Distância até as metas
Os documentos guardados nesta base registram 51 compromissos climáticos do Brasil. 10 desses compromissos têm uma medição associada. Em 7 deles, a medição é feita por uma instituição diferente da que assumiu o compromisso. Os outros 41 ainda não têm número para conferir, e o motivo de cada um está indicado mais abaixo.
Há duas formas de conferir um compromisso, conforme o modo como ele foi escrito. Quando o alvo está na mesma unidade da série, por exemplo em toneladas, basta comparar o valor medido com o alvo. Quando o alvo é uma redução em porcentagem, o cálculo precisa do valor de um ano de referência, o ano-base. Nesse caso, a página usa o valor que a mesma fonte publicou para o ano-base. Usar o ano-base do inventário oficial e o último ano de outra fonte produziria uma redução que nenhuma das duas mediu. A medição também precisa estar na mesma escala do alvo. Quando não há medição compatível, o compromisso fica sem número, e a página não faz aproximações.
A maior parte dos compromissos tem um de dois prazos: 34 vencem em 2035 e 13 em 2030. Os outros quatro vencem em 2025, 2028, 2050 e 2100. O Plano Clima divide o caminho de redução do país entre oito planos setoriais, e cada plano tem sua própria emissão de partida e sua própria meta.
Os compromissos vêm de 16 documentos diferentes, e o documento com mais compromissos reúne 18. Cada compromisso aparece abaixo com o texto copiado da fonte. Quando há medição, o valor mais recente aparece ao lado do alvo. Quando não há, a página informa o que falta: uma série que meça o compromisso ou dados nessa série.
Quando a página diz que falta uma série, isso vale para esta base, e não necessariamente para todas as fontes existentes. Esta página mostra se há dados para conferir os compromissos. Ela não avalia se foram cumpridos. Os indicadores usam unidades diferentes. Por isso, cada um deve ser lido na própria unidade, sem somar nem comparar um com outro.
A trajetória declarada
O Plano Clima fixa alvos para quatro prazos diferentes na mesma série de emissões. Cada alvo é um compromisso. Juntos, eles formam o caminho que o país definiu para as suas emissões. O gráfico compara a medição com esse caminho.
▸ Emissões líquidas de gases de efeito estufa do Brasil · medida e caminho declarado (GtCO2e)
A linha pontilhada junta 4 compromissos sobre a mesma série, na mesma escala, com prazos diferentes: 2025 com 1,32, 2030 com 1,2, 2035 com 1,05, 2050 com 0. A linha é pontilhada porque o plano não informa valores para os anos entre um prazo e o seguinte. Ligar os pontos já acrescenta algo que a fonte não diz. A medida mais recente, de 2024, está 0,169 acima do primeiro alvo da linha.
Compromissos com medição
▸ NDC 2035
2035 · MMA
Reduzir as emissões líquidas de gases de efeito estufa entre 59 e 67 por cento em relação a 2005
distância até o alvo
- Climate Watch+9%entre 2005 e 2023 na medida desta fonte (1,95 → 2,126 GtCO2e), contra o alvo de 59% em 2035
- BTR−20,4%entre 2005 e 2022 na medida desta fonte (2,561 → 2,039 GtCO2e), contra o alvo de 59% em 2035
- Comunicação Nacional à UNFCCC−38,5%entre 2005 e 2016 na medida desta fonte (2,562 → 1,577 GtCO2e), contra o alvo de 59% em 2035
- SEEG−38,7%entre 2005 e 2024 na medida desta fonte (2,43 → 1,489 GtCO2e), contra o alvo de 59% em 2035
- SIRENE−30,4%entre 2005 e 2020 na medida desta fonte (2,567 → 1,786 GtCO2e), contra o alvo de 59% em 2035
▸ Emissões líquidas de gases de efeito estufa do Brasil (GtCO2e)
A meta é uma faixa de 59 a 67 por cento. O ano-base é 2005, com 2,56 Gt CO2e. A NDC foi apresentada na COP29 (2024). A base registra o piso da faixa, e o teto é 67.
▸ Plano Clima ENM
2025 · MMA
Limitar as emissões líquidas nacionais de GEE em 2025 a 1,32 Gt CO2e
distância até o alvo
- Climate Watch2,126 GtCO2eem 2023, contra o alvo de 1,32 GtCO2e em 2025
- BTR2,039 GtCO2eem 2022, contra o alvo de 1,32 GtCO2e em 2025
- BUR1,825 GtCO2eem 2020, contra o alvo de 1,32 GtCO2e em 2025
- Comunicação Nacional à UNFCCC1,577 GtCO2eem 2016, contra o alvo de 1,32 GtCO2e em 2025
- SEEG1,489 GtCO2eem 2024, contra o alvo de 1,32 GtCO2e em 2025
- SIRENE1,786 GtCO2eem 2020, contra o alvo de 1,32 GtCO2e em 2025
▸ Emissões líquidas de gases de efeito estufa do Brasil (GtCO2e)
▸ Plano Clima ENM
2030 · MMA
Limitar as emissões líquidas nacionais de GEE em 2030 a 1,2 Gt CO2e
distância até o alvo
- Climate Watch2,126 GtCO2eem 2023, contra o alvo de 1,2 GtCO2e em 2030
- BTR2,039 GtCO2eem 2022, contra o alvo de 1,2 GtCO2e em 2030
- BUR1,825 GtCO2eem 2020, contra o alvo de 1,2 GtCO2e em 2030
- Comunicação Nacional à UNFCCC1,577 GtCO2eem 2016, contra o alvo de 1,2 GtCO2e em 2030
- SEEG1,489 GtCO2eem 2024, contra o alvo de 1,2 GtCO2e em 2030
- SIRENE1,786 GtCO2eem 2020, contra o alvo de 1,2 GtCO2e em 2030
▸ Emissões líquidas de gases de efeito estufa do Brasil (GtCO2e)
▸ Plano Clima ENM
2035 · MMA
Limitar as emissões líquidas nacionais de GEE em 2035 à faixa entre 0,85 e 1,05 Gt CO2e
distância até o alvo
- Climate Watch2,126 GtCO2eem 2023, contra o alvo de 1,05 GtCO2e em 2035
- BTR2,039 GtCO2eem 2022, contra o alvo de 1,05 GtCO2e em 2035
- BUR1,825 GtCO2eem 2020, contra o alvo de 1,05 GtCO2e em 2035
- Comunicação Nacional à UNFCCC1,577 GtCO2eem 2016, contra o alvo de 1,05 GtCO2e em 2035
- SEEG1,489 GtCO2eem 2024, contra o alvo de 1,05 GtCO2e em 2035
- SIRENE1,786 GtCO2eem 2020, contra o alvo de 1,05 GtCO2e em 2035
▸ Emissões líquidas de gases de efeito estufa do Brasil (GtCO2e)
A base registra o teto da faixa, e o piso é 0,85.
▸ Plano Clima ENM
2050 · MMA
Emissões líquidas de GEE zeradas
distância até o alvo
- Climate Watch2,126 GtCO2eem 2023, contra o alvo de 0 GtCO2e em 2050
- BTR2,039 GtCO2eem 2022, contra o alvo de 0 GtCO2e em 2050
- BUR1,825 GtCO2eem 2020, contra o alvo de 0 GtCO2e em 2050
- Comunicação Nacional à UNFCCC1,577 GtCO2eem 2016, contra o alvo de 0 GtCO2e em 2050
- SEEG1,489 GtCO2eem 2024, contra o alvo de 0 GtCO2e em 2050
- SIRENE1,786 GtCO2eem 2020, contra o alvo de 0 GtCO2e em 2050
▸ Emissões líquidas de gases de efeito estufa do Brasil (GtCO2e)
▸ Plano Clima ENA
2035 · MMA
Até 2035, reduzir para 7,5 por cento o número total de municípios com nível mínimo de segurança hídrica
A linha de base é 13% em 2025, publicada em nota de rodapé do Quadro 3 da Estratégia Nacional de Adaptação. A meta é reduzir para 7,5%, e por isso a série melhora quando cai. É o único valor de partida que a Estratégia publica com ano.
▸ Plano Clima ENA
2030 · MMA
Até 2030, ampliar para 30 por cento a extensão das Áreas Marinhas Protegidas, com estratégias específicas para a mudança do clima em seus planos de manejo
Duas fontes acompanham esta meta e medem denominadores diferentes. A Estratégia Nacional de Adaptação dá 26,39% sobre a zona econômica exclusiva. O Banco Mundial, que redistribui o Protected Planet, dá 26,6% em 2025 sobre águas territoriais. Os valores próximos são coincidência de grandeza, e não confirmação de método. A série que acompanha esta meta vem do Protected Planet (UNEP-WCMC), pelo Banco Mundial, e não do Cadastro Nacional de Unidades de Conservação que o Plano Clima cita. Falta confirmar se o percentual do Plano usa a mesma base de área marinha sob jurisdição nacional. Até lá a comparação é indicativa, e não oficial. A base conta a área designada, e a meta fala também em estratégia climática no plano de manejo, que nenhuma das duas bases mede.
▸ Plano Clima ENA
2035 · MMA
Até 2035, erradicar a insegurança alimentar e nutricional grave
distância até o alvo
- WDI3,4 percentualem 2023, contra o alvo de 0 percentual em 2035
▸ População em insegurança alimentar e nutricional grave · BRA (percentual)
A série que acompanha esta meta vem da escala FIES da FAO, pelo Banco Mundial. Ela não é a EBIA do IBGE nem o levantamento da Rede PENSSAN, que o Plano Clima pressupõe. Os três instrumentos têm questionário e desenho de amostra diferentes, e um número não substitui o outro. O IBGE bloqueia acesso automatizado (403). A comparação é indicativa, e não oficial.
▸ Acordo de Paris
2100 · UNFCCC
Manter o aumento da temperatura média global bem abaixo de 2 graus, com esforços para limitar a 1,5 grau
distância até o alvo
- C3S1,451 graus Cem 2026, dentro do alvo de 1,5 graus C em 2100
▸ Anomalia da temperatura média global · global (graus C)
O ano-base é o período pré-industrial, 1850-1900. O limite do Acordo se refere à média de longo prazo, e não a um ano. Um ano isolado acima de 1,5 grau não significa limite ultrapassado, e um ano abaixo não significa meta cumprida. O resultado por ano que esta plataforma mostra serve para ver a distância, e não para declarar cumprimento.
▸ COP30
2035 · UNFCCC
Triplicar o financiamento internacional para adaptação até 2035
Recomendação da COP30. Triplicar é um fator, e não um valor. Sem o ano-base declarado não há o que triplicar, e por isso a plataforma não faz a comparação. A UNEP mede a lacuna e a UNFCCC mede o fluxo rastreado, e as duas não usam a mesma base.
Compromissos sem dados na série
Para estes compromissos, a base já tem a série que serviria para conferi-los, mas a série ainda não tem dados. O motivo da falta de cada série está escrito na página de lacunas.
