supressão de vegetação nativa autorizada em 75% até 2035, em relação a 2022Área de vegetação nativa legalmente suprimida
  • ARP.I.04 - Recuperar a vegetação nativa em áreas rurais privadas

    áreas rurais privadas · Recuperação da vegetação nativa em áreas rurais privadas · p. 47

    com númeroARP.I.04
    2030 9,5 milhões de hectares em recuperação até 20302035 3 milhões de hectares em recuperação entre 2030 e 2035Área em recuperação com vegetação nativa (Mha)
  • ARP.I.05 - Expandir a produção de Florestas Plantadas para uso sustentável – Plano ABC+

    áreas rurais privadas · Ampliação da produção florestal · p. 47

    com númeroARP.I.05
    2030 Aumentar em 4 milhões de hectares a área de florestas plantadas2035 Aumentar em 4,25 milhões de hectares a área de florestas plantadasÁrea com florestas plantadas (Mha)
  • AGR.I.02 - Recuperar Pastagens Degradadas em áreas rurais privadas – Plano ABC+

    agropecuária · Recuperação e conversão de áreas degradadas e manejo conservacionista do solo em áreas rurais privadas · p. 47

    com númeroAGR.I.02em dois planos
    2030 Aumentar em 30 milhões de hectares a área de pastagens recuperadas2035 Aumentar em 30 milhões de hectares a área de pastagens recuperadasAumento de área em hectares de pastagens, com algum grau de degradação, que foram recuperadas ou renovadas
  • AGR.I.01 - Ampliar a adoção do Plantio Direto (SPDH e SPDG) em áreas agrícolas – Plano ABC+

    agropecuária · p. 47

    com númeroAGR.I.01em dois planos
    2030 Ampliar em 12,5 milhões de hectares, sendo 4,5 milhões de hectares a área em SPD e 8 Mha em PD, e ampliar em 0,08 Mha a área em sistema de plantio direto de hortaliças2035 Ampliar em 12,63 milhões de hectares, sendo 4,63 milhões de hectares a área em SPD e 8 Mha em PD, e ampliar em 0,08 Mha a área em sistema de plantio direto de hortaliçasÁrea com adoção da tecnologia SPD (Mha) Área com adoção de PD (Mha) Área com adoção de SPDH (Mha)
  • AGR.I.03 - Ampliar a implementação de Sistemas Integrados (ILP, ILPF e SAF) – Plano ABC+

    agropecuária · Ampliação de sistemas produtivos integrados, e agroecológicos · p. 48

    com númeroAGR.I.03em dois planos
    2030 Ampliar em 10,1 milhões de hectares a área com sistemas integrados (ILP, ILF, ILPF, IPF)2035 Ampliar em 20,3 milhões de hectares a área com sistemas integradosÁrea em hectares com adoção de ILPF (Mha) Área em hectares com adoção de SAF (Mha)
  • AGR.I.10 - Ampliar sistemas produtivos agroecológicos e tradicionais de baixo carbono na agricultura familiar

    agropecuária · p. 48

    com númeroAGR.I.10em dois planos
    2030 Implantar 180 projetos para recuperação e restauração da vegetação nativa até 2030 Apoiar 1.680 unidades familiares com sistemas agroecológicos de recuperação produtiva até 20302035 Implantar 200 unidades demonstrativas de manejo e conservação de solos até 2035Número de projetos de restauração florestal financiados Número de unidades familiares beneficiadas com recuperação produtiva agroecológica Número de unidades demonstrativas de manejo e conservação de solos implementadas
  • RES.I.01 Reduzir a quantidade de resíduos sólidos e rejeitos encaminhados para disposição final, priorizando soluções de tratamento e valorização dos resíduos orgânicos.i

    resíduos · 4. Fortalecimento da Economia Circular pela recuperação da fração seca e orgânica dos RSU. i · p. 57

    com númeroRES.I.01
    2030 Reduzir em 25,3% a quantidade de resíduos e rejeitos encaminhados para unidades de disposição final até 2030 e alcançar 14,3% da massa de resíduos orgânicos com tratamento e valorização até 2030.i2035 Reduzir em 35% a quantidade de resíduos e rejeitos encaminhados para unidades de disposição final até 2035 e alcançar 19% da massa de resíduos orgânicos com tratamento e valorização até 2035.Percentual da massa total de resíduos e rejeitos desviada da disposição final em relação a 2020.
  • RES.I.02 Maximizar o aproveitamento energético do biogás em aterros sanitários.