Plano Clima ENA
2035
sem observaçãoUnidades da federação com Plano de AdaptaçãoAté 2035, garantir que todos os estados brasileiros tenham Planos de Adaptação · Parte estadual da meta 1, que reúne duas condições no mesmo enunciado. Não há registro público consolidado dos planos estaduais de adaptação. O próprio Plano Clima não indica o sistema que fará a contagem.Plano Clima ENA
2035
sem observaçãoMunicípios com Plano de AdaptaçãoAté 2035, garantir que 35 por cento dos municípios brasileiros tenham Planos de Adaptação · Parte municipal da meta 1. A situação é a mesma dos estados. Sem cadastro nacional, a meta de 35 por cento não tem denominador que se possa conferir fora do governo.Plano Clima ENA
2035
sem observaçãoPessoas atendidas por trabalho de prevenção de risco de desastresAté 2035, oferecer trabalho de prevenção de risco de desastres a pelo menos 4 milhões de pessoas expostas ao risco de desastres geo-hidrológicos · O Cemaden e a Defesa Civil publicam alertas e ocorrências, e não o número de pessoas atendidas por trabalho de prevenção.Plano Clima ENA
2035
sem observaçãoAcréscimo de cobertura vegetal em área urbana desde a linha de baseAté 2035, aumentar a cobertura vegetal em áreas urbanas em 180 mil hectares, priorizando os municípios de maior risco climático · A meta mede o acréscimo acumulado, e não o estoque. Ela não pode ser derivada da estatística do MapBiomas, porque as classes não se sobrepõem: um pixel é 4.2. Urban Area ou vegetação, nunca os dois. Separar a vegetação dentro da mancha urbana exigiria cruzar a máscara urbana com o raster, o arquivo de imagem, e não com a tabela de estatística. Essa via foi avaliada e descartada em 06/08/2026.Plano Clima ENA
2035
sem observaçãoPlanos e projetos de obra federal que consideram risco climáticoAté 2035, garantir que 100 por cento dos planos e projetos de obras de infraestrutura contratados pelo Governo Federal considerem os riscos climáticos · A meta depende de registro interno de contratação federal, e não há série pública.Plano Clima ENA
2035
sem observaçãoInterrupções operacionais por evento climático na infraestrutura de transporte federalAté 2035, reduzir em pelo menos 30 por cento as interrupções operacionais causadas por eventos climáticos na infraestrutura de transporte federal · A redução é relativa. O ano e o valor da linha de base não constam do material fornecido. Os órgãos de transporte não publicam em série as interrupções operacionais causadas por evento climático.Plano Clima ENA
2035
sem observaçãoTerritório conectado por corredores ecológicosAté 2035, conectar 30 por cento do território nacional por meio de corredores ecológicos · Os corredores ligam áreas protegidas e OECMs, outras áreas de conservação reconhecidas, com prioridade para territórios de maior risco e para refúgios climáticos. Não há cadastro nacional de corredores ecológicos com a extensão conectada.Plano Clima ENA
2030
sem observaçãoÁrea com sistemas de produção agropecuária diversificados e resilientesAté 2030, ampliar a adoção de sistemas de produção agropecuária diversificados, sustentáveis e resilientes em 72,68 milhões de hectares · O programa ABC+ informa a área adotada, com uma definição de sistema resiliente que precisa ser comparada com a do Plano Clima. A página do Plano ABC em gov.br/agricultura devolvia 404 em 06/08/2026.Plano Clima ENA
2035
sem observaçãoSecretarias de saúde mobilizadas para adaptação do SUSAté 2035, garantir que 100 por cento das secretarias de saúde dos estados e dos municípios prioritários para emergências climáticas estejam mobilizadas para a adaptação do SUS à mudança do clima · Não há registro público da mobilização das secretarias de saúde para a adaptação.Plano Clima ENA
2035
sem observaçãoPlanejamento de expansão de energia elétrica que considera risco climáticoAté 2035, garantir que 100 por cento do planejamento de expansão de energia elétrica considere os riscos climáticos e a resiliência · O Plano Decenal da EPE incorpora o risco climático. Falta um critério para dizer quando o planejamento "considera" o risco, e a meta não o define.NCQG COP29
2035
sem observaçãoFinanciamento climático mobilizado para países em desenvolvimentoMobilizar ao menos 300 bilhões de dólares por ano até 2035 para países em desenvolvimento · A NCQG, nova meta coletiva de financiamento climático, é uma meta negociada, e não uma medição. As regras de contabilização estão em disputa, e não há submeta de adaptação. A CPI mede o fluxo realizado, que não é a mesma coisa que a obrigação negociada da NCQG.Roteiro de Baku a Belém
2035
sem observaçãoFinanciamento climático mobilizado para países em desenvolvimentoChamado a 1,3 trilhão de dólares por ano até 2035, de todas as fontes · Meta de aspiração, sem indicador definido e sem regra de contabilização acordada. Ela não se soma nem se compara ao fluxo medido pela CPI.Meta Global de Adaptação
2028
sem observaçãoIndicadores adotados para a Meta Global de AdaptaçãoConjunto de 59 indicadores para a Meta Global de Adaptação · O conjunto foi adotado na COP30 e é contestado por parte dos países, com revisão prevista até 2028 na Visão Belém-Addis. Os 59 indicadores foram adotados, e as séries que os alimentam ainda não existem.
Por que a meta setorial não pode ser conferida
As dezesseis metas dos Planos Setoriais de Mitigação não estão ligadas a nenhuma série, e o motivo pode ser medido. Para cada setor, o Plano informa quanto o setor emitiu em 2022. Para o mesmo ano, o inventário publica outro número para o setor de nome parecido. Quando os dois números não coincidem, os setores não incluem as mesmas atividades. O Plano não publica a correspondência entre os seus setores e os do inventário.
▸ emissão de 2022 do setor: o que o Plano declara e o que o inventário mede
Cada barra divide o valor do Plano pela menor das medições do inventário. A página usa a menor porque ela faz a diferença parecer menor. Um valor longe de 1 mostra que os dois setores não medem a mesma coisa. Um valor perto de 1 mostra que os totais são parecidos, mas não prova que medem a mesma coisa, porque setores diferentes podem somar valores próximos. A tabela mostra os números dos dois lados, por fonte.
- Indústria1.97×
- Energia0.19×
- Resíduos Sólidos e Efluentes Domésticos0.94×
- Agricultura e Pecuária1.04×
No Plano, o setor de Energia emite um quinto do que emite o setor de Energia do inventário: 80 MtCO2e contra 418,5 no inventário oficial e 415,7 no SEEG. A diferença vem da forma de dividir os setores, porque o inventário oficial e o SEEG diferem entre si em apenas 0,7%. O Plano divide as emissões de energia entre quatro planos setoriais: Energia, Transportes, Cidades e Indústria. O inventário põe tudo num único setor. Pelo mesmo motivo, a Indústria do Plano é quase o dobro dos Processos Industriais do inventário. A Indústria do Plano inclui a queima de combustível nas fábricas, que o inventário conta em Energia.
Na agropecuária, a diferença fica entre 3% e 4%, conforme a fonte do inventário. Nos resíduos, fica entre 6% e 8%. É pouco para setores com atividades diferentes, e muito para duas medições da mesma coisa. Mesmo nesses dois setores, um modelo de IA (Claude) deixou a meta sem ligação com a série. Num setor que promete variar 1% até 2030, uma diferença de 4% entre as fontes decidiria o resultado, e a comparação não diria nada sobre o desempenho do setor.
Para conferir estas dezesseis metas, o próprio Plano precisaria publicar uma tabela que indicasse quais atividades do inventário entram em cada plano setorial. Enquanto essa tabela não existir, cada meta fica registrada com o alvo, o ano-base e o órgão responsável, sem número para conferir.
Compromissos sem série
O texto destes compromissos não corresponde a nenhuma quantidade publicada por alguma fonte. O problema está no próprio compromisso, que foi escrito sem indicador, ou com um indicador que nenhuma instituição mede.
Plano Clima ENA
2035
sem série ligadaindicador: definidoEstrutura da Estratégia Nacional de Adaptação · Não é uma meta: é o registro da estrutura da Estratégia. São 13 diretrizes, 9 metas nacionais, 12 metas com indicador, 16 planos setoriais e temáticos, 51 metas setoriais, 312 indicadores setoriais e 810 ações.Plano Clima ENM
2035
sem série ligadaindicador: definidoEstrutura da Estratégia Nacional de Mitigação · Não é uma meta: é o registro da estrutura da Estratégia. São 10 diretrizes, 12 metas nacionais e metas setoriais por plano em 7 setores.Plano Clima ENM
2030
sem série ligadaindicador: definidoManter as emissões líquidas da agropecuária em 649 MtCO2e em 2030, o patamar de 2022 · O perímetro do setor no Plano não coincide com o do inventário, e por isso nenhuma série foi ligada a esta meta. O Plano indica para a agropecuária cerca de 643 MtCO2e em 2022 (649 em 2030 seria um aumento de 1%), enquanto o inventário oficial do MCTI dá 622,0 e o SEEG dá 617,4, ambos em GWP-100 AR5. O teto de 198 MtCO2e para a indústria em 2030 é quase o dobro dos 102,3 (MCTI) e 90,8 (SEEG) de Processos Industriais em 2022. Isso indica que o Plano Setorial de Indústria inclui a queima de combustível da indústria, que o inventário conta em Energia. Comparar sem conciliar os dois perímetros produziria um diagnóstico falso, e o Plano não publica essa conciliação.Plano Clima ENM
2035
sem série ligadaindicador: definidoLimitar as emissões líquidas da agropecuária ao intervalo de 599 a 653 MtCO2e em 2035 · A base registra o teto da banda, e o piso é 599 MtCO2e. O perímetro do setor no Plano não coincide com o do inventário, e por isso nenhuma série foi ligada a esta meta. O Plano indica para a agropecuária cerca de 643 MtCO2e em 2022 (649 em 2030 seria um aumento de 1%), enquanto o inventário oficial do MCTI dá 622,0 e o SEEG dá 617,4, ambos em GWP-100 AR5. O teto de 198 MtCO2e para a indústria em 2030 é quase o dobro dos 102,3 (MCTI) e 90,8 (SEEG) de Processos Industriais em 2022. Isso indica que o Plano Setorial de Indústria inclui a queima de combustível da indústria, que o inventário conta em Energia. Comparar sem conciliar os dois perímetros produziria um diagnóstico falso, e o Plano não publica essa conciliação.Plano Clima ENM
2030
sem série ligadaindicador: definidoLimitar as emissões líquidas da indústria a um teto de 198 MtCO2e em 2030 · O perímetro do setor no Plano não coincide com o do inventário, e por isso nenhuma série foi ligada a esta meta. O Plano indica para a agropecuária cerca de 643 MtCO2e em 2022 (649 em 2030 seria um aumento de 1%), enquanto o inventário oficial do MCTI dá 622,0 e o SEEG dá 617,4, ambos em GWP-100 AR5. O teto de 198 MtCO2e para a indústria em 2030 é quase o dobro dos 102,3 (MCTI) e 90,8 (SEEG) de Processos Industriais em 2022. Isso indica que o Plano Setorial de Indústria inclui a queima de combustível da indústria, que o inventário conta em Energia. Comparar sem conciliar os dois perímetros produziria um diagnóstico falso, e o Plano não publica essa conciliação.Plano Clima ENM
2035
sem série ligadaindicador: definidoLimitar as emissões líquidas da indústria ao intervalo de 203 a 240 MtCO2e em 2035 · A base registra o teto da banda, e o piso é 203 MtCO2e. O perímetro do setor no Plano não coincide com o do inventário, e por isso nenhuma série foi ligada a esta meta. O Plano indica para a agropecuária cerca de 643 MtCO2e em 2022 (649 em 2030 seria um aumento de 1%), enquanto o inventário oficial do MCTI dá 622,0 e o SEEG dá 617,4, ambos em GWP-100 AR5. O teto de 198 MtCO2e para a indústria em 2030 é quase o dobro dos 102,3 (MCTI) e 90,8 (SEEG) de Processos Industriais em 2022. Isso indica que o Plano Setorial de Indústria inclui a queima de combustível da indústria, que o inventário conta em Energia. Comparar sem conciliar os dois perímetros produziria um diagnóstico falso, e o Plano não publica essa conciliação.Plano Clima ENM
2035
sem série ligadaindicador: definidoReduzir em 8 por cento as emissões líquidas do transporte logístico em 2035 ante 2022 · Meta relativa ao ano-base 2022, declarada em percentual, e não em MtCO2e. O perímetro do setor no Plano não coincide com o do inventário, e por isso nenhuma série foi ligada a esta meta. O Plano indica para a agropecuária cerca de 643 MtCO2e em 2022 (649 em 2030 seria um aumento de 1%), enquanto o inventário oficial do MCTI dá 622,0 e o SEEG dá 617,4, ambos em GWP-100 AR5. O teto de 198 MtCO2e para a indústria em 2030 é quase o dobro dos 102,3 (MCTI) e 90,8 (SEEG) de Processos Industriais em 2022. Isso indica que o Plano Setorial de Indústria inclui a queima de combustível da indústria, que o inventário conta em Energia. Comparar sem conciliar os dois perímetros produziria um diagnóstico falso, e o Plano não publica essa conciliação.Plano Clima ENM
2035
sem série ligadaindicador: definidoReduzir entre 18 e 45 por cento as emissões líquidas de cidades em 2035 ante 2022 · A base registra o piso da banda, que é a redução menos ambiciosa, e o teto é 45 por cento. O perímetro do setor no Plano não coincide com o do inventário, e por isso nenhuma série foi ligada a esta meta. O Plano indica para a agropecuária cerca de 643 MtCO2e em 2022 (649 em 2030 seria um aumento de 1%), enquanto o inventário oficial do MCTI dá 622,0 e o SEEG dá 617,4, ambos em GWP-100 AR5. O teto de 198 MtCO2e para a indústria em 2030 é quase o dobro dos 102,3 (MCTI) e 90,8 (SEEG) de Processos Industriais em 2022. Isso indica que o Plano Setorial de Indústria inclui a queima de combustível da indústria, que o inventário conta em Energia. Comparar sem conciliar os dois perímetros produziria um diagnóstico falso, e o Plano não publica essa conciliação.Plano Clima ENA
2035
sem série ligadaindicador: definidoAtingir ao menos 36% de participação do transporte público coletivo na matriz modal das 21 regiões metropolitanas · A linha de base é 31%, média de 18 das 21 regiões metropolitanas do ENMU, pesquisa conduzida pelo BNDES com o Ministério das Cidades. O marco intermediário é 33,5% em 2030. É uma meta setorial do Plano Clima, com linha de base declarada na Estratégia Transversal de Monitoramento, Gestão, Avaliação e Transparência. Nenhuma série foi ligada porque a base ainda não acompanha este indicador. O próprio Plano diz que a coleta da linha de base começa em maio de 2026 e que o primeiro ciclo de monitoramento tem ano-base 2025.Plano Clima ENA
2035
sem série ligadaindicador: definidoAtingir ao menos 37% de participação dos modos ativos na matriz modal nacional · A linha de base é 32%, pela mesma pesquisa do ENMU. Modos ativos são a pé e de bicicleta, e a meta sobe cinco pontos em dez anos. É uma meta setorial do Plano Clima, com linha de base declarada na Estratégia Transversal de Monitoramento, Gestão, Avaliação e Transparência. Nenhuma série foi ligada porque a base ainda não acompanha este indicador. O próprio Plano diz que a coleta da linha de base começa em maio de 2026 e que o primeiro ciclo de monitoramento tem ano-base 2025.Plano Clima ENA
2035
sem série ligadaindicador: definidoTer ao menos 35% da frota de transporte público coletivo movida a energias renováveis · A linha de base é 1%, segundo o E-Bus Radar. É a meta de maior salto relativo do Plano: de 1% para 35% em dez anos, com marco de 5,8% em 2030. É uma meta setorial do Plano Clima, com linha de base declarada na Estratégia Transversal de Monitoramento, Gestão, Avaliação e Transparência. Nenhuma série foi ligada porque a base ainda não acompanha este indicador. O próprio Plano diz que a coleta da linha de base começa em maio de 2026 e que o primeiro ciclo de monitoramento tem ano-base 2025.Plano Clima ENA
2035
sem série ligadaindicador: definidoIncrementar em 10% ao ano o valor financiado em linhas de crédito que promovam resiliência dos sistemas agropecuários · A linha de base é R$ 118 milhões na safra 2021/22, pelas análises do DFIN/SPA/MAPA. A meta é uma taxa, e não um valor: 10% de aumento ao ano. Por isso o valor-alvo está em percentual e a linha de base em milhões de reais, unidades diferentes de propósito. É uma meta setorial do Plano Clima, com linha de base declarada na Estratégia Transversal de Monitoramento, Gestão, Avaliação e Transparência. Nenhuma série foi ligada porque a base ainda não acompanha este indicador. O próprio Plano diz que a coleta da linha de base começa em maio de 2026 e que o primeiro ciclo de monitoramento tem ano-base 2025.Plano Setorial de Mitigação: Mudanças do Uso da Terra em Áreas Públicas e Territórios Coletivos
2030
sem série ligadaindicador: definidoLimitar as emissões líquidas do setor em 2030 a -181 MtCO2e · Sem série ligada: não existe recorte correspondente na série "Emissões de gases de efeito estufa do Brasil por setor". O uso da terra vem dividido em dois planos, e a série tem um setor só. Transportes e cidades não são setores do inventário: são partes do setor de energia. Os valores vêm da Tabela 12 da Estratégia Nacional de Mitigação do Plano Clima, página 83, copiada por um modelo de IA (Claude). Um programa recalculou a variação percentual declarada na fonte a partir do valor de 2022 e da meta, e conferiu a soma dos oito planos com a linha de total.Plano Setorial de Mitigação: Mudanças do Uso da Terra em Áreas Públicas e Territórios Coletivos
2035
sem série ligadaindicador: definidoLimitar as emissões líquidas do setor em 2035 a -250 MtCO2e · Sem série ligada: não existe recorte correspondente na série "Emissões de gases de efeito estufa do Brasil por setor". O uso da terra vem dividido em dois planos, e a série tem um setor só. Transportes e cidades não são setores do inventário: são partes do setor de energia. Os valores vêm da Tabela 12 da Estratégia Nacional de Mitigação do Plano Clima, página 83, copiada por um modelo de IA (Claude). Um programa recalculou a variação percentual declarada na fonte a partir do valor de 2022 e da meta, e conferiu a soma dos oito planos com a linha de total. A banda vai de -250 a -248 MtCO2e, e a base registra o piso.Plano Setorial de Mitigação: Mudanças do Uso da Terra em Áreas Rurais Privadas
2030
sem série ligadaindicador: definidoLimitar as emissões líquidas do setor em 2030 a 106 MtCO2e · Sem série ligada: não existe recorte correspondente na série "Emissões de gases de efeito estufa do Brasil por setor". O uso da terra vem dividido em dois planos, e a série tem um setor só. Transportes e cidades não são setores do inventário: são partes do setor de energia. Os valores vêm da Tabela 12 da Estratégia Nacional de Mitigação do Plano Clima, página 83, copiada por um modelo de IA (Claude). Um programa recalculou a variação percentual declarada na fonte a partir do valor de 2022 e da meta, e conferiu a soma dos oito planos com a linha de total.Plano Setorial de Mitigação: Mudanças do Uso da Terra em Áreas Rurais Privadas
2035
sem série ligadaindicador: definidoLimitar as emissões líquidas do setor em 2035 a -34 MtCO2e · Sem série ligada: não existe recorte correspondente na série "Emissões de gases de efeito estufa do Brasil por setor". O uso da terra vem dividido em dois planos, e a série tem um setor só. Transportes e cidades não são setores do inventário: são partes do setor de energia. Os valores vêm da Tabela 12 da Estratégia Nacional de Mitigação do Plano Clima, página 83, copiada por um modelo de IA (Claude). Um programa recalculou a variação percentual declarada na fonte a partir do valor de 2022 e da meta, e conferiu a soma dos oito planos com a linha de total. A banda vai de -34 a -30 MtCO2e, e a base registra o piso.Plano Setorial de Mitigação: Agricultura e Pecuária
2030
sem série ligadaindicador: definidoLimitar as emissões líquidas do setor em 2030 a 649 MtCO2e · Sem série ligada: o perímetro deste plano setorial não coincide com o do inventário. O Plano declara 643 MtCO2e em 2022. O recorte mais parecido da série "Emissões de gases de efeito estufa do Brasil por setor", BR/Agropecuária, traz 617.4 pelo SEEG e 622.0 pelo inventário oficial, ambos em GWP-100 AR5. O Plano não publica a conciliação entre os dois perímetros, e comparar sem conciliar daria uma distância calculada sobre dois recortes diferentes. Os valores vêm da Tabela 12 da Estratégia Nacional de Mitigação do Plano Clima, página 83, copiada por um modelo de IA (Claude). Um programa recalculou a variação percentual declarada na fonte a partir do valor de 2022 e da meta, e conferiu a soma dos oito planos com a linha de total.Plano Setorial de Mitigação: Agricultura e Pecuária
2035
sem série ligadaindicador: definidoLimitar as emissões líquidas do setor em 2035 a 599 MtCO2e · Sem série ligada: o perímetro deste plano setorial não coincide com o do inventário. O Plano declara 643 MtCO2e em 2022. O recorte mais parecido da série "Emissões de gases de efeito estufa do Brasil por setor", BR/Agropecuária, traz 617.4 pelo SEEG e 622.0 pelo inventário oficial, ambos em GWP-100 AR5. O Plano não publica a conciliação entre os dois perímetros, e comparar sem conciliar daria uma distância calculada sobre dois recortes diferentes. Os valores vêm da Tabela 12 da Estratégia Nacional de Mitigação do Plano Clima, página 83, copiada por um modelo de IA (Claude). Um programa recalculou a variação percentual declarada na fonte a partir do valor de 2022 e da meta, e conferiu a soma dos oito planos com a linha de total. A banda vai de 599 a 653 MtCO2e, e a base registra o piso.Plano Setorial de Mitigação: Indústria
2030
sem série ligadaindicador: definidoLimitar as emissões líquidas do setor em 2030 a 198 MtCO2e · Sem série ligada: o perímetro deste plano setorial não coincide com o do inventário. O Plano declara 179 MtCO2e em 2022. O recorte mais parecido da série "Emissões de gases de efeito estufa do Brasil por setor", BR/Processos Industriais, traz 90.8 pelo SEEG e 102.3 pelo inventário oficial, ambos em GWP-100 AR5. O Plano não publica a conciliação entre os dois perímetros, e comparar sem conciliar daria uma distância calculada sobre dois recortes diferentes. Os valores vêm da Tabela 12 da Estratégia Nacional de Mitigação do Plano Clima, página 83, copiada por um modelo de IA (Claude). Um programa recalculou a variação percentual declarada na fonte a partir do valor de 2022 e da meta, e conferiu a soma dos oito planos com a linha de total.Plano Setorial de Mitigação: Indústria
2035