    resíduos · 3. Aumento da captação, tratamento e aproveitamento do biogás de aterros sanitários. · p. 57

    com númeroRES.I.02
    2030 Aproveitar energeticamente 25,15% do biogás gerado em aterros sanitários até 2030, em relação a 2020.2035 Aproveitar energeticamente 45% do biogás gerado em aterros sanitários até 2035, em relação a 2020.Percentual de aproveitamento energético do biogás gerado em aterros sanitários, em relação a 2020.
  • RES.I.03 Recuperar áreas de disposição final inadequada de rejeitos e resíduos sólidos.i

    resíduos · 2. Eliminação da disposição de resíduos em lixões e aterros controlados.i · p. 58

    sem númeroRES.I.03
    2030 Recuperar pelo menos uma unidade de disposição final inadequada de resíduos por estado até 2030.i2035 Recuperar pelo menos duas unidades de disposição final inadequada de resíduos por estado até 2035.Número de unidades de disposição final inadequada de resíduos recuperadas.
  • RES.I.04 Universalizar a coleta e o tratamento de efluentes sanitários domésticos com uso de tecnologias de baixa emissão.

    resíduos · 5. Universalização do acesso à coleta e ao tratamento do esgoto sanitário com prioridade no uso de tecnologias de baixa emissão de GEE. · p. 58

    com númeroRES.I.04
    2030 Coletar e tratar 90% dos efluentes sanitários domésticos até 2033.Percentual dos efluentes sanitários coletados e tratados.
  • RES.I.05 Maximizar o aproveitamento energético do biogás em estações de tratamento de efluentes sanitários domésticos.

    resíduos · 6. Implantação de sistemas de tratamento de lodo dos sistemas de tratamento de efluentes sanitários, com seu reaproveitamento e redução de carga orgânica nos aterros sanitários · p. 58

    com númeroRES.I.05
    2030 Aproveitar energeticamente 12,5% do biogás gerado em estações de tratamento de efluentes sanitários domésticos até 2030.2035 Aproveitar energeticamente 25% do biogás gerado em estações de tratamento de efluentes sanitários domésticos até 2035.Percentual de aproveitamento energético do biogás gerado em estações de tratamento de efluentes sanitários domésticos.
  • TRP.I.01 - Aumentar o uso de biocombustíveis no setor de Transportes.

    transportes · Uso de combustíveis sustentáveis de baixa intensidade de carbono em veículos médios e pesados, embarcações, locomotivas e aeronaves. · p. 44

    com númeroTRP.I.01
    2030 20%2035 25%% de mistura do biodiesel, em volume, ao óleo diesel.
  • TRP.I.02 - Aumentar a utilização de Sustainable Aviation Fuel (SAF) nas operações aéreas domésticas.

    transportes · p. 44

    com númeroTRP.I.02
    2030 3%2035 8%% de redução de emissões pelo uso de SAF pela empresa no ano correspondente, em relação ao cenário com utilização de combustível fóssil.
  • TRP.I.03 - Aumentar a utilização de combustíveis de baixa emissão de carbono na navegação doméstica.

    transportes · p. 44

    com númeroTRP.I.03
    2030 6%2035 28%% de redução das emissões por TKU.
  • TRP.I.07 - Aumentar o uso de diesel verde no setor de Transportes.

    transportes · p. 44

    com númeroTRP.I.07
    2030 2%2035 3%% de mistura do diesel verde, em volume, ao óleo diesel.
  • TRP.I.04 - Melhorar a qualidade dos pavimentos nas rodovias federais.

    transportes · Melhoria da qualidade da infraestrutura de Transportes, visando à redução de consumo de combustível. · p. 44

    com númeroTRP.I.04
    2030 Aumentar o ICS e o IDPAV médio em 5%, em comparação a 2024.2035 Aumentar o ICS médio em 10% e em 5% o IDPAV, em comparação a 2024.% da extensão total das rodovias federais avaliadas com pavimento em bom ou ótimo estado (ICS para gestão pública e IDPAV para concedidas).
  • TRP.I.05 - Reduzir o consumo de combustível fóssil em operações aeroportuárias, em especial nas etapas de taxiamento de aeronaves.

    transportes · Adoção de soluções para aumentar eficiência operacional, visando à redução de consumo de combustível em todos os modais. · p. 44

    com númeroTRP.I.05
    2030 25%2035 50%Percentual de operações realizadas com motor desligado ou assistida por energia elétrica.
  • TRP.I.06 - Aumentar a participação dos modos ferroviário e aquaviário na matriz de transporte de carga.

    transportes · Equilibrar a matriz de transporte de carga e de passageiros por meio do aumento da participação das ferrovias, cabotagem e hidrovias. · p. 45

    com númeroTRP.I.06
    2030 31,52035 38Volume de carga transportada no corredor FICO- FIOL (em bilhões de TKU).
  • TRP.I.08 - Aumentar o uso de veículos médios e pesados elétricos no setor de Transportes.

    transportes · Eletrificação (baterias e células de combustível) de Veículos Médios e Pesados, Equipamentos e Veículos Auxiliares, Embarcações, Locomotivas e Aeronaves. · p. 45

    com númeroTRP.I.08
    2030 6%2035 11%% de veículos médios e pesados elétricos nas vendas nacionais.

quantas metas de mitigação a base consegue acompanhar por fora

A ponte foi montada à mão, meta a meta, e cada linha declara o critério. SÉRIE NA BASE quer dizer que existe aqui uma medida que fala do mesmo objeto, com a ressalva escrita quando ela não é exata. FONTE EXISTE FORA quer dizer que alguém publica a medida e esta base não a guarda. SEM MEDIDA quer dizer que o indicador não admite medição por fora, e é o caso de intensidade calculada dentro da refinaria.

  • série na base15
  • fonte existe fora6
  • sem medida1
  • sem ponte montada43

A PONTE COBRE 22 DAS 65 AÇÕES, e em 15 delas existe nesta base uma série que fala do mesmo objeto. É a diferença mais dura entre os dois lados do Plano Clima: nas metas de adaptação, a mesma ponte encontrou série na base para quatro de trezentas e doze. O motivo é o tipo de indicador: área de vegetação em recuperação, área queimada, taxa de desmatamento e geração elétrica por fonte são coisas que satélite e operador de rede medem todo ano, independentemente de quem executa o plano.

NENHUMA DESSAS PONTES É IGUALDADE, e o critério de cada uma diz onde ela falha. A série de pastagem por vigor mede degradação por satélite, e a meta conta pastagem que o programa registrou como recuperada; a taxa do PRODES mede toda a supressão, e a meta fala só da parte autorizada; a intensidade energética do Banco Mundial mede energia por unidade de produto, e a meta fala de ganho de eficiência em edificação. Publicar a ponte com a ressalva ao lado é o que separa acompanhar de fingir que se acompanha.

  • % renováveis na matriz elétrica (sistema interligado nacional, autoprodução e sistemas isolados)

    ENR.I.01 · energia

    série na basegeracao_eletrica_por_fonte
    A base guarda geração elétrica por fonte, do ONS e da EPE, e a fração renovável sai dela por divisão. A meta fala da matriz elétrica INTEIRA, com autoprodução e sistemas isolados; a série cobre o sistema interligado com folga e os isolados com falha, e por isso a correspondência é boa e não exata.
  • Porcentagem de biocombustível na mistura (%)

    ENR.I.02 · energia

    fonte existe fora
    O percentual de mistura de biodiesel e etanol é definido por resolução do Conselho Nacional de Política Energética e publicado pela ANP. É dado de regra, e não de medida; existe, é público, e a base não o guarda.
  • Volume de produção nacional de combustíveis sintéticos (bilhões de litros)