sem série ligadaindicador: definidoLimitar as emissões líquidas do setor em 2035 a 203 MtCO2e · Sem série ligada: o perímetro deste plano setorial não coincide com o do inventário. O Plano declara 179 MtCO2e em 2022. O recorte mais parecido da série "Emissões de gases de efeito estufa do Brasil por setor", BR/Processos Industriais, traz 90.8 pelo SEEG e 102.3 pelo inventário oficial, ambos em GWP-100 AR5. O Plano não publica a conciliação entre os dois perímetros, e comparar sem conciliar daria uma distância calculada sobre dois recortes diferentes. Os valores vêm da Tabela 12 da Estratégia Nacional de Mitigação do Plano Clima, página 83, copiada por um modelo de IA (Claude). Um programa recalculou a variação percentual declarada na fonte a partir do valor de 2022 e da meta, e conferiu a soma dos oito planos com a linha de total. A banda vai de 203 a 240 MtCO2e, e a base registra o piso.Plano Setorial de Mitigação: Energia
2030
sem série ligadaindicador: definidoLimitar as emissões líquidas do setor em 2030 a 106 MtCO2e · Sem série ligada: o perímetro deste plano setorial não coincide com o do inventário. O Plano declara 80 MtCO2e em 2022. O recorte mais parecido da série "Emissões de gases de efeito estufa do Brasil por setor", BR/Energia, traz 415.7 pelo SEEG e 418.5 pelo inventário oficial, ambos em GWP-100 AR5. O Plano não publica a conciliação entre os dois perímetros, e comparar sem conciliar daria uma distância calculada sobre dois recortes diferentes. Os valores vêm da Tabela 12 da Estratégia Nacional de Mitigação do Plano Clima, página 83, copiada por um modelo de IA (Claude). Um programa recalculou a variação percentual declarada na fonte a partir do valor de 2022 e da meta, e conferiu a soma dos oito planos com a linha de total.Plano Setorial de Mitigação: Energia
2035
sem série ligadaindicador: definidoLimitar as emissões líquidas do setor em 2035 a 81 MtCO2e · Sem série ligada: o perímetro deste plano setorial não coincide com o do inventário. O Plano declara 80 MtCO2e em 2022. O recorte mais parecido da série "Emissões de gases de efeito estufa do Brasil por setor", BR/Energia, traz 415.7 pelo SEEG e 418.5 pelo inventário oficial, ambos em GWP-100 AR5. O Plano não publica a conciliação entre os dois perímetros, e comparar sem conciliar daria uma distância calculada sobre dois recortes diferentes. Os valores vêm da Tabela 12 da Estratégia Nacional de Mitigação do Plano Clima, página 83, copiada por um modelo de IA (Claude). Um programa recalculou a variação percentual declarada na fonte a partir do valor de 2022 e da meta, e conferiu a soma dos oito planos com a linha de total. A banda vai de 81 a 115 MtCO2e, e a base registra o piso.Plano Setorial de Mitigação: Transportes
2030
sem série ligadaindicador: definidoLimitar as emissões líquidas do setor em 2030 a 126 MtCO2e · Sem série ligada: não existe recorte correspondente na série "Emissões de gases de efeito estufa do Brasil por setor". O uso da terra vem dividido em dois planos, e a série tem um setor só. Transportes e cidades não são setores do inventário: são partes do setor de energia. Os valores vêm da Tabela 12 da Estratégia Nacional de Mitigação do Plano Clima, página 83, copiada por um modelo de IA (Claude). Um programa recalculou a variação percentual declarada na fonte a partir do valor de 2022 e da meta, e conferiu a soma dos oito planos com a linha de total.Plano Setorial de Mitigação: Transportes
2035
sem série ligadaindicador: definidoLimitar as emissões líquidas do setor em 2035 a 107 MtCO2e · Sem série ligada: não existe recorte correspondente na série "Emissões de gases de efeito estufa do Brasil por setor". O uso da terra vem dividido em dois planos, e a série tem um setor só. Transportes e cidades não são setores do inventário: são partes do setor de energia. Os valores vêm da Tabela 12 da Estratégia Nacional de Mitigação do Plano Clima, página 83, copiada por um modelo de IA (Claude). Um programa recalculou a variação percentual declarada na fonte a partir do valor de 2022 e da meta, e conferiu a soma dos oito planos com a linha de total. A banda vai de 107 a 134 MtCO2e, e a base registra o piso.Plano Setorial de Mitigação: Cidades
2030
sem série ligadaindicador: definidoLimitar as emissões líquidas do setor em 2030 a 121 MtCO2e · Sem série ligada: não existe recorte correspondente na série "Emissões de gases de efeito estufa do Brasil por setor". O uso da terra vem dividido em dois planos, e a série tem um setor só. Transportes e cidades não são setores do inventário: são partes do setor de energia. Os valores vêm da Tabela 12 da Estratégia Nacional de Mitigação do Plano Clima, página 83, copiada por um modelo de IA (Claude). Um programa recalculou a variação percentual declarada na fonte a partir do valor de 2022 e da meta, e conferiu a soma dos oito planos com a linha de total.Plano Setorial de Mitigação: Cidades
2035
sem série ligadaindicador: definidoLimitar as emissões líquidas do setor em 2035 a 75 MtCO2e · Sem série ligada: não existe recorte correspondente na série "Emissões de gases de efeito estufa do Brasil por setor". O uso da terra vem dividido em dois planos, e a série tem um setor só. Transportes e cidades não são setores do inventário: são partes do setor de energia. Os valores vêm da Tabela 12 da Estratégia Nacional de Mitigação do Plano Clima, página 83, copiada por um modelo de IA (Claude). Um programa recalculou a variação percentual declarada na fonte a partir do valor de 2022 e da meta, e conferiu a soma dos oito planos com a linha de total. A banda vai de 75 a 111 MtCO2e, e a base registra o piso.Plano Setorial de Mitigação: Resíduos Sólidos e Efluentes Domésticos
2030
sem série ligadaindicador: definidoLimitar as emissões líquidas do setor em 2030 a 75 MtCO2e · Sem série ligada: o perímetro deste plano setorial não coincide com o do inventário. O Plano declara 85 MtCO2e em 2022. O recorte mais parecido da série "Emissões de gases de efeito estufa do Brasil por setor", BR/Resíduos, traz 92.2 pelo SEEG e 90.8 pelo inventário oficial, ambos em GWP-100 AR5. O Plano não publica a conciliação entre os dois perímetros, e comparar sem conciliar daria uma distância calculada sobre dois recortes diferentes. Os valores vêm da Tabela 12 da Estratégia Nacional de Mitigação do Plano Clima, página 83, copiada por um modelo de IA (Claude). Um programa recalculou a variação percentual declarada na fonte a partir do valor de 2022 e da meta, e conferiu a soma dos oito planos com a linha de total.Plano Setorial de Mitigação: Resíduos Sólidos e Efluentes Domésticos
2035
sem série ligadaindicador: definidoLimitar as emissões líquidas do setor em 2035 a 69 MtCO2e · Sem série ligada: o perímetro deste plano setorial não coincide com o do inventário. O Plano declara 85 MtCO2e em 2022. O recorte mais parecido da série "Emissões de gases de efeito estufa do Brasil por setor", BR/Resíduos, traz 92.2 pelo SEEG e 90.8 pelo inventário oficial, ambos em GWP-100 AR5. O Plano não publica a conciliação entre os dois perímetros, e comparar sem conciliar daria uma distância calculada sobre dois recortes diferentes. Os valores vêm da Tabela 12 da Estratégia Nacional de Mitigação do Plano Clima, página 83, copiada por um modelo de IA (Claude). Um programa recalculou a variação percentual declarada na fonte a partir do valor de 2022 e da meta, e conferiu a soma dos oito planos com a linha de total. A banda vai de 69 a 75 MtCO2e, e a base registra o piso.
Quais setores precisam reduzir e quais podem crescer
A meta nacional é um único número: passar de 2.039 milhões de toneladas em 2022 para 1.200 em 2030. A Estratégia Nacional de Mitigação divide esse número entre os oito planos setoriais. Essa divisão mostra de quais setores se espera a redução.
▸ emissão de 2022 e meta de 2030, por plano setorial
Cada barra mostra quanto a meta de 2030 muda em relação à emissão de 2022. Barras para a esquerda indicam que as emissões do plano precisam cair. Barras para a direita indicam que elas podem crescer sem descumprir a meta. No uso da terra em áreas públicas, a meta é negativa. Isso significa que o setor deve retirar da atmosfera mais gás do que emite, e por isso a variação passa de cem por cento.
- Agricultura e Pecuária1%
- Mudanças do Uso da Terra em Áreas Públicas e Territórios Coletivos-140%
- Mudanças do Uso da Terra em Áreas Rurais Privadas-70%
- Indústria11%
- Cidades-11%
- Transportes9%
- Resíduos Sólidos e Efluentes Domésticos-12%
- Energia33%
Quatro dos oito planos têm meta de 2030 maior que a emissão de 2022. As emissões podem subir 1% em agricultura e pecuária, 9% em transportes, 11% na indústria e 33% em energia, e os quatro planos continuam dentro da meta. Somadas, as emissões desses quatro setores podem crescer 61 milhões de toneladas até 2030.
Os 2 planos de uso da terra caem, juntos, 875 milhões de toneladas até 2030, mais do que a queda nacional, de 839. O plano de mudanças do uso da terra em áreas públicas e territórios coletivos passa de 448 milhões de toneladas para -181. A meta negativa significa que se espera que esse setor retire da atmosfera mais gás do que emite. O plano de áreas rurais privadas deve cair 70%. Sem esses dois planos, a soma dos setores não chega à meta nacional.
Esta tabela, sozinha, não pode ser acompanhada pela série de emissão por setor desta base. O inventário nacional divide as emissões do país nos cinco setores definidos pelo IPCC, o painel de cientistas da ONU sobre o clima. O Plano Clima divide em oito planos, e transportes e cidades não são setores do inventário. As emissões deles estão dentro de energia, de processos industriais e de resíduos. Há uma exceção, que é a tabela seguinte do mesmo documento. Com o nome de escopo ampliado, essa tabela soma tudo o que queima combustível nos oito planos. Em 2022, essa soma é de 418 milhões de toneladas, o mesmo valor da emissão do setor Energia do inventário naquele ano. Só por essa linha a meta pode ser acompanhada com dados de fora do Plano.
As metas setoriais de mitigação, e quantas têm número
Cada um dos oito planos setoriais de mitigação do Plano Clima termina com um quadro-síntese. Para cada ação principal, o quadro informa o que se espera em 2030 e em 2035, com o indicador ao lado. São as metas da NDC em vigor, a meta que o Brasil apresenta ao Acordo de Paris. Elas foram copiadas com o nome do arquivo e o número da página.
▸ metas de mitigação por setor do código da ação
A contagem usa o início do código de cada ação, que indica o setor, e não o plano em que a ação aparece. O plano de cidades cita ações de energia, de transportes e de resíduos, porque elas acontecem nas cidades. Contar por plano somaria a mesma ação duas vezes.
- agropecuária20
- energia9
- áreas públicas e territórios coletivos9
- cidades8
- transportes8
- indústria5
- áreas rurais privadas5
- resíduos5
São 65 ações com meta. Das 69 linhas, 65 têm um número no texto da meta de 2030, isto é, 94,2%. 66 delas também têm meta para 2035. Por isso, quase todas as metas daqui têm dois prazos. Do outro lado do mesmo Plano Clima, nas metas de adaptação, só 49,7% têm número.
A diferença entre os dois lados pode ter uma explicação. A redução de emissões se mede com o inventário, em toneladas. Já a preparação de um território para a seca se faz com instrumentos, capacitação e obras, que podem ser mais difíceis de expressar num número. Agora os dois lados estão na base com o mesmo tratamento, e a diferença entre eles pode ser medida. Quatro ações aparecem em dois planos ao mesmo tempo. Recuperar pastagem, por exemplo, é uma ação da agropecuária e também uma mudança de uso da terra em área privada. As duas linhas ficam na base, e uma marca no dado permite contar cada ação uma vez só.