    ENR.I.03 · energia

    fonte existe fora
    Produção de combustível sintético é publicada pela ANP na série de produção de derivados. A base guarda energia por fonte em tonelada equivalente de petróleo, que não separa esse volume.
  • Intensidade de emissões (kgCO2e/CWT)

    ENR.I.06 · energia

    sem medida
    CWT é uma unidade de complexidade de refino, e a intensidade por CWT é calculada dentro da refinaria. Não existe medida externa que a reproduza.
  • Aumento na eficiência energética (%)

    ENR.I.08 · energia

    série na baseintensidade_energetica
    A base guarda intensidade energética do produto, do Banco Mundial. Ela mede energia por unidade de PIB e não ganho de eficiência em edificação, que é o que a meta diz; serve de sinal agregado e a diferença fica declarada.
  • Aumento na eficiência energética (%)

    ENR.I.09 · energia

    série na baseintensidade_energetica
    Mesma série e mesma ressalva da meta anterior, aplicada à indústria.
  • Consumo total (TWh); Fração renovável da matriz elétrica brasileira (%)

    IND.I.01 · indústria

    série na basegeracao_eletrica_por_fonte
    A fração renovável da matriz elétrica sai da geração por fonte que a base guarda. O consumo total em TWh da indústria está em consumo final de energia, em outra unidade.
  • Participação dos combustíveis renováveis na matriz energética industrial (%)

    IND.I.03 · indústria

    série na basematriz_energetica_fonte
    A base guarda a matriz energética por fonte, bloco e setor, do Plano Decenal, e o bloco industrial está nela. A meta pede a fração renovável dentro da indústria, que sai por divisão dentro do mesmo recorte.
  • Percentual de redução do consumo de HFCs em relação à linha de base

    IND.I.05 · indústria

    fonte existe fora
    O consumo de hidrofluorcarbonos é reportado ao Protocolo de Montreal e publicado pelo PNUMA. A base não o guarda, e ele fica fora do inventário de gases de efeito estufa por convenção.
  • Aumento de área em hectares de pastagens, com algum grau de degradação, que foram recuperadas

    AGR.I.02 · agropecuária

    série na basepastagem_por_vigor
    A base guarda área de pastagem por condição de vigor, do MapBiomas, que é a única medida por satélite de degradação de pastagem no país. Recuperação declarada pelo programa e vigor medido por satélite não são a mesma coisa, e a diferença fica declarada.
  • Número de projetos de restauração florestal financiados

    AGR.I.10 · agropecuária

    série na basearea_vegetacao_secundaria
    A base guarda área de vegetação secundária em recuperação, do MapBiomas. Ela mede hectare que voltou a crescer, e a meta conta PROJETO financiado; a correspondência é de efeito e não de medida, e é fraca.
  • Áreas em recuperação com vegetação nativa (Mha)

    APC.I.02 · áreas públicas e territórios coletivos

    série na basearea_vegetacao_secundaria
    Correspondência direta: a série mede exatamente área em recuperação com vegetação nativa, por satélite, e cobre o país inteiro desde 1985.
  • Área atingida por incêndios na vegetação (Mha)

    APC.I.04 · áreas públicas e territórios coletivos

    série na basearea_queimada
    Correspondência direta: a base guarda área queimada do MapBiomas Fogo, anual, por bioma e por estado.
  • Área em recuperação com vegetação nativa (Mha)

    APC.I.08 · áreas públicas e territórios coletivos

    série na basearea_vegetacao_secundaria
    Mesma série da meta APC.I.02, aplicada a outro recorte de território.
  • Taxa de supressão legal da vegetação nativa (%)

    APC.I.09 · áreas públicas e territórios coletivos

    série na basedesmatamento_taxa_anual
    A base guarda a taxa anual de desmatamento do PRODES. Ela não separa supressão LEGAL de ilegal, que é o recorte da meta, e por isso mede o todo de que a meta é parte.
  • Taxa de supressão de vegetação nativa sem autorização, em hectares