AGR.I.01 - Ampliar a adoção do Plantio Direto (SPDH e SPDG) em áreas agrícolas – Plano ABC+
agropecuária · 1. Recuperação e conversão de áreas degradadas e manejo conservacionista do solo · p. 46
com númeroAGR.I.01em dois planos2030 Ampliar em 12,5 milhões de hectares, sendo 4,5 milhões de hectares a área em SPD e 8 milhões de hectares em PD (ano base: 2019).2035 Ampliar em 12,63 milhões de hectares, sendo 4,63 milhões de hectares a área em SPD e 8 Mha em PD (ano base: 2019).Área com adoção da tecnologia SPD (Mha); Área com adoção de PD (Mha);AGR.I.02 - Recuperar pastagens degradadas em áreas rurais privadas – Plano ABC+
agropecuária · p. 46
com númeroAGR.I.02em dois planos2030 Aumentar em 30 milhões de hectares a área de pastagens recuperadas (ano base: 2019).2035 Aumentar em 30 milhões de hectares a área de pastagens recuperadas (ano base: 2019).Área de pastagens, com algum grau de degradação, que foram recuperadas ou renovadas (Mha).AGR.I.05 - Ampliar uso de bioinsumos – Plano ABC+
agropecuária · p. 46
com númeroAGR.I.052030 Aumentar o uso de bioinsumos em 13 milhões de hectares (ano base: 2019).2035 Aumentar o uso de bioinsumos em 15 milhões de hectares (ano base: 2019).Área com uso de bioinsumos (Mha)AGR.I.09 - Ampliar a adoção de práticas de mitigação de emissões de GEEs nos cultivos de arroz irrigado
agropecuária · p. 46
com númeroAGR.I.092030 Ampliar em 20% a área com adoção de práticas de mitigação (ano base: 2019).2035 Ampliar em 30% a área com adoção de práticas de mitigação (ano base: 2019).Área de arroz irrigado com práticas de mitigação (Mha)AGR.I.11 - Ampliar a produção e o uso de bioinsumos na agricultura familiar
agropecuária · p. 46
com númeroAGR.I.112030 Implantar 270 unidades de produção de bioinsumos por agricultores familiares e suas organizações.2035 Capacitar 10.000 agricultores familiares e 2.000 agentes de ATER, para o manejo, produção e uso de bioinsumos com foco na fixação biológica de nitrogênio.Número de unidades de produção de bioinsumos implantadas Número de agricultores familiares capacitados Número de agentes de ATER capacitadosAGR.I.03 - Ampliar a implementação de sistemas integrados (ILP, ILPF e SAF) – Plano ABC+
agropecuária · 2. Sistemas Integrados de produção · p. 47
com númeroAGR.I.03em dois planos2030 Ampliar em 10,1 milhões de hectares a área com sistemas integrados (ano base: 2019).2035 Ampliar em 20,3 milhões de hectares a área com sistemas integrados (ano base: 2019)Área com adoção de ILPF (Mha)AGR.I.04 - Ampliar a adoção da terminação intensiva – Plano ABC+
agropecuária · 3. Incremento da produtividade e eficiência na agricultura e pecuária · p. 47
com númeroAGR.I.042030 Aumentar a terminação intensiva em 5 milhões de animais abatidos com até 36 meses (em unidades) (ano base: 2019).2035 Aumentar a terminação intensiva em 29,1 milhões de animais abatidos com até 36 meses (em unidades) (ano base: 2019).Número de bovinos abatidos com até 36 mesesAGR.I.08 - Aumentar a produtividade na pecuária (melhoramento genético, sanidade, nutrição e manejo)
agropecuária · p. 47
com númeroAGR.I.082030 Aumentar a produção de leite de 2.141 litros (2019) para 2.650 litros por vaca ordenhada/ano (ano base: 2019).2035 Aumentar a produção de leite de 2.141 litros (2019) para 3.000 litros por vaca ordenhada/ ano (ano base: 2019).Produtividade de leite (litros de leite produzido por vaca ordenhada/ano)AGR.I.06 - Otimizar e expandir o uso de sistemas irrigados de forma sustentável – Plano ABC+
agropecuária · 4. Ampliação sustentável da irrigação · p. 47
com númeroAGR.I.062030 Aumentar as áreas irrigadas em 3 milhões de hectares (ano base: 2019).2035 Aumentar as áreas irrigadas em 4 milhões de hectares (ano base: 2019).Área com sistemas irrigados (Mha)AGR.I.13 – Fomentar a produção de arroz agroecológico e de baixo carbono na agricultura familiar
agropecuária · p. 47
com númeroAGR.I.132030 Ampliar em 300 hectares a área de cultivo de arroz agroecológico certificado em assentamentos da reforma agrária e territórios da agricultura familiar.2035 Ampliar em 500 hectares a área de cultivo de arroz agroecológico certificado em assentamentos da reforma agrária e territórios da agricultura familiar.Área de arroz agroecológico certificado implantada (Mha)AGR.I.07 - Manejar resíduos da produção animal para produção de biogás – Plano ABC+
agropecuária · 5. Aproveitamento de resíduos e redução de perdas na agropecuária · p. 48
com númeroAGR.I.072030 Ampliar o tratamento de dejetos animais em 208,4 milhões de m3 (5.000 propriedades) (ano base: 2019).2035 Ampliar o tratamento de dejetos animais em 228 milhões de m3 (5.300 propriedades) (ano base: 2019).Volume de resíduos da produção animal tratados (m3)AGR.I.10 – Ampliar sistemas produtivos agroecológicos e tradicionais de baixo carbono na agricultura familiar
agropecuária · 6. Sistemas agroecológicos, produção orgânica e de baixa emissão de carbono na agricultura familiar, urbana e periurbana · p. 48
com númeroAGR.I.10em dois planos2030 Implantar 180 projetos para recuperação e restauração de vegetação nativa, inclusive no âmbito do Programa Nacional de Florestas Produtivas. Apoiar 1.680 unidades familiares com sistemas agroecológicos de recuperação produtiva.2035 Implantar 200 unidades demonstrativas de manejo e conservação de solos.Número de projetos de restauração florestal financiados Número de unidades familiares beneficiadas com recuperação produtiva agroecológica Número de unidades de manejo e conservação de solos implementadas.AGR.I.12 – Implantar corredores agroecológicos em regiões metropolitanas com base na agricultura familiar
agropecuária · p. 48
com númeroAGR.I.122030 Implantar 50 hectares de corredores agroecológicos produtivos em regiões metropolitanas prioritárias.2035 Implantar 100 hectares de corredores agroecológicos produtivos em regiões metropolitanas prioritárias.Corredores implantados com sistemas agroecológicos urbanos (ha).AGR.I.14 - Ampliar a adoção de modelos de baixa emissão de GEE – Aquicultura Multitrófica Integrada – AMTI e Aquaponia
agropecuária · 8. Aquicultura sustentável e de baixo carbono (sistemas amti, bioflocos, ras) e interiorização da aquicultura · p. 49
com númeroAGR.I.142030 Alcançar uma área total de 23 mil hectares em sistema AMTI e Aquaponia.2035 Alcançar uma área total de 46 mil hectares em Sistema AMTI e Aquaponia.Área de produção instaladas (kha).AGR.I.15 - Ampliar utilização de bioinsumos oriundos da aquicultura para promover a produção sustentável
agropecuária · p. 49
com númeroAGR.I.152030 Alcançar uma área de cultivo de macroalgas 125.000 ha até 2030.2035 Alcançar uma área total de 250.000 ha até 2035.Área de cultivo de macroalgas (kha).AGR.I.16 - Ampliar a adoção de sistemas de recirculação - RAS e Bioflocos e incentivar a interiorização da carcinicultura
agropecuária · p. 49
com númeroAGR.I.162030 Ampliar 15 mil ha a área de produção em sistema RAS e Bioflocos e interiorizar 40% dos novos projetos de carcinicultura até 2030.2035 Ampliar para 40 mil ha a área de produção de Sistema RAS e Bioflocos e interiorizar 80% dos novos projetos de carcinicultura até 2035.Área de cultivo em sistema RAS (kha). Percentual de aumento da carcinicultura em interiores (%).CID.I.01 ADOTAR PRINCÍPIOS URBANÍSTICOS QUE CONTRIBUAM PARA OTIMIZAR DESLOCAMENTOS URBANOS COMPULSÓRIOS E REDUZIR A DEPENDÊNCIA DOS MODOS INDIVIDUAIS MOTORIZADOS DE TRANSPORTE
cidades · Em parceria com os municípios, estabelecer novos paradigmas para o crescimento urbano, com foco no reaproveitamento dos espaços degradados e subutilizados, no adensamento e na multifuncionalidade da cidade existente · p. 62
com númeroCID.I.012030 Reduzir em pelo menos 5% o tempo médio gasto em deslocamentos nas grandes cidades brasileiras.2035 Reduzir em pelo menos 20% o tempo médio gasto em deslocamentos nas grandes cidades brasileiras.Percentual de redução do tempo médio gasto em deslocamentos nas 21 RMs que atualmente são objeto do ENMU.CID.I.02 AUMENTAR A PARTICIPAÇÃO DOS MO- DOS ATIVOS NA MATRIZ MODAL DAS GRANDES CIDADES BRASILEIRAS
cidades · Aumentar a participação dos modos ativos de transporte nas matrizes de divisão modal das cidades brasileiras · p. 62
com númeroCID.I.022030 Atingir, no mínimo, 34,5% de participação dos modos ativos na matriz modal nacional.2035 Atingir, no mínimo, 37% de participação dos modos ativos na matriz modal nacional.Percentual de participação dos modos ativos na matriz modal das 21 RMs que atualmente são objeto do ENMU.CID.I.03 AUMENTAR A PARTICIPAÇÃO DO TRANSPORTE PÚBLICO COLETIVO NA MATRIZ MODAL DAS GRANDES CIDADES BRASILEIRAS
cidades · Aumentar a participação do transporte público coletivo no conjunto de deslocamentos da população, visando a um ciclo virtuoso, com reequilíbrio da demanda · p. 62
com númeroCID.I.032030 Atingir, no mínimo, 33,5% de participação do transporte público na matriz modal.2035 Atingir, no mínimo, 36% de participação do transporte público na matriz modal.Percentual de participação do transporte público coletivo na matriz modal das 21 RMs que são objeto do ENMU.CID.I.04 DESCARBONIZAR O SISTEMA DE TRANSPORTE PÚBLICO COLETIVO URBANO, SEMIURBANO E METROPOLITANO
cidades · Descarbonizar veículos tipicamente utilizados em áreas urbanas · p. 63
com númeroCID.I.042030 Participação na frota alocada para o TPC de, no mínimo, 5,8% dos veículos movidos a energias renováveis.2035 Participação na frota alocada para o TPC de, no mínimo, 35% dos veículos movidos a energias renováveis.Percentual de participação na frota alocada para o TPC dos veículos movidos a energias renováveis.CID.I.05 DESCARBONIZAR O TRANSPORTE URBANO DE CARGA, A FROTA PÚBLICA E OS VEÍCULOS DE SERVIÇOS ESSENCIAIS
cidades · Descarbonizar veículos tipicamente utilizados em áreas urbanas · p. 63
com númeroCID.I.052030 19% da frota desses três tipos de veículos (VUCs, frota pública e de veículos de serviços essenciais) movida por alternativas de baixa ou zero emissão.2035 38% da frota desses três tipos de veículos (VUCs, frota pública e de veículos de serviços essenciais) movida por alternativas de baixa ou zero emissão.1. Percentual da frota licenciada de VUCs movida a energias renováveis sobre a frota total de VUCs. 2. Percentual de veículos movidos a energias renováveis em relação à frota total de veículos usados em serviços públicos essenciais (utilitários e veículos leves). 3. Percentual de veículos movidos a energias renováveis em relação à frota pública oficial total.CID.I.06 ESTIMULAR A DESCARBONIZAÇÃO DO TRANSPORTE INDIVIDUAL MOTORIZADO
cidades · Descarbonizar veículos tipicamente utilizados em áreas urbanas · p. 63
com númeroCID.I.062030 Reduzir em 25% a participação da gasolina no abastecimento de veículos leves.2035 Reduzir em 50% a participação da gasolina no abastecimento de veículos leves.Percentual de participação da gasolina nas fontes de energia dos veículos leves.CID.I.07 AMPLIAR, CONSERVAR E RECUPERAR A COBERTURA VEGETAL URBANA
cidades · Conservar e recuperar os remanescentes de vegetação nativa e incrementar a arborização urbana · p. 63
com númeroCID.I.072030 Aumento de 90 mil hectares de cobertura vegetal urbana, de forma equitativa, até 2030.2035 Aumento de 180 mil hectares de cobertura vegetal urbana, de forma equitativa, até 2035.Área de cobertura vegetal urbana (em hectares).CID.I.09 REDUZIR A EXPANSÃO URBANA E CONSEQUENTE SUPRES- SÃO DE VEGETAÇÃO E AUMENTAR A REUTILIZA- ÇÃO DE ESPAÇOS SUBU- TILIZADOS NAS CIDADES
cidades · Em parceria com os municípios, estabelecer novos paradigmas para o crescimento urbano, com foco no reaproveitamento dos espaços degradados e subutilizados, no adensamento e na multifuncionalidade da cidade existente · p. 64
com númeroCID.I.092030 Reduzir em 40% a área convertida para assentamentos. Reduzir em 30% a quantidade de domicílios vagos no país.2035 Reduzir em 50% a área convertida para assentamentos. Reduzir em 40% a quantidade de domicílios vagos no país.1. Área convertida para assentamentos (ha). 2. Percentual de domicílios vagos (Censo).ENR.I.01 - Suprir o aumento de demanda com manutenção ou aumento percentual da renovabilidade da matriz elétrica
energia · Ampliação da matriz elétrica compatível com a eletrificação dos setores produtivos, com foco em energias limpas, renováveis e/ou de baixo carbono e tecnologias de armazenamento de energia · p. 43
com númeroENR.I.012030 82,7%2035 82,7% a 86,1%8% renováveis na matriz elétrica (sistema interligado nacional, autoprodução e sistemas isolados)ENR.I.02 - Fortalecer a produção e o uso sustentável de biocombustíveis
energia · Aumento sustentável da produção e do uso de bioenergia · p. 43
com númeroENR.I.022030 Biodiesel: 20%; Etanol: 30%2035 Biodiesel: 25%; Etanol: 35%Porcentagem de biocombustível na mistura (%)9ENR.I.03 - Aumentar a produção e o uso de combustíveis sintéticos a partir de fontes com baixa emissão de carbono
energia · Aumento sustentável da produção e do uso de bioenergia · p. 43
com númeroENR.I.032030 SAF: 1,6 bilhão de litros; Diesel Verde: 1,6 bilhão de litros2035 SAF: 2,6 a 4,5 bilhões de litros; Diesel Verde: 2,6 a 4,5 bilhões de litrosVolume de produção nacional de combustíveis sintéticos (bilhões de litros)ENR.I.04 - Expandir a produção e o uso de biometano
energia · Aumento sustentável da produção e do uso de bioenergia · p. 43
com númeroENR.I.042030 Redução de até 5% em emissões de GEE no consumo de combustível gasoso2035 Redução de até 10% em emissões de GEE no consumo de combustível gasoso% de redução de emissão de GEE por meio da participação do biometano no consumo de gás naturalENR.I.05 – Manter ou reduzir a intensidade de emissões do segmento de Exploração e Produção (E&P) de petróleo e gás natural
energia · Redução das emissões na exploração e na produção de petróleo e gás natural · p. 43
com númeroENR.I.052030 Manter a intensidade de emissões do setor de Exploração e Produção (E&P) em 15 kgCO2e/ boe, em relação a 20222035 Manter a intensidade de emissões do setor de Exploração e Produção (E&P) em 15 kgCO2e/ boe, em relação a 2022Intensidade de emissões do E&P (kgCO2e/boe )ENR.I.06 - Reduzir a intensidade de emissões do segmento refino de petróleo
energia · Redução das emissões na exploração e na produção de petróleo e gás natural · p. 44
com númeroENR.I.062030 30kgCO2e/CWT2035 30kgCO2e/CWTIntensidade de emissões (kgCO2e/CWT)ENR.I.07 - Reduzir emissões no transporte de petróleo, gás natural e derivados
energia · Redução das emissões na exploração e na produção de petróleo e gás natural · p. 44
com númeroENR.I.072030 Evitar o consumo de até 125 mil m³ de diesel na movimentação de petróleo, gás natural e derivados2035 Evitar o consumo de até 156 mil m³ de diesel na movimentação de petróleo, gás natural e derivadosVolume de diesel evitado na movimentação (m³)ENR.I.08 - Aumentar a eficiência energética e a descarbonização em edificações
energia · Eficiência energética e eletrificação · p. 44
com númeroENR.I.082030 3% de ganho de eficiência relativo a 20242035 5% a 6,3% de ganho de eficiência relativo a 2024Aumento na eficiência energética (%)ENR.I.09 - Aumentar a eficiência energética e a descarbonização da indústria
energia · Eficiência energética e eletrificação · p. 44
com númeroENR.I.092030 2% de ganho de eficiência relativo a 20242035 4% a 8% de ganho de eficiência relativo a 2024Aumento na eficiência energética (%)IND.I.01 - Ampliar a cogeração e o uso de energia elétrica renovável nas instalações industriais.
indústria · Substituição gradual de combustíveis fósseis por fontes renováveis · p. 19
com númeroIND.I.012030 Ampliar o consumo de energia elétrica renovável na indústria, contribuindo para garantir a renovabilidade da matriz elétrica brasileira acima de 82,7% até 2030.2035 Ampliar o consumo de energia elétrica renovável na indústria, contribuindo para garantir a renovabilidade da matriz elétrica brasileira entre 82,7% e 86,1% até 2035.Consumo total (TWh); Fração renovável da matriz elétrica brasileira (%); Eletricidade renovável adquirida (%); Capacidade instalada de geração distribuída (MW); Emissões de GEE (tCO2eq/ ano).IND.I.02 - Eletrificar processos industriais.
indústria · Eletrificação e eficiência energética em processos industriais · p. 19
com númeroIND.I.022030 Ampliar a participação da eletricidade no consumo energético da indústria para, no mínimo, 21,8% até 2030 (PDE 2034).2035 Ampliar a participação da eletricidade no consumo energético da indústria para, no mínimo, 24% até 2035 (PDE 2034).Participação da eletricidade no consumo energético da indústria (%); Emissões de CO2 dos processos industriais; Consumo de eletricidade por tonelada de produto (kWh/t).IND.I.03 - Ampliar o uso de combustíveis renováveis em substituição aos combustíveis fósseis.
indústria · Substituição gradual de combustíveis fósseis por fontes renováveis · p. 19
com númeroIND.I.032030 Aumentar o consumo de combustíveis renováveis e garantir a participação de fontes energéticas renováveis no consumo da indústria acima de 65% (PDE 2034 e BEN 2024).2035 Aumentar o consumo de combustíveis renováveis e garantir a participação de fontes energéticas renováveis no consumo da indústria acima de 65% (PDE 2034 e BEN 2024).Participação dos combustíveis renováveis na matriz energética industrial (%); Emissões de GEE (tCO2eq/ ano).IND.I.04 - Implementar ações para aumento da eficientização na indústria.
indústria · Eletrificação e aumento da eficiência energética nos processos industriais · p. 20
com númeroIND.I.042030 Obter 2% de ganhos em eficiência energética até 2030 em relação aos níveis de 2023.2035 Obter entre 4% e 8% de ganhos em eficiência energética até 2035 em relação aos níveis de 2023 (PDE 2034).Redução do consumo elétrico (TWh); Redução do consumo térmico (Tep); Economia em reais por ano (R$/ano); Redução nas emissões de CO2 dos processos industriais.IND.I.05 - Reduzir gradualmente o consumo de HFCs de alto GWP no Brasil.
indústria · Redução de HFCs de alto GWP e fortalecimento da gestão de resíduos industriais · p. 20
com númeroIND.I.052030 Reduzir o consumo dos HFCs em 10% em 2029 em relação à linha de base (Emenda Kigali).2035 Reduzir o consumo dos HFCs em 30% em 2035 em relação à linha de base (Emenda Kigali).Percentual de redução do consumo de HFCs em relação à linha de base (média do consumo de HFCs nos anos 2020, 2021 e 2022 somada a 65% da linha de base de HCFCs).APC.I.01 Eliminar o desmatamento ilegal em todos os biomas brasileiros
áreas públicas e territórios coletivos · Controle do desmatamento, extração madeireira e incêndios em vegetação · p. 59
sem númeroAPC.I.012030 Zerar a taxa de desmatamento em todos os biomas brasileiros até 2030.2035 Manter a taxa de desmatamento zero.Taxa de desmatamento (hectares/ano)APC.I.02 Evitar, reduzir e compensar o desmatamento decorrente de grandes empreendimentos e projetos de infraestrutura, com recuperação de vegetação nativa
áreas públicas e territórios coletivos · p. 59
sem númeroAPC.I.022030 Área de desmatamento compensada com recuperação de vegetação nativa em áreas públicas e territórios coletivos até 2030.2035 Área de desmatamento compensada com recuperação de vegetação nativa em áreas públicas e territórios coletivos até 2035.Áreas em recuperação com vegetação nativa (Mha)APC.I.03 Reduzir a extração ilegal de madeira em áreas públicas da Amazônia
áreas públicas e territórios coletivos · p. 59
com númeroAPC.I.032030 Reduzir em 80% a área de extração ilegal de madeira em áreas públicas da Amazônia até 2030.2035 Reduzir em 100% a área de extração ilegal de madeira em áreas públicas da Amazônia até 2035.Área de extração ilegal de madeira em áreas públicas na Amazônia (Mha)APC.I.04 Prevenir e reduzir os incêndios em vegetação nativa em áreas públicas, assentamentos da reforma agrária e territórios coletivos, incorporando e valorizando o manejo tradicional do fogo
áreas públicas e territórios coletivos · Controle do desmatamento, extração madeireira e incêndios em vegetação · p. 60
com númeroAPC.I.042030 Reduzir em 60% a área de vegetação nativa incendiada até 2030 em áreas públicas. Reduzir em 30% a área de vegetação nativa incendiada até 2030 em assentamentos da reforma agrária e territórios quilombolas.2035 Reduzir em 80% a área de vegetação nativa incendiada até 2035 em áreas públicas. Reduzir em 60% a área de vegetação nativa incendiada até 2035 em assentamentos da reforma agrária e territórios quilombolas.Área atingida por incêndios na vegetação (Mha)APC.I.05 Criar e implementar unidades de conservação continentais e marinhas, de acordo com o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), e reconhecer e implementar outras estratégias de conservação, de acordo com a Meta 03 da EPANB
áreas públicas e territórios coletivos · Ampliação de áreas protegidas e fortalecimento da gestão territorial · p. 60
com númeroAPC.I.052030 4,3 milhões de hectares de unidades de conservação criadas entre 2023 e 2027. Pelo menos 80% do bioma amazônico e 30% de cada bioma e do Sistema Costeiro-Marinho conservados e efetivamente manejados até 2030.Área de unidades de conservação criadas (Mha)APC.I.06 Identificar, demarcar e regularizar terras indígenas
áreas públicas e territórios coletivos · p. 60
com númeroAPC.I.062030 4,5 milhões de hectares de territórios indígenas delimitados até 2027.Área de terras indígenas delimitadas (Mha)APC.I.07 Destinar áreas públicas para proteção e uso sustentável, especialmente para povos indígenas e povos e comunidades tradicionais (PIPCTs)
áreas públicas e territórios coletivos · p. 60
com númeroAPC.I.072030 21 milhões de hectares de áreas públicas destinadas até 2027.2035 19 milhões de hectares de áreas públicas destinadas entre 2030 e 2035.Área de áreas públicas federais destinadas (Mha)APC.I.08 Recuperar a vegetação nativa em áreas públicas, assentamentos da reforma agrária e territórios coletivos
áreas públicas e territórios coletivos · Recuperação da vegetação nativa · p. 61
com númeroAPC.I.082030 2,5 milhões de hectares de vegetação nativa em recuperação até 2030.2035 830.095 hectares de vegetação nativa em recuperação entre 2030 e 2035.Área em recuperação com vegetação nativa (Mha)APC.I.09 Reduzir a supressão legal da vegetação nativa em assentamentos da reforma agrária e territórios coletivos
áreas públicas e territórios coletivos · Redução da supressão de vegetação nativa, valorização, preservação e recomposição de passivos ambientais · p. 61
com númeroAPC.I.092030 Reduzir a taxa de supressão legal da vegetação nativa em 50% até 2030 em relação a 2022.2035 Reduzir a taxa de supressão legal da vegetação nativa em 75% até 2035 em relação a 2022.Taxa de supressão legal da vegetação nativa (%)ARP.I.01 - Garantir que toda supressão de vegetação nativa em áreas rurais privadas ocorra somente mediante autorização ambiental válida
áreas rurais privadas · Controle da supressão de vegetação nativa não autorizada e dos incêndios e fortalecimento da regularização ambiental · p. 46
sem númeroARP.I.012030 Zerar a taxa de supressão de vegetação nativa não autorizada em áreas rurais privadas2035 Zerar a taxa de supressão de vegetação nativa não autorizada em áreas rurais privadasTaxa de supressão de vegetação nativa sem ASV em hectares/anoARP.I.02 - Prevenir e reduzir os incêndios em vegetação nativa em áreas rurais privadas
áreas rurais privadas · p. 46
com númeroARP.I.022030 Reduzir em 50% a área incendiada, em relação à média histórica2035 Reduzir em 75% a área incendiada, em relação à média históricaÁrea atingida por incêndios em vegetação nativa (ha).ARP.I.03 - Reduzir a supressão de vegetação nativa autorizada em áreas rurais privadas
áreas rurais privadas · Redução da supressão de vegetação nativa, por meio da valorização da conservação e da recuperação · p. 47
com númeroARP.I.032030 Reduzir a taxa de supressão de vegetação nativa autorizada em 50% em 2030, em relação a 20222035 Reduzir a taxa de supressão de vegetação nativa autorizada em 75% até 2035, em relação a 2022Área de vegetação nativa legalmente suprimidaARP.I.04 - Recuperar a vegetação nativa em áreas rurais privadas
áreas rurais privadas · Recuperação da vegetação nativa em áreas rurais privadas · p. 47
com númeroARP.I.042030 9,5 milhões de hectares em recuperação até 20302035 3 milhões de hectares em recuperação entre 2030 e 2035Área em recuperação com vegetação nativa (Mha)ARP.I.05 - Expandir a produção de Florestas Plantadas para uso sustentável – Plano ABC+
áreas rurais privadas · Ampliação da produção florestal · p. 47
com númeroARP.I.052030 Aumentar em 4 milhões de hectares a área de florestas plantadas2035 Aumentar em 4,25 milhões de hectares a área de florestas plantadasÁrea com florestas plantadas (Mha)AGR.I.02 - Recuperar Pastagens Degradadas em áreas rurais privadas – Plano ABC+
agropecuária · Recuperação e conversão de áreas degradadas e manejo conservacionista do solo em áreas rurais privadas · p. 47
com númeroAGR.I.02em dois planos2030 Aumentar em 30 milhões de hectares a área de pastagens recuperadas2035 Aumentar em 30 milhões de hectares a área de pastagens recuperadasAumento de área em hectares de pastagens, com algum grau de degradação, que foram recuperadas ou renovadasAGR.I.01 - Ampliar a adoção do Plantio Direto (SPDH e SPDG) em áreas agrícolas – Plano ABC+
agropecuária · p. 47
com númeroAGR.I.01em dois planos2030 Ampliar em 12,5 milhões de hectares, sendo 4,5 milhões de hectares a área em SPD e 8 Mha em PD, e ampliar em 0,08 Mha a área em sistema de plantio direto de hortaliças2035 Ampliar em 12,63 milhões de hectares, sendo 4,63 milhões de hectares a área em SPD e 8 Mha em PD, e ampliar em 0,08 Mha a área em sistema de plantio direto de hortaliçasÁrea com adoção da tecnologia SPD (Mha) Área com adoção de PD (Mha) Área com adoção de SPDH (Mha)AGR.I.03 - Ampliar a implementação de Sistemas Integrados (ILP, ILPF e SAF) – Plano ABC+
agropecuária · Ampliação de sistemas produtivos integrados, e agroecológicos · p. 48
com númeroAGR.I.03em dois planos2030 Ampliar em 10,1 milhões de hectares a área com sistemas integrados (ILP, ILF, ILPF, IPF)2035 Ampliar em 20,3 milhões de hectares a área com sistemas integradosÁrea em hectares com adoção de ILPF (Mha) Área em hectares com adoção de SAF (Mha)AGR.I.10 - Ampliar sistemas produtivos agroecológicos e tradicionais de baixo carbono na agricultura familiar
agropecuária · p. 48
com númeroAGR.I.10em dois planos2030 Implantar 180 projetos para recuperação e restauração da vegetação nativa até 2030 Apoiar 1.680 unidades familiares com sistemas agroecológicos de recuperação produtiva até 20302035 Implantar 200 unidades demonstrativas de manejo e conservação de solos até 2035Número de projetos de restauração florestal financiados Número de unidades familiares beneficiadas com recuperação produtiva agroecológica Número de unidades demonstrativas de manejo e conservação de solos implementadasRES.I.01 Reduzir a quantidade de resíduos sólidos e rejeitos encaminhados para disposição final, priorizando soluções de tratamento e valorização dos resíduos orgânicos.i
resíduos · 4. Fortalecimento da Economia Circular pela recuperação da fração seca e orgânica dos RSU. i · p. 57
com númeroRES.I.012030 Reduzir em 25,3% a quantidade de resíduos e rejeitos encaminhados para unidades de disposição final até 2030 e alcançar 14,3% da massa de resíduos orgânicos com tratamento e valorização até 2030.i2035 Reduzir em 35% a quantidade de resíduos e rejeitos encaminhados para unidades de disposição final até 2035 e alcançar 19% da massa de resíduos orgânicos com tratamento e valorização até 2035.Percentual da massa total de resíduos e rejeitos desviada da disposição final em relação a 2020.RES.I.02 Maximizar o aproveitamento energético do biogás em aterros sanitários.