    ARP.I.01 · áreas rurais privadas

    série na basearea_alerta_desmatamento
    A base guarda área de alerta de desmatamento validado, do DETER e do MapBiomas Alerta. Alerta validado é o que mais perto chega de supressão sem autorização, e a diferença entre alerta e autuação fica declarada.
  • Área atingida por incêndios em vegetação nativa (ha)

    ARP.I.02 · áreas rurais privadas

    série na basearea_queimada
    Mesma série da meta APC.I.04, no recorte de área rural privada, que a série não separa.
  • Área de vegetação nativa legalmente suprimida

    ARP.I.03 · áreas rurais privadas

    série na basedesmatamento_taxa_anual
    Mesma ressalva da meta APC.I.09: a série mede supressão total, e a meta fala da parte autorizada.
  • Área em recuperação com vegetação nativa (Mha)

    ARP.I.04 · áreas rurais privadas

    série na basearea_vegetacao_secundaria
    Mesma série das metas APC.I.02 e APC.I.08.
  • Área de cobertura vegetal urbana (em hectares)

    CID.I.07 · cidades

    fonte existe fora
    O MapBiomas publica cobertura por classe dentro da mancha urbana, e a base guarda apenas a área urbana total. A série existe na fonte que a base já coleta e ainda não foi extraída nesse recorte.
  • % de veículos médios e pesados elétricos nas vendas nacionais

    TRP.I.01 · transportes

    fonte existe fora
    Vendas por tipo de propulsão são publicadas pela Anfavea e pelo Renavam. A base guarda consumo de energia do transporte por combustível, que é consequência e não a venda.
  • Percentual da massa total de resíduos e rejeitos desviada da disposição final em relação a 2020

    RES.I.01 · resíduos

    fonte existe fora
    Massa de resíduo desviada de aterro é publicada pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento. A base não guarda dado de saneamento.

O que o Brasil disse à Convenção que ia evitar

Antes da contribuição nacionalmente determinada existiram as NAMAs, as ações de mitigação nacionalmente apropriadas: oito planos setoriais informados à Convenção, cada um com uma ficha nos Relatórios de Atualização Bienal. A partir do terceiro relatório, a ficha declara QUANTO aquela ação deveria evitar, e o prazo de todas é 2020. O quadro abaixo é transcrição dessas fichas, com arquivo e página.

redução declarada por edição do relatório bienal

A barra soma o LIMITE SUPERIOR de cada ficha que declara número, e a soma é desta plataforma e não da fonte: nenhum relatório totaliza as suas próprias NAMAs. As duas primeiras edições trazem as mesmas oito fichas SEM número, e as duas últimas, ambas posteriores ao prazo de 2020, não trazem ficha nenhuma.

  • BUR1 (2014)0
  • BUR2 (2017)0
  • BUR3 (2019)1.051
  • BUR4 (2020)1.051
  • BUR5 (2024)0
  • BTR1 (2024)0

A PROMESSA SOMADA CHEGA A 1.051 MILHÕES DE TONELADAS até 2020, e a soma é desta plataforma: nenhum relatório totaliza as próprias ações. Para dar tamanho ao número, ele equivale a 57,6% do que o Brasil emitiu em 2020 segundo o inventário oficial. A maior parcela é de uma ação só, Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), com 564 milhões de toneladas, e as 10 restantes dividem o resto.

O PRAZO VENCEU, E QUATRO ANOS DEPOIS DELE VEIO A PRESTAÇÃO DE CONTAS. A Tabela 3.2 do quinto relatório bienal põe cada NAMA ao lado do que se estima que ela evitou até 2020: 6 das 11 têm número, e eles somam 707 milhões de toneladas contra 1.051 prometidos. 4 ações passaram do próprio limite superior e o relatório escreve SIM ao lado delas; a redução do desmatamento na Amazônia, que era a maior promessa isolada, aparece como cumprimento parcial de 75%.