resíduos · 3. Aumento da captação, tratamento e aproveitamento do biogás de aterros sanitários. · p. 57
com númeroRES.I.022030 Aproveitar energeticamente 25,15% do biogás gerado em aterros sanitários até 2030, em relação a 2020.2035 Aproveitar energeticamente 45% do biogás gerado em aterros sanitários até 2035, em relação a 2020.Percentual de aproveitamento energético do biogás gerado em aterros sanitários, em relação a 2020.RES.I.03 Recuperar áreas de disposição final inadequada de rejeitos e resíduos sólidos.i
resíduos · 2. Eliminação da disposição de resíduos em lixões e aterros controlados.i · p. 58
sem númeroRES.I.032030 Recuperar pelo menos uma unidade de disposição final inadequada de resíduos por estado até 2030.i2035 Recuperar pelo menos duas unidades de disposição final inadequada de resíduos por estado até 2035.Número de unidades de disposição final inadequada de resíduos recuperadas.RES.I.04 Universalizar a coleta e o tratamento de efluentes sanitários domésticos com uso de tecnologias de baixa emissão.
resíduos · 5. Universalização do acesso à coleta e ao tratamento do esgoto sanitário com prioridade no uso de tecnologias de baixa emissão de GEE. · p. 58
com númeroRES.I.042030 Coletar e tratar 90% dos efluentes sanitários domésticos até 2033.Percentual dos efluentes sanitários coletados e tratados.RES.I.05 Maximizar o aproveitamento energético do biogás em estações de tratamento de efluentes sanitários domésticos.
resíduos · 6. Implantação de sistemas de tratamento de lodo dos sistemas de tratamento de efluentes sanitários, com seu reaproveitamento e redução de carga orgânica nos aterros sanitários · p. 58
com númeroRES.I.052030 Aproveitar energeticamente 12,5% do biogás gerado em estações de tratamento de efluentes sanitários domésticos até 2030.2035 Aproveitar energeticamente 25% do biogás gerado em estações de tratamento de efluentes sanitários domésticos até 2035.Percentual de aproveitamento energético do biogás gerado em estações de tratamento de efluentes sanitários domésticos.TRP.I.01 - Aumentar o uso de biocombustíveis no setor de Transportes.
transportes · Uso de combustíveis sustentáveis de baixa intensidade de carbono em veículos médios e pesados, embarcações, locomotivas e aeronaves. · p. 44
com númeroTRP.I.012030 20%2035 25%% de mistura do biodiesel, em volume, ao óleo diesel.TRP.I.02 - Aumentar a utilização de Sustainable Aviation Fuel (SAF) nas operações aéreas domésticas.
transportes · p. 44
com númeroTRP.I.022030 3%2035 8%% de redução de emissões pelo uso de SAF pela empresa no ano correspondente, em relação ao cenário com utilização de combustível fóssil.TRP.I.03 - Aumentar a utilização de combustíveis de baixa emissão de carbono na navegação doméstica.
transportes · p. 44
com númeroTRP.I.032030 6%2035 28%% de redução das emissões por TKU.TRP.I.07 - Aumentar o uso de diesel verde no setor de Transportes.
transportes · p. 44
com númeroTRP.I.072030 2%2035 3%% de mistura do diesel verde, em volume, ao óleo diesel.TRP.I.04 - Melhorar a qualidade dos pavimentos nas rodovias federais.
transportes · Melhoria da qualidade da infraestrutura de Transportes, visando à redução de consumo de combustível. · p. 44
com númeroTRP.I.042030 Aumentar o ICS e o IDPAV médio em 5%, em comparação a 2024.2035 Aumentar o ICS médio em 10% e em 5% o IDPAV, em comparação a 2024.% da extensão total das rodovias federais avaliadas com pavimento em bom ou ótimo estado (ICS para gestão pública e IDPAV para concedidas).TRP.I.05 - Reduzir o consumo de combustível fóssil em operações aeroportuárias, em especial nas etapas de taxiamento de aeronaves.
transportes · Adoção de soluções para aumentar eficiência operacional, visando à redução de consumo de combustível em todos os modais. · p. 44
com númeroTRP.I.052030 25%2035 50%Percentual de operações realizadas com motor desligado ou assistida por energia elétrica.TRP.I.06 - Aumentar a participação dos modos ferroviário e aquaviário na matriz de transporte de carga.
transportes · Equilibrar a matriz de transporte de carga e de passageiros por meio do aumento da participação das ferrovias, cabotagem e hidrovias. · p. 45
com númeroTRP.I.062030 31,52035 38Volume de carga transportada no corredor FICO- FIOL (em bilhões de TKU).TRP.I.08 - Aumentar o uso de veículos médios e pesados elétricos no setor de Transportes.
transportes · Eletrificação (baterias e células de combustível) de Veículos Médios e Pesados, Equipamentos e Veículos Auxiliares, Embarcações, Locomotivas e Aeronaves. · p. 45
com númeroTRP.I.082030 6%2035 11%% de veículos médios e pesados elétricos nas vendas nacionais.
▸ quantas metas de mitigação a base consegue acompanhar por fora
O modelo ligou cada meta a uma série, uma a uma, e cada linha informa o critério usado. Série na base significa que esta base tem uma medição da mesma coisa, com uma ressalva escrita quando a medição não é exata. Fonte existe fora significa que alguma instituição publica a medição, mas esta base não a guarda. Sem medida significa que o indicador não pode ser medido de fora, como a intensidade de emissões calculada dentro de uma refinaria.
- série na base15
- fonte existe fora6
- sem medida1
- sem correspondência estabelecida43
A ligação cobre 22 das 65 ações. Em 15 delas, esta base tem uma série que mede a mesma coisa. Nas metas de adaptação, a mesma análise encontrou série na base para apenas quatro de trezentas e doze. A diferença vem do tipo de indicador. Área de vegetação em recuperação, área queimada, taxa de desmatamento e geração de eletricidade por fonte são medidas todo ano por satélites e pelo operador da rede elétrica, qualquer que seja o órgão que executa o plano.
Nenhuma dessas ligações é exata, e o critério de cada uma diz onde está a diferença. A série de vigor da pastagem mede a degradação por satélite, enquanto a meta conta a pastagem que o programa registrou como recuperada. A taxa do PRODES, o programa do INPE que mede o desmatamento por satélite, conta toda a vegetação retirada, enquanto a meta trata só da parte autorizada. A intensidade energética do Banco Mundial mede a energia gasta por unidade de produto, enquanto a meta trata de ganho de eficiência em edificações. Cada ligação aparece com a ressalva ao lado, para que quem lê saiba o limite do acompanhamento.