CINCO DAS ONZE NÃO TÊM ESTIMATIVA, e elas não são as menores: as 5 que o relatório marca como NÃO ESTIMADO carregam 217 milhões de toneladas de promessa, isto é 20,6% do total. São as quatro do setor de energia e a do ferro e aço. A razão está escrita na nota da própria tabela: falta parâmetro específico para relacionar a ação implementada à redução de emissão no período. NÃO ESTIMADO NÃO É ZERO: a ação pode ter evitado emissão sem que exista régua para dizer quanto, e tratar as duas coisas como iguais transformaria falta de medida em fracasso medido.

AS DUAS PRIMEIRAS EDIÇÕES JÁ TRAZIAM AS AÇÕES SEM NÚMERO, e isso completa o desenho: das 6 edições do reporte bienal, 2 publicam a ficha sem quantificar, 2 publicam com número, e 2 não publicam ficha. Uma ação sem número não pode ser descumprida nem cumprida pela metade; ela só pode ser declarada feita. É a mesma coisa que as metas de adaptação do Plano Clima mostram, treze anos depois, em promessas de adaptação .

  • Redução do Desmatamento na Amazônia

    prometido 564 MtCO2e · estimado como evitado 421,26 MtCO2e · p. 73

    Cumprimento parcial de 75% da meta
    Tabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal, transcrita e conferida contra o texto da página.
  • Redução do Desmatamento no Cerrado

    prometido 104 MtCO2e · estimado como evitado 160,34 MtCO2e · p. 73

    Sim
    Tabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal, transcrita e conferida contra o texto da página.
  • Recuperação de Pastagens Degradadas

    prometido 83 a 104 MtCO2e · estimado como evitado 36,1 MtCO2e · p. 73

    Cumprimento parcial de 43% da meta
    Tabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal, transcrita e conferida contra o texto da página.
  • Integração Lavoura-Pecuária

    prometido 18 a 22 MtCO2e · estimado como evitado 40,78 MtCO2e · p. 73

    Sim
    Tabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal, transcrita e conferida contra o texto da página.
  • Sistema Plantio Direto

    prometido 16 a 20 MtCO2e · estimado como evitado 26,7 MtCO2e · p. 73

    Sim
    Tabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal, transcrita e conferida contra o texto da página.
  • Fixação Biológica de Nitrogênio

    prometido 16 a 20 MtCO2e · estimado como evitado 21,56 MtCO2e · p. 73

    Sim
    Tabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal, transcrita e conferida contra o texto da página.
  • Eficiência Energética

    prometido 12 a 15 MtCO2e · sem estimativa · p. 73

    Não estimado
    Tabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal, transcrita e conferida contra o texto da página.
  • Aumento no uso de biocombustíveis

    prometido 48 a 60 MtCO2e · sem estimativa · p. 73

    Não estimado
    Tabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal, transcrita e conferida contra o texto da página.
  • Aumento no fornecimento de energia por usinas hidroelétricas

    prometido 79 a 99 MtCO2e · sem estimativa · p. 73

    Não estimado
    Tabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal, transcrita e conferida contra o texto da página.
  • Aumento de energias alternativas

    prometido 26 a 33 MtCO2e · sem estimativa · p. 73

    Não estimado
    Tabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal, transcrita e conferida contra o texto da página.
  • Ferro e Aço

    prometido 8 a 10 MtCO2e · sem estimativa · p. 73

    Não estimado
    Tabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal, transcrita e conferida contra o texto da página.

O mesmo exercício, feito para o mundo

Esta página mede a distância entre o que o Brasil prometeu e o que ele mede. O relatório State of Climate Action, do World Resources Institute com o Systems Change Lab, faz o mesmo para o mundo: define para cada transição uma meta alinhada a 1,5 grau e calcula quantas vezes mais rápido o indicador precisa avançar para alcançá-la. São 45 indicadores, e o relatório declara que NENHUM deles está na trajetória necessária para 2030.

Fator de aceleracao exigido para a meta de 2030 (vezes)

Quanto MAIOR a barra, PIOR: ela diz quantas vezes mais rápido o indicador precisa avançar para chegar à meta de 2030. O relatório publica o fator da edição de 2025 ao lado do da edição de 2023, e comparar os dois anos diz se a distância aumentou ou diminuiu em dois anos. Onde a fonte escreve que é preciso inverter o sentido do indicador, ela não calcula fator, e a linha não aparece. Desenho de 12 de 13 recortes, os de maior valor no último ano. Os outros 1 estão na tabela: Reforestation (total Mha).

nível
Mangrove restoration (total ha)Green hydrogen production (Mt)Share of coal in electricity generation (%)Share of zero-carbon sources in electricity generation (%)Share of electric vehicles in medium- and heavy-duty commercial vehicle sales (%)Share of sustainable aviation fuels in global aviation fuel supply (%)Share of zero-emissions fuels in maritime shipping fuel supply (%)Ratio of investment in low-carbon to fossil fuel energy supplyShare of unabated fossil gas in electricity generation (%)Share of electricity in the industry sector’s final energy demand (%)Share of electric vehicles in the light-duty vehicle fleet (%)Share of electric vehicles in light-duty vehicle sales (%)em vezes
State of Climate Action13 recortes neste nívelum nível por vez

Indicador de transicao global, valor e meta (unidade do indicador)

O valor mais recente de cada indicador e as metas para 2030, 2035 e 2050, escolhendo o ano no controle. OS INDICADORES NÃO SE SOMAM E NÃO SE COMPARAM ENTRE SI: cada um tem unidade própria, que viaja no nome. Onde a meta vem em intervalo, o valor guardado é o limite inferior, e o texto original está na tabela de dados. Desenho de 12 de 20 recortes, os de maior valor no último ano. Os outros 8 estão na tabela: Share of electricity in the industry sector’s final energy demand (%), Share of kilometers traveled by passenger cars (% of passenger-km), Peatland restoration (total Mha), Share of fossil fuels in the transport sector’s total energy consumption (%), Share of food production lost (%), Ratio of investment in low-carbon to fossil fuel energy supply….

nível
Mangrove restoration (total ha)Green hydrogen production (Mt)Reforestation (total Mha)Share of new buildings that are zero- carbon in operation (%)Share of electric vehicles in bus sales (%)Share of electric vehicles in light- duty vehicle sales (%)Share of electric vehicles in medium- and heavy- duty commercial vehicle sales (%)Share of sustainable aviation fuels in global aviation fuel supply (%)Share of zero- emissions fuels in maritime shipping fuel supply (%)Share of zero- carbon sources in electricity generation (%)Share of electric vehicles in the light- duty vehicle fleet (%)Share of solar and wind in electricity generation (%)em unidade do indicador
State of Climate Action20 recortes neste nívelum nível por vez

Quatro indicadores do setor elétrico exigem mais de dez vezes a velocidade atual, e os três primeiros PIORARAM entre as duas edições: a participação de fontes de carbono zero na geração passou de oito para mais de dez vezes, o carvão na geração de sete para mais de dez, e a intensidade de carbono da eletricidade de nove para mais de dez. Dois anos se passaram e a distância até a meta cresceu nos três.

Nem toda notícia é ruim, e a comparação entre edições é o que permite ver isso. O veículo elétrico em vendas de ônibus estava classificado como precisando de INVERSÃO DE SENTIDO em 2023, isto é, a tendência ia para o lado errado e não havia fator a calcular; em 2025 ele tem fator, o que significa que a direção se corrigiu ainda que a velocidade siga insuficiente. O financiamento climático privado saiu de mais de dez vezes para menos de duas.

DUAS RESSALVAS QUE MUDAM A LEITURA. O fator não é série no tempo: cada edição do relatório publica um número, e o ano guardado é o da edição, e não o do dado que ela avalia. E o fator maior que dez é TETO da fonte, que não distingue onze de cinquenta; um indicador nesse teto pode estar muito pior do que a barra mostra. As metas brasileiras, medidas contra série própria, estão nas seções acima, e o que dá para conferir de cada uma está em o que dá para conferir .