% renováveis na matriz elétrica (sistema interligado nacional, autoprodução e sistemas isolados)
ENR.I.01 · energia
série na basegeracao_eletrica_por_fonteA base guarda geração elétrica por fonte, do ONS e da EPE, e a fração renovável sai dela por divisão. A meta fala da matriz elétrica INTEIRA, com autoprodução e sistemas isolados; a série cobre o sistema interligado com folga e os isolados com falha, e por isso a correspondência é boa e não exata.Porcentagem de biocombustível na mistura (%)
ENR.I.02 · energia
fonte existe foraO percentual de mistura de biodiesel e etanol é definido por resolução do Conselho Nacional de Política Energética e publicado pela ANP. É dado de regra, e não de medida; existe, é público, e a base não o guarda.Volume de produção nacional de combustíveis sintéticos (bilhões de litros)
ENR.I.03 · energia
fonte existe foraProdução de combustível sintético é publicada pela ANP na série de produção de derivados. A base guarda energia por fonte em tonelada equivalente de petróleo, que não separa esse volume.Intensidade de emissões (kgCO2e/CWT)
ENR.I.06 · energia
sem medidaCWT é uma unidade de complexidade de refino, e a intensidade por CWT é calculada dentro da refinaria. Não existe medida externa que a reproduza.Aumento na eficiência energética (%)
ENR.I.08 · energia
série na baseintensidade_energeticaA base guarda intensidade energética do produto, do Banco Mundial. Ela mede energia por unidade de PIB e não ganho de eficiência em edificação, que é o que a meta diz; serve de sinal agregado e a diferença fica declarada.Aumento na eficiência energética (%)
ENR.I.09 · energia
série na baseintensidade_energeticaMesma série e mesma ressalva da meta anterior, aplicada à indústria.Consumo total (TWh); Fração renovável da matriz elétrica brasileira (%)
IND.I.01 · indústria
série na basegeracao_eletrica_por_fonteA fração renovável da matriz elétrica sai da geração por fonte que a base guarda. O consumo total em TWh da indústria está em consumo final de energia, em outra unidade.Participação dos combustíveis renováveis na matriz energética industrial (%)
IND.I.03 · indústria
série na basematriz_energetica_fonteA base guarda a matriz energética por fonte, bloco e setor, do Plano Decenal, e o bloco industrial está nela. A meta pede a fração renovável dentro da indústria, que sai por divisão dentro do mesmo recorte.Percentual de redução do consumo de HFCs em relação à linha de base
IND.I.05 · indústria
fonte existe foraO consumo de hidrofluorcarbonos é reportado ao Protocolo de Montreal e publicado pelo PNUMA. A base não o guarda, e ele fica fora do inventário de gases de efeito estufa por convenção.Aumento de área em hectares de pastagens, com algum grau de degradação, que foram recuperadas
AGR.I.02 · agropecuária
série na basepastagem_por_vigorA base guarda área de pastagem por condição de vigor, do MapBiomas, que é a única medida por satélite de degradação de pastagem no país. Recuperação declarada pelo programa e vigor medido por satélite não são a mesma coisa, e a diferença fica declarada.Número de projetos de restauração florestal financiados
AGR.I.10 · agropecuária
série na basearea_vegetacao_secundariaA base guarda área de vegetação secundária em recuperação, do MapBiomas. Ela mede hectare que voltou a crescer, e a meta conta PROJETO financiado; a correspondência é de efeito e não de medida, e é fraca.Áreas em recuperação com vegetação nativa (Mha)
APC.I.02 · áreas públicas e territórios coletivos
série na basearea_vegetacao_secundariaCorrespondência direta: a série mede exatamente área em recuperação com vegetação nativa, por satélite, e cobre o país inteiro desde 1985.Área atingida por incêndios na vegetação (Mha)
APC.I.04 · áreas públicas e territórios coletivos
série na basearea_queimadaCorrespondência direta: a base guarda área queimada do MapBiomas Fogo, anual, por bioma e por estado.Área em recuperação com vegetação nativa (Mha)
APC.I.08 · áreas públicas e territórios coletivos
série na basearea_vegetacao_secundariaMesma série da meta APC.I.02, aplicada a outro recorte de território.Taxa de supressão legal da vegetação nativa (%)
APC.I.09 · áreas públicas e territórios coletivos
série na basedesmatamento_taxa_anualA base guarda a taxa anual de desmatamento do PRODES. Ela não separa supressão LEGAL de ilegal, que é o recorte da meta, e por isso mede o todo de que a meta é parte.Taxa de supressão de vegetação nativa sem autorização, em hectares
ARP.I.01 · áreas rurais privadas
série na basearea_alerta_desmatamentoA base guarda área de alerta de desmatamento validado, do DETER e do MapBiomas Alerta. Alerta validado é o que mais perto chega de supressão sem autorização, e a diferença entre alerta e autuação fica declarada.Área atingida por incêndios em vegetação nativa (ha)
ARP.I.02 · áreas rurais privadas
série na basearea_queimadaMesma série da meta APC.I.04, no recorte de área rural privada, que a série não separa.Área de vegetação nativa legalmente suprimida
ARP.I.03 · áreas rurais privadas
série na basedesmatamento_taxa_anualMesma ressalva da meta APC.I.09: a série mede supressão total, e a meta fala da parte autorizada.Área em recuperação com vegetação nativa (Mha)
ARP.I.04 · áreas rurais privadas
série na basearea_vegetacao_secundariaMesma série das metas APC.I.02 e APC.I.08.Área de cobertura vegetal urbana (em hectares)
CID.I.07 · cidades
fonte existe foraO MapBiomas publica cobertura por classe dentro da mancha urbana, e a base guarda apenas a área urbana total. A série existe na fonte que a base já coleta e ainda não foi extraída nesse recorte.% de veículos médios e pesados elétricos nas vendas nacionais
TRP.I.01 · transportes
fonte existe foraVendas por tipo de propulsão são publicadas pela Anfavea e pelo Renavam. A base guarda consumo de energia do transporte por combustível, que é consequência e não a venda.Percentual da massa total de resíduos e rejeitos desviada da disposição final em relação a 2020
RES.I.01 · resíduos
fonte existe foraMassa de resíduo desviada de aterro é publicada pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento. A base não guarda dado de saneamento.
O que o Brasil disse à Convenção que ia evitar
Antes da NDC, a meta que o Brasil apresenta ao Acordo de Paris, existiam as NAMAs, sigla em inglês para ações de mitigação nacionalmente apropriadas. Eram oito planos setoriais informados à Convenção do Clima, cada um com uma ficha nos Relatórios de Atualização Bienal. A partir do terceiro relatório, a ficha informa quanto de emissão aquela ação deveria evitar. O prazo de todas é 2020. O quadro abaixo copia essas fichas, com o nome do arquivo e o número da página.
▸ redução declarada por edição do relatório bienal
Cada barra soma o valor máximo de cada ficha que informa um número. A soma foi feita por esta plataforma, porque nenhum relatório soma as suas próprias NAMAs. As duas primeiras edições trazem as mesmas oito fichas, sem número. As duas últimas, ambas publicadas depois do prazo de 2020, não trazem nenhuma ficha.
- BUR1 (2014)0
- BUR2 (2017)0
- BUR3 (2019)1.051
- BUR4 (2020)1.051
- BUR5 (2024)0
- BTR1 (2024)0
Somadas, as reduções prometidas chegam a 1.051 milhões de toneladas até 2020. A soma foi feita por esta plataforma, porque nenhum relatório soma as próprias ações. Esse total equivale a 57,6% do que o Brasil emitiu em 2020, segundo o inventário oficial. A maior parte vem de uma única ação, Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), com 564 milhões de toneladas. As outras 10 ações dividem o restante.
Quatro anos depois do prazo, o governo publicou o resultado. A Tabela 3.2 do quinto relatório bienal mostra, para cada NAMA, quanto se estima que ela evitou até 2020. 6 das 11 ações têm número, e a soma é de 707 milhões de toneladas evitadas, contra 1.051 prometidos. 4 ações passaram do próprio valor máximo prometido, e o relatório marca "Sim" ao lado delas. A redução do desmatamento na Amazônia, que era a maior promessa, aparece como cumprida em parte, com 75%.
Cinco das onze ações não têm estimativa, e elas não são as menores. As 5 ações que o relatório marca como "Não estimado" somam 217 milhões de toneladas prometidas, isto é, 20,6% do total. São as quatro do setor de energia e a do ferro e aço. A nota da própria tabela explica o motivo: falta um parâmetro que relacione a ação realizada à redução de emissões no período. "Não estimado" não significa zero. A ação pode ter evitado emissões, mas não há como calcular quanto. Por isso, essas ações não devem ser contadas como fracasso.
As duas primeiras edições já traziam as ações sem número. Das 6 edições do relatório bienal, 2 publicam a ficha sem número, 2 publicam com número e 2 não publicam ficha. Uma ação sem número não pode ser cumprida pela metade, porque não há quantidade para medir. Se ela pode ser considerada descumprida depende do texto da ação. Quando o texto não cita nada que possa ser observado, só é possível dizer que a ação foi feita. O mesmo acontece, treze anos depois, com as metas de adaptação do Plano Clima, mostradas em promessas de adaptação .
Redução do Desmatamento na Amazônia
prometido 564 MtCO2e · estimado como evitado 421,26 MtCO2e · p. 73
Cumprimento parcial de 75% da metaTabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal. O modelo copiou a tabela, e um programa conferiu cada valor com o texto da página.Redução do Desmatamento no Cerrado
prometido 104 MtCO2e · estimado como evitado 160,34 MtCO2e · p. 73
SimTabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal. O modelo copiou a tabela, e um programa conferiu cada valor com o texto da página.Recuperação de Pastagens Degradadas
prometido 83 a 104 MtCO2e · estimado como evitado 36,1 MtCO2e · p. 73
Cumprimento parcial de 43% da metaTabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal. O modelo copiou a tabela, e um programa conferiu cada valor com o texto da página.Integração Lavoura-Pecuária
prometido 18 a 22 MtCO2e · estimado como evitado 40,78 MtCO2e · p. 73
SimTabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal. O modelo copiou a tabela, e um programa conferiu cada valor com o texto da página.Sistema Plantio Direto
prometido 16 a 20 MtCO2e · estimado como evitado 26,7 MtCO2e · p. 73
SimTabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal. O modelo copiou a tabela, e um programa conferiu cada valor com o texto da página.Fixação Biológica de Nitrogênio
prometido 16 a 20 MtCO2e · estimado como evitado 21,56 MtCO2e · p. 73
SimTabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal. O modelo copiou a tabela, e um programa conferiu cada valor com o texto da página.Eficiência Energética
prometido 12 a 15 MtCO2e · sem estimativa · p. 73
Não estimadoTabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal. O modelo copiou a tabela, e um programa conferiu cada valor com o texto da página.Aumento no uso de biocombustíveis
prometido 48 a 60 MtCO2e · sem estimativa · p. 73
Não estimadoTabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal. O modelo copiou a tabela, e um programa conferiu cada valor com o texto da página.Aumento no fornecimento de energia por usinas hidroelétricas
prometido 79 a 99 MtCO2e · sem estimativa · p. 73
Não estimadoTabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal. O modelo copiou a tabela, e um programa conferiu cada valor com o texto da página.Aumento de energias alternativas
prometido 26 a 33 MtCO2e · sem estimativa · p. 73
Não estimadoTabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal. O modelo copiou a tabela, e um programa conferiu cada valor com o texto da página.Ferro e Aço
prometido 8 a 10 MtCO2e · sem estimativa · p. 73
Não estimadoTabela 3.2 do Quinto Relatório de Atualização Bienal. O modelo copiou a tabela, e um programa conferiu cada valor com o texto da página.
O mesmo exercício, feito para o mundo
Esta página compara o que o Brasil prometeu com o que as medições mostram. O relatório State of Climate Action, do World Resources Institute com o Systems Change Lab, faz o mesmo para o mundo. Para cada mudança necessária, como a troca de fontes de energia, o relatório define uma meta compatível com limitar o aquecimento a 1,5 grau. Depois, calcula quantas vezes mais rápido o indicador precisa avançar para chegar à meta. São 45 indicadores, e o relatório afirma que nenhum deles está no ritmo necessário para 2030.
▸ Fator de aceleração exigido para a meta de 2030 (vezes)
Quanto maior a barra, pior. Ela mostra quantas vezes mais rápido o indicador precisa avançar para chegar à meta de 2030. O relatório publica o fator da edição de 2025 ao lado do fator da edição de 2023. A comparação mostra se a distância aumentou ou diminuiu em dois anos. Quando a fonte diz que o indicador precisa mudar de direção, ela não calcula o fator, e a linha não aparece. O gráfico mostra 12 dos 13 recortes: os que têm os maiores valores no último ano. Os outros 1 estão na tabela de dados: Reforestation (total Mha).
▸ Indicador de transição global, valor e meta (unidade do indicador)
O gráfico mostra o valor mais recente de cada indicador e as metas para 2030, 2035 e 2050. O controle permite escolher o ano. Os indicadores não podem ser somados nem comparados entre si, porque cada um tem a sua unidade, indicada no nome. Quando a meta é uma faixa de valores, a base guarda o valor mínimo, e o texto original está na tabela de dados. O gráfico mostra 12 dos 20 recortes: os que têm os maiores valores no último ano. Os outros 8 estão na tabela de dados: Share of electricity in the industry sector’s final energy demand (%), Share of kilometers traveled by passenger cars (% of passenger-km), Peatland restoration (total Mha), Share of fossil fuels in the transport sector’s total energy consumption (%), Share of food production lost (%), Ratio of investment in low-carbon to fossil fuel energy supply….
Quatro indicadores do setor elétrico precisam avançar mais de dez vezes mais rápido do que hoje. Em três deles, a situação piorou entre as duas edições. A participação de fontes sem emissão de carbono na geração de eletricidade passou de oito para mais de dez vezes. O uso de carvão na geração passou de sete para mais de dez. A intensidade de carbono da eletricidade, isto é, quanto carbono se emite para gerar cada unidade de energia, passou de nove para mais de dez. Em dois anos, a distância até a meta aumentou nos três.
A comparação entre as edições também mostra avanços. Em 2023, a participação dos ônibus elétricos nas vendas de ônibus estava indo na direção errada, e por isso o relatório não calculava fator. Em 2025, esse indicador já tem fator. Isso significa que a direção foi corrigida, embora a velocidade ainda não seja suficiente. No financiamento climático privado, o fator caiu de mais de dez vezes para menos de duas.
Há duas ressalvas. A primeira: o fator não forma uma série no tempo. Cada edição do relatório publica um número, e o ano registrado é o da edição, e não o do dado que ela avalia. A segunda: o relatório não diferencia valores acima de dez, e onze e cinquenta aparecem iguais. Por isso, um indicador nesse limite pode estar muito pior do que a barra mostra. As metas brasileiras, comparadas com as séries desta base, estão nas seções acima, e o que dá para conferir de cada uma está em o que dá para conferir